Poemas D um Homem Perdidamente Apaixonado
Não podemos deixar de cuidar os que um dia cuidaram de nós, mesmo um dia eles estejam sem saúde, porque é nesse momento em que eles precisam de nós.
"Eu sou livre em mim, você é livre em você, e escolhemos criar um terceiro espaço onde as nossas liberdades se encontram para dançar".
O outro apenas ativa um gatilho que já estava instalado em nós. Ele é o carteiro que entrega uma correspondência que nós mesmos escrevemos em algum momento do nosso passado ferido.
A mente humana é uma peça teatral. A vida é um grande teatro; nós somos artistas dos nossos próprios teatros imaginários.
Um dos protocolos da vida é que sintamos dores! Afinal, mesmo não chorando ao nascer, o médico fez questão de dar as boas-vindas a este mundo de dor e sofrimento.
Reunir momentos já vividos doía, mas agora me reuni em saudade feliz, de um abraço que comigo é amigo, e de vez em quando vem me lembrar, o bem viver, e ser leve mesmo não entendendo o agora me guarda em oração e entoa melodias que só o de ressoar a alma entende.
Estrada de Hélio.
No tribunal da verdade interna, o que define um ser não é o seu patrimônio externo, mas o brilho da sua virtude e a transparência do seu afeto.
O amor é como um jardim que floresce em nosso coração, cheio de cores vibrantes, aromas inebriantes e beleza singular. Em cada pétala, um sentimento único, em cada flor, um novo despertar. Que possamos regar esse jardim com carinho, cuidado e dedicação, para que ele continue a florescer, espalhando felicidade e beleza por toda a nossa vida. O amor é a força que nos impulsiona, a luz que nos guia e a energia que nos renova. Que nossa jornada seja sempre regada por esse sentimento tão especial, transformando cada dia em um momento único de amor, paz e alegria.
Ass Cícero Lyra
Feito por encomenda e sob medida,
assim fiz do meu coração, um lugar tão especial, somente para nele você habitar..
A paciência, em última análise, é o que nos permite ver o Um no múltiplo, o Absoluto no relativo e a eternidade no agora, conduzindo-nos suavemente para a realização de que somos todos companheiros na mesma longa e divina história de retorno ao Amor que nunca nos abandonou.
E foi assim, os caminhos foram desfeitos, diante da bifurcação, cada um escolheu um caminhar diferente. Seguiram ambos na direção do sol, um do nascente, já o outro do poente.
E queira Deus que sejam felizes para sempre.
Um rei que desce do trono, é humilhado, somente para tornar outras pessoas reis, poderia ser considerado apenas mais um rei?
Sartre localizou o inferno no outro, mas a clínica precisa um passo a mais: o inferno se instala quando o sujeito constitui o olhar alheio como instância definitória de si. É a economia do falso self que Winnicott descreveu — a existência organizada em torno da performance para o outro, onde o valor próprio é continuamente terceirizado e, portanto, continuamente precário. O problema não é o outro: é a dependência estrutural de sua validação. A saída não é o isolamento narcísico — é a construção de um eixo interno suficientemente consistente para que a existência não precise ser encenada para ser reconhecida.
Todo processo de socialização implica um assassinato: o da intensidade original. O que Winnicott chamou de verdadeiro self — aquela zona de espontaneidade não negociada — é sistematicamente podado em nome da adaptação, do decoro, do que a cultura nomeia como equilíbrio. Chama-se a isso crescimento; a clínica chama de formação de falso self. A paixão diluída, o sonho ajustado, a intensidade negociada até se tornar inofensiva: são perdas reais, não simbólicas. E o que resiste por baixo, aquela memória inquieta de que viver em sua forma mais inteira sempre exigiu mais do que a prudência suporta — é o que produz, na meia-idade, a crise que os manuais chamam de passagem, mas que a clínica reconhece como retorno.
