Poemas de Amor que Chega Arrepia
Deus é onipotente, onisciente e onibenevolente — isso está dito bem aqui no rótulo. Se você tem uma mente capaz de acreditar em todos estes três atributos divinos simultaneamente, tenho uma pechincha maravilhosa para você. Nada de cheques, por favor. Dinheiro e em notas pequenas.
Lazarus Long
🌟 Estrela 🌟 Guia
Estrela que guiou a família de Jesus!
Brilho intenso no espaço ,reluz!
No escuro da noite, ela acende!
Sem pedir pernoite,reacende!
As oito pontas são referentes ao infinito!
Aponta o norte da Terra como um grito!
Conduz Navegante o seu destino no mar.
Trazendo de volta ao lugar divino,o lar!
Brilho distante...
Parece tão perto.
Mas, é dentro da alma
Que está e nos acalma
Somos todos delas, habitantes
Pó das estrelas
Num mundo errante.
.
A amizade deve ser cultivada por todas as partes:
Enquanto um planta o outro rega as sementes.
Se um só trabalhar, poderá vir o cansaço, o desânimo e a morte do jardim.
Mas ainda haverá esperança: mesmo com a jardim abandonado, morto, se o terreno for bom e fértil, basta a iniciativa para um plantar, o outro regar e recomeçar!
Verdades são temporais.
Ignorar a possibilidade de mudanças é admitir a própria tolice.
É sábio repensar e, se necessário, mudar.
O imprudente é concordar com inverdades maquiladas que convencem e convergem à inflexibilidade.
Entendo tudo o que passou.
A gente se entende, se perdoa.
A gente não se encontrou à toa.
Te esperando aqui estou.
Você ensinou que se dá certo ou errado é responsabilidade dos dois.
Então nos punir é pecado já que sabemos a dor que vem depois.
Sorria por da gente lembrar.
Vem me buscar e vou de vez, sem questionar.
Não culpe o outro apenas pelo que não deu certo.
Antes de julgar, procure compreender o que o levou a agir — ou até a não agir — da forma que você esperava.
Reflita sobre os sentimentos envolvidos, sobre o valor que essa pessoa teve — e tem — em sua vida. Nem toda distância nasce da falta de amor; às vezes, nasce do medo, das dores, das limitações e da dificuldade humana de lidar com as próprias emoções.
A vida é única para desperdiçar vínculos verdadeiros em guerras de orgulho, mágoa, silêncio e/ou impulsividade. Há pessoas que têm um valor raro — e isso merece ser reconsiderado com maturidade, escuta e sensibilidade.
Minha vida perdeu a cor
Desde o dia em que você se foi
Ficou no peito essa dor
Que o tempo não destrói.
Nosso amor foi tão profundo
Difícil até de explicar
Você era o meu mundo
Meu jeito doce de sonhar.
Por onde quer que você vá
Meu coração vai te chamar
No canto dos beija-flores no ar
Meu amor vai te encontrar.
Quero que você possa saber
Mesmo distante de mim
Que eu não consigo esquecer
Este amor não teve fim.
Um livro não é escrito com palavras soltas, mas com palavras que, organizadas em capítulos, constroem uma história. Assim também é a vida: tecida em ciclos, cada um com seu tempo, seus desafios e seus aprendizados.
Em cada novo capítulo, somos convidados à autoria da própria existência: escolher, decidir, mudar a direção, recomeçar e ressignificar a caminhada. Toda história que vale a pena ser vivida exige fé para seguir, ousadia para transformar e amor para dar sentido pleno a cada nova página escrita.
Que a poesia da vida te encontre hoje
nos pequenos detalhes:
no canto dos pássaros,
no vento que acarinha,
no sol que aquece
e no amor que floresce.
EM 28 DE JULHO DE 2024 meia noite!! TIVE falência de órgãos em casa, um choque SÉPTICO que parou TODOS os MEUS órgãos em casa. Meu sogro e o cunhado do meu marido, orou pra Deus me dar a vida novamente. EM MENOS DE 5 MINUTOS, TODO O MEU CORPO COMEÇOU A SE DEBATER EM CIMA DA CAMA, SENTI UMA ENERGIA TÃO FORTE, VINDO DESDE A PLANTA DOS MEUS PÉS... SENTI TODOS OS MEUS ÓRGÃOS RESSURGINDO E VOLTARAM A FUNCIONAR NOVAMENTE. FOI ALI QUE ENTENDI SOBRE QUEM REALMENTE É DEUS. ELE É O SOPRO DA VIDA! ACREDITE. DEUS ELE É PURA ENERGIA, ELE É QUEM ESTÁ EM CADA UM DE NÓS. POR ISSO, RESPIRAMOS E TEMOS VIDA.
EU TIVE INFLAMAÇÃO GENERALIZADA.
