Poema sobre Pessoas Folgadas

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Você aprende com pessoas traiçoeiras.
Três lições:

1. Nem todo mundo que diz que te ama quer o seu bem.

2. Nem todos em quem você confia serão leais.

3. Algumas pessoas passam pela nossa vida para nos ensinar a não sermos como elas.

A vida é feita de momentos e, quando você passa pela prova, você valoriza muito mais as pessoas que realmente importam na sua vida, sem arrependimento nenhum do que se foi e agradecendo o que permanece.
Essa é uma reflexão muito bonita e verdadeira. A superação de desafios frequentemente nos proporciona uma clareza renovada sobre o que e quem realmente tem valor em nossas vidas.
Agradecer pelo que permanece e pelas pessoas que nos apoiam nos momentos difíceis é uma forma poderosa de encontrar força e gratidão. Isso nos ajuda a focar no presente e a construir relacionamentos mais profundos e significativos, sem o peso de arrependimentos passados.
É um lembrete valioso para apreciarmos os laços que resistem ao tempo e às dificuldades .
Que a semana comece recheada de coisinhas boas e principalmente gratidão.
Coragem e fé sempre!

╰┈➤Tem pessoas que, quanto mais você tenta ajudar, mais elas te decepcionam.
A intuição te alerta, mas a compaixão te estimula a ter empatia mesmo sabendo que o vintém não vale nada....
Cada um oferece o que tem.⛁✧⚖️

Muitas vezes, as pessoas acham que quem é séria não pode ser engraçada, ou que quem tem muita fé não vive a realidade do dia a dia.
Minha armadura é feita de aço, mas o meu sorriso ainda é de criança.


SerLucia Reflexoes

Existem pessoas que são como buracos negros: não importa o quanto de luz e ajuda você dê, elas sempre vão sugar a sua energia e pedir mais um pouco para te ver no chão.


SerLucia Reflexoes

Existem pessoas que são como ventanias: só passam para bagunçar. Aprenda a fechar as janelas da sua alma quando perceber que o vento é de destruição.


SerLucia Reflexoes

Eu até tento ser uma pessoa paciente, mas as pessoas abusam do meu direito de ser educada.


SerLucia Reflexoes

​A gente só conhece as pessoas no final, não no começo. A despedida revela o caráter que as boas-vindas conseguiram esconder.


SerLucia Reflexoes

Existem pessoas que são tão pobres por dentro que a única coisa que conseguem oferecer é o conflito.

SerLucia Reflexoes

O seu legado não é o que você deixa para as pessoas, mas o que você deixa nelas.


SerLucia Reflexoes

As pessoas são usadas e jogadas fora!
A reciclagem das pessoas faz parte das antigas moralidade da geopolítica e politismo da boa troca de escambo.
As estruturas humanas são julgadas e pesadas e vendidas.
Quanto vale prato de comida?
O quanto temos que pagar pelo café?
A simbiose da economia são expostos pelas taxas e impostos pagos..
Tudo calculado em base de uma regime da politica.
Como um homem pode ser dono da sua vida?
Os costume do senado corroem a moralidade.. a ética deixou de existir.
Geopolítica, quebra as asas da democracia.
Politicamente correto da da direita o governo governa para o governo!
Nem ricos nem pobres apenas o governo do Império.
Entre as faces da fakes news todas notícias são manipuladas. Acreditar em quem?

Nos atos insanos façam amor
Esqueça a guerra...
Mais não esqueçam das pessoas,
Todos atos insanos pela ganância,
Tantas lágrimas veladas pelos filhos perdidos.
Tudo é feito por louco...
Os grandiosos diluem a paz e a descoberta de novas descobertas...
De novos valores para a humanidade próspera...
Num suposto sonho de esperança vivemos em uma época remota no tempo...

Fila do osso... vergonha da realidade.
Fila dos restos do mercado municipal.
Pessoas dormindo no relento das ruas.
A rua dos drogados terminou ou foram realocados....
Farra da existência social...
Todo cartaz muta a visão dos inocentes tolos pois a realidade ambígua é a simplicidade no campo visual
O vulgo se o coração não vê o coração não sente...
Abismo social se torna lindo parque de diversão.
O espaço quantas contornos e destaques de clamor !
Será para aonde caminhamos dentro de tantos mundos multiculturais.
Fila do osso,
O bom prato,
Fila do mapa fome mundial.
O ser racional se torna navegante num mundo de desigualdade!
No plano de governo ganhamos uma visão do que virá sera uma retrospectiva de 2020.

