Poemas D um Homem Perdidamente Apaixonado
Paradoxo temporal.
Pode compreender o espaço e a gravidade ate tudo esteja num lupe temporal.
A distorção seria uma frase de fragmentos das corda do universo...
O vórtice de plasma seria a frequência do conhecimento.
O espelho dos fragmentos seria ponta da conexão das dimensões.
O que seria poderia ser ate o alinhamento das estrelas.
Alienação intelectual da repetição e a incorporação da fala conectiva...
No campo sensorial da mente e tem conexão pelo campo audível.
A técnica programada... se tem um mantra no qual seria ambíguo existirá num programa de atuação mental.
Sendo irrelevante a sua verdade apenas segui o programa imposto pelo programador. Sendo este valor da existência social.
No arauto do caos ser intelectual é simplicidade apenas um acumulador de sensações. No qual degrada ser pensante humano...
As consciência na nuvens da ia muitos serão apenas dados da ia os mais pobres invulnerável.
Os de intelectual maior são reciclados colocados em corpos artificiais para explorar o espaço.
Os avatares clones para os ricos e empresários mais são poucos pois ia consome 35 sois artificiais.
Os humanos congelados futuros colonos de novos mundos naves imensas com geradores atonico viajam devagar pois viajem temporal sera no stargate espacial.
Super humanos com poderes aparecem e são levados pelos extraterrestre pois dna novo dinheiro mundial e interestelar antes dos alteração genética,
O concelho galáticos tomou decisões depois da grande revolução dos portais quânticos tudo se tornou sem valor so unico e cooperação era garantia de existência.
O corvo come a lua...
O cosmo na escuridão...
Estrelas são sois de outras constelações...
O destino faz as tribulações serem o luar.
A lua renasce nos encontrar nos prologos do céus.
Alma vazia fanática procura lua que foi devorada pelo corvo.
A alma saboria o mel derretido pelo sol escaldante.
As flores negras na sua sepultura queima nossas almas queimada pela lua devorada.
Por Celso Roberto Nadilo
Está para nascer alguém mais Feliz do que os que podem (com)partilhar suas tristezas e mais Triste do que os que não podem (com)partilhar suas alegrias.
Feliz é aquele que encontra espaço para partilhar as próprias tristezas. Porque a dor repartida, mesmo que não desapareça, torna-se mais leve ao ser acolhida por outro coração.
Do mesmo modo, está para nascer alguém mais triste do que aquele que não encontra com quem partilhar as próprias alegrias.
Porque a felicidade guardada em silêncio perde cor, e um riso não ecoa inteiro quando não encontra outro riso para acompanhá-lo.
A vida se constrói nesse movimento de ida e volta: consolar e ser consolado, celebrar e ser celebrado.
Quando temos a quem confiar nossas lágrimas e a quem oferecer nossas risadas, descobrimos que a verdadeira riqueza não está em acumular, mas em compartilhar.
Talvez a maior bênção da existência humana não seja estar sempre Feliz ou sempre amparado, mas nunca estar só.
Talvez a pergunta que se faça seja: o que esperar de uma CPI do Crime Organizado feita pelo Crime Desorganizado?
O espetáculo começa antes do expediente.
Os refletores acendem, os microfones se aquecem e os justiceiros-influencers ajeitam o paletó como quem ajusta o figurino do herói.
O povo, já acostumado à reprise, senta-se diante do mesmo palco e ainda finge surpresa.
Enquanto o Crime Organizado age com método, silêncio e disciplina de quartel, o Crime Desorganizado tropeça nas próprias narrativas, encena virtudes e ainda transforma a nossa indignação em conteúdo patrocinado.
Um se esconde nas sombras; o outro, nelas se promove
Dizem que o desorganizado é menos perigoso — mas o caos, quando ganha crachá e holofote, se torna uma arma mais letal: convence a parte apaixonada do povo de que combate o mal, quando apenas disputa o comando dele.
O resultado é o mesmo: o crime segue impune, apenas muda de palanque.
E o público, anestesiado por discursos reciclados, ainda aplaude a encenação da ética feita por quem a vende em lotes.
No fim, o verdadeiro crime não está nas ruas, mas nas mentes que já se acostumaram com o circo.
Porque o que se investiga, afinal, não é o crime — é o espetáculo do crime.
E o país, cansado, segue acreditando que o palácio difere da cela... apenas porque as grades do poder são douradas.
Nas áreas dominadas pelo Crime Organizado existe “pena de morte”; nas dominadas pelo Crime Desorganizado não existe “pena nenhuma”.
