Poema sobre Assalto
Essas orientações sobre o coronavírus e esse monitoramento feito pela Anvisa nos aeroportos, agora, 26/02/2020, já deveriam estar sendo realizados muito antes do carnaval (aliás, nem deveria ter tido carnaval). Esperaram aparecer o primeiro caso, aqui no Brasil, para tomarem as medidas preventivas. Não há motivo para pânico, mas há motivo para se contaminar, e até morrer.
O ciúme e a inveja são sinais. O primeiro grita sobre um apego excessivo, uma insegurança que pede cura. O segundo sussurra sobre desejos não atendidos, um chamado para olhar para dentro e identificar o que verdadeiramente anseia.
Ambos são desconfortos tóxicos, mas trazem um convite oculto: o de transformar a energia da comparação em combustível para a própria evolução. Em vez de se perder no medo da perda ou na dor do que falta, use esse incômodo como bússola. Fortaleça seus laços a partir da confiança. E direcione o desejo pelo alheio para construir, com seus próprios recursos, uma vida que seja genuinamente sua. A verdadeira conquista nasce da autorrealização, não da sombra do outro.
Para viver de verdade, pensando bem sobre a vida, é preciso ser amado; amar e se amar. Ter esperança. Questionar o que nos mandam fazer, sem brigas tolas, mas sem apenas aceitar tudo. Aproveitar o bom, mas também enfrentar o ruim. Aguentar sem se curvar, aceitar sem se humilhar, se doar sem deixar de ser você mesmo. Sonhar, porque sem sonhos a vida perde a luz. Fugir, com a liberdade do pensamento, da pressão para ser igual a todos. E que cada coisa que façamos seja, naquele momento, o nosso melhor.
Quem nunca refletiu sobre o próprio desejo está condenado a seguir ordens alheias, vivendo conforme regras que não escreveu.
Caixinhas. Hoje refleti sobre elas. Geralmente são surpresas, mas também podem ser de recordações, de chocolate, de música (daquelas com bailarina, sabe?! Me encantam) As caixinhas de problemas, essas sim, nem pense que é feita apenas dos problemas, elas são cheias de verdades, sinceridade, cuidado, respeito e crises de riso e choro (ao mesmo tempo, daquelas de ficar com a cara vermelha, vai entender). O que posso dizer da caixinha de problemas? Surpreendente! Quanto aos problemas, esses ainda não consigo ver.
Lembro da varanda, do sol, da ausência do sol, da cortina fechando e do teu corpo pairando sobre o meu.
Nada é semente do acaso! tudo que acontece, é fruto do descaso de cada indivíduo sobre seus próprios deveres e responsabilidades.
Deus é responsável pelo meu ateísmo. se ele realmente existe, isso reforça os argumentos sobre sua irresponsabilidade; mas se não existe, estarei sendo tolo por gastar meu tempo tentando desaprovar alguém que é fruto da carência e imaginação humana.
A verdade é que eu não saberia dizer sobre um assunto que finaliza depois do começo infindável de um problema que já poderia ter acabado.
Eu não dou, não vendo e não empresto opinião sobre a vida de ninguém. Não quero entrar no seu casamento, mas peço que você pense com calma. Se está ruim e você acredita que é melhor seguir outro caminho, a decisão é sua. Eu apenas aconselho; você escuta e escolhe o que for melhor para você. Quem vive a sua vida é você, não eu.
Já lutei no mundo real e desperdicei horas em discussões vazias sobre política e futebol na internet. Agora, encerro todos os debates: minha única prioridade é a batalha pela minha própria vida.
A cada dia sou surpreendido pela decepção que surge quando as certezas sobre as pessoas se revelam ilusões.
Plantei flores em solo seco e colhi apenas o esquecimento, mas entendi que a bondade é sobre o meu caráter, não sobre o reconhecimento alheio. Onde deixei amor e recebi o vazio, sigo em frente com a paz de quem deu o seu melhor, pois a ingratidão do outro é uma corrente que ele carrega, enquanto o meu desapego é o que me liberta.
A cada dia que passa, mais uma bomba cai sobre valores e dignidade nesse país manchado de ódio, distorcendo por completo o que é certo e inegociável. A cada dia que passa, barbaridades são mascaradas e pessoas choram sangue buscando uma ajuda que se apequena dia após dia. Até quando os dias vão passar? Crimes não punidos, dores não cessadas... enquanto sorrisos são perdidos. Não podemos nos calar, porque esse é um silêncio que mata!
Confesse que tenho dúvida sobre esse amor, falar no discurso que ama é lindo, mais nas atitudes e uma decepção.
"Muitas vezes nos questionamos sobre a origem do sofrimento e das tribulações em nossas vidas. Nesses momentos, a sensação de abandono pode surgir, mas a verdade é que as provações servem como um processo de aprendizado e fortalecimento. Deus permite tais desafios para que possamos exercitar a resiliência e manter a fé inabalável, compreendendo que a vitória é, frequentemente, o fruto da perseverança diante das dificuldades. Nos momentos de dor, que busquemos força no exemplo de Jesus Cristo."
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