Poemas de Amor Inexplicavel
Teu amor eleva, me faz leve,
Como brisa que a alma recebe.
Seguras minha mão, me guias além,
No céu da Tua paz, onde o medo não vê.
Dizem que é sobre amor,
Mas impõem cadeias invisíveis.
Falam de graça e perdão,
Mas julgam com mãos inflexíveis.
Que antes de falar de Deus,
Vivamos o que Ele ensina:
A amar sem olhar a quem,
Pois só o amor nos ilumina.
Ó Igreja, desperta e vê!
O desprezo apaga a chama,
Mas onde reina o amor de Cristo,
A unidade sempre clama.
Jesus nos chamou ao amor,
Não ao orgulho e à divisão,
Mas muitos viram as costas
E desprezam seu irmão.
Esqueceste, irmão, do que Deus disse?
Que no amor d’Ele tudo existe?
Que maior tesouro não há na terra
Que irmãos unidos sem guerra?
O mundo se agita, mas meu coração não,
pois descanso em Suas promessas de amor.
Não sou o que dizem, não sou o que falhei,
sou filho(a) do Rei, sou herdeiro(a) do Senhor.
Sou grato, Senhor, mesmo na dor,
Pois sei que em tudo há Teu grande amor.
Se o caminho é incerto, eu vou confiar,
Tua mão me guia, não vou vacilar.
Por tudo que fizeste, eu quero exaltar,
Teu amor me envolve, me ensina a amar.
Se a dor vem me achar, eu não temerei,
Pois sei que em tudo Tu és meu Rei.
Louvado seja o nome santo,
Do Rei da glória, do Deus de amor.
Jesus, meu guia, meu alto encanto,
Meu Salvador, meu Redentor.
Bem diz a minha alma ao Senhor,
Com todo o fôlego, com todo o amor.
Que tudo em mim exalte Seu Nome,
Rei soberano, Deus redentor.
É promessa viva do céu em ação,
É selo de Deus, nossa direção.
É poder que age em amor e verdade,
É a certeza da eterna fidelidade.
Ele muda caminhos, reescreve a dor,
Restaura o perdido, cura com amor.
Se o teu ontem foi cheio de luta e derrota,
Com Ele teu hoje é graça que brota.
Ele vê tuas lágrimas, escuta teu clamor,
Enxuga teu pranto, derrama amor.
Quando todos te deixam, Ele permanece,
Quando o mundo te fere, Ele te fortalece.
Estarei sempre por cima, Senhor,
Pois guardo com zelo Teu amor.
Na obediência, sigo Teu trilho,
És meu caminho, meu abrigo e brilho.
Do ventre ao fruto da terra em flor,
Tudo bendito por Teu amor.
Até meu rebanho, meu alimento,
Carrega em si Teu livramento.
Amor de irmão... Tenho muito. Às vezes são chatos, mas gosto deles do jeitin' que são.
São gêmeos como eu. O que temos de parecido? Ahh! Com certeza o coração. É, com certeza o coração. É desses que não cabe no peito, cheio de sentimentos bons.
Ahh! Nós, irmãos. Podem chamar na madrugada, furamos não, furamos não. Não é exagero. Não há madrugada escura que nos assuste, a razão fica meio de lado, saímos guiados pelo coração, seja o motivo que for. Se um precisou do outro, ou o outro precisou do um, furamos não, furamos não.
Irmãos que estendem a mão para amigos, parentes... para um outro irmão, a qualquer hora do dia ou da noite, o sobrenome bem poderia ser coração.
Mas vai dizer que nunca brigaram em alguma ocasião??
Claro que sim, vivente. Se não brigássemos, não seríamos irmãos.
Tenho os melhores irmãos do mundo, iguais não há nenhum, pra aturar a neguinha aqui não poderia ser qualquer um. Deus mandou as criaturas certas, e por isso agradeço de coração.
Sou sortuda por ter vocês por perto, como amigos, como irmãos, os quais admiro desde sempre e tenho grande gratidão, pelo afeto recebido durante a nossa criação. Isso se dá até hoje, pois amor de irmão não acaba não.
Ao des-Amor
Tem que ser maior do que eu! Não precisa ser forte, até pode ser magrinho, porém sem barriga. Que tenha cabelo preto. Até aceito castanho, mas, loiro de forma alguma! Não é essencial ter olhos claros, dependendo do formato do olho pode ser de qualquer cor, só não quero que sejam grandes demais. Que tenha pés e mãos grandes, mas, não muito grandes, só o suficiente pra que eu perceba que não são pequenos. Não pode ter medo de sapo nem de lagartixas! Que tenha um timbre de voz bonito como um Baixo e que seja emocionante como um Tenor! Ah, que seja afinado e que tenha ritmo. Sem ritmo não dá!
Enquanto não há amor você pode escolher, aproveite... Pois quando o amor chega, vai tudo por água abaixo!
Vexame
- Vá embora!
Disse ela embravecida ao ver o amor.
- Não te quero, não mais!
E o amor sorria ao tempo,
Distraído com os passarinhos
Dava ouvido de mercador!
Não escrevo mais, amor
Os tristes versos cessaram
O lamento findou
O dia raiou,
Não escrevo mais, amor
Você é o culpado da falta de tédio
Da falta de dia médio
Da falta de dor,
Não escrevo mais, amor
Me sobra desvelos
Vontade de vê-lo
Me falta só ar
Prefiro viver
Amando você
Que outrora, narrar
