Poema sobre Vida Saudável

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"O Falso Fim"

«O percurso da vida é longo, mui longo para o homem.
Suas paragens inéditas anunciam um fim que engana:
ora os abatidos, que já perderam a esperança,
ora os que se deleitam, como se o paraíso já tivessem alcançado.»

Mas afinal, onde estará o fim?

Há momentos em que o silêncio entra na vida como quem não quer nada, mas, pouco a pouco, ocupa todos os espaços. Ele se senta entre duas pessoas, paira sobre uma lembrança, repousa no canto de um quarto vazio e, sem dizer uma sílaba, revela o que nenhuma palavra consegue alcançar. O silêncio também fala, e muitas vezes fala com verdade do que qualquer discurso.
Ele se manifesta no olhar cansado de quem pede ajuda sem coragem de pedir, na pausa de quem guarda um sofrimento antigo, no abraço que dispensa explicações. Há silêncios que são muralhas, erguidas para proteger feridas. Outros são pontes, construídas com afeto, compreensão e presença. Em ambos, existe linguagem.
Ser humano aprender a escutar o que não foi dito. Nem todo silêncio é ausência; às vezes, é excesso. Excesso de dor, de amor, de medo, de saudade. Por isso, ouvir alguém vai além de prestar atenção às palavras: exige sensibilidade para perceber o que a alma sussurra quando a boca se cala. E talvez seja nesse espaço invisível que nascem as verdades profundas.

A Lei do Merecimento e a Colheita da Alma


Muitas vezes, olhamos para a vida alheia e justificamos o sucesso ou a felicidade do outro como mera "sorte", enquanto lamentamos a nossa própria realidade. No entanto, a sabedoria da vida não trabalha com o acaso. A verdade, por mais desafiadora que pareça, é que estamos exatamente onde merecemos estar, colhendo os frutos daquilo que plantamos ou deixando de colher o que deixamos de cultivar.


Cada situação que vivenciamos hoje é o reflexo exato do nosso esforço, do nosso trabalho e das escolhas que fizemos no ontem. Reclamar da falta de sorte é tentar transferir para o mundo uma responsabilidade que é estritamente nossa.


A nossa posição atual, seja de vitória ou de
aprendizado doloroso, é consequência do nosso próprio caminhar espiritual. Se você deseja colher frutos diferentes amanhã, comece a mudar as sementes hoje. O trabalho digno, a dedicação e o suor da alma são as únicas ferramentas capazes de construir o verdadeiro merecimento.
Estou onde mereço estar e sim, é minha escolha.

Vida de pescador é que nem maré.
Seus dias têm fases como a lua.
Hoje foi dia de cheia...

⁠A vida é uma roda viva.
A gente perde, ganha,
ri, chora,
bate ou apanha.
O importante é fazer
a roda continuar a girar.
E a situação sempre vai mudar.

A vida não é um plano de voo.
É uma dança.
E pra dançar é preciso deixar fluir...

Cada vida é um colar. Pérolas!
Cada momento é uma conta. Valores, costumes, realizações, dores, alegrias, conhecimento, histórias…
Quem parte lega sua jóia. Algumas ficam bem guardadas. Quase esquecidas.
Outras são passadas de geração em geração. Com o passar do tempo muitas se arrebentam.
E as contas ficam por aí, perdidas nas frestas dos assoalhos.

A felicidade não está em uma vida perfeita, mas sim em ter um lugar onde o coração consegue descansar...


R & F Perazza .'.

A Dignidade da Alma e o Valor do Esforço


Na grande escola da vida, a nossa verdadeira essência não é medida por privilégios ou concessões externas, mas pela nossa capacidade de edificar o próprio caminho. Nós, mulheres, enfrentamos desafios diários em nosso convívio social e profissional, mas o nosso real valor se manifesta quando reconhecemos que somos perfeitamente capazes.


A espiritualidade nos ensina que cada alma colhe os frutos do seu próprio trabalho e da sua dedicação. Buscar o nosso espaço no mundo não significa esperar caminhos facilitados, mas sim avançar com a certeza de que trazemos na bagagem eterna todas as ferramentas necessárias para vencer. Quando confiamos no nosso potencial e agimos com integridade, paciência e competência, transformamos as dificuldades em degraus de evolução. O respeito que desejamos do mundo começa na nossa consciência, quando escolhemos ser as arquitetas da nossa própria história.

Para a semana: Fé

Para a semana: fé em Deus, fé na vida, fé em nós mesmos. Fé de que a força que nos protege é maior do que o mal que nos desejam. Fé em nossa vitória, porque quem não conspira contra ninguém caminha em paz, com o coração limpo e a consciência tranquila. E todo mal que alguém deseja ao outro encontra, cedo ou tarde, o caminho de volta para quem o alimentou.

