Poema sem Amor Madre Teresa
Há amores que se escondem
debaixo de uma camuflagem
com receio de se declararem
e perdem o tempo, que bobagem!
Querem que o outro advinhe
quais são seus sentimentos
correm risco de que tudo definhe
porque são teimosos jumentos !
"Kando
Há um vale de belas flores,
Um oceano calmo e límpido,
Uma noite de céu claro e estrelado,
Quando meus olhos te encontram...
Ouço música soando docemente,
Percebo o ritmo de uma dança,
Uma leveza transmitida no ar
Quando ouço a tua voz...
Escrevo versos e poemas,
Ouço canções que você gosta,
Vejo a todo momento seu status
E fico aqui em você, pensando...
Se eu não pudesse te ouvir,
Se eu não pudesse te ver,
Nem mesmo te encontrar,
Ainda assim te sentiria dentro de mim..."
Você ainda mora em mim, e de você eu não quero sair.
De alguma maneira eu não quero deixar de me abrigar em ti.
Teu abraço imaginário é onde eu faço morada;
E quando eu fecho meus olhos, é nos teus que fico mergulhada.
Teus olhos, tão verdes, vistos tão pouco pelos meus.
E o mar tem a cor do teu olhar,
e pra ele que olho quando quero me lembrar,
do quão bom era você me olhar, antes de me dizer Adeus.
O Adeus que saiu tão friamente dos teus lábios,
estes mesmos que me beijavam,
como se nunca fossem se despedir dos meus.
E Eu viveria tudo de novo, mesmo sabendo como iria terminar,
só pra poder vivenciar cada encontro do teu corpo com o meu.
Se a condição de te ter de volta nesta vida
fosse passar por cada momento nosso de novo,
até pela despedida,
então eu iria ao teu encontro de maneira repetida.
E eu ficaria neste ciclo, sabendo que depois de cada fim,
nosso recomeço viria em seguida.
Eu teria infinitos começos e fins com você,
vários encontros e desencontros,
vários últimos beijos de boa noite,
milhares de primeiros olhares de bom dia.
Eu teria as caricias no cabelo a cada manhã,
e os beijinhos rápidos de “Até a próxima vista!”
Eu teria a gente na cozinha no lanche da madrugada,
e você me esperando no posto de gasolina.
Eu teria os encontros com os amigos, as risadas, as piadas;
E você me dizendo: mais 10 minutinhos e já vamos pra casa.
Tua casa!
Minha morada nos fins de semana,
minha paz com hora marcada.
Mas agora tive que fazer do meu coração o teu lar,
e te abrigar em cada parte do meu ser.
Porque agora pra te encontrar eu tenho que olhar pra dentro de mim.
É o que resta de um amor que chegou ao fim,
sem nem ter chegado a ser amor enfim.
Encanto
Despretensiosamente
Assim como quem nada deseja
Encanto todos ao meu redor
Pois no fundo
Este alguém tudo almeja
Talvez seja este o problema
A grande falta de expressão
Ou talvez seja a sorte
Pois cativei sem querer
Querendo o seu coração
Vida,
que te quero em mim,
almejando realizar sonhos,
sonhos que os quero sim,
devaneando louca
Louca...
que nem sou, enfim,
mas grito palavras em ecos,
que as vezes como espinhos ferem,
mesmo tendo
a voz de cetim,
sonho...
vivo...
sou assim...
assim...
assim...
"Vejo agora você
Mas parece que você não me vê
Tento me aproximar
E vejo você se afastar.
Se pelo menos eu soubesse se esse sentimento é mesmo correspondido
Se pelo menos você parasse de me confundir
Uma hora diz que está a me amar
Na outra no meu rosto nem quer olhar.
Diz que comigo ama conversar
Mas quando te chamo estas apenas a vizualizar
Nenhuma resposta recebo
E isso está começando a me causar medo.
Quero pelo menos um sinal
Pois o amor é um sentimento fatal
Fatal para meu pobre coração
Que já cansou de sentir a solidão."
Eu poderia declamar mil poemas,
Poderia escrever mil canções,
Poderia cantar mil cânticos,
Mas nada disso diria o quanto
[te amo].
Vejo flores em cada curva
Em cada abraço
Em cada olhar
Vejo flores em seu caminhar
Vejo flores em teu beijo
Em tua fala
Em teu sorrir
Vejo flores em cada verso que faço para ti
Vejo flores em tudo que contemplo
Começo a duvidar do meu ver
Devaneios? Miragens? Talvez...
Mas prefiro pensar que a razão dessas flores seja você
As estações do ano possuem um significado demasiado para mim
Cada uma dela com suas peculiaridade
A primavera das flores
Suas cores
Seus aromas
Seus sorrisos
O teu sorriso que faz crescer em mim uma felicidade infindável
O verão com seu calor intenso
Um calor de paixão
A paixão que se ascendeu em mim no momento em que, pela primeira vez. olhei para ti
O outono com seus ventos que gentilmente assobiam
Com o cair das folhas
O cair, sereno, do amor, vindo de ti, em mim
O inverno e suas temperaturas que fazem tremer as pernas
Assim como faz tremer cogitar, mesmo que por uma fração minúscula de tempo, a possibilidade de um dia o seu coração eu não habitar
As estações, mesmo com suas grandezas fascinantes, eu as trocaria, sem remediar, por um segundo a mais que fosse ao teu lado para só mais uma vez dizer: "Eu te amo"
De tempos em tempos, pego-me observando o mundo
Observando as luminescências encantadoras advindas do seu interior
De tempos em tempos, pego-me admirando o mundo
Admirando suas paisagens, minunciosamente, como se cada instante fosse o último a ser atentado
De tempos em tempos, pego-me sentindo o mundo
Sentindo suas fragrâncias
Fragrâncias únicas que me fazem sentir como se estivesse me deleitando em um mar de rosas
De tempos em tempos, pego-me amando o mundo
Amando tudo que há nele
Cada traço
Cada aspecto
Cada sentimento
Cada singularidade dele
E, em todos esses "tempos", noto que, o mundo que tanto observo, admiro,sinto e amo, é você
O que era menos, agora é mais
Não va agora!
Toma um café.
Me pede um cafuné?
Só não vá embora!
Te dedico uma canção,
Falamos do cotidiano,
Da vida e dos planos.
Isso afasta a solidão!
Coisa boa te ter por perto.
Falando das flores,
Colorindo o deserto.
Tua presença traz alegria e paz.
Agora que você chegou,
O que era menos agora é mais.
VIDA DELIRANTE