Poemas Cristãos

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Deus é especialista em transformar cenários áridos em solo de redenção de forma surpreendente.

O propósito de Deus não caminha no ritmo da nossa ansiedade. O Deus que reverteu a sepultura na manhã de Páscoa mantém o controle absoluto sobre o tempo, sendo plenamente capaz de transformar o seu caos em propósito em um único instante de graça.

Deus se apresentou como 'EU SOU', não como 'Eu sou o que você deseja'. O Criador do universo não se curva aos nossos caprichos; nós é que devemos nos curvar aos Seus propósitos. Renda-se Àquele que é, e não ao que você quer que Ele seja.

Deus se autodefiniu na sarça ardente como "EU SOU O QUE SOU". Qualquer tentativa de transformá-Lo em "o que eu quero que Ele seja" não é cristianismo, é paganismo puro.

O Deus vivo não se curva aos caprichos do homem moderno. Se você serve a um deus que concorda com todas as suas escolhas e tolera as suas falhas sem repreensão, desmonte esse ídolo imediatamente. O seu ego assumiu o trono.

Deus vê os recantos mais escuros de tua alma; contudo, com amor eterno e inefável, abraça-te como ninguém mais ousaria.

Quando você não sabe para onde ir, é porque Deus está desmantelando sua ilusão de autossuficiência. É o momento em que Ele tira você do trono da própria vida para que você possa, finalmente, depender totalmente dEle.

O Evangelho é o poder de Deus que quebra as estruturas de medo, resgata o homem de si mesmo e o transforma de dentro para fora.

Ao perdoar, você entrega a justiça nas mãos de Deus e liberta a si mesmo do fardo de carregar um ressentimento que não te pertence.

O vazio espiritual que você sente não é falta de Deus, é indigestão do mundo. Você parou de sentir fome pelo Pão da Vida porque está se empanturrando nos banquetes da ilusão desse mundo caído.

Na nossa agenda de prioridades, Deus é o primeiro da fila quando o assunto é quem a gente deixa pra depois.

Proclamamos que Deus é o nosso Senhor absoluto, mas nos comportamos como senhores do nosso próprio tempo, relegando a Sua vontade ao que sobra das nossas prioridades.

O chamado de Deus não é para os acomodados. Ele vai tomar a tua vida inteira. E a prova disso é que, muitas vezes, a tua boca terá que anunciar cura e vida para os outros exatamente enquanto a tua própria alma sangra na dor.

A cruz não é apenas o lugar onde Deus resolveu o problema do pecado; é o lugar onde Deus revelou, de forma definitiva, quem Ele sempre foi: amor que se entrega sem deixar de ser justiça. Em Jesus, Deus entrou na nossa dor, assumiu a nossa condição e carregou sobre Si tudo aquilo que nos afastava da vida. Na cruz, o perdão deixou de ser um discurso e tornou-se um acontecimento; a reconciliação deixou de ser uma esperança distante e passou a ser um convite presente. Quem crê em Cristo descobre que a cruz não anuncia condenação, mas graça; não celebra a culpa, mas a libertação; e aponta para a ressurreição como a vitória da vida sobre toda forma de morte.

O corredor da espera não é um tempo perdido, mas o lugar onde Deus confronta nossa autossuficiência. Adorá-lo nesse intervalo é a prova de que não amamos a Deus apenas pelo que Ele nos dá, mas por quem Ele é. Adore-O enquanto Ele molda seu coração para a próxima porta.

O sofrimento não é um obstáculo ao nosso desenvolvimento, mas o próprio ambiente onde Deus reconfigura os desejos do nosso coração e molda nossa identidade.

Cuide do seu caráter diante de Deus; Ele se encarregará de defender o seu nome diante do mundo.

A fonte da verdade não é o seu 'eu acho', 'Deus me disse' ou o que você sentiu. A revelação de Deus não se baseia nas suas emoções nem em uma religião barata de sentimentos! A única autoridade que permanecerá de pé no Dia do Juízo é esta: o que diz a Palavra do Senhor? O que está escrito na Bíblia? Todo o resto é fumaça e vaidade humana!

A verdade de Deus não é validada pelo 'eu acho' ou 'eu senti', pois o coração humano é enganoso. A verdade absoluta e objetiva deve ser sempre fundamentada e provada pelas Sagradas Escrituras.

O homem não perde o temor de Deus em um piscar de olhos. É de pecado em pecado, tolerando uma pequena transgressão atrás da outra, que a sua consciência se cauteriza e o abismo da insensibilidade se abre.