Poemas de Amor que Chega Arrepia

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Ano novo, que negócio interessante não? Passamos 365 dias na correria, e fe repente, feito passe de mágica, uma esperança de algo novo a se iniciar repentinamente.
Para muitos até funciona, para outros nem tanto. Cada humano interage com o tempo de forma diferente. Mas verdade é que, seguimos um lapso temporal diferente uns dos outros, onde ninguém é capaz de viver o mesmo instante tal intervalo mediante a eternidade que nos é proposta, isto é, para os que creem numa eterna vida após morrer, onde não mais haverá contagem de tempo a se estabelecer.
Mistérios que nos é apresentado, porém ninguém pode afirmar com veemência o que há de suceder, quando partirmos desta terra para além do que possamos compreender, haja vista nossa limitada capacidade de discernir o que é verdadeiramente o porvir.
Vivemos distraídos, por inúmeras vezes aprisionados em meio ao lúdico manifesto da vida, sem dar conta que tepentina é a partida. Sim, estamos quais viajantes, cada qual seguindo para sua determinada estação, uns tomando o transporte e outros desembarcando, sem saber onde haverá de ser seu ponto final, a estação de chegada, a qual marcará o fim de sua lida.

⁠Tenho medo da morte, não tenho medo de morrer. Por ter medo de morrer, quero continuar a viver.
Tento viver intensamente cada instante, com cada gente.
Tente aproveitar cada ente, que se permite viver alegremente.
Viva cada instante como sendo o derradeiro.
Viva bem ao lado de quem é verdadeiro.
Viva a vida com prazer e disposição de aproveitar esse milagre ao qual tens que é viver.

⁠Tenho a impressão que meu celular está grampeado. Como estou preocupado. Vão descobrir que faço parte do crime organizado. Não devo nada a ninguém, procuro viver dignamente, mas no Brasil é preciso ser ladrão para ser honrado.
Ouse roubar um pote de margarina e serás velozmente preso e condenado. Se aventure na politica e roube o erário, e terás grande chance de roubar os impostos dos que muito tem trabalhado.
Brasil, terra onde os ladrões seguem venerado, se sucedem no poder e chamam seus eleitores de gado.
E para concluir, apenas mais duas palavras: estamos ferrados.

⁠Quero a paz, não a falsa sensação que o mundo trás.
Quero descansar de tudo que não me apraz. Querer, querer e querer.
O que eu quero mais?

Viva par servir, sirva para viver.
Viva a sorrir, sorria ao viver
Seja grato, radiante de empatia
Contagiante de alegria
E serás uma dádiva na vida de muitos
De tal modo que muitas vidas sejam
Contagiadas por sua agradável essência
De um ser que faz falta no meio
Que proporciona o equilíbrio interpessoal
E seja sua ausência sentida por todos
Afinal, pedras preciosas valem muito por serem raras, difíceis de serem encontradas.

Aos professores, mestres e doutores.

É com grande alegria e prazer que posso dizer. Que seria de uma sociedade, seja no campo ou na cidade, a ausência da docência, o ensino de verdade?

Deveras pois todos, indistintamente agradecer, ao doutor, mestre ou professor, por horas e horas de labor. Por dedicação integral, buscando sempre o conhecimento, e repartindo na moral, com muito esmero, tamanha dedicação, ansiosos por verem seus alunos em diversa formação.

Parabéns, professor, mestre e doutor, por dedicar seu precioso tempo laboral, em ajudar a resgatar nos dá ignorância colossal. Por cada contribuição intelectual, na ajuda em galgar cada degrau, nos mais diversos patamares do saber, nos levando até as portas maiorais, na oportunidade de aprender cada vez mais.

Tenham todos, professores, mestres e doutores, vida longa e muita paz. Por cada discente que a vida lhe traz. Pela oportunidade de fazer o ignorante galgar os degraus do conhecimento, rumo aos patamares do saber, sempre com louvor e maestria, onde muitos alcançarão mais é mais, sabedoria.

Meu sincero agradecimento a todos os professores, mestres e doutores que tive e tenho ainda, o privilégio maior de conhecer, de aprender a amar e realmente muito considerar.
Vida longa com saúde, graça e paz a vossas excelências da propagação do saber.

Que o seu chorar seja resultado de intensa alegria
Que seu lamento seja resultado do excesso de amor
Que a dor no peito seja resultado de intensa energia
Que seu viver siga resultante do esforço desmedido em seu labor.
Amar não é afinidade o casualidade, mas o cumprimento de divino mandamento.

Quando a dor da alma é imensa e sufoca o ser, muitos recorrem a dor da morte para alívio trazer.
Mas o que será que tem, após a morte também?
Se a momentânea e insistente dor tem fim, será que haverá alívio no tempo sem fim? Há uma eternidade a seguir, onde o tempo deixará de existir? Se das eternas portas haveremos de proceder, vida ou morte pode advir, incertezas para meros mortais, na esperança de dias vindouros de eterna paz.

