Poema sobre Vida Saudável
A vida é agora...
Não podemos voltar ao capítulo vivido.
Mas podemos viver o agora, amar o agora, sentir o agora e transformar o agora.
Entoar a alma com a melhor música e sua frequência.
Sentir a nossa melhor versão.
Abrir o coração e compor nele a sua melhor versão.
E que possamos sonhar, vibrar sempre na vibração do amor que traduz a leveza que vêem do coração.
Pois a vida é agora...
Ainda que use flores artificiais,
Você não as poderá regar todas as manhãs;
Ainda que se alimente de sabores artificiais,
Nunca os poderá colher em pés de uvas e maçãs;
Ainda que se criem versos artificiais,
Eles nunca sairão de um coração.
Pesadelo:
Cai o crepúsculo anunciado no horizonte.
O avanço da noite envolve a floresta fria.
O vento serpenteia entre as montanhas.
No centro da vasta escuridão se revelam os segredos dos espíritos que habitam a mata...
Segue o ritmo de um tempo que não é mensurado...
No breu da noite a magia da luz reflete nos seres os tons de prata.
O murmúrio do silêncio evoca o rolar das águas sobre as pedras...
Tocas e cavernas serão abandonadas...
Todos saem sob o camuflado do verde musgo, e os que foram vistos serão devorados...
Corre tempo, corre vida, corre perigo.
Correm as águas, corre o vento, Corre ao abrigo...
Logo vem o clarão da aurora rompendo a escuridão...
Os mistérios se escondem sob as raízes da mata, E na imaginação dos homens que nela habitam...
As cores da montanha agora se avistam...
No coração da floresta, pulsa a vida...
Pulsa a vida...
Pulsa a vida...
[...]
Mas tu não és como aqueles ninguéns,
És minha poesia favorita,
És minha paixão pré-escrita,
És o sentimento que dá valor à vida.
A vida é um ciclo de aprendizado constante. Nem sempre as coisas acontecem como esperamos, mas cada experiência, seja boa ou ruim, nos molda e nos ensina algo valioso. Se não for bênção, é lição.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
Devemos lembrar sempre, da importância da vida,
O fato de estar de pé, de correr, de acordar é de fato um privilégio...
Alguém daria tudo para ter essa sua oportunidade distorcida,
Não respeitar essa dádiva divina, é de fato um sacrilégio...
A morte é cruel, é quase sempre inesperada,
Como inesperada ela pudesse realmente ser...
Somos seres muitos frágeis, pessoas afortunadas,
Devemos sempre, o dom da vida fazer por merecer...
Antigamente, chamavam o trabalho de ofício. E os ofícios eram ensinados de pai para filho. E assim os filhos, desde pequenos, aprendiam uma profissão. Naturalmente, aprenderam a viver, a lutar e a se defender. Não havia outras preocupações tão distantes da subsistência. Conheciam muito bem o que faziam, proseavam e curtiam a natureza. Hoje, a liberdade, ora relativa, permitiu a muitos de nós fazer diferente. E agora assistimos o reflexo de um contexto histórico que foi e está em transformação ao longo de décadas...
Hoje já não sabemos quem realmente faz. Porque naturalizaram o validar do falar ao invés de fazer. E isso, por consequência, tem um ALTO CUSTO.
...E o alto custo é invisível aos olhos apressados.
Porque quando o saber não encontra o fazer,
a palavra vira espuma,
e o ofício perde o chão.
Hoje temos diplomas, cargos, curtidas.
Mas pouca firmeza nas mãos,
pouca escuta nas relações,
e pouca raiz nos pés.
Não se trata de voltar ao passado,
mas de lembrar do valor do processo, do tempo, da entrega.
O mundo não precisa de mais discursos.
Precisa de gente que saiba calçar o barro
e ainda assim caminhar com elegância.
Não Fosse a Arte
Não fosse a arte...
Talvez eu não soubesse
a delícia da loucura
de respirar no topo de um abismo
Talvez, jamais entendesse
que quanto mais sei,
mais mergulho no nada,
mais me descubro no vazio,
mais me sinto inteiro.