A normalidade


As pessoas normais estão presas à normalidade e a normalidade à loucura. As pessoas normais matam. Matam por ódio, ciúme, amor cobiça e nas guerras. E nas guerras matam por amor, cobiça, ciúme, ódio e por vontade de matar. As pessoas normais não estão satisfeitas com o mundo e querem reformá-lo e, assim, destruí-lo. O mundo reformado é repleto de plástico, gases, ácidos, radiação e tanto lixo que mesmo as pessoas normais percebem a enrascada em que se meteram. Quando estão deixando de serem normais, essas pessoas logo procuram um médico que as normalize. Isso não tem efeito e elas procuram uma saída normal, como beber álcool, cheirar cocaína, injetar heroína, respirar a fumaça de cigarros ou começar a frequentar um culto religioso. Isso não dá certo e elas procuram o mais normal: trabalhar desesperadamente e viver dos sonhos que o cansaço produz. Cansados do cansaço, os normais adoecem e morrem, sendo enquadrados num túmulo onde não podem mais reclamar dos elogios e outros delírios que os outros dizem sobre eles.

Agora


As pessoas vivem muito, embora só existam por um dia. Assim pensava eu, na poltrona, tentando descrever as sensações da tarde. Os ruídos da rebelião e do caos soavam lá fora e eu percebi que o ódio e a visão pessimista, que eram minhas, haviam se espalhado pelo mundo. Eu tinha medo pelo meu temperamento e aonde ele iria me levar, certamente longe daqui.
Temos apego à inércia e tememos o desconhecido. Quando a chuva fria chegou para acalmar os ânimos, parecia que Deus tinha se arrependido e procurava reverter a situação em que todos tinham perdido as estribeiras. Gritos, urros dos policiais contra a falta de dinheiro, o mundo havia deixado de ser familiar. Sentado aqui, eu examinava o funcionamento da vida. Parece que, a cada dia nascemos ao despertar e, no final, com o sono, morremos, para renascer no outro dia. Só que, ao nascer já éramos outros, melhorados. É uma bela ideia, mas, se formos humildes temos consciência da nossa ignorância. O que sabemos é que pela manhã acordamos com impressões vagas, fragmentos de sonhos, com um humor inexplicável que se manteve até agora. Temos muitos preconceitos para entender isso, e o preconceito errado: o de que eu posso antecipar e prever o que acontecerá até o fim do dia. Se nos basearmos em tudo o que sabemos, o que é muito, mas inútil, a vida começa pela manhã, transcorre pelo dia e termina quando dormimos. Isso é tudo. Mas, o que podemos saber, ao admitirmos a nossa completa ignorância? O que haverá daqui a um instante se a vida cabe num suspiro, como a gota que desgasta o rochedo?

Este mundo vai se acabar


Haverá um tempo em que existirão poucas pessoas e os poucos serão gente de qualidade, não muitos supérfluos. A propaganda não existirá para promover o muito, o inútil e o daninho à vida, ao contrário, virá do real desejo de preservar e promover o conhecimento da sua Natureza. Os materiais usados serão mínimos, ampliados pela imaginação, que será usada por todos para criar, através da arte, um mundo que realiza a sua beleza. Assim, só haverá Um. A doença da cobiça se findará e o dinheiro não será mais sinônimo de culpa e auto sabotagem. Apesar dos seus inúmeros defeitos, as pessoas encontrarão um denominador comum que as una, fazendo que parem de competir e se voltem ao apoio de todos por todos, acabando a inimizade recíproca. Isso é difícil de acontecer, mas é inevitável, sob a pena de não haver mais humanidade.

Caxias


As pessoas acham que viver irá preencher o seu vazio, isso acontece, pelo menos é nisso que elas acreditam. A ideia, aqui, é justapor as experiências com as emoções, as memórias com as sensações até que se crie uma história. Naqueles dias, no velho apartamento, sentávamos sob o sol. Nos esquentávamos, no frio do inverno, naquela nesga de luz e apreciávamos o gosto doce e ácido das bergamotas. Só que isso não existe. Eu estou velho e as bergamotas há muito foram comidas. A minhacachorrinha morreu, não existe. Percorrer as memórias ativa o banco de emoções e produz a sensação de uma volta ao passado. Eu não sou ninguém, apenas um vazio. Esta casca, que muitos desprezam e que acham que é a residência de algo interior, é a existência. Queres conhecer a verdade sobre o mundo? Ela está bem na tua frente, ao alcance das tuas mãos. A profundidade está na superfície. Qualquer um que tenha sensibilidade já compreendeu que a realidade é uma forma. É algo que muda constantemente já que estamos sempre a criá-la. É a forma da nossa mente. Ela é a forma que contém todas as outras formas e que está contida em cada uma delas. Eu pensei que estava sendo límpido e claro, mas surgiu quem discordava, e ainda ficaram ofendidos, e queriam brigar. Parece que as pessoas têm um enorme apreço pelas suas convicções e não admitem que se discorde, imaginando que os que pensam diferente podem corromper a pureza das suas ideias. Claro, podem brigar comigo, mas não adianta, porque eu não tenho convicções, só tenho ideias velhas. O que está na memória não tem valor no hoje.