4 CIRURGIAS... ALGUÉM OROU POR MIM EM SONHO, QUANDO NA VERDADE QUERIA ME FAZER MAL, OUVI UMA VOZ QUE ECOOU DOS CÉUS 'NÃO TOCA NELA' ESSA PESSOA DESISTIU DE ATACAR A MINHA VIDA, E COMEÇOU A CHORAR. PÔS A MÃO NA MINHA CABEÇA E COMEÇOU A ORAR POR MIM. DESDE ENTÃO, NUNCA MAIS SENTI DOR ALGUMA. SENDO QUE ANTES DISSO, MEU CORPO DOÍA 24 HORAS POR DIA, POR INTEIRO. EU NÃO AGUENTAVA MAIS!! DEUS EXISTE E ELE NOS AMA. A NOSSA FÉ, NOS CURA E NOS SALVA TODOS OS DIAS. TENHA GRATIDÃO E AME A DEUS ACIMA DE TODAS AS COISAS. NUNCA RECLAME DE NADA. SEJA RESILIENTE, MESMO NO VALE DA SOMBRA DA MORTE, COMO EU ESTIVE. PORQUE MESMO MORTO, VIVERÁS! FOI O QUE ME ACONTECEU. EU RENASCI NOVAMENTE!! GLÓRIAS AO MEU BOM DEUS, AO MEU PAI QUE ME AMA E ME ACOLHE, QUE CUIDA DE MIM E DOS MEUS. ESSE, É O MEU TESTEMUNHO!!❤
Há encontros que parecem uma coincidência cósmica.
Hoje, enquanto Sol e Lua se encontram em um raro alinhamento no céu, penso que talvez algumas almas também sejam assim.
Percorrem caminhos distintos, atravessam tempos, distâncias e silêncios, até que, em algum ponto da existência, suas órbitas se encontram.
E, por um instante, tudo parece se alinhar.
Talvez almas gêmeas não sejam duas metades procurando se completar. Talvez sejam dois seres inteiros que, mesmo seguindo suas próprias trajetórias, reconhecem um no outro algo inexplicavelmente familiar.
Como no eclipse, um não precisa apagar a luz do outro. Há encontros que fazem justamente o contrário: revelam uma luz que sempre esteve ali, mas que somente aquela presença foi capaz de tornar visível.
E então compreendemos que alguns encontros não parecem apenas acontecer.
Parecem ter atravessado o universo inteiro para chegar exatamente àquele instante.
12 de agosto de 2026 — quando o céu nos lembra da poesia dos encontros.
#JaniaraDeLimaMedeiros
Se não existe o sagrado
Se não existe o sagrado
O lobo não corre na tempestade, uivando no vento
Se não existe o sagrado
O céu não tinge os olhares intrigados na noite
Se não existe o sagrado
O luar não se derrama pelos trigais amarelos
Se não existe o sagrado
O silêncio nada inspira aos amantes
Se não existe o sagrado
Não há o frescor do orvalho sobre o cansaço da ciência
Se não existe o sagrado
A fúria do mar não nos deixa introspectivos
Se não existe o sagrado
O infinito não é misterioso e revela-se a qualquer tolo
Transferência em Psicanálise.
É ato de deslocamento,sentimento de um indivíduo para outro ou seja entre o Analisando e Analista.
Sendo assim como disse Freud:
_"A Psicanálise não cria transferência,ela revela à consciência e apodera _se dela para dirigir os processos psíquicos para os fins desejados"
. Templo
O corpo é o templo.
Deus dá ao corpo
um tempo de vida.
Para refletir no mundo
brilho e a trajetória.
Modo visível e simbólico
que Inicia_se e finaliza_se
uma história
Asas do Mesmo Pássaro
Esquerda e direita: asas do mesmo pássaro voraz, que voa alto sobre o rebanho adormecido. Elas batem em uníssono, fingindo oposição, enquanto o bico ceifa as liberdades que prometem defender. Os acéfalos, massa de manobra cega, agitam bandeiras opostas como se batalhassem por destinos distintos, mas servem ao mesmo voo predatório, manipulados por narrativas que os mantêm no chão, pisoteando uns aos outros em nome de ídolos vazios. Enquanto isso, desperta quem vê a gaiola: o multilateralismo, essa teia de tratados e cúpulas que escraviza nações soberanas a elites invisíveis. Esses visionários, que ousam questionar o consenso globalizado, são tachados de antidemocráticos, marginais, conspiracionistas. Silenciados por algoritmos, censurados em púlpitos digitais, exilados do debate público. O pássaro, incomodado, bica
os que ameaçam revelar suas penas sujas de ouro e poder. Mas o voo cessa quando as asas se rebelam contra o corpo e o rebanho, enfim, ergue os olhos para o céu.
