Poemas Criativos de Amor

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O filho pródigo sempre será recebido com amor pelo PAI, mas isso não o livrará de enfrentar a ira do irmão mais velho que escolheu permanecer na casa.

Por isso, pense bem antes de sair e se sair, volte humilde, sem vitimismo, pronto para recuperar a confiança dos que ficaram quando você decidiu abandonar o barco.

Sabe, amor,
eu já tentei todos os caminhos de fuga.
Já tracei rotas em mapas inexistentes,
mudei os passos, apaguei vestígios e tentei convencer meus pés a caminharem para bem longe de tudo o que me lembra nós dois. Mas o que eu não sabia — ou o que eu tentava ignorar — é que o mapa da minha fuga sempre acaba me trazendo de volta para o mesmo ponto.
Por mais que eu busque fugir de você, percebo que essa distância é um equívoco. Eu corro, mas não saio do lugar, porque você não está apenas em um endereço, em um café ou em um encontro marcado. Você se tornou parte do meu silêncio, da forma como eu vejo o mundo e de como eu me sinto quando ninguém está olhando.
É por isso que, mesmo no auge da minha ausência, você está sempre perto. Não é uma presença física que se possa tocar, mas é uma presença que se sente na alma. Fugir de você seria como tentar fugir da minha própria sombra ou do ritmo do meu coração.
No fim, descobri que não importa o quão longe eu vá: eu levo você comigo. E, de alguma forma, estar perto de mim se tornou, inevitavelmente, estar perto de você também.

O amor não conhece a dor
porque escolhe curar em vez de ferir.
Não se entrega ao desespero,
pois sabe que até a noite mais longa
se rende ao amanhecer.


A fúria furiosa não habita seu cronograma,
o amor não tem presa para machucar,
ele aprende o tempo do silêncio,
o valor da espera
e a coragem de permanecer.


O amor não abandona quem acolhe um abraço.
Ele fica quando tudo treme,
segura a mão cansada,
encosta o coração no outro
e diz, sem palavras: estou aqui.


Amar é resistir sem endurecer,
é ser abrigo em meio ao caos,
é escolher ficar inteiro
mesmo quando o mundo insiste
em partir as coisas ao meio.


O amor é verdadeiro
Sem mascara sem rótulo
A um propósito maior
O amor ama quando o amor chora.

E na inocência do amor,
Eu prefiro não pensar,
Apenas sentir, sentir o amar.
Porque saber é pensar.
E prefiro sentir,
Simplesmente amar.

Seja como o sol, que nunca vai parar
Mesmo atrás das nuvens, segue a iluminar
Te dou meu amor, sem querer controlar
Só pra te ver sorrir, só pra te ver brilhar. - Frase da música Seja Como o Sol do dj gato amarelo

Seja como o sol, inteiro no que dá
Sem esperar retorno, sem cobrar
Eu quero esse amor, livre como o ar
Mas firme como o mar - Frase da música Seja Como o Sol do dj gato amarelo

"Amar como Jesus amou é oferecer o ombro antes de oferecer o sermão. É um amor que não impõe condições para ser entregue."


- Dr. Diogo Sena

Num dia de sol, num parque em flor,

Cercado por risos, calor e amor,

Uma garota de alma tão pura,

Viu algo no chão que pedia ternura.



Um corvo caído, sujo e ferido,

De olhar apagado, peito oprimido.

Os outros diziam: “Não toque, não veja,

Ele vai te ferir, trazer só peleja.”



“Esse corvo é livre, não sabe ficar,

Mesmo se curado, vai te abandonar.

Leva doenças, te fere em vão,

Não merece abrigo, nem teu coração.”



Mas ela, teimosa, quis insistir,

Achou que amor pudesse redimir.

Cuidou com carinho, limpou sua dor,

Mesmo sendo arranhada sem pudor.



Com dedos sangrando, ainda assim sorria,

Mesmo quando a alma já não resistia.

Ignorou alertas, deixou-se doer,

Acreditou que amor pudesse o corvo deter.



E então, num dia tão claro quanto o primeiro,

O corvo se ergueu, virou passageiro.

Abriu suas asas, cortou o céu,

Sem olhar pra trás, sem um gesto fiel.



Não foi por maldade ou falta de afeto,

Mas o corvo é assim — livre, inquieto.

A garota ficou, com o peito em pedaços,

Percebeu que amor demais também deixa espaços.

São Paulo, 02 de junho de 2025


Para meu amor secreto,





Tenho pensado — com inquieta frequência — em tuas faces rosadas.


E me pergunto: por quê?