PENSAMENTOS

Numa sala fechada, repleta de pessoas, no ápice do tumulto dos pensamentos que eram lançados sob nossa mente, um amigo do lado me perguntou:
Para você Rê qual a diferença entre a Paixão e o Amor.
Em poucos segundos, minhas memórias entraram em erupção e respondi numa única palavra: “O equilíbrio”
Recordei-me de fatos de momentos de emoções.
Fiz em instantes uma coletânea de tudo que este meu estranho coração já viveu.
E constatei que quando me apaixonei de verdade, me permite apagar o tal do verbo equilibrar.
E quando amei de verdade voltei a revê-lo.
Porque amamos, por quem amamos?
Amamos aqueles que se diferem no todo.
Aqueles que sabem valorizar os por menores da vida.
Aqueles que enxergam em nós o que não é visto ou reconhecido aos nossos próprios olhos.
Por isso quando alguém diz que me ama, preciso verdadeiramente sentir este amor, exijo daquilo que vai além dos lábios, quero fatos, atos.
Aprendi a exigir sim, podem chamar de chatice, mas eu dou o nome de maturidade.
Não quero gente pela metade, sentimentos divididos e emoções confusas.
Não aceito meio termo, datas programadas e a ansiedade de uma espera sem fundamento. Não quero lembrançinhas, coisas, comemoraçõezinhas
E aquela esdrúxula historinha de que é um mero detalhe me causa náuseas, pois para mim o amor não combina com o mero, mero para quem desconhece quer dizer “sem importância, vulgar”, e no amor todos os detalhes é que fazem a grande diferença.
Faz a diferença quem soube te ouvir sem te criticar.
Faz a diferença quem te ligou quando você mesma julgou que nem era preciso.
Faz a diferença quem te desejou, te amou, mas soube permanecer em paz apenas por respeitar seus limites e almejar sua felicidade.
Mas por favor, não vão se confundir e achar que gosto de covardes, pelo contrario, gosto de personalidade nas veias e DNA nos olhos.


Rê Pinheiro

⁠Sou tão tola…
Ainda acredito que as pessoas podem ser boas.
E quanto mais acredito,
mais me firo.
Mas é errado acreditar
que Deus pode transformar alguém?
Não.
Errado é depositar esperança
em quem nem sabe o que é fé.
Muitos vivem cercados por religiões,
mas nunca conheceram Deus de verdade.
Criam deuses que aprovam tudo,
deuses moldados pelos próprios desejos.
Porque o Deus verdadeiro confronta.
Mostra o pecado,
expõe a verdade,
chama para renunciar.
E é isso que muitos não suportam.
Não querem mudança,
querem permissão.
Querem um deus que aplauda os próprios erros,
que transforme pecado em liberdade
e destruição em orgulho.
Mas a verdade continua sendo verdade,
mesmo quando o mundo inteiro prefere fugir dela.

⁠As pessoas se togam com tanta pressa para julgar possíveis envolvidos em assuntos sensíveis, que nem dá tempo de calçar as sandálias da sensibilidade.


Vivemos tempos em que a velocidade da opinião ultrapassa, e com muita folga, a profundidade da compreensão.


Antes mesmo que os fatos respirem, já há sentenças sendo proclamadas — não nos tribunais formais, mas nos corredores digitais onde cada voz ecoa como se fosse absoluta.


Julgar tornou-se um impulso quase automático, um reflexo condicionado retroalimentado pela ansiedade de se posicionar.


Mas a sensibilidade exige pausa.


Exige escuta.


Exige, sobretudo, a humildade de reconhecer que toda história tem camadas invisíveis aos olhos muito apressados.


Calçar as sandálias da sensibilidade é um gesto simples, porém raro: significa escolher sentir antes de condenar, compreender antes de rotular, acolher antes de afastar.


Quando deixamos de lado essa sensibilidade, corremos o risco de desumanizar o outro — transformando pessoas em narrativas rasas, em culpados convenientes ou inocentes idealizados, sem jamais considerar sua complexidade.


E, nesse processo, algo em nós também se perde: a capacidade de olhar com empatia, de duvidar com honestidade e de esperar com respeito.


Talvez o verdadeiro desafio não seja formar uma opinião rápida, mas sustentar o silêncio necessário para amadurecê-la.


Porque, no fim das contas, não é sobre ter razão — é sobre não ferir injustamente.


E isso, quase sempre, começa com o simples gesto de parar… e calçar, com cuidado, as sandálias da sensibilidade.