O mais inquietante dessa medonha constatação é que ela não exagera — apenas aponta, com precisão incômoda, o espaço que o Estado abandonou.
E, quando o Estado se omite, outro poder ocupa o espaço.
Um poder que não precisa de aprovação, debate, transparência ou legitimidade; só precisa que suas ordens sejam rigorosamente obedecidas.
Ali, quem cria a regra é o mesmo que julga, executa e pune.
E quando o legislador é também juiz e carrasco, não existe o medo de falhar, porque a falha fica sob o controle de quem dita o resultado.
No outro extremo está o Crime Desorganizado — o nome mais-que-perfeito para essa máquina estatal que teme até a própria sombra.
Parlamentares que deveriam reformar leis retrógradas hesitam não por prudência, mas por autopreservação.
Eles sabem que modernizar o sistema jurídico pode acabar tocando exatamente aqueles que o administram.
Eles têm medo não de criarem uma lei ruim, mas de criarem uma lei boa demais — uma lei que funcione, que alcance todos, inclusive eles.
E assim o ciclo se repete: onde deveria haver coragem institucional, há covardia política; onde deveria haver reforma, há adiamento; onde deveria haver liderança, há cálculo.
Nesse vazio interminável de responsabilidades, o caos se instala como desculpa, o improviso vira método e a omissão se disfarça de prudência.
Talvez o maior escândalo não seja o que o crime faz — mas o que o Estado deixa de fazer.
E o crime jamais se sustentaria sem a ajuda de parte do povo, sem a força ou a conivência do Estado e seu Braço Armado.
No santuário do silêncio, o barulho quase sempre fica por conta das lágrimas — contidas ou derramadas.
Lá não há necessidade de palavras bem escolhidas nem de explicações convincentes.
Ali, o que fala é o que transborda — ou o que dói ainda mais para não transbordar.
O barulho fica por conta das lágrimas, contidas ou derramadas.
Porque até o silêncio tem um idioma próprio, e ele quase sempre é aprendido na dor.
Há lágrimas que escorrem sem pedir licença, e há outras que permanecem presas, não por falta de sentimento, mas por excesso dele.
Ambas fazem ruído suficiente para quem sabe escutar com a alma.
Não é fraqueza chorar em silêncio; é coragem permitir-se sentir sem a plateia, sem o espetáculo, sem a pressa de parecer forte.
No santuário do silêncio, Deus não se assusta com o som ensurdecedor das lágrimas.
Ele entende o que a boca não consegue formular e recolhe cada soluço invisível como oração.
Porque, quando tudo se cala ao derredor, o coração encontra espaço para falar — e o céu, para escutar e até responder.
Felizes os que choram, porque serão consolados!
Reconhecer que precisamos de ajuda pode ser o pontapé que o problema precisa!
Precisar de ajuda não é um atestado de fraqueza; é, quase sempre, o primeiro gesto honesto de coragem.
Há problemas que não pedem força, pedem escuta.
Não exigem resistência, exigem cuidado.
E é justamente nesse ponto — quando o orgulho cansa e o silêncio pesa — que admitir a própria necessidade se torna o pontapé inicial para a mudança.
Durante muito tempo aprendemos a empurrar dores para debaixo do tapete da rotina, como se ignorá-las fosse sinônimo de maturidade.
Mas a saúde mental não aceita adiamentos indefinidos.
O que não é dito vira peso, o que não é cuidado vira ferida, e o que não é tratado acaba gritando de formas que já não controlamos.
O Janeiro Branco nos convida a limpar os excessos acumulados na alma, a revisar pensamentos, emoções e limites.
É um lembrete de que pedir ajuda não diminui ninguém — ao contrário, amplia as chances de seguir inteiro.
Cuidar da saúde mental é um compromisso diário, não um luxo reservado aos que “não aguentam mais”, mas um direito de quem deseja viver com mais lucidez, leveza e dignidade.
Reconhecer que precisamos de ajuda pode, sim, ser o pontapé que o problema precisa.
Porque todo processo de cura começa quando paramos de lutar sozinhos, e aceitamos caminhar acompanhados.
Às vezes é muito mais difícil lidar com o barulho do estresse do doente do que com o barulho da própria doença.
A doença quase sempre fala baixo, quase em sussurros, enquanto o estresse aprende a gritar.
Grita no medo, na impaciência, na ansiedade que ocupa cada espaço do dia.
O corpo até tenta se adaptar à dor, aos limites, ao tratamento — mas a mente, inquieta, faz mais ruído do que os próprios sintomas.
Lidar com a doença é enfrentar o que é concreto; lidar com o estresse é navegar no invisível, no cansaço emocional que não aparece nos exames.
