Poema sobre Pessoas Folgadas

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A vida é curta, confusa e cheia de pessoas muito confiantes sobre coisas erradas.

Estudar é descobrir que a maioria das suas certezas foram herdadas de pessoas que nunca pensaram por si mesmas.

As pessoas estão mais interessadas em defender suas próprias opiniões do que em encontrar a verdade

Pessoas que lutam pela coletividade são moralmente superiores àquelas que pregam o ódio ou o egoísmo.

Deus não existe, mas o diabo com certeza existe… basta observar o que as pessoas fazem quando acreditam estar do lado de deus.

Se as pessoas pobres perceberem que sofrem demais para obter pouco prazer, então deixariam de existir, ou causariam uma revolução.

As pessoas fazem um monte de suposições erradas sobre o que eu penso. Mas se eu pensasse do jeito que elas imaginam, eu não seria Bob Kowalski.

Se deus não pode interferir⁠ no livre-arbítrio como ele irá medir o tamanho da fé das pessoas?

“O Direito que não escuta o silêncio social legisla para fantasmas e não para pessoas.”

No fim, bancos não lidam com dinheiro, mas com a forma como as pessoas acreditam nele.

“Há pessoas que envelhecem; outras apenas acumulam versões cansadas de si mesmas.”

“As pessoas mais perigosas raramente gritam; normalmente organizam o caos em voz baixa.”

Muitas pessoas não procuram a verdade; procuram uma versão da verdade em que consigam continuar sendo elas mesmas.

Não desperdiçamos apenas anos; desperdiçamos as pessoas que poderíamos ter sido dentro deles.

A violência transforma pessoas em obstáculos; a justiça devolve a elas sua condição de pessoas.

A prisão deve retirar pessoas perigosas da circulação, não retirar da sociedade a obrigação de compreender por que a violência se reproduz.

Toda corrupção é, em alguma medida, um roubo praticado contra pessoas que nunca conhecerão o ladrão.

A máquina não precisa ser pessoa para possuir poder; basta que pessoas lhe entreguem poder.

Há pessoas cercadas por milhares de perfis e abandonadas por todos os vínculos que realmente importam.

A solidão do século XXI não é a ausência de pessoas; é a ausência de pertencimento em meio à abundância de presenças.