Por que tua risada calorosa ainda ecoa mesmo no silêncio?


Por que tua voz gentil persiste em minha mente como um doce tormento?


Por que teu suave cheiro dança no ar que respiro?


Por que teu sorriso surge no instante em que fecho os olhos?


E por que teu olhar intenso me causa profundos arrepios?




Tenho imaginado — com covarde frequência — como seria tua quente companhia a me agraciar a cada dia,


e teu corpo macio a se entrelaçar ao meu a cada noite.



Sim, teu belo rosto habita meus pensamentos —


a cada abrir e fechar de olhos, a cada maldita batida deste meu coração condenado.



Sim, estou condenada a viver por ti, mas não contigo.


Condenada a amar-te em segredo.


Condenada a não tê-la.


Condenada a vê-la amar outra.




E agora, nesta noite fria, escrevo uma carta que jamais lerás,


enquanto minhas lágrimas rolam.


Pois tu jamais me amarás.

Imenso amor.
Confesso que te amo;
amo tanto que já não é mais possível
camuflar este sentimento
que incendeia o meu ser
e assim, como um camaleão,
almejo revelar
as cores desta paixão.
Deixa vai?
Eu gritar para o mundo ouvir,
o quanto te desejo!
Não se preocupe com o que vão dizer,
pois a chama desse amor
derreterá qualquer barreira.
Deixa vai?
Eu percorrer os caminhos do seu corpo,
mas com carta-branca
para alcançar o teu coração.
Deixa vai?
Meus dedos embrenharem-se
em teus cabelos encaracolados,
em desalinhos e carícias,
Prometo mexer ainda mais
com as tuas emoções.
Deixa vai?
Eu me perder nas profundezas
dos teus lindos olhos negros
e em seguida poder me encontrar,
no calor dos teus braços.
Deixa vai?
Eu mergulhar em teus lábios fartos
e de imediato, colorir
o céu da tua boca com o meu sabor.
Deixa vai?
Eu soprar bem no pé do seu ouvido,
palavras doce feito mel,
mas com o poder de um furacão
que irá ti provocar
um misto de sensações.
Deixa vai?
Eu caminhar do teu lado
rumo à felicidade
Não quero apenas uma aventura,
mas sim, para toda a nossa eternidade.
Em vista disto, pintaremos
as páginas do livro da vida
com todas as cores do arco-íris.
E se eventualmente, a tempestade chegar
não se aflija,
porque certamente nos agarraremos
no alicerce da confiança
e nos abrigaremos
na fortaleza deste imenso amor!

AMOR NO CRUZEIRO DO SUL
Kleber Ferreira


Ainda me lembro do seu doce sorriso
Essas memórias eu não posso negar
Trazem de volta lembranças do paraíso
Em que eu só precisava te amar
A esperança era brisa fresca sob o céu azul
E as noites brilhantes sob o Cruzeiro do Sul
Seu rosto me retorna! Num lampejo repentino!
Arrebata o meu corpo, a um lugar divino
Em que o tempo se torna uma passagem fugaz
Consumindo nossas almas em uma paixão voraz!


Como eu gostaria, os seus olhos, rever
E poder dizer-te que faria tudo diferente
Se pudesse, por um momento, lhe ter
E materializar o sonho do amor da gente
A esperança seria brisa fresca sob o céu azul
E as noites brilhantes sob o Cruzeiro do Sul
Seu rosto me retorna! Num lampejo repentino!
Arrebata o meu corpo, a um lugar divino
Em que o tempo se torna uma passagem fugaz
Consumindo nossas almas em uma paixão voraz!


Seu rosto me retorna! Num lampejo repentino!
Arrebata o meu corpo, a um lugar divino
Em que o tempo se torna uma passagem fugaz
Consumindo nossas almas em uma paixão voraz!
Seu rosto me retorna! Num lampejo repentino!
Arrebata o meu corpo, a um lugar divino
Em que o tempo se torna uma passagem fugaz
Consumindo nossas almas em uma paixão voraz!
Consumindo nossas almas em uma paixão voraz

O que nutre de verdade?




Amor, num casamento,
não é o prato cheio
quando a mesa está vazia de olhar.


Não é o teto firme
se o silêncio cai pesado
sobre os corpos que dormem longe
mesmo deitados juntos.


Amor é o gesto pequeno
que não pede aplausos:
a mão que procura a outra
no meio da noite,
como quem diz
“estou aqui, você não caiu sozinho”.


É presença que não disputa,
é escuta sem pressa,
é riso que nasce do nada
e faz o dia caber melhor no peito.