Quando teus olhos azuis surgem na memória
minha mente cede, entra em colapso suave
como se o mundo pausasse só pra te olhar

Quando te vejo, é filme sem cortes
rodando na minha cabeça
me convencendo, cena após cena
de que não existe
nem existirá
alguém tão perfeito quanto você

E quando durmo…
ah, quando durmo
até os pesadelos se rendem
porque neles tu apareces
herói improvável
salvando meus medos
e ficando, a cada sonho,
ainda mais impressionante

Tu és presença
mesmo quando ausente
és certeza
mesmo no caos
e és silêncio bonito
que bagunça tudo dentro de mim

Há dias em que o silêncio pesa
como se a casa estivesse cheia de ausências

O tempo passa
mas não passa por mim
ele apenas me atravessa
sem pedir licença

Carrego sorrisos que não uso
palavras que nunca disse
e sonhos que ficaram
encostados no canto da alma

Não é tristeza gritante
é esse cansaço manso
de existir sentindo demais
e sendo pouco sentida

Algumas noites
eu não choro
apenas fico
olhando o escuro
esperando que ele me entenda

Eu não sei exatamente o que sinto.
E talvez esse seja o sentimento.

Há algo em mim que observa a vida
como quem encosta a testa no vidro
e não entra.

Penso demais.
Sinto antes de entender.
E quase nunca entendo.

Carrego uma estranheza mansa,
uma lucidez que cansa,
como se existir exigisse
atenção o tempo todo.

Às vezes sou profunda demais
para momentos rasos.
Às vezes sou simples demais
para explicações longas.

Não é tristeza.
É consciência.
Essa percepção silenciosa
de que a vida acontece
enquanto eu me pergunto
o que exatamente está acontecendo dentro de mim.

E sigo.
Não porque sei para onde,
mas porque parar
seria sentir ainda mais.

⁠Como eu amo amar.
Mesmo quando amar cansa.
Mesmo quando amar dói
mais em mim do que no outro.

Amo amar porque sentir
me faz existir.
Porque o amor, mesmo quando falha,
me prova viva.

Amo amar com excesso,
com entrega,
com essa coragem quase ingênua
de quem ainda acredita.

Às vezes amar me esvazia.
Outras, me sustenta.
Mas nunca passa em vão.

Se amar é risco,
eu aceito.
Prefiro o coração cansado
de tanto sentir
do que intacto
por nunca ter tentado.

Como eu amo amar
mesmo quando amar
é ficar
sem ser amada.

A depressão não grita.
Ela senta.
E fica.

É um cansaço que não passa dormindo,
uma tristeza sem espetáculo,
uma ausência de vontade
até do que antes doía.

Acordo e já estou atrasada da vida.
Não triste exatamente
vazia de impulso.

Tudo continua existindo fora de mim
com uma normalidade ofensiva.
O mundo funciona
enquanto eu esforço
o simples ato de estar.

A depressão não é querer morrer.
É não saber muito bem
como continuar viva
do jeito que se espera.

Penso menos no futuro.
Não por falta de sonho,
mas porque sonhar
exige uma energia
que agora me falta.

Há momentos de lucidez
que doem mais que a dor.
Percebo tudo.
E mesmo assim
não consigo mover.

Não é drama.
É química, é história, é silêncio.
É o corpo pedindo pausa
e a alma sem voz
para explicar.

E ainda assim,
respiro.
Não por esperança grandiosa,
mas por hábito,
por instinto,
por essa teimosia mínima
de continuar
mesmo sem saber por quê.

Talvez isso seja viver agora:
seguir em estado bruto,
com menos luz,
mas ainda aqui

A insanidade raramente se anuncia.
Ela se infiltra.

Começa como um pensamento a mais,
uma lucidez excessiva,
uma sensibilidade fora de medida.

Há mentes que não quebram
apenas sustentam demais.
Elas funcionam, respondem,
cumprem horários,
enquanto por dentro tudo oscila.

A linha entre sanidade e desvio
não é um abismo.
É um fio.
E muitos caminham sobre ele
sem que ninguém perceba.

A insanidade não é caos explícito.
Às vezes é ordem demais.
Controle demais.
Consciência demais.

Ela se disfarça de normalidade,
aprende a conviver,
a sorrir no momento certo,
a calar no momento errado.

E talvez o mais perturbador
não seja perder a razão,
mas mantê-la
enquanto algo, silenciosamente,
se desloca por dentro.

Porque há estados mentais
que não pedem ajuda,
não fazem barulho,
apenas continuam.

E continuar,
nesse caso,
já é um sintoma.

A ansiedade não anuncia perigo.
Ela antecipa.

