Poemas de amor para namorado
Descontruí ruídos,
Para enlatar
Eloquentes mistérios,
no mundo movido pelo amor,
pelo ódio
ou pelas controvérsias.
Carmen Eugenio
Seja seu guia, o amor,
a flor que drena a dor,
o sol a resplandecer,
o canto do beija-flor,
o orvalho do alvorecer.
Carmen de Eugenio
A Poesia.
A poesia revela amor
Também revela a dor
Na poesia, se tem ousadia
Em poesia, vive-se o dia a dia
Na grande verdade,
A poesia não tem idade
Ela nasce do sentimento
Ela acalma qualquer lamento
Em versos brancos,
Sonetos, ou outros tantos
A poesia traz um encanto
Que tem o som de um belo canto
Ao meu amor
É tão bom ter você ao meu lado!
Melhor ainda, me sentir amado!
Não viver em devaneio,
Mas contigo o tempo inteiro.
Tu és minha linda, minha flor amada,
Companheira desta longa estrada
Poderia aqui expressar em canção,
Tudo o que está em meu coração
Porem em versos brancos
É que levo aos quatros cantos.
O desejo de te amar, amar
E juntos poder sonhar.
Precisamos mais que nunca fazer uma corrente de fé e amor para vencer o ódio, o rancor, a ganância e a ignorância que tomou conta do nosso planeta, e está nos destruindo, não é o vírus que está matando, somos nós que estamos contaminados pela nossa própria sugeira. Precisamos reverter o quanto antes, este momento de impureza espiritual e material, precisamos orar e praticar a Caridade e o amor ao próximo.
Ja dizia o Mestre, fora da Caridade não há Salvação.
Que a paz esteja com todos vocês.
Há dois móveis de madeira
Que não é brincadeira
Um com amor é presenteado
O outro contra a vontade é comprado
Um traz felicidade que tonteia
O outro tristeza e cara feia
Um enche de paz e alegria
O outro de sofrimento e agonia
Um vem com futuro e pujança
O outro vai com sonhos e esperança
Um anuncia uma nova aurora
O outro avisa que chegou a hora
Um é luz e imensidão
O outro é treva e solidão
Um mostra que da terra viemos
O outro comprova que pra terra voltaremos
Um representa vida e nascimento
O outro demonstra morte e falecimento
Um construído em madeiras trabalhadas
O outro é feito tábuas mal serradas
Um é continuidade e perpetuação
O outro finda um geração
A cada dia que se passa
De um agente se afasta
E na mesma proporção
Do outro é a aproximação.
QuinAmar o amor do Arraiá
Mariinha, moça formosa e bonita de lascar. Todos em Tracunhaém só são elogios pra moça, dizendo que é a mais linda do lugar e quem se meter em apostar em outra moça vai se ferrar.
Muitos concorrentes querendo o coração dela conquistar, mas a bela já tem um, que seu coração fez acelerar, todos tentam de todas as maneiras, mas em vão tentar.
Quinzinho, rapaz humilde e respeitado no arraiá. Pouca formosura, mas respeito e valentia se faz sobrar, por tudo isso fez a bela Mariinha se encantar.
Numa noite de festa nos arredores, fez os dois uma prosa começar, conversa pra lá e pra cá, entre sorrisos e olhares o amor começou a brotar.
Não tardou muito pra Quinzinho a mão da moça, pedir pra casar e em questão de dias, o casamento veio se confirmar.
Quinzinho e Mariinha formaram a família mais linda e respeitada nas bandas daquele arraiá.
As autoridades do local nada gostaram, pois seus filhos eram merecedor daquele amor.
O Prefeito com seu filho patricinho e esbanjador, achava que podia comprar seu amor.
O Delegado com seu filho metido ao tal, arrogante e lutador, queria porque queria ser o dono daquele amor.
O Padre que não tinha filho, mas por conveniência opitava pra os filhos das autoridades Mariinha deveria se enamorá.