Amor nutre
quando toca sem ferir,
quando acolhe sem invadir,
quando cuida sem controlar.


É alimento invisível:
olhar que aquece,
voz que acalma,
corpo que oferece abrigo
sem exigir senha, desempenho ou prova.
Num casamento,
amor não pesa,
ele alivia.
Não cobra ,
ele compartilha.


Não substitui a fome do corpo,
mas alimenta a alma
para que o corpo também queira viver.
Porque pão sustenta a carne,
mas é o afeto que sustenta a vida.


E onde há amor assim,
a casa respira,
o coração descansa,
e viver junto
deixa de ser sobrevivência
para virar caminho.

Pare de viver sem sentido, amor,
Olhe pra dentro e se deixe guiar.
Abandone o peso dos velhos hábitos,
Há um jardim esperando brotar. - Frase da música Abrir-se pro Novo
do dj gato amarelo

Amanhecer em você,
É renovar cada sonho guardado.
Cada manhã me faz perceber,
Que o amor é sempre um presente sagrado. - Frase da música Amanhecer em Nós do dj gato amarelo

Por sua divina ternura,
O amor renasceu
Da forma mais pura
Que em mim resplandeceu!
E nesse tempo abrasador,
A minh’áurea te escolheu!

Minha filha é meu cárcere definitivo.
Não por falta de liberdade, mas por excesso de amor.


27/01/2026

POEMA INEVITÁVEL


Eu queria falar sobre deus, sexo, política, amor e trivialidades; mas me colocaram uma carapuça, e fui treinado a ser um personagem.
Depois, quis me tornar poeta, músico, filósofo e até ator. Porém, descobri que, desses, eu já tinha me tornado ator, não por opção, mas por imposição das situações, e sufoquei os outros personagens.
Eu quis me tornar um humanista, um sociólogo, talvez antropólogo, filólogo e até defensor de causas perdidas ou ganhas. Acontece que meu personagem não discute muito com minha dignidade: meu lado ator sempre vence quando a conveniência grita mais alto!
Enfim, decidi partir para as trivialidades da vida, já que não me restavam muitas escolhas. Eu tentei ser muitos, e acabei não sendo eu. Então, fiz da vida minha luta, minha sobrevivência, minha causa (também por imposição). Ergueri um castelo de sofismas, e o meu estandarte foi tremular pequenas ideias que não eram minhas. Lutei bravamente para anunciar, dentro de mim, um poema inevitável, confrontando meu personagem que, por conveniência, acabou sufocando o eu iludido que achava que era eu!!!


#israelsoler

Não se tem um filho antes de entender o amor


Não se escreve um livro antes de viver algo real.


Não se vive de provação querendo sentir o essencial

Às vezes o amor não chega fazendo barulho.
Ele vem quieto, ocupa um espaço pequeno no começo
e, quando a gente percebe, já tomou tudo por dentro.
Não é exagero, não é drama —
é só aquele sentimento que insiste em ficar
mesmo quando a razão pede para ir embora.
É saber que talvez não dê certo
e, ainda assim, escolher sentir.
Porque amar não é promessa de final feliz.
Amar é coragem.
É aceitar que algumas histórias não nascem para durar,
mas nascem para marcar.
Tem amores que não pedem para ser vividos em voz alta.
Eles existem no olhar que demora,
no silêncio que diz mais do que qualquer palavra,
na vontade contida de dizer “fica”
quando o certo é deixar partir.
E dói…
Dói porque foi verdadeiro.
Porque, mesmo sendo “só mais um amor” para o mundo,
para o coração foi tudo.
Talvez o tempo transforme isso em lembrança.
Talvez vire saudade mansa.
Ou talvez seja apenas essa música invisível
tocando baixinho toda vez que o nome dela cruza o pensamento.
E se um dia alguém perguntar,
você vai sorrir de canto e dizer que passou.
Mas por dentro vai saber:
alguns amores não passam…
eles apenas aprendem a morar em silêncio.
Se quiser, posso deixar esse texto mais curto, mais intenso,
ou escrever como se fosse uma mensagem direta para ela.

A desordem dos sentimentos

A paixão deixa a alma bagunçada, o amor agitado e o corpo em ebulição.
Dá vontade de pegar toda essa comoção, embrulhar e dar de presente.
Mas… para quem?

Para os ignorantes, incrédulos, mal-amados e infelizes.
Para provar que os sentimentos mudam a estrutura física e biológica do ser humano.

Então penso: e o controle?
Na verdade, até existe um controle, mas, na maioria das vezes, ele é desgovernado — sem rumo, perdido por aí.