Poemas da Juventude de Paulo Coelho
Estou sentindo uma saudade tão intensa de você que chega a doer fisicamente. Aqueles amores que julgamos perfeitos, na verdade, são vestígios de experiências que não foram plenamente vividas, fragmentos de histórias que ficaram inacabadas.
São situações que experimentamos pela metade, deixando em nós um vazio que clama por completude.
A fé pode não sobrepujar o assombro da ignorância humana, mas é guerreira o bastante para desafiar o impossível.
Eu com meu próprio eu, só me preocupo em viver!! Eu com você ao lhe ver envelhecendo, enxergo minha miséria...
O medo de reviver a dor muitas vezes nos impede de alcançar o amor que ainda habita em silêncio no coração.
De todas as tristezas vividas ao longa da jornada, elas conseguiram me ensinaram a entender hoje o motivo da minha felicidade.
O perdão é uma libertação da alma, uma renúncia a carregar o peso, a amargura e o ressentimento, um convite a não perder a alegria da vida e a continuar caminhando livremente.
Se Deus sabe o futuro, sabe então suas ações futuras, o que o torna escravo de sua própria existência tornando-o apenas mais um no grande fluxo do universo. (E deixando de ser onipotente)
Eu odeio os sentimentos inconvenientes que chegam e nos deixam sem um pingo de razão, apenas emoção.
Seja a sua própria expectativa, assim sua chance de decepcionar se torna menor. CLARIANO DA SILVA (2018).
TECENDO O SABER!
Neste tempo como vida única, ser e viver pela metade é algo entristecedor e pequeno. VIVA POR INTEIRO! CLARIANO DA SILVA (2017)
TECENDO O SABER!
Acredito que não existe tempo ruim em nossa vida, o que realmente temos é o momento de aprendizado. Aliás, a vida é uma eterna universidade. Sejamos sábios! CLARIANO DA SILVA (2018).
TECENDO O SABER!
O que seria do amarelo se todos gostassem do verde? Sinto apenas dizer, muito prazer! CLARIANO DA SILVA (2018).
TECENDO O SABER!
O amor nasce da admiração e quando perdemos, este belíssimo sentimento também vai se embora. CLARIANO DA SILVA (2017).
TECENDO O SABER
Quando somos indiferentes uns com os outros, a vida se apequena além de torná-la sem sentido. CLARIANO DA SILVA (2018).
