Poemas de Amor de Mãe para Filho

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Eu fiz amor sozinho,
Não foi uma forma estranha.
Foi melhor,
Que feito com qualquer estranha.

Uma dose sem gelo por favor,
Pra desinfectar a ferida de um amor líquido,
Oferecido a conta gotas.

Dizia que era amor,
Mas tinha uma taxa de paz a ser paga.
Prefiro não expor tá?

É preciso amor pra poder pulsar,
Disse o poeta.
E se não pulsa,
onde estará os vivos?

Obrigado Jeová, encontrei meu grande amor.
Obrigado Jeová, ela também ama o Senhor como verdadeiro Deus.
Obrigado Jeová, ela me ajuda sempre, ela me dá forças.
Obrigado Jeová, entre tanta gente o Senhor permitiu esse encontro.
Obrigado Jeová, por sempre iluminar nosso caminho.
Somente o Senhor pode ajudar a manter esse amor.

Sozinho

Te amo,
E com meu grande amor,
Te perdi, te vi partir
Por um erro,
Um erro bobo que cometi.

Hoje nao a tenho mais,
Mas meu amor,
Meu amor ainda perco noites por ti.

Amor não se dissolve

Sempre pedi ao universo um amor puro e verdadeiro, justo e transparente.
Mas eu me negaria a receber um amor líquido — que Deus me proteja —, pois esse tipo de amor inconsequente seca minha garganta, cega meus olhos, gela meu corpo e sela minha boca.

Esse amor sem compromisso, leviano, não flui em mim.
Prefiro os toques que permanecem, os beijos que acalentam e os abraços que aquecem — algo duradouro, de verdade.

E viva a força do amor.

O amor que se entregou na cruz
não foi silêncio, foi grito de eternidade
— um céu rasgado em misericórdia,
um Deus que escolheu sangrar por nós.
Ali, na dor mais profunda, nasceu a esperança que nem a escuridão conseguiu apagar.


O amor que venceu a morte
quebrou o peso do impossível com mãos feridas, transformou lágrimas em promessa, e o fim…
em recomeço.
A pedra não segurou,
o sepulcro não calou
— porque o amor verdadeiro
não permanece enterrado.


E hoje ele ainda vive,
não só na história,
mas em cada coração que crê.
É esse amor que cura,
que chama, que abraça
— mesmo quando
a gente acha que não merece.
Um amor que não desiste,
não recua…
e que, por nós, venceu tudo.
O amor que se entregou na cruz
não foi silêncio,
foi grito de eternidade
— um céu rasgado em misericórdia,
um Deus que escolheu sangrar por nós.
Ali, na dor mais profunda,
nasceu a esperança
que nem a escuridão
conseguiu apagar.


O amor que venceu a morte
quebrou o peso do impossível
com mãos feridas,
transformou lágrimas em
promessa, e o fim… em recomeço.
A pedra não segurou,
o sepulcro não calou
—porque o amor verdadeiro
não permanece enterrado.


E hoje ele ainda vive,
não só na história,
mas em cada coração que crê.
É esse amor que cura,
que chama, que abraça
— mesmo quando a gente
acha que não merece.
Um amor que não desiste,
não recua…
e que, por nós, venceu tudo.

⁠Amor à primeira vista
Paixão a primeira vista
Uma história de outras vidas

Embora você resista
E eu por vezes incista
Não há dúvida que percista

Você é minha certeza
Eu sou sua ...
Verdadeira história de amor
Para quem nunca acreditou
Em amores possíveis .

⁠O meu porque:
É o amor a vida, a sede de justiça e a gana de viver.
Quero compartilhar
O bom da vida com Quem Merecer .

Carla, eu te mostrei os segredos mais ocultos desse plano. Te banhei com o amor do Pai e te levei a lugares onde nenhum outro ser humano jamais pisou. Juntos, desvendamos os mistérios das estrelas e a imensidão do universo eu te dei o infinito, mas, no caminho, eu me perdi de mim.
A ironia da nossa queda é que, enquanto eu te ensinava a voar entre as galáxias, eu esquecia como caminhar no chão. Me perdi em tudo o que te dei. E hoje, o homem que te mostrou o cosmos é o mesmo que não lembra onde deixou a chave do carro, a carteira ou o crachá.
A mente que guardava os segredos de Deus agora tropeça nas miudezas do dia a dia. É o preço de ter entregado a alma: a matéria se torna estranha. Lembre disso, Carla. Não esqueça os teus pertences, porque eu já não sei mais o que é meu. O invasor silencioso não levou apenas a paz; ele levou a minha bússola.
Fique com o universo que te mostrei. Eu só estou tentando encontrar o caminho de volta para casa.


DeBrunoParaCarla

Eu era um viajante interestelar perdido no vácuo, até que a gravidade do teu amor me capturou. Agora, meu infinito particular é orbitar você, mesmo que eu me queime no teu sol.


