Poema Sobre Viver
Nada aqui neste mundo é mais importante do que a salvação da alma,
Viver na dependência de Deus, então terá uma eternidade que te espera!
Evitar escândalos não é santidade — santidade é viver limpo diante de Deus quando ninguém está vendo.
A ideia é remir o tempo, ou seja, não desperdiçar os momentos que Deus nos confia. É viver com propósito, escolhendo o que edifica, o que aproxima do Senhor e o que gera frutos eternos. Miriamleal
Viver e aprender são os dois quesitos mais importantes de um vida, por serem eles que determinam o quanto se progrida ou não, durante a própria estada no mundo terreno, isto pelo fato, de que durante uma existência todos são aprendizes em termos de autoaperfeiçoamento
A escrita é um rascunho do próprio viver, com pequenos fragmentos de pensamentos que se esvaem com o mais sútil sopro de vento, por vezes ocultos em nosso subconsciente. Cada palavra é como um vestígio do que fomos em determinado instante, um eco daquilo que não quis se perder no silêncio. Escrever é capturar o efêmero, transformar o intangível em forma, dar corpo ao que, de outra maneira, se dissolveria no tempo. Assim, cada linha é memória e invenção, confissão e mistério, como se a própria alma buscasse se perpetuar no papel.
Escrevo poemas tristes não por gosto, mas porque aprendi a viver assim, mergulhado em dores silenciosas, em lembranças que não se dissipam, e em uma tristeza que se tornou meu idioma, apenas transmito o que realmente sinto.
Ser cristão é viver disposto a morrer por aquilo que se sente e se crê, mesmo sabendo que jamais será totalmente compreendido.
Ser cristão é viver o amor em sua forma mais pura, em Jesus Cristo, o amor que perdoa, acolhe e renasce.
Não se perca na luta para provar, dedique-se a viver de tal forma que o seu amor prove a sua verdade.
É preciso coragem para dar o reset na rotina que aniquila o significado profundo do viver, para apertar o pause no ciclo vicioso que nos transforma em autômatos da sobrevivência diária, e reconhecer que o esforço de desmantelar as fortalezas autoimpostas é o trabalho mais revolucionário. Nós nos aprisionamos em defesas que, paradoxalmente, nos condenam à não-vida, e a liberdade só é conquistada quando ousamos ser despidos das nossas velhas certezas, trocando o conforto da jaula conhecida pelo risco glorioso do horizonte inexplorado.
O maior cárcere é a mente que insiste em viver no passado, enquanto o corpo é forçado a habitar o presente.
Viver é colecionar adeuses discretos. Nem todo fim tem trombetas, muitos se vão por uma janela fechada. Eu faço inventário desses pequenos fins, para não esquecê-los. Cada adeus me ensina a salvar pedaços para recomeços. E, mais uma vez, o coração vira caixa de sobras transformáveis.
