Poemas da Juventude de Paulo Coelho
O abastado não prioriza a riqueza, esta é consequência; como o sucesso, mas o real é buscar constantemente para encontrar-se.
Amar é agora! Em todas as estações o amor é morada.
Entre em primavera sempre pelas mãos do vento, teu pólen pousará em outra flor dormente a esperar-te. És parte!
Em mim, faz morada fracionadas lembranças; colhidas, guardadas, aromatizadas, grafadas, sufragadas; trazem a mim teu nome Flor.
Nada mais pueril encher o cesto com frutos de sementes não plantadas;
comemos o que produzimos com sabor doce do mel.
Sinto-me criança quando deslizo minhas mãos
sobre as folhas brancas da alma registrando minha evolução.
Minha inspiração advém do silencio provocado na alma,
bebido com vinho gole a gole, degustado e reservado até a última gota.
Tantos interlocutores autores, poucos executores.
A vida necessita conjugar o verbo fazer como ação.
São tantas as marcas que a totalidade da alma está mapeada e tatuada.
Aceitá-las, caberá espaço para te abrigar.
A cega dos fartos pensamento a ver,não o ideal ser,não há e nem a de nascer!
O que digo que não há ninguém perfeito,nem o paraíso nesta babilônia conturbada e que todos se expressa sua filosofia em suas canções,poesias que cantam e se lança em suas próprias loucura do dito,mal dito lendário livro do dito verbo futuro a de vir.
Não é loucura,e nem é ilusionar com seu próprio medo,no escondido quarto no invisível cega dos olhos !