DeBrunoParaCarla

Carla, meu amor,
Eu estava aqui pensando no que sempre te falo, a gente só nota o sal quando ele falta ou quando ele sobra. Na correria de sermos 'arquitetos do infinito', quantas vezes esquecemos de colocar o sal na lista de compras?
Na cozinha da nossa vida, eu aprendi a lição mais dura. No cansaço dos dias, eu deixei o sal transbordar e a comida amargou. Mas o que mais dói é perceber que, às vezes, na falta dele, a gente deixa o nosso cotidiano perder o sabor, e só sentimos falta quando o pote esvazia e o gosto de nada toma conta da casa.
O amor é como esse tempero. Se eu peso a mão nas cobranças ou nos meus medos cósmicos, eu estrago o banquete que preparei para você. Se eu me calo demais e não te dou o sabor da minha presença, a gente passa fome de alma.
Hoje, eu não quero mais ser o homem que esquece o básico na prateleira do mercado. Quero ser o Bruno que sabe a medida exata. Nem o excesso que queima, nem a falta que faz o seu sorriso murchar.


DeBrunoParaCarla

Dizem que sou o pecado, mas escolhi o amor. Se ele não me pertencia, o destino se enganou ao cruzá-lo no meu caminho."
​O corpo sofre a culpa, mas o coração reivindica o que a alma reconhece. Amamos o que não é nosso para aprender o que é ser humano.
​Há amores que são sentenças e pecados que são altares. Eu escolhi habitar o proibido e carregar o peso dessa escolha.


DeBrunoParaCarla

Disseram-me que aquele amor não me pertencia. Que cruzar aquela linha era tornar-me o próprio pecado. E eu, em plena consciência da minha fragilidade e da vigília d'Ele, escolhi o passo em falso.
​Por que o coração busca o que a lei do mundo proíbe? Talvez porque a alma não entenda de posses, apenas de encontros.
​Meu corpo sente o frio da culpa e o cansaço de carregar um sentimento que não tem lugar à mesa dos homens. Mas, enquanto eles apontam o dedo e falam em moral, eu sinto a profundidade desse abismo.
​Se sou pecado por amar o que não era meu, aceito a sentença. Pois, no final, quando as cartas forem viradas e a minha humanidade for pesada, Ele verá que não houve malícia, apenas a entrega de quem preferiu o fogo da verdade ao gelo da indiferença.
​O amor que não me pertencia tornou-se a minha maior lição. E a dor de habitá-lo é o preço que pago pela minha coragem.


DeBrunoParaCarla

CARLA
​Olhe nos olhos dele e deixe o tempo sangrar
Diga ao Bruno que o amor mais verdadeiro não é o que se revela mas o que se imola no silêncio
​CARLA diga que a entrega que ele planeja é um incêndio em campo de vidro
Inocentes não têm pele para esse calor
​O que existe entre vocês o que é real habita esse vazio fértil
É uma anatomia de segredos que nunca precisará de voz
Fazer amor com a realidade é aceitar que o nada é a substância mais densa que existe
​Diga a ele BRUNO seja o frio que preserva
A água que cai não é chuva é a destilação de tudo o que não precisamos dizer para sermos inteiros
​CARLA mostre a ele que a maior prova de existência é a coragem de ser invisível
Nada de mãos dadas com o perigo
Nada de entregas ao abismo
​O mistério é o nosso útero
Se ele nascer agora ele morre
Deixe o submerso
Deixe o sagrado
​Simplesmente permaneça


DeBrunoParaCarla

Nosso amor habita um lugar onde a luz do sistema não chega. É um segredo guardado entre o silêncio e o fogo. Quanto mais tentam apagar o rastro, mais forte a gente queima por dentro. O que é real não precisa de holofote para existir.


DeBrunoParaCarla ​

A galera fala de amor como se fosse comercial de margarina, tudo limpinho, tudo certo. Mas a gente sabe que o amor real é o que acontece no meio do caos, naquela correria entre Marechal e a paz de Itaipuaçu. É o amor que sobrevive à distância, ao cansaço e a essa mania que a vida tem de tentar passar a perna na gente.


DeBrunoParaCarla


https://debrunoparacarla.blogspot.com/

Todo segredo guardado com amor acaba se tornando sagrado, o sagrado é apenas um segredo que o coração decidiu venerar. ​Entre o segredo e o sagrado, mora o que a alma não consegue explicar...Mesmo se pudéssemos, não explicariamos, apenas continuaríamos vivendo.

DeBrunoParaCarla

https://debrunoparacarla.blogspot.com/

O amor é essa bagunça gostosa de ter o seu cheiro grudado na minha camisa mesmo quando você não tá por perto. É saber que, no fim do dia, o meu porto seguro não é um lugar no mapa, é o teu abraço.

DeBrunoParaCarla