Poema sobre Escolhas

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O que a gente chama de destino é, na verdade, a soma das escolhas feitas por amor.

O destino é o reflexo da soma das pequenas escolhas que a sua distração ignorou.

Somos feitos de escolhas. Se você escolhe ser vítima, o mundo lhe dará um palco. Mude o roteiro: a sua liberdade reside na sua reação.

Entre a ferida e o abraço existe um caminho de escolhas pequenas que devolvem humanidade.

Quando penso em destino, penso em escolhas sutis. Não em decretos gravados em pedra, mas em trilhas. Cada pequena escolha é nó que nos define. Às vezes desfazemos, outras apertamos ainda mais. E o resultado é essa tapeçaria que somos.

Exibo cicatrizes invisíveis que alteram minha postura, pesam nas minhas escolhas e ditam o ritmo da minha caminhada.

Carrego cicatrizes que ninguém vê.
Mas são elas que moldam meus passos, minhas escolhas, meus medos e minhas pausas. Elas me acompanham como sombras discretas. E, mesmo invisíveis, determinam muito do que eu sou.

Todas as limitações que dependem das suas escolhas e atitudes são de sua responsabilidade.

É preciso estar atento nas intenções das escolhas, pois são essas intenções que trazem as consequências, sejam elas boas ou ruins.

Criamos o que queremos sentir na própria mente; são nossas escolhas, pensamos o que queremos, seja positivo ou negativo, assim como podemos nos machucar ou nos curar.

Quando eu penso que o outro vai me julgar pelas minhas escolhas, eu estou, na verdade, me julgando antecipadamente pelas escolhas que eu fizer.

E de repente a vida que é feita das escolhas te surpreende no qual te vira e revira ao avesso;
Contudo você entende que a vida só quer provar a você próprio que é necessário as dificuldades para se aprender;

O tempo voa, o mundo gira, pessoas mudam... Então por que o coração não possa fazer novas escolhas?

"Se você não sabe o que quer, nenhuma das escolhas será útil para ti."

Muitas vezes, na busca da liberdade de escolhas, acabamos por aprisionar nossa vontade e destruir nossos ideais!

Somos responsáveis por nossas escolhas e tudo que nos encontra é consequência do que fizemos ou escolhemos fazer, é o resultado, mas a nossa humanidade não sabe lutar e acaba procurando alguém para assumir o lugar que é nosso.

A liberdade não está em fazer o que se quer, mas em suportar o peso das escolhas que se fez; porque é nesse fardo silencioso que a alma deixa de ser prisioneira do acaso e se torna autora do próprio destino.

Há escolhas que parecem pequenas, mas decidem destinos inteiros. Não pelo que produzem fora, e sim pelo que autorizam dentro. Cada vez que a consciência se trai para evitar desconforto, algo se estreita; cada vez que sustenta a verdade apesar do custo, algo se expande. Viver, no fundo, é negociar diariamente com aquilo que não aceita ser corrompido.

Repetir as mesmas escolhas pode prolongar o passado. Mas, quando quem escolhe já não é o mesmo, a escolha também se transforma. O que antes era repetição pode tornar-se reencontro consigo, coragem de mudar a direção e um novo começo para uma história que merece ser vivida com fé, ousadia, cumplicidade, amor e cuidado.

Ao repetir as mesmas escolhas, talvez tenhamos um longo passado pela frente. A menos que essas escolhas já não pertençam ao mesmo contexto, mas revelem o reencontro com nossos desejos, valores e propósito. Nesse caso, não se trata de repetir o passado, mas de escrever um novo capítulo da própria história.