Sem falar do Senhor e a Madame do Engenho que se considerava o Rei e a Rainha do Arraiá, e queriam que seu filho Doutorzinho deveria com a moça se casar.
Devida a tantas perseguições e muita gente querendo o amor de Quinzinho e Mariinha de qualquer forma acabar.
Eles fugiram pra viver num povoado pequenininho nas margens do Rio São Francisco, lugar mais bonito não há, vivendo felizes com Deus Pai a lhes abençoar.
...... No universo do amor
O possível perde a razão
A natureza das coisas fica sem conexão
Milagres acontecem no imaginário da imensidão .......
Se eu fosse descrever nosso amor
Se eu fosse descrever nosso amor
diria que ele é como uma chama
que umas vezes nos esquenta
e outras vezes nos queima
Se eu fosse descrever nosso amor
diria que ele é como um jardim
onde tem flores lindas
e se não cuidadas
muchas estarão no fim
Se eu fosse descrever nosso amor
diria que ele é perfeito com algumas imperfeições
pois nada no mundo aguentaria o tamanho da nossa paixão
Se eu fosse descrever nosso amor
diria que ele é quimico
pois com alguns olhares a homogeneidade nos tornou unico
Eu não sei quando vou vê-lo novamente
Meu amor, desde que você se foi me pergunto isso
Estarei de portas abertas, esperando você voltar para mim
Amor próprio é deixar-se florescer,
É ser oque é, buscando sempre o próprio caminho,
É sobre saber apreciar suas pequenas conquistas,
Sobre amparar-se no dia da angústia promovendo o auto cuidado,
Amor próprio vai além de uma foto, dizendo "me amo", ele começa de dentro, através do auto conhecimento, e esbarros deploráveis muitas vezes, com o próprio eu;
Amor próprio não é conformismo, ele anda de mãos dadas com a evolução pessoal,
E não confunda, Amor próprio com egocentrismo, é muito fácil escorregarmos para essa versão medíocre que está sempre acessível dentro de nós,
Amor próprio sobretudo é, respeitar-se, apreciar-se de forma genuína, pois a única aprovação da qual você realmente precisa é de si mesmo, de olhar no espelho e dizer, nossa bom trabalho, não chegamos no final da jornada ainda, mas estamos no caminho certo!
Nosso casamento,
Ilzimar e Ariosvaldo
se traduz assim:
"Uma história de amor" ❤ com muitas cenas e um final feliz, escrito pelo mais sábio autor. (Deus)
O relacionamento do casal têm que ser recíproco, se ambos não sentir amor
jamais prosperar.👏👏
Viva intensamente o que transmite felicidade, reserve tempo para vida a dois e busque os caminhos de Deus para a felicidade ser completa.
O mundo oferece coisas passageiras, porém a vida eterna têm algo relevante e infinito.
🙏 DEUS É AMOR!😍
No jogo do amor, sempre me decepciono,
Cada vez que tento, meu coração se quebra,
Promessas vazias, ilusões que desmoronam,
Em busca de afeto, mas o amor me foge e se evapora.
Eu me entrego profundamente, sem reservas,
Acreditando que finalmente encontrei o certo,
Mas o destino cruel ri das minhas curvas,
E tudo o que resta é um coração deserto.
As lágrimas que derramei, as noites sem dormir,
São testemunhas silenciosas da minha jornada,
Em busca de um amor que nunca vai me ferir.
Mas apesar das cicatrizes que o amor deixou em mim,
Continuo a buscar, esperando que um dia possa encontrar,
Um amor verdadeiro, que me faça finalmente sorrir.
O amor, tormenta que machuca e fere,
Entrelaça dois destinos, intensos a sofrer.
Vidas unidas, conexão tão profunda,
Mas a vida, às vezes, é uma dança moribunda.