Quanto maior a lente,
mais vejo o que escapa.
Menos quero ver —
mas mais quero saber.
Não fosse a arte,
eu talvez nem estivesse aqui:
Seria uma pedra
ou a carteira assinada,
com as noites dormidas
e as certezas guardadas numa gaveta.
Mas não fosse a arte...
Talvez eu não soubesse
quão gostosa, inquieta,
incerta e imprevisível
é a vida.
"Estamos distorcidos, o que sentimos destrói tudo
no espelho, nada
não há nada, tudo está vago
frio e solitário."
O Véu de Lete
Antes do alvorecer, fui tudo.
Rei e réptil, mãe e mártir,
ferro e flor.
Fui punhal e promessa,
fui incêndio e oração.
Mas ao nascer, bebi do rio.
E esqueci.
O nome da lâmina que me cortou.
O rosto da alma que me amou.
Os juramentos murmurados entre dentes
na última noite de outra vida.
Tudo se perdeu.
Como areia entre os dedos do tempo.
E no silêncio do não saber,
floresceu o saber maior.
Não o saber das lembranças,
mas o saber do instinto,
da escolha que pulsa sem porquê,
do medo que avisa, da paixão que chama,
do erro que retorna como mestre.
Esquecer foi meu pacto.
Minha chance de ser novo
sem me ferir do antigo.
Pois se eu lembrasse…
ah, se eu lembrasse!
Perdoar seria impossível.
E amar, um risco repetido.
Cada gesto se tornaria prisão.
Cada encontro, um julgamento.
Mas neste esquecimento sagrado,
a alma dança.
Livre de correntes de glória ou culpa,
ela ousa errar de novo.
E ao errar, aprende —
não com a mente, mas com a essência.
No final, quando o corpo dormir
e o véu se erguer,
voltarei à margem do rio.
E saberei.
Mas por ora, bendito seja o esquecimento.
Ele é o ventre onde renasço.
É o chão fértil do esquecimento
que guarda a semente da eterna sabedoria.
As dúvidas... essas dúvidas aprisionam minha Consciência, como um pássaro em uma gaiola
batendo as asas contra as grades na esperança de
um céu que nunca toca.
Você pode ser aquele que toca a vida ou o que é levado por ela. Pode ser quem está com o remo ou o que deixa o rio levar.
Autor ou personagem?
Como tem sido a sua vida?
Entre tantas
Possibilidade que
A vida me impõe
Escolho o real
O abstrato e o
Intocável não
Ne seduz
Encontre o que
Te faz feliz
E voe
Encontre o que
Te dá paz
E se liberte
Encontre o que
Te faz amar
E se jogue
A vida é feita de momentos
E sentimentos
Sorria
E vá...
se o amor fosse feito de carvalho
haveria nele uma marca de todas as vezes que eu não desisti
Riz de Ferelas
A solidão já não dói mais
O medo já não me domina mais
Consigo olhar para o infinito
Com passos firmes e com a total paz
Me sinto plena,
Me sinto leve, linda e corajosa
Meus olhos brilham
Meu corpo sente
Minha mente deseja
Me encontro no meu
Melhor momento
De querer, poder e ter
Uma sintonia dentro e fora de mim
Faz me amar cada dia mais
Assim me entregou ao meu caminhar.
Pensei que morreria no dia em que você partiu.
Meu coração, em agonia, debatia-se feito ave ferida,
e o ar, rarefeito pela dor, mal encontrava espaço em meus pulmões.
Acreditei ser aquele o meu fim —
e o desespero, como mar em fúria, quase me tragou,
enquanto lágrimas silenciosas transbordavam
e afogavam cada recanto do meu leito.
Mas o sol nasceu... e eu não morri.
O sol segue nascendo, teimoso e brilhante,
e eu sigo com ele — mais firme, mais inteiro,
descobrindo que não era sua ausência que me definiria,
nem sua indiferença que me enterraria.
A vida canta, e eu… escolhi dançar com ela.
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