Josy Maria 10/08/2026

E quando a vida
decide escrever beleza,
Ela escolheu teu jeito,
Teu passo, teu olhar.
Por isso , antes de qualquer verso meu, já existia você -
O poema que o mundo
Sonhou primeiro.

A vida é estrada de curvas e desvios, Onde tropeços revelam nossos vazios.
Cada erro, um espelho que nos desafia,
Cada queda, uma lição que nos guia.


Nos caminhos tortos que ousamos trilhar,
Aprendemos a levantar, a perdoar.
O tempo ensina, com paciência e cuidado,
Que o passo errado não é fracasso, mas legado.


Entre lágrimas e risos, vamos crescendo,
Entre perdas e ganhos, nos compreendendo.
O coração aprende a pesar com precisão,
O que vale a pena, e o que é ilusão.


E no fim, cada cicatriz, cada dor,
Se torna luz, esperança e amor.
Pois a vida é um poema em constante evolução,
Escrito com erros,
mas guiado pelo coração.

A vida não avisa,
ela vem de punho fechado,
não pede licença,
não mede o estrago.


Ela bate até faltar ar,
espanca sonhos no chão,
te ensina na marra
o peso da própria mão.


Ou você se ergue sangrando,
com a dor virando chão firme,
ou aprende a revidar
sem perder aquilo que te define.


Porque sobreviver não é sorte,
é decisão tomada no caos:
levantar mesmo tremendo
e transformar cicatriz em voz.


A vida não vai te poupar,
mas pode te forjar.
Ela só respeita quem cai
e escolhe, mesmo ferido, lutar.

Hoje eu tenho tudo,
tenho você na minha vida.
E o resto que faltava no mundo
aprendeu a fazer sentido.


Tenho teu nome morando
nos meus dias,
teu riso ajeitando minhas dores,
teu olhar me lembrando
que amor também é abrigo.


Hoje eu tenho tudo
porque você chegou
e, sem prometer eternidades,
ficou.


E ficar, às vezes,
é a forma mais bonita de amar.

Na nossa vida existem encontros
Que são vento nas costas
Mãos que empurram com cuidado
E nos fazem avançar sem medo.


Existem também as âncoras
Que prendem o peito ao fundo
Pesam mais do que abraçam
E confundem amor com permanência.


Há quem puxe pra trás
Sugando a luz dos dias
Transformando sonho em cansaço
E presença em esgotamento.


Mas você…
Você me puxa pra frente
Não corre por mim,
caminha comigo
E transforma amor em caminho,
não em peso

Há quem passe pela vida distraído,
procurando perfeição em vitrines vazias,
sem perceber o amor simples que espera,
de mãos abertas, pedindo apenas verdade.


Já doeu amar quem não soube ficar,
já doeu entregar o que era inteiro.
Mas ainda acredito num amor que compreenda minhas cicatrizes
e não tenha medo do que sou por inteiro.


Que não me queira em partes editadas,
nem me peça silêncio quando eu for tempestade.
Que saiba que trago falhas nos bolsos,
mas também trago um coração que nunca aprendeu a amar pela metade.


Eu não busco contos perfeitos —
busco alguém que fique quando o encanto passar.
Alguém que veja minhas rachaduras
e ainda assim escolha, todos os dias, ficar.

Há quem passe pela
vida distraído,
Procurando perfeição
em vitrines vazias.

1 verso bonito da vida.



Teu olhar chega manso, sem fazer ruído,
como a luz que atravessa a tarde sem pedir licença.
Há calma no teu gesto, e nisso me perco,
pois meu caos aprende a respirar quando te encontra.


Não é urgência o que sinto, é abrigo.
É vontade de ficar, mesmo sem promessas,
de dividir silêncios e risos distraídos,
como quem sabe que o afeto também mora no simples.


Se isso for amor, que venha sem alarde,
crescendo devagar, do jeito mais humano.
E se não for, ainda assim agradeço:
te conhecer já foi um verso bonito da vida.

Com o tempo, a vida nos ensinou outros caminhos, outras mãos,
outros erros necessários.
Mas esse amor antigo ficou intacto,
não como ferida — como raiz.⁠

Todavia,
não me importo nem considero a minha vida de valor algum para mim mesmo, pois a entrego inteira ao que me atravessa
— ao amor que me desfaz,
à fé que me refaz, à chama que insiste mesmo quando tudo em mim é cinza.


Se caminho é porque
algo maior me chama pelo nome,
e aceito perder-me para que outros se encontrem em mim.
Que minha dor seja ponte,
que meu silêncio seja abrigo,
que meu cansaço ensine alguém
a descansar.


Não me pertenço
— e nisso encontro paz.
Vivo como quem se derrama,
não como quem se guarda.
Se algo em mim tiver valor,
que seja apenas isto:
ter amado até o fim,
sem poupar o coração.