Poemas da Juventude de Paulo Coelho
... nenhum
vício torna-se menos
nocivo - sequer menos letal -
pelo simples fato de algunstramarem
reduzi-lo a uma inocente atividade
recreativa!
... ter consciência
do Divino, não significa
dobrarjoelhos a quaisquer
personagemou liturgia - porém,
seguidamenterevestir-se de plausíveis
saberes -dos virtuosos hálitos da prudência;
propensos a nos manterem de pé
e caminhando!
... muitas vezes
a ausência de liberdade
não é resultado de fatores
externos, opressivos - porém, efeito
da nossa falta de limites - da incapacidadeem controlar
nossos próprios
instintos!
... dessa
nossa vida, nada
se perde - contrariamente, muito
se ganha, conquista - a não ser,
aquilo que não venha como
fruto do nosso próprio
trabalho!
O Brasil é "LITERALMENTE" o maior produtor de laranja do mundo, com uma produção de 13 milhões de toneladas na safra 2024/2025, representando 29% do total mundial.
Algumas "CELETAS LARANJAS" valendo dezenas de bilhões de dólares.
São laranjas que não acabam mais. Todos fazendo a vontade do Satanás.
Por que você acha que não existe interesse em combater o crime de forma efetiva e eficaz?
E o que você acha da reinante impunidade no país?
Tudo estratégico e eficaz para se criar cortinas de fumaça, impor a doutrina do medo, aterrorizar o povo, para que este continue subserviente ao sistema maligno e maléfico.
Não se surpreenda em ver religiosos trabalhando para este mesmo sistema, empenhados em distrair as pessoas.
Também não tenhas dúvidas, que se gastem bilhões para artistas medalhões seguirem distraindo o povo.
Em tempo, também não se esqueçam, de quão importante são as drogas, para anestesiar os mais agitados, e amordaçar de todas as formas quaisquer tentativa de reação contra o establishment.
Sorria, a todo momento você é manipulado.
Muito difícil encontrar pessoas realmente sinceras neste meio.
Os agentes do tal establishment (o(s) grupo(s) que detém o poder e a autoridade em uma sociedade ou organização) estão infiltrados em todas as frentes de reação.
Exemplo maior de tudo isso? 08 de janeiro de 2023. Basta analisar tudo com calma, perceber a atuação forte do sistema dentro de todas as instituições do Estado, atuando deliberadamente contra inocentes, atropelando de forma grotesca contra o tal ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO, onde inexiste a tal segurança jurídica. Mas nitidamente, a manipulação orquestrada dos entes e seus agentes para estabelecer uma única NARRATIVA.
Quem me conhece até sofre, para compreender que nada revela o meu ser....
Eu me conhecer, já é difícil, me entender...
impossível!!
Abraço tem que ter pegada, jeito, curva. Aperto suave, que pode virar colo. Alento tenso, que pode virar despedida. Abraço é confissão.
Abraço não pode ser rápido senão é empurrão. Requer cruzamento dos braços e uma demora do rosto no linho. Abraço é para atravessar o nosso corpo, sinal de respeito.....abraço alivia as dores de quem precisa de afeto, com o abraço nos sentimos mais protegido e amados. De que me vale tudo na vida se não tenho a quem abraçar, se não tenho quem me abrace. Abraço é também ofertar o ombro a um amigo para chorar, para sorrir, é fraternidade e remédio para o coração. Neste Natal ao invés de dar apenas um aperto de mão para seus familiares, aos seus amigos; dê um abraço, não há coisa melhor do que um abraço forte e carinhoso em quem amamos. Mais vale um abraço verdadeiro do que presentes sem sentido, o natal é a época de comemorarmos o nascimento de Cristo, esse papo de Noel é coisa sem graça, merchandising de quem visa lucro, seria valido se Noel aos invés de presentes nos trouxesse a verdadeira razão do dia 25, que é a conscientização do nascimento de nosso salvador, e nós ao invés de trocarmos presentes, trocássemos abraços e amor verdadeiro com cumplicidade, amor e paz....
nene policia
Peça aconteça
pois, quer que aconteça
Não a impeça...
Que tu pereça
E nós não temos
Não esqueça
Pois interessa!
Você pode se esforçar além do limite,
entregar o melhor de si,
agir com cuidado, verdade e afeto.
Ainda assim, haverá quem não saiba te reconhecer.
E isso não tem a ver com o seu valor.
Algumas ausências não pedem mais tentativas,
pedem aceitação.
Siga firme no que te move,
no que faz sentido por dentro.
Porque quem caminha com amor de verdade
não exige que você se molde;
apenas que seja quem você é.
— Edna de Andrade
A vida não se revela inteira.
Ela se mostra aos poucos, entre pausas e abalos.
Há dias de chão firme
e há dias em que tudo treme por dentro.
Algumas mudanças chegam sem pedir licença.
Desorganizam planos, deslocam certezas,
nos obrigam a encarar aquilo que pensávamos dominar.
Depois do impacto, nasce uma escolha silenciosa:
o que fazer com o que sobrou.
Há quem endureça.
Há quem se feche.
E há quem, com o que restou,
reconstrua sentido.
Porque nem toda dor precisa virar morada.
Às vezes, ela pode virar passagem.
E do que parecia ruína,
a gente aprende, devagar,
a criar algo novo.
Edna de Andrade
Sem distinção
Atenção sem distinção
pobre em mansão
rico em favela
negativos do sem terra
teto e vintém
mecanismos
do bem feito
amado e educado
e do cada um no seu todo
compartilhando seu lado
e toda divisão é de antes do futuro
vitória do juntar as forças
que nos torna instrumentos
do reconhecimento
já presente
no brilho da doação
chamando em todo lugar
recebendo mais que a paz
capaz de imaginar
pois amor em ousadia
alivia ombros
enaltece a vida
e fortalece o ser
endireita ideias tortas e turvas
de quem se curva
ao peso do poder
e o brilho brilha
sem distinção
Fragmentos de razão flutuam no éter,
Cleópatra dissolve-se em névoa atemporal,
Horfmann murmura em ecos sem bordas,
amor transborda nas fissuras da luz,luminescência frágil descortina o vazio,
ondas sem tempo ondulam sem rumo,
palavras dispersas rompem a forma,
silêncios entrelaçam o que não se vê,e no entrelaçar das sombras e brilhos,
a luz revela o mistério: o amor é a razão que transcende o tempo e habita o infinito.
Diálogo Visionário sobre o Calor Em clareira etérea.
Goya, Hades e Mansa Musa debatem o aquecimento global como profetas adiantados.
Goya: O ar ferve! Geleiras derretem, florestas viram cinzas – monstros do vapor devoram tudo. Como deter?
Hades: Minhas forjas rugem! Petróleo liberta fúrias térmicas, oceanos sobem, terra racha. Freiem o dragão fóssil!
Mansa Musa: Desertos devoram o verde, monções falham. Plantem árvores, usem sol e vento, ou o calor nos iguala no pó.
Unidos gritamos: despertai, ou o mundo se consome!
Flores, Espinhos e a Luz de Tutancâmon
A saúde mental floresce como lótus no Nilo antigo, mas carrega espinhos que ferem a alma. Tutancâmon, menino-faraó de ouro e maldições, viveu frágil e real ossos tortos, intrigas palacianas, provando que viver é melhor que sonhar; Sonhos são vapores, de névoa; a vida, com espinhos, corta fundo, mas liberta.
Liberdade não é palácio vazio, ecoando ausências. É escolher espinhos para colher flores: enfrentar ansiedade, restaurar a mente com coragem cotidiana. Neste Natal, sob luzes como estrelas do deserto, celebramos a vida palpável, dor e graça, onde esperança brota entre provações. Viver é erguer-se, livre e inteiro.
Cuide da mente como uma coroa, colha flores sem temer espinhos.
Já passei por tudo nesta vida, amigo.
A mente, um turbilhão atribulado, ecos de tormentas que não calam.
O corpo, marcado por cicatrizes profundas feridas que nascem na alma ferida, serpenteiam pelo peito e se instalam nos ossos, como tatuagens de batalhas invisíveis. Sofrimento que começa no pensamento, devora o espírito e termina na essência mais pura de quem sou.