Talvez por isso doa muito mais.
Porque a doença pede cuidado, mas o estresse pede escuta, acolhimento e tempo — coisas raras quando tudo parece mais urgente.
Silenciar esse barulho interno não é negar a realidade, é aprender a respirar dentro dela.
E, às vezes, é nesse silêncio ainda possível que começa a verdadeira cura.
Se os Juízes de Poltrona soubessem que a justiça que tentam impor alisando telas só os torna dignos de pena, os Tribunais do Espetáculo jamais subsistiriam.
Mas talvez o problema não seja a ignorância sobre si mesmos — e sim o conforto que encontram nela.
Julgar à distância oferece a ilusão de poder sem o peso da responsabilidade.
Ali, atrás de uma tela, cada sentença é rápida, cada condenação é limpa, cada narrativa cabe em poucas linhas.
Não há contradições, não há contexto suficiente para atrapalhar a certeza.
E, sobretudo, não há consequências reais para quem acusa.
O espetáculo precisa dessa simplificação.
Ele se alimenta da pressa, da emoção crua, da necessidade humana de pertencer a um lado.
Nos tribunais improvisados do cotidiano digital, a dúvida é vista como fraqueza, a ponderação como cumplicidade.
Assim, constrói-se uma justiça que não busca compreender, apenas confirmar o que já se quer acreditar.
Há, no entanto, uma ironia silenciosa nisso tudo: ao reduzir o outro a um rótulo, o juiz de poltrona também se reduz.
Abdica da complexidade que o constitui, troca a reflexão pela reação, e passa a existir num mundo onde tudo é evidente demais para ser verdadeiro.
E nesse processo, perde algo essencial — a capacidade de enxergar o humano para além do erro, da falha, da manchete.
Talvez os Tribunais do Espetáculo persistam justamente porque oferecem respostas fáceis a perguntas difíceis.
Eles não exigem escuta, apenas eco.
Não pedem responsabilidade, apenas adesão.
E assim seguem, alimentados por uma multidão que prefere a sensação de estar certa ao desafio de, de fato, compreender.
No fim, o que se vê não é justiça — é encenação.
E toda encenação, por mais convincente que pareça, sempre depende de um público disposto a acreditar nela.
Se os pilantras não divergissem, não se traíssem nem se digladiassem, os de bem da boca para dentro só fariam para pagar a conta.
Há um detalhe curioso na engrenagem da corrupção humana: raramente ela cai por virtude coletiva.
Quase sempre desmorona pelo ego dos próprios corruptos.
O silêncio, a fidelidade e a cumplicidade entre os desonestos duram apenas enquanto os interesses caminham lado a lado.
Basta faltar espaço na mesa, poder no bolso ou protagonismo no palco para que a fraternidade do oportunismo se transforme em guerra aberta.
É por isso que tantos esquemas vêm à tona, não pela força moral de quem combate, mas pela vaidade de quem participa.
O pilantra suporta dividir o lucro; o que ele não suporta é dividir o comando.
E quando a ambição entra em conflito com a cumplicidade, surgem os vazamentos, as delações, os arquivos esquecidos, os aliados transformados em inimigos históricos da noite para o dia.
Enquanto isso, existe também o “homem de bem” performático — aquele honesto da boca para fora que condena a sujeira em público, mas a tolera em privado, desde que seu lado continue vencendo.
É o moralista de conveniência, cheio de valores da boca para fora, indignado seletivo, que chama de princípio aquilo que, no fundo, é apenas preferência política, ideológica ou tribal.
Esse tipo não combate o sistema; apenas deseja ocupar uma cadeira melhor dentro dele.
Se os desonestos fossem minimamente disciplinados entre si, talvez a sociedade jamais enxergasse as rachaduras do teatro.
Porque muita verdade não aparece pela busca sincera de justiça, mas pelo colapso inevitável da confiança entre aqueles que jamais souberam ser leais a nada além de si próprios.
No fim, parte da esperança social repousa numa ironia desconfortável: a ganância dos maus frequentemente faz muito mais para expor a podridão do que a coragem dos bons acomodados.
