Poemas Boca

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" Esconder a tristeza faz parte, por isso muitos sorrisos são apenas da boca pra fora...

“Quero beber da sua boca como quem encontra abrigo depois de uma longa tempestade… devagar, sentindo cada beijo seu me tirar do mundo por alguns instantes.”

vem abrir a boca para dizer que o sistema é corrupto mas voce é o santo que fecha a boca pra nao comer o pao do mendigo, vai la santo, olha o tamanho da sua barriga que nao dividiu o pao filho da corrupcao

Habitue a mente à serenidade, pois quem não a disciplina acaba ferido pela própria boca.

Seu nome ainda é a palavra mais bonita que a minha boca não tem mais o direito de falar.

A tarde era um cálice demarrado sobre os campos verdejantes de ramagens escarlates na boca que pronuncia a verdade sublime no instante exato de brilhar estrelas no céu e suas grandes constelações. E eu diria que seus olhos são dois abismos onde a eternidade repousa em minha memória densa de lembranças esquecidas, pois passa rápido a vida e as mãos desconhecem despedidas se acenam e não seguem em frente. Paradas, absortas no esvair de uma saudade abstrata, cuja raiz pousa os pés na terra vermelha e nascem constatações intermitentes, pois afirmar pode ser uma forma de negar indubitavelmente. E tudo é sempre mais do que parece ser, quando bem me faço entender, se a lógica diz e cala na escuridão da sala. A memória é um jardim de estátuas cobertas de musgo, já que a ação inexorável do tempo envelhece artefatos humanos enquanto a natureza cresce para além de si mesma em sua opulência e grandeza. O perfume dourado das magnólias adormece o crepúsculo e eu busco um impulso para encarar a noite e suas torrenciais correntezas. Ao ouvir o azul da tarde a doçura prateada da lua adormecia na perspicácia dos centros comerciais onde tudo tem um preço, até mesmo esquecer tinha a moeda do tempo no silêncio macio de sol envolvendo pensamentos na arquitetada paisagem da cidade planejada em minúcias para muitos e para poucos, quando se janta o almoço, em um alvoroço de viver freneticamente enquanto ainda temos um corpo. A aurora despertou lentamente os montes adormecidos e no café quente do copo eu questionava os minutos de sossego na inquietude melódica do dia a espraiar certezas vagas como um relógio antigo há muito tempo atrasado. Mas porque comer o passado se o presente tem sempre novos recomeços e a ternura genuína dos afetos alcançam glórias humildes no aconchego de um dia feliz?

Quero fazer a colher de recipiente - mas, só me es útil para levar comida à boca.

Com o passar do tempo, nossos ouvidos acabam exercendo mais funções do que nossa boca, nossas dúvidas cedem espaço ao silêncio, e a agitação é trocada pela tranquilidade e reflexão.

A elegância de um homem está na seriedade com que ele utiliza as palavras que saem de sua boca.

⁠Fui comer duas batatas e a que estava em minha boca caiu diversas vezes, "Por quê?" você poderia indagar, pois eu busco três.

Os seus olhos e seus ouvidos são mais importantes que sua boca. Ou seja, aprenda a observar mais as pessoas e escute atentamente quando alguém te falar alguma coisa. Quem consegue conversar olhando nos olhos é alguém verdadeiro e que vale muito a pena manter um vínculo afetivo.

“O corpo escuta as palavras que a alma repete, mesmo quando a boca acredita estar apenas brincando.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A palavra que sai da boca também retorna à alma como ordem, memória ou libertação.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A boca revela, muitas vezes, aquilo que a alma aceitou como destino sem perceber.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A palavra criadora nasce quando boca, imaginação, emoção e fé deixam de se contradizer.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Maria Madalena ensina que há visões que precisam de coragem para não morrerem na boca de quem não as compreendeu.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

Boca amaldiçoa. Boca cura. Boca destrói destino e também pode levantar alguém do chão.
Por isso você rejeita insulto, maledicência e mal agouro. Não é fragilidade. É consciência. Quem conhece o peso das palavras passa a tratar o silêncio como oração.

A dor mudou de formato, cara. Ela não é mais aquele soco na boca do estômago... Agora ela é uma presença silenciosa, tipo um vizinho barulhento que tu acabou se acostumando a ouvir através da parede.

Meu silêncio costuma gritar verdades que minha boca não tem coragem de dizer para não estragar a noite.

​"O olhar fala o que o coração tenta esconder e a boca não tem coragem de dizer."