Poema sobre Pessoas Folgadas
Acreditar na educação é acreditar que ela pode transformar as pessoas.
Mas isso não acontece fácil.
A maioria de nós, professores, assim como tantas outras pessoas:
Ganha menos do que gostaria,
É mais triste do que esperava,
Se sente mais sozinho do que sonhou,
e é bem menos importante do que imaginava.
Esse tipo de vida não ajuda ninguém a "criar novos seres humanos".
Pois, nessa situação, é comum que nasçam sentimentos ruins como:
Rancor,
Fracasso,
Inveja,
e, por causa disso, a mentira.
Viva arredor de pessoas boa o ambiente é contágioso, esteja num ambiente certo para crescer
Orgulho não paga suas conta
Algumas pessoas tratam os outros com raiva e rudeza porque estão frustradas, inseguras, sobrecarregadas ou porque aprenderam a se defender dessa maneira. Às vezes, elas não sabem lidar com as próprias emoções e acabam descontando nos outros.
Muitas vezes, a forma como alguém nos trata revela mais sobre o que ela carrega por dentro do que sobre nós.
Mas entender a origem não significa aceitar o desrespeito: ninguém tem o direito de machucar os outros. É importante não se culpar e colocar limites.
Responsabilidade Radical
Enquanto você culpa, você não muda.
Culpar o passado, as pessoas, as circunstâncias podem até fazer sentido — mas não resolve.
Porque tudo o que está fora de você foge do seu controle.
Responsabilidade radical não é assumir culpa por tudo. É assumir poder sobre o que você pode
fazer a partir de agora.
E isso muda completamente o jogo.
Ação do dia:
Hoje, diante de um problema, pergunte: “O que está sob meu controle aqui?”
amor não busca pessoas
perfeitas pra se amarem, ele
une pessoas imperfeitaspara
se completarem.Quando o
amor é verdadeiro,não existe
limites ou distância,pois nenhum empecilho é maior, nem mais forte
que o amor.
Incrível é amar e ser amado na
mesma intensidade, priorizar
alguém e ser também prioridade.
Viana Filho
DESFAÇATEZ...
O mundo está cheio de hipocrisia,
pessoas que mentem e fingem ser
quem não são.
Se vendem por migalhas, são serpentes com preço e sem valor.
Abraçam falsamente, na presença são gentins e agem como cordeiros, naausência, são lobos, que ferem sem temor.
É uma ilusão acreditar na desfaçatez, dessa gente, "geração" de humanos sem humanização, maldosa e sem pudor.
( ESSA REFLEXÃO NÃO É UMA ALUSÃO, MAS SIM, UMA AUTOANÁLISE DE EXAME DE CONSCIÊNCIA.)
O ser humano condenou o mundo no instante em que surgiu
nele. Pessoas distantes de qualquer pureza; suas mentes são
uma recriação constante do pecado.
Bem poucas pessoas entendem,
que igreja é o corpo humano,
não aquele monte de pedras,
onde pessoas se reúnem por algumas horas,
depois vão embora,
esquecendo o que mais interessa:
DEUS que deseja ser o teu respirar
e não um simples passa tempo,
onde as pessoas vão passear,
deixando DEUS lá,
Mas em construções humanas,
DEUS não pode habitar!
As pessoas vão,
como folhas levadas pelo vento,
algumas sem se despedir,
outras fingindo que nunca prometeram ficar.
Dói.
Dói fundo.
Mas eu aprendo que não é em todo peito
que cabe o tamanho da minha entrega.
Eu não sou quem abandona,
sou quem resiste,
quem carrega cicatrizes,
mas também flores na alma.
E se hoje me deixam, amanhã encontro quem fica, Quem entendi que presença é escolha e que amor é raiz, será por inteiro, não pela metade.
Há beleza na constância de quem permanece em si mesma,
e há poder em aceitar que algumas pessoas não nasceram para andar ao nosso lado,
mesmo que já tenham
compartilhado passos conosco.
Aprendizado do dia: Pessoas realmente boas são raras. Quando alguém é bom pra você, isso não se explica em palavras, se demonstra. Muitas vezes até assusta, porque a gente não está acostumado a ser bem tratado. Esse cuidado é a forma mais simples e sincera de alguém dizer que se importa. E Deus coloca esse tipo de pessoa na nossa vida uma única vez. Se tiverem a oportunidade, guardem, cativem e cuidem, porque o mundo está cada vez mais sombrio, e uma luz faz diferença.
Gente assim não é perfeita, e nem precisa ser. Carrega uma graça, um tipo de brilho que impulsiona. Não é fácil reconhecer, mas existe uma semelhança divina nisso.
Cultivem o que é bom. Assim como todos passam pela nossa vida, um dia essa pessoa também pode ir, sem deixar rastros. Eu, sinceramente, ainda não encontrei alguém como eu descrevo, mas quando encontrar, não vou deixar ir até Deus levar.
Às vezes, deixamos o que é bom passar porque achamos que não merecemos ou porque perguntamos “por que eu?”. Esqueçam essas perguntas. Vivam o que Deus determinou e não deixem nada estragar isso. Uma luz, no meio da escuridão, salva.
06:52 da manhã de uma quinta-feira, dia 27 de novembro de 2025.
O arrependimento?
Algumas pessoas olham pra trás e sentem peso. Outras transformam tudo em narrativa conveniente pra dormir em paz. Não porque sejam monstros, mas porque encarar o próprio impacto dá trabalho emocional, e muita gente foge desse serviço como foge de imposto.
Você pode virar “uma história” na boca de uma pessoa. Pode virar silêncio. Pode virar culpa. Nada disso está sob seu controle. O que está é isto: você sabe o que viveu. E isso não pode ser reescrito por terceiros, nem diminuído por versões mal contadas.
Quando você começa a gostar de estar só, algo muda de eixo.
As pessoas deixam de ser abrigo e passam a ser escolha.
E isso, goste ou não, é um tipo silencioso de liberdade.
Acontece.
As pessoas mudam.
Os afetos se transformam.
Algumas promessas não sobrevivem ao tempo.
E mesmo assim, certas histórias não se apagam.
Só aprendem a existir de outro jeito.
Eu cansei das pessoas difíceis
não das profundas
das difíceis por ego, por pose, por medo mal disfarçado.
Cansei de provar quem sou
como se afeto fosse currículo
e presença precisasse de carimbo.
Hoje eu escolho o simples
não o raso.
O simples que fica
o simples que não some
o simples que não humilha para se sentir maior.
Se for para andar junto
que seja leve.
Se for para doer
que ao menos valha a verdade.
O resto
eu deixo para quem ainda confunde distância com valor.
As pessoas passam quando veem flores.
Param quando há festa, riso fácil, promessas leves.
Mas desviam o olhar diante da cadeira, do silêncio,
do corpo que pede cuidado e não encanto.
Fico.
Não por vocação ao sacrifício,
mas porque amor não negocia presença.
Ser só eu e ela pesa,
não pelo caminho em si,
mas pela constatação de que poucos sabem caminhar
quando o chão exige firmeza.
Aprendi a ser suave sem ser frágil,
a seguir sem plateia,
a entender que quem vai embora
não falhou comigo,
apenas revelou seus limites.
E sigo.
Com menos mãos ao redor,
mas com a consciência limpa
de quem não trocou amor por facilidade.