É o corpo em estado de alarme
sem ameaça visível,
o coração correndo
sem saber de quê.

O pensamento não descansa.
Ele vigia.
Projeta cenários,
prevê quedas,
ensaia perdas
que talvez nunca aconteçam.

A ansiedade mora no depois.
No “e se”,
no quase,
no que ainda não é
mas já pesa.

Há uma pressa constante,
mesmo quando nada acontece.
Um cansaço que não vem do esforço,
mas da espera tensa.

Respirar vira tarefa consciente.
Relaxar parece descuido.
A mente confunde controle
com sobrevivência.

Por fora, tudo segue normal.
Por dentro,
há um excesso de futuro
ocupando o presente.

A ansiedade não quer machucar.
Ela quer proteger
só não sabe quando parar.

E assim permanece:
alerta demais para descansar,
sensível demais para ignorar,
tentando manter tudo sob controle
num mundo
que nunca prometeu estabilidade.

Há vozes que não pedem entrada.
Elas chegam
com a firmeza do que é real.

O que se vê não parece imaginação.
Tem forma, intenção, sentido.
Negar seria ilógico
quando tudo se apresenta
com tanta convicção.

O delírio organiza o mundo.
Costura sinais,
dá motivo aos gestos,
explica o que ninguém explicou.

A alucinação não confunde
ela afirma.
E quem vive isso
não está sonhando,
está experienciando.

O mais difícil
não é perder a realidade,
mas viver em uma
que não é compartilhada.

O Brasil é "LITERALMENTE" o maior produtor de laranja do mundo, com uma produção de 13 milhões de toneladas na safra 2024/2025, representando 29% do total mundial.
Algumas "CELETAS LARANJAS" valendo dezenas de bilhões de dólares.
São laranjas que não acabam mais. Todos fazendo a vontade do Satanás.
Por que você acha que não existe interesse em combater o crime de forma efetiva e eficaz?
E o que você acha da reinante impunidade no país?
Tudo estratégico e eficaz para se criar cortinas de fumaça, impor a doutrina do medo, aterrorizar o povo, para que este continue subserviente ao sistema maligno e maléfico.
Não se surpreenda em ver religiosos trabalhando para este mesmo sistema, empenhados em distrair as pessoas.
Também não tenhas dúvidas, que se gastem bilhões para artistas medalhões seguirem distraindo o povo.
Em tempo, também não se esqueçam, de quão importante são as drogas, para anestesiar os mais agitados, e amordaçar de todas as formas quaisquer tentativa de reação contra o establishment.
Sorria, a todo momento você é manipulado.
Muito difícil encontrar pessoas realmente sinceras neste meio.
Os agentes do tal establishment (o(s) grupo(s) que detém o poder e a autoridade em uma sociedade ou organização) estão infiltrados em todas as frentes de reação.
Exemplo maior de tudo isso? 08 de janeiro de 2023. Basta analisar tudo com calma, perceber a atuação forte do sistema dentro de todas as instituições do Estado, atuando deliberadamente contra inocentes, atropelando de forma grotesca contra o tal ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO, onde inexiste a tal segurança jurídica. Mas nitidamente, a manipulação orquestrada dos entes e seus agentes para estabelecer uma única NARRATIVA.

Quem me conhece até sofre, para compreender que nada revela o meu ser....
Eu me conhecer, já é difícil, me entender...


impossível!!

Abraço tem que ter pegada, jeito, curva. Aperto suave, que pode virar colo. Alento tenso, que pode virar despedida. Abraço é confissão.
Abraço não pode ser rápido senão é empurrão. Requer cruzamento dos braços e uma demora do rosto no linho. Abraço é para atravessar o nosso corpo, sinal de respeito.....abraço alivia as dores de quem precisa de afeto, com o abraço nos sentimos mais protegido e amados. De que me vale tudo na vida se não tenho a quem abraçar, se não tenho quem me abrace. Abraço é também ofertar o ombro a um amigo para chorar, para sorrir, é fraternidade e remédio para o coração. Neste Natal ao invés de dar apenas um aperto de mão para seus familiares, aos seus amigos; dê um abraço, não há coisa melhor do que um abraço forte e carinhoso em quem amamos. Mais vale um abraço verdadeiro do que presentes sem sentido, o natal é a época de comemorarmos o nascimento de Cristo, esse papo de Noel é coisa sem graça, merchandising de quem visa lucro, seria valido se Noel aos invés de presentes nos trouxesse a verdadeira razão do dia 25, que é a conscientização do nascimento de nosso salvador, e nós ao invés de trocarmos presentes, trocássemos abraços e amor verdadeiro com cumplicidade, amor e paz....
nene policia

⁠Peça aconteça
pois, quer que aconteça
Não a impeça...
Que tu pereça
E nós não temos
Não esqueça
Pois interessa!