Poemas da Juventude de Paulo Coelho
"O engano travestido de verdade
Só é desnudo por um exame racional.
Paulo escreveu que nossa fé é racional
Se tomamos a Palavra como base
Crês no Deus das escrituras
E duvidas das escrituras de Deus?
Ó homem de mente vacilante
Ignorarás os ensinos seus?"
A jornada da vida.
Três homens, Pedro, João e Paulo, foram convocados para o desafio de chegar ao topo de um monte, sabendo que não seria fácil chegar lá.
Antes de começarem a subida, o organizador do evento fez uma pergunta aos três homens:
Pedro, o que é mais importante para você ao aceitar o desafio de chegar ao topo desse monte?
R- Chegar lá, será uma grande vitória!
E para você, João, o que é mais importante ao aceitar o desafio de chegar ao topo desse monte?
R- Não tenha dúvida que é vencer o desafio, sendo o primeiro a chegar lá.
E então, Paulo, o que é mais importante ao aceitar o desafio de chegar ao topo desse monte?
R- A jornada até lá. Viver cada etapa, cada momento e desafios, aprendendo e ganhando mais experiência - tudo isso vale mais que tudo!Chegar ao topo do monte é consequência de uma fantástica e bem aproveitada jornada.
Não estou preocupado com competição, isso só nos impede de enxergar o que é fundamental e que nos faz bem. Se for preciso quero ajudar a chegar lá, os que estão nessa jornada. E embora a meta de alcançar o topo do monte não possa ser perdida de vista, jamais devemos deixar que o egoísmo e a ansiedade de chegar lá, roube nossa paz.
A concentração na jornada, contemplação, e o prazer de vivê-la terá como prêmio uma chegada plena e triunfante ao nosso destino.
Ney Paula B.
(*) Essa estória é para você refletir sobre a jornada da sua vida:
-Está valendo a pena?
-Suas metas agregam valor à preparação para sua chegada?
-O que motiva você, nessa sua jornada?
-Você tem metas coletivas, ou só individual?
Ney Paula B.
São Paulo, 02 de junho de 2025
Para meu amor secreto,
Tenho pensado — com inquieta frequência — em tuas faces rosadas.
E me pergunto: por quê?
Por que tua risada calorosa ainda ecoa mesmo no silêncio?
Por que tua voz gentil persiste em minha mente como um doce tormento?
Por que teu suave cheiro dança no ar que respiro?
Por que teu sorriso surge no instante em que fecho os olhos?
E por que teu olhar intenso me causa profundos arrepios?
Tenho imaginado — com covarde frequência — como seria tua quente companhia a me agraciar a cada dia,
e teu corpo macio a se entrelaçar ao meu a cada noite.
Sim, teu belo rosto habita meus pensamentos —
a cada abrir e fechar de olhos, a cada maldita batida deste meu coração condenado.
Sim, estou condenada a viver por ti, mas não contigo.
Condenada a amar-te em segredo.
Condenada a não tê-la.
Condenada a vê-la amar outra.
E agora, nesta noite fria, escrevo uma carta que jamais lerás,
enquanto minhas lágrimas rolam.
Pois tu jamais me amarás.
São Paulo pulsa em festa e luz,
Elba sorri, encanto que seduz.
Dois aniversários, alegria sem fim,
motivos de orgulho que moram em mim.
Meus parabéns, meninas!
Benê Morais.
Segunda Carta de São Paulo a Timóteo (2Tm 1- 3, 4, 6, 7 e 8)
Dou Graças a Deus - a quem sirvo com consciência pura, como aprendi dos meus antepassados - quando me lembro de ti, dia e noite, nas minhas orações.
Lembrando-me das tuas lágrimas, sinto grande desejo de rever-te, e assim ficar cheio de alegria.
Por esse motivo, exorto-te a reavivar a chama do Dom de Deus que recebestes pela imposição das minhas mãos.
Pois Deus não nos deu um espírito de timidez mas de fortaleza, de amor e sobriedade.
Não te envergonhes do testemunho de Nosso Senhor nem de mim, seu prisioneiro, mas sofre comigo pelo Evangelho, fortificado pelo poder de Deus.
Parabéns, São Paulo altaneira,
Cidade-mãe de todos os povos,
Onde o mundo inteiro se encontra
E constrói seus próprios novos.
Paulista, artéria do tempo,
Beleza que pulsa e ensina;
Entre concreto e esperança,
Ali o futuro caminha.
Ibirapuera, verde abraço,
Respiro vivo da metrópole;
Exuberante, livre e eterno,
Santuário da alma paulistana.
Augusta, rua da diversidade,
Expressão plena da liberdade;
Bela em seus contrastes humanos,
Espelho fiel da pluralidade.
Ipiranga e São João, memórias,
Avenidas de história e paixão;
Ecos de um Brasil que cresce
No ritmo do próprio coração.
São Silvestre, passos centenários,
Corrida de fé e emoção;
Onde o mundo corre contigo
Pelas veias da mesma canção.
São Paulo, grandeza que inspira,
Orgulho eterno do Brasil;
Explode em amor esta cidade
Que nunca dorme — apenas sorri.
Obrigado aos meus amigos espalhados pelo Brasil - São Paulo, Campinas, Santos, Goiânia, Belém, Recife, Fortaleza, Teresina, Maceió, Natal, Juazeiro, Barbalha, Barro, Aurora, Iara - pelo gesto de solidariedade à Vila Tipi-CE. Que Deus lhes pague.
Benê
Paulo, como deverá ser a vida no céu?
É impossível imaginar.
Assim como uma criança no ventre não consegue conceber o mundo exterior, nós também somos incapazes disso.
Paulo Sérgio.
A Voz que grita Ação, se for preciso fazer a guerra!
ParafraseandoMarcos Valle e Paulo Sérgio Valle.
Paulo e Silas não tinham liberdade, mas tinham louvor.
E o louvor abriu as portas.
Josafá não tinha força, mas tinha louvor. E o louvor confundiu os inimigos.
Hoje, não é diferente.
O teu louvor pode ser o som que o inferno teme e que o Céu responde.
Então, levanta a sua voz, não como quem canta uma canção,
Mas como quem empunha uma espada.
Louve… até o inimigo fugir, até as cadeias caírem, até a vitória chegar.
Paulo escreveu: "O maior é o amor",
fé move montanhas, mas o amor tem sabor.
Esperança consola, mas só o amor permanece,
na eternidade ele nunca esmorece.
"Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o amor." (1Co 13:13)
Paulo lembra em 1 Coríntios 11:28:
“Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice.”
Esse exame não é para excluir, mas para incluir com consciência. A Ceia não é um clube fechado de perfeitos, mas um hospital para almas em restauração.
Em Filipenses 3:8, Paulo declara que considera tudo como perda por causa da excelência de conhecer a Cristo. Ele não queria “o que Cristo dava”. Ele queria o próprio Cristo.
O que eu posso viver para honrar Aquele que morreu por mim?
miriamleal
POETA
Quem se sente o próprio cavaleiro do
Apocalipse: Paulo Mendes Campos
Quem divide o mundo em cronópios
E famas, mas prefere viver nas nuvens
Quem, não sendo godo nem mago, dá
Um duro na academia do professor Platão
Quem compartilha a fossa de Werther
Mas queria estar no lugar de Albert
Quem, não sendo mapa-múndi, traz
Minas e Bahia de cor e salteado
Quem não tem medo de fantasmas
Mas vive arrastando palavras no caos
Quem, em vez de calos nas mãos,
Tem um cavalo solto na imaginação
Quem recebe a pecha de sonhador
Com ceticismo e senso de humor
Quem sabe que o poema é a pior
Forma de expressão, com exceção das outras
