Poemas de Amor Inexplicavel

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O Sertão é minha terra,
Onde moro e vivo nela,
Se um dia eu sair daqui,
Um pedaço eu levo dela.

Então já é de madrugada
onde é frio e ninguém fala nada
é a hora que eu penso fecho meus olhos e sinto o vento
tão escuro que eu quase não vejo nada
mas nem preciso pois de madrugada sou eu meus pensamentos e mais nada
a madrugada é so minha e vocês nunca vão saber de nada

⁠No fim daquele longo sonho, eu enfim fiz uma escolha. Que mesmo se eu voltasse no tempo, de centenas de formas diferentes, eu escolheria encontrar você de novo. Gostaria de conhecer você e de me apaixonar. Eu faria essa escolha triste e perigosa todas as vezes.

O segredo da minha paz interior consiste em nunca discordar da voz de Deus em minha consciência e nunca esquecer das lições obtidas ao longo da vida!

Mas como você vai embora em breve, por favor, faça-me esse favor. Cuide-se. Não se machuque. Viva uma vida boa. Não se esqueça de nós.

Por que o amor acaba?
Por milhões de coisas bobas, pequenas e sem nenhuma importância. Porém, foram coisas que não foram ditas e então elas se acumularam. Como num quartinho onde se coloca os entulhos… nos entulhamos das coisas que não dizemos. E isso acaba nos sufocando e achamos que o amor acabou. Mas o amor não acaba, ele está apenas acumulado em nossa covardia de acumular silêncio!

Toda lágrima que cair por culpa da traição irá regar o fruto da vingança que o destino trará mais tarde!

Quando chorares pelo término do livro, anime-se, seque suas lágrimas e lembre-se de que a estante é composta por muitos outros!

"Tinha suspirado
Tinha beijado o papel devotamente
Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas
sentimentalidades
E o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que
saía
delas
Como um corpo ressequido que se estira num banho
lépido
Sentia um acréscimo de estima por si mesma
E parecia-lhe que entrava enfim uma existência
superiormente interessante
Onde cada hora tinha o seu intuito diferente
Cada passo conduzia um êxtase
E a alma se cobria de um luxo radioso de sensações."

ESCOLHI VOCÊ PRA AMAR

Sonhei, Deus como sonhei viver um amor, fiel, verdadeiro, cúmplice.
Sonhei como sonhei ter esse amor horas e noites de mil maneiras.
Sonhei, há como quis tê-lo.
Sonhei, perdi noites de sonos sonhando com esse amor.
Sonhos que em pouco tempo o pesadelo da infidelidade,
da mentira, da falta de confiança me tragou.
Tragou meus sonhos de um amor tão sonhado.
Mas como tudo na vida tem seu propósito.
Ou melhor, Deus conhece o propósito de tudo.

Restou-me viver esse amor de forma homérica e quem sabe platônica.
Assim escolhi vivê-lo.
Tive meses, dias, horas, minutos e segundos que jamais algo ou alguém o tocará.
Há não ser Deus.
Pois Esse sim me conhece.
E sabe o significado de cada suspiro que dou.
Hoje sei que esse amor é pra ser vivido assim.
Sem toque, sem caricias, sem sussurros, sem voz.
Sendo alimentado apenas por lembranças.

Lembranças essas que sem dúvida acalentaram minha alma.
Alma doída, mas ao mesmo tempo feliz.
Feliz em saber que o homem amado busca viver amores sem fronteiras.
E por amor o deixei ir.
Percebi que não podia prendê-lo na gaiola dos meus desejos.


Por amor ouse voar, vá onde o vento te levar.
Ame, ame, tenha amores, amores sem fronteiras.
Dê o melhor que você tem a quem deseja sonhar.
Acaricie mente e corpos com volúpia.
Peço-ti não pense como você me deixou.
Pense como estou. Feliz em saber que tuas asas.
Ti levarão ao céu dos teus desejos.

Escolhi você pra amar.
Amar de longe.
Ter-te sem ti tocar.
Quem disse que pra amar precisar estar perto?
Escolhi você pra amar.
Amar com a alma.
Amar como nos meus sonhos.
Amar, amar.
Escolhi você pra amar.
Sou feliz em ti amar sem ti tocar.

Autora: Profª - MARIA DE FATIMA B. DE OLIVEIRA

Pouca ou nenhuma vez se realiza com a ambição coisa que não prejudique terceiros.

As coisas maiores só devem ser ditas com simplicidade; a ênfase estraga-as. As menores precisam de ser ditas com solenidade; elas só se sustentam pelo modo de expressão, pela atitude e pelo tom.

Arrependemo-nos raramente de falar pouco, e muito frequentemente de falar demais: máxima usada e trivial, que todo o mundo sabe e que ninguém pratica.

O orgulho pode parecer algumas vezes nobre e respeitável, a vaidade é sempre vulgar e desprezível.

Saber viver com os homens é uma arte de tanta dificuldade que muita gente morre sem a ter compreendido.

Há muita gente que, assim como o eco, repete as palavras sem lhes compreender o sentido.

Nas revoluções políticas os povos ordinariamente mudam de senhores sem mudarem de condição.

É tal a falibilidade dos juízos humanos, que muitas vezes os caminhos por onde esperamos chegar à felicidade conduzem-nos à miséria e à desgraça.

Onde intervêm o favor e as doações abatem-se os obstáculos e desfazem-se as dificuldades.

A indiferença ou apatia que em muitos é prova de estupidez pode ser em alguns o produto de profunda sapiência.