Poema sobre Escolhas
"Ser autêntico é saber quem se é, conhecendo as consequências de ser, e mesmo assim escolher indubitavelmente sê-lo."
A vida é uma simples pergunta: O que você está disposto a abandonar hoje para se tornar o que diz querer para o amanhã? A cada dia temos a possibilidade de fazer pequenas escolhas que podem fazer grande diferença no nosso futuro, toda escolha requer uma renúncia, cabe a cada um decidir o que quer deixar para trás.
A complexidade de nossas experiências emocionais vai além da mera escolha entre lógica e emoção. Muitas vezes, é um emaranhado delas que nos leva a agir de formas que, a princípio, podem parecer contraditórias. Nesse duelo, cada lado se destaca, e fazemos escolhas que podem surpreender até a nós mesmos.
Perdemos de conhecer pessoas incríveis, pois elas não se encaixam em nossos padrões de escolha, mas são esses padrões, que nos ferraram e irão continuar nos ferrando. Talvez seja hora de rever algumas coisas
Não permita que alguém coloque fardos nas tuas costas, te fazendo acreditar que você é responsável pela felicidade de outra pessoa. Por mais que você influencie, as escolhas da outra pessoa e a forma como encaram a vida são decisões dela.
Eu vim de uma família amorosa, uma família acolhedora, que sempre me ensinou a fazer a coisa certa, sempre respeitou as minhas escolhas.
Dependendo do ponto de vista, uma escolha dita como certa pode ser errada e uma escolha dita como errada, pode ser uma escolha certa!
Ouvi dizer que a esperança é amorosa com quem a tem, que o amor é complacente com quem o sente, que a fé é poderosa com quem a usa e a vida é, apesar das dificuldades e atropelos, gratificante com quem sabe viver. Independente de quem disse essas verdades, eu escolhi aprender esta lição. Pois, benditas sejam as escolhas certas que fazemos em nosso dia a dia.
Recuso-me a aceitar a sentença de que "eu sou o que sou". Eu sou - e ainda assim temporariamente - o que EU DECIDO ser.
Não existe nada mais delicioso do que olhar para a sua própria história e se sentir gratificado pelo que internamente se construiu, independente do que subsista do lado de fora.
Toda escolha implica numa renúncia, como na bifurcação em que o caminho escolhido nos cobra abandonar o outro. Escolher a paz, por exemplo, pode exigir abrir-se mão de coisas importantes, mas que se fizeram menores ao se mostrarem incompatíveis com ela.
Alguns têm dificuldade para fazer a escolha certa entre o que quer, o que pode, o que deve e o que convém. Imaginem algo como, por exemplo, perdoar alguém, onde minha natureza pacífica me diz que quero, a distância entre mim e o outro mostra que posso, já a realidade me aconselha que não devo, e o bom-senso me confirma que não convém, a menos que me mostre disposto a conviver com o inaceitável.
Se você supõe oferecer muito acima do que o outro merece, mas este se mantém firme para sustentar posições que o contrariam – mesmo com risco de perder a posição que você tão magnanimamente acredita estar lhe proporcionando – um pouquinho de bom-senso e inteligência o fará concluir que ninguém escolhe perder algo que o esteja realizando simplesmente para ser do contra, e só isso já deveria prestar-se a uma reflexão se o que está oferecendo em troca daquilo que cobra é tão bom assim quanto você acredita.
Ao longo de minha vida tive várias incertezas sobre o que eu queria colocar nela; mas essa dúvida, por focar sempre o depois, nunca aconteceu em relação ao que eu NÃO queria.
Bom, guerreiro, filho de Ogum e Iansã. Atento com as minorias por índole, finalidade e princípio. Qualquer um, tendo levado as pancadas que levou, no momento em que levou, poderia entrar em desespero ou se entregaria, vencido, a uma depressão que nenhum analista daria jeito. Ele preferiu lutar e reagir. Fez da vida e do trabalho uma luta constante. Acreditou. Passou, quando pôde, prova constante e convincente do que exigiram dele. Criança, gostava de recitar Fagundes Varela; talvez porque o sobrenome lembrava aquarela, que também lembrava uma maleta cheia de lápis de cor e hidrocor. Não carrega nada diluído no sangue por herança de família, traz na ascendência os Silvas que admira por aí. No que escreve sim, mostra que há algo de genético. A ideia que nos dá é de uma nova versão de um filme já visto, com enredo de um discurso comentado. Guerreiro de boas ideias, jamais se considerou derrotado. Pode ter perdido uma batalha, mas acossa o inimigo na certeza de que a vitória, ao fim da guerra, chegará. Espoliado no seu maior tesouro sentimental, a esperança; ao invés de procurar refúgio no castelo do conformismo, preferiu atacar os ladrões em campo aberto, não lhes dando trégua, encarando-os de frente e lutando com a única arma de que dispunha; a palavra, no libelo contundente e na busca da liberdade de pensamento e da tolerância zero para o que não é correto. Esse, perdedor da última batalha, muso da reação, ativista, aparentemente alguma coisa, sugestivo de coisas impublicáveis, mas que minou, à sorrelfa, o terreno lamacento onde pisam os indiferentes. A incoerência de tudo está nos olhos que sempre deveriam ver tudo azul.
Assim como qualquer outra qualidade, a generosidade é uma questão de escolha, você a tem se quiser ter.
no final das contas será uma questão de coragem, decisões de extrema importância em nossas vidas envolvem ganhos e perdas e ao pensar sobre isso percebemos que de um jeito ou de outro teremos que ter coragem, coragem para aceitar o novo, coragem para deixar o velho ir