REALIDADE PARALELA
Vivemos em réplicas de espelhos quebrados, onde o reflexo não devolve o rosto, mas o eco de um grito engolido. As mentes, lascadas como vidros sob o martelo do tempo, teias entre o frisson e o divino: o delírio vira profecia, o tremor das mãos se ergue como hino aos céus partidos. O que parece cura é veneno disfarçado de salvação, e o veneno, ah, ele se veste de milagre, cuspindo promessas em línguas que ninguém mais ouve. Aqui, o real se contorce como fumaça em vento contrário. Um homem ajoelha ante o altar de comprimidos partidos, crendo que a náusea é êxtase celestial, enquanto a multidão aplaude o surto como visão apocalíptica. Não é loucura, dizem; é revelação. Não é doença, insistem; é deus infiltrado nas veias. Mas o que aparenta ser santo desaba em abismo, e o abismo, fingindo luz, engole o que resta de nós. A distorção rasteja, invisível, reescrevendo o mundo: o céu chove cinzas que chamamos de bênçãos, o chão se abre em feridas que juramos serem portais. Fragmentos de mentes se chocam, confundindo o pus com óleo sagrado, e o que é se desfaz no que parece. Nesta paralela, a verdade não existe, só o eco de si mesma, distorcendo até o silêncio.
Sob a lona colorida do circo, o mundo parecia suspenso entre a fantasia e o espanto. As luzes se acendiam, os aplausos ecoavam e os sorrisos surgiam no rosto de quem assistia. O anão cruzava o picadeiro com passos firmes, arrancando risadas sinceras, enquanto a mulher barbuda surgia imponente, desafiando olhares e preconceitos com sua presença marcante.
No centro da arena, o homem bala de canhão se preparava. O silêncio tomava conta por um instante, até o estrondo cortar o ar e o público explodir em aplausos, vibrando com a coragem e o risco transformados em espetáculo. Tudo parecia mágico, intenso, vivo.
E então vinha o palhaço. Com sapatos grandes, maquiagem exagerada e um sorriso pintado no rosto, ele tropeçava, brincava, fazia o público rir e esquecer, nem que fosse por alguns minutos, os pesos do mundo lá fora. Crianças batiam palmas, adultos sorriam, e o circo cumpria seu papel de encantar.
Mas por trás da maquiagem e do riso fácil, havia silêncios que ninguém via. Porque nem sempre que o palhaço está sorrindo significa que ele esteja feliz.
O feminicídio é uma das faces mais cruéis da violência no Brasil. Ele não é “apenas mais um crime”: é o assassinato de mulheres por serem mulheres, resultado de uma cultura de desrespeito, posse e desvalorização da vida feminina. Sentir repulsa diante disso é o mínimo; o necessário é transformar essa repulsa em consciência, postura e ação.
Cada mulher que sofre violência é filha de alguém, muitas vezes mãe, irmã, amiga, é uma vida inteira de histórias, sonhos e contribuições interrompidas. E há um ponto que deveria nos tocar profundamente como homens: todos nós nascemos de uma mulher. Foi uma mulher que nos gerou, que enfrentou dores para nos trazer ao mundo, que nos alimentou, amamentou, cuidou e sustentou nossa vida nos momentos mais frágeis. Nossa própria existência começa no cuidado de uma mulher.
Como, então, pode existir ódio, agressão ou indiferença contra quem representa a origem da nossa vida e da vida de toda a sociedade? Respeitar mulheres não é favor, não é gentileza é princípio básico de humanidade e justiça.
Repudiar o feminicídio é dever coletivo. Isso passa por não normalizar agressões, não rir de desrespeito, não silenciar diante de sinais de violência e educar meninos e homens para o respeito, a empatia e a igualdade. Uma sociedade que não protege suas mulheres está falhando consigo mesma.
Que a indignação não seja só discurso, mas mudança real de atitude. Porque toda mulher merece viver com dignidade, segurança e liberdade. E porque a vida de uma mulher nunca pode ser tratada como algo descartável.
A Escassez, Filtro Implacável
A escassez é o filtro mais honesto que existe, para saber quem é leal. Não há máscaras que resistam ao vento seco da carência, ao vazio que corrói promessas vazias. Quando o pão escasseia na mesa, o ouro some do cofre e as sombras da dúvida alongam-se pela casa, revelam-se os verdadeiros companheiros — aqueles que ficam, não por ganho, mas por raiz profunda, resiliente no silêncio das noites sem luz. Abundância é ilusão de lealdade: todos correm ao banquete, sorriem sob o sol pródigo, juram eternidade enquanto as taças transbordam. Mas a escassez desnuda. Ela é o deserto que testa o peregrino, o mar revolto que afunda os fracos, o espelho quebrado que reflete apenas o essencial. Ali, sem distrações de favores ou bajulações, emerge a lealdade pura — não a que negocia, mas a que resiste, como raiz cravada na terra árida.Pois quem é leal não busca o que sobra, mas divide o que resta. Na escassez, o filtro separa o trigo do joio: os leais florescem no árido, enquanto os falsos evaporam como miragem.