Reflexão de Lucius
Certa feita, indaguei ao Criador do porquê dera Ele capacidade de liberdade aos homens, para fazerem certas coisas "pecaminosas", quando simplesmente poderia não ter dado aos seres mortais, certas capacitações, ao invés de ter dado e PROIBIDO a prática de certas ações. Então Ele me respondeu, com o seguinte exemplo: "- como da mesma forma eu poderia ter criado o homem, sem a capacidade de enxergar, pelo simples fato de eu saber que, dando a ele, a visão, por exemplo, os homens sempre desviariam seu olhar para coisas que não se deve e cobiçariam. Penso que foi melhor ter dado toda capacidade à Humanidade, e fazê-la aprender a limitar seus comportamentos, que não ter dado, a ela, as devidas capacidades. Você gostaria de ter nascido cego ou gostaria de continuar enxergando, muito bem, sob a condição, apenas, de limitar as direções para onde lança o teu golpe de olhar?"
Então compreendi que, deveras, é muito melhor ter a capacidade de fazer certas coisas e não fazê-las, que não ter tido a capacidade de fazê-las, para não poder fazê-las.
Às 16:47 In 18.06.2026
Por: Fábio Silva
O excesso dos meus versos
✎𓂃
Prenda-me por escrever em excesso!
Se renegas o que faço e me negas o que te peço
Prenda-me!
Me dê uma lupa 🔎, um caderno e um lápis.
Não preciso de mais nada para o que faço
Prenda-me na solidão do prefácio
Me dê um canto qualquer e continuo inspirada
Prenda-me por escrever em excesso.
E mesmo assim terminarei os meus versos
Prenda-me.
Mas liberta-me das suas ciladas.ᝰ.ᐟ๋࣭ ⭑
"Geração absorvente, absorve tudo e ainda fica contente.
Geração da mentira
Geração do fracasso
Geração internet que não encara os fatos"
O único fracasso verdadeiro é o fracasso da tentativa. E a medida do sucesso é como lidamos com a decepção... como sempre deve ser. Viemos aqui e tentamos. Todos nós, de diferentes modos.
Podemos ser culpados por sentir que somos velhos demais para mudar? Ou amedrontados demais com decepções para começar tudo de novo?
Nós nos levantamos de manhã e fazemos o melhor que podemos. Nada mais importa.
Sinto que admitir meu erro agora é como tentar segurar o oceano com as mãos; parece pouco diante de todo o tempo que deixei escorrer entre os dedos. No entanto, essa é a única verdade nua que me restou: eu falhei com você.
Você sempre carregou uma fé inabalável em nós, uma paciência sagrada que minha teimosia cega não soube honrar. Hoje, no silêncio deste quarto, eu finalmente enxergo: você não estava apenas "acreditando em nós dois"; você estava, sozinha, sustentando o peso do nosso mundo enquanto eu, em minha tolice, permitia que tudo balançasse.
Minha vida hoje se transformou em um filme sem trilha sonora, um roteiro sem cores. Sinto uma falta desesperada do seu sorriso — não apenas pela luz que ele irradia, mas porque ele era o meu único porto seguro, a prova viva de que o futuro poderia ser gentil. Sem o brilho dos seus olhos, o "amanhã" tornou-se apenas um espaço vazio e cinzento no calendário, uma promessa que não tenho vontade de cumprir sozinho.
O que sou eu sem você? A resposta, embora dolorosa, é cristalina: sou alguém tentando desesperadamente reencontrar o caminho de casa. E eu aprendi, da maneira mais difícil, que "casa" nunca foi um lugar físico ou quatro paredes; casa sempre foi o tom da sua voz, o calor do seu abraço e a paz infinita que só você sabe me transmitir.
Não tenho como saber o que habita seus pensamentos agora, ou se ainda resta um pequeno refúgio para mim em seu coração. Mas o meu peito precisava gritar: estou perdido na imensidão da sua ausência, transbordando saudade e, acima de tudo, pronto para lutar por nós com a intensidade que você sempre mereceu.
Por favor, não permita que o tempo vença. Não deixe que seja tarde demais.
Paradoxos do tempo
"Há dia que a gente quer que ele passe logo;
Há outros que a gente deseja que não acabem nunca.
Muitas coisas a gente quer que sejam um sopro, outras que sejam permanentes.
Muitas lembranças que sejam eternas, outras que não sejam apenas relances.
Que alguns tempos voltem sem certos momentos, outros momentos sem os tempos..."
Deixar para trás lembranças tortas,
Que já não se endireitam mais.
Lançar no precipício as dores de ontem,
Abraçar o vento com toda a força possível.
Imaginar o céu azul,
As nuvens, o sol,
A tarde em qualquer lugar.
Esquecer de tudo e apenas viver.
Encontrar o sorriso no rosto
E a coragem de seguir,
Rumo ao destino certo:
Felicidade.
Escrever com a alma,
Tocar o amor
Guardado no mais íntimo de si,
Despertar sentimentos
Através da poesia
E abraçar, com leveza, a alma.