Noites em claro, dias de peso insuportável, mas aqui estou, de pé.
E mesmo assim, a esperança não nos abandona, teimosa chama que resiste ao vento. Virão dias melhores, eu sei.
Um dia, isso tudo findará, como nuvem que se dissipa ao sol.
Estaremos felizes, reunidos à família, aos filhos que são nossa luz eterna, rindo sob céus limpos, livres das sombras.
A vida, afinal, guarda essa promessa para os que persistem.
Asas do Mesmo Pássaro
Esquerda e direita: asas do mesmo pássaro voraz, que voa alto sobre o rebanho adormecido. Elas batem em uníssono, fingindo oposição, enquanto o bico ceifa as liberdades que prometem defender. Os acéfalos, massa de manobra cega, agitam bandeiras opostas como se batalhassem por destinos distintos, mas servem ao mesmo voo predatório, manipulados por narrativas que os mantêm no chão, pisoteando uns aos outros em nome de ídolos vazios. Enquanto isso, desperta quem vê a gaiola: o multilateralismo, essa teia de tratados e cúpulas que escraviza nações soberanas a elites invisíveis. Esses visionários, que ousam questionar o consenso globalizado, são tachados de antidemocráticos, marginais, conspiracionistas. Silenciados por algoritmos, censurados em púlpitos digitais, exilados do debate público. O pássaro, incomodado, bica
os que ameaçam revelar suas penas sujas de ouro e poder. Mas o voo cessa quando as asas se rebelam contra o corpo e o rebanho, enfim, ergue os olhos para o céu.
REALIDADE PARALELA
Vivemos em réplicas de espelhos quebrados, onde o reflexo não devolve o rosto, mas o eco de um grito engolido. As mentes, lascadas como vidros sob o martelo do tempo, teias entre o frisson e o divino: o delírio vira profecia, o tremor das mãos se ergue como hino aos céus partidos. O que parece cura é veneno disfarçado de salvação, e o veneno, ah, ele se veste de milagre, cuspindo promessas em línguas que ninguém mais ouve. Aqui, o real se contorce como fumaça em vento contrário. Um homem ajoelha ante o altar de comprimidos partidos, crendo que a náusea é êxtase celestial, enquanto a multidão aplaude o surto como visão apocalíptica. Não é loucura, dizem; é revelação. Não é doença, insistem; é deus infiltrado nas veias. Mas o que aparenta ser santo desaba em abismo, e o abismo, fingindo luz, engole o que resta de nós. A distorção rasteja, invisível, reescrevendo o mundo: o céu chove cinzas que chamamos de bênçãos, o chão se abre em feridas que juramos serem portais. Fragmentos de mentes se chocam, confundindo o pus com óleo sagrado, e o que é se desfaz no que parece. Nesta paralela, a verdade não existe, só o eco de si mesma, distorcendo até o silêncio.
Sob a lona colorida do circo, o mundo parecia suspenso entre a fantasia e o espanto. As luzes se acendiam, os aplausos ecoavam e os sorrisos surgiam no rosto de quem assistia. O anão cruzava o picadeiro com passos firmes, arrancando risadas sinceras, enquanto a mulher barbuda surgia imponente, desafiando olhares e preconceitos com sua presença marcante.
No centro da arena, o homem bala de canhão se preparava. O silêncio tomava conta por um instante, até o estrondo cortar o ar e o público explodir em aplausos, vibrando com a coragem e o risco transformados em espetáculo. Tudo parecia mágico, intenso, vivo.
E então vinha o palhaço. Com sapatos grandes, maquiagem exagerada e um sorriso pintado no rosto, ele tropeçava, brincava, fazia o público rir e esquecer, nem que fosse por alguns minutos, os pesos do mundo lá fora. Crianças batiam palmas, adultos sorriam, e o circo cumpria seu papel de encantar.
Mas por trás da maquiagem e do riso fácil, havia silêncios que ninguém via. Porque nem sempre que o palhaço está sorrindo significa que ele esteja feliz.
É melhor um homem,
que conserta bicicleta. Bike.
Precisa trabalhar, direito? Perguntei.
Ele disse: Sim, precisa.
