Poemas D um Homem Perdidamente Apaixonado
Sem um destino claro, você é um barco à deriva no oceano da vida. Cada vento, por mais forte que seja, torna-se apenas uma força caótica, empurrando-o sem direção. Definir seu porto — seu propósito, seu sonho — é o primeiro ato de coragem. Ele transforma ventos contrários em desafios a superar e brisas suaves em impulsos certeiros. Quando você sabe para onde vai, cada passo ganha significado e cada esforço, razão de ser. Não tema traçar a rota. O vento favorável sopra para quem ousa nomear seu horizonte e zarpar em sua direção.
A Terra é a nossa casa no universo. Somos viajantes do tempo e do espaço. Todos os dias são um novo recomeço para os seres humanos que habitam neste planeta.
Deixei um amor pobre por promessas de riqueza,
mas na balança da vida, o que pesa é o que faz falta, não o que reluz na mesa.
"Às vezes, o maior erro de um engenheiro não é um cálculo errado, mas o que ele aceita construir sabendo que a finalidade é perigosa."
Se um Abraço é um encontro de Almas, é sentir o Coração pulsar : Eu quero e ofereço o Melhor de todos .
Quando pinto a doença e o vício, isso supõe um saudável desabafo. É uma reação saudável da qual se pode aprender e segundo a qual se pode viver.
Você só está perdido no centro de um ciclone, quando abrir os braços e escapar do seio deste maldoso cárcere, verá um lindo horizonte!
O poema vem para expressar, o choro vem para aliviar, o sorriso vem para disfarçar (…) a vida é um vai e vêm para acalentar a dor!
Não se pode alterar o passado, nem prever o futuro. Não perca tempo sofrendo pelo que um dia virá, mas viva o hoje, n tenha arrependimentos de ontem, mas espere pra descobrir o amanhã.
“Dançar é um tipo de céu que cabe na ponta dos dedos. É saborear a poesia sendo escrita com o corpo.”
Um dia talvez encontre alguém que tire sua Respiração e te dê um Novo significado para tudo aquilo que você já desacreditou .
Tudo tem seu Tempo e Lugar, Não Precisa correr.
Uma Amizade Verdadeira, um Amor, um Sonho que Ainda não se Realizou (...)
O que era um sonho Virou um Pesadelo .
Talvez devido a Expectativa exagerada . Desilusões também nos ensinam a Crescer.
A saudade é como um moinho que gira lentamente dentro do peito, movido pelo tempo que insiste em passar, enquanto a chuva fina lá fora derrama gotas serenas sobre as flores do jardim que antes vimos juntos. Cada instante agora é um suspiro, uma recordação suave e persistente, como o som cadenciado da água que bate nas pedras, chamando-me de volta para o silêncio dos dias em que sua presença preenchia o ar.No ritmado murmúrio do moinho, sinto o tempo corroer a distância, mas não o espaço que você ocupa em mim. A chuva, serena e constante, é o abraço frio que lembra a ausência e ao mesmo tempo rega as flores da memória, fazendo brotar esperança em meio à espera. Saudade não é só dor; é o perfume das flores que você deixou e que nunca deixarei de sentir.
Sob o céu azul que se estendia como um véu esquecido, as laranjeiras sussurravam segredos ao vento, suas frutas maduras pingando sumo dourado sobre a terra seca. A tristeza pairava, invisível, entre os pinheiros altos e sombrios, cujas sombras alongadas devoravam o chão como dedos de um gigante adormecido. Eu carregava um cesto de trigo vazio, colhido de memórias que o tempo ceifou, e seguia vivo aonde ninguém mora e um ermo de silêncios eternos, onde o eco de risos antigos ainda tremia no ar. Ali, no coração desse nada povoado apenas por fantasmas de folhas, brotou uma planta que nasceu hoje, frágil e teimosa, suas raízes finas rompendo a crosta do solo. Sua semente, no entanto, será plantada amanhã um mistério cíclico, onde o fim precede o começo, e a vida dança no limiar do impossível.
No riacho cantarolante, um beija-flor gira no ar leve e fino como um suspiro. Ramsés projeta pirâmides de espuma, enquanto George Floyd murmura ao Curupira, pés virados no Oceano Pacífico. Ondas de concreto devoram gritos antigos; pele vira névoa, o rei ri com os dentes afiado, o guardião costura ruas sobre o peito ofegante, afinando o ar até pulsar vazio. Mas esse caos esconde um riacho real: do Nilo às ruas de Minneapolis, onde um joelho de um tirano ceifou a vida de Floyd no pescoço, sem ar, ecoando opressões antigas. Ramsés, construtor de impérios, reflete Floyd, vítima do poder que sufoca a dignidade. O Curupira inverte caminhos, guiando o beija-flor a polinizar justiça em dores coletivas. O Pacífico engole monumentos e protestos, mas o riacho persiste, fluxo de resistência que afina o ar dos opressores. Do faraó ao homem comum, mito e rua se unem no pulso vivo: beija-flor voa livre, Curupira ri nas matas, Ramsés cai em pó, Floyd inspira mudança, e o mar pulsa e o rarefeito só para tiranos.