Dois seres distintos, emoção e razão,
Fogo que queima, ardente paixão.
Diferença de idade, de personalidade,
O amor, paradoxo, na sua dualidade.
Emotivo, entrega-se, pele sensível a queimar,
Racional, hesita, o coração a pulsar.
A vida, mestra cruel, põe à prova a união,
E o amor, como fogo, queima sem perdão.
Caminhos entrelaçados, mas distantes demais,
O coração chora, nas sombras, incapaz.
O amor é fogo, que arde e consome,
Em seu calor, cicatrizes que o tempo some.
Num conto de amor, jovem coração,
De vinte e quatro anos, apaixonado então.
Por um mais velho, encontro proibido,
A chama arde, mas destino dividido.
Entre eles, carinho floresce e se expande,
Mas a barreira do tempo, um desafio grande.
Medo de machucar, sombras no caminho,
Dois corações, sinceros, mas perdidos no destino.
O menino sonha, suspira, confunde-se,
No afeto proibido, o coração aquece.
O mais velho, cauteloso, receoso de causar dor,
Ambos se gostam, mas temem o dissabor.
Num dilema de amor, seus olhos se encontram,
Palavras não ditas, sentimentos que abraçam.
O tempo, implacável, sussurra despedidas,
Mas o amor persiste, nas entrelinhas da vida.
Na história que escrevem, capítulos incertos,
Dois corações entrelaçados, sonhos despertos.
A idade é apenas um número a desafiar,
O amor verdadeiro, sempre a transcender.
Que o destino sorria, que o tempo conceda,
A esses corações apaixonados, uma jornada bela.
Na tessitura do afeto, que encontrem o abrigo,
Do amor que floresce, além do proibido.
No fio da vida, entre amor e guerra,
Caminhos divergentes, escolhas na terra.
Doce melodia ou batalha feroz,
Entre o abraço do amor e o grito da voz.
O coração dividido, entre dois destinos,
Na encruzilhada, entre espinhos e hinos.
O amor, uma chama que arde e consome,
A guerra, um vendaval que tudo consome.
Entre os braços do amor, sereno abrigo,
Ou os clamores da guerra, frio perigo.
Escolhas que moldam nosso caminhar,
Entre o acalento do amor e o fúria do lutar.
Na dança da vida, entre o doce e o amargo,
O amor e a guerra, em seu eterno embargo.
Entre lágrimas de dor e sorrisos de prazer,
A única escolha: qual deles irá vencer?
Em meio às sombras que dançam ao redor, o amor e o ódio travam uma batalha épica, como dois titãs colidindo em um campo de guerra. O amor, com sua aura radiante e gentil, tenta erguer-se acima das trevas, enquanto o ódio, com suas garras afiadas e olhos flamejantes, busca consumir tudo em seu caminho.
É uma luta que ecoa pelos recantos mais profundos da alma humana, onde as linhas entre o bem e o mal se tornam borradas e distorcidas. O amor clama por compaixão, perdão e redenção, enquanto o ódio sussurra palavras de vingança, crueldade e destruição.
Em cada coração humano, essas forças opostas se entrelaçam em uma dança perigosa, onde a linha que separa a paixão do desespero é tênue e frágil. Às vezes, o amor prevalece, iluminando o caminho com sua luz radiante e calor reconfortante. Mas outras vezes, é o ódio que triunfa, deixando para trás um rastro de ruína e desespero.
É uma batalha que se desenrola em silêncio, nas profundezas da mente e do coração, mas cujas consequências são profundamente sentidas em cada fibra do ser. Pois, onde há amor, também há ódio, e onde há ódio, também há amor, entrelaçados em uma dança eterna de dualidade e contraste.
E assim, a humanidade continua sua jornada através dos séculos, em busca do equilíbrio delicado entre o amor e o ódio, entre a luz e as trevas, sabendo que, no final, é a escolha entre essas forças que moldará o destino de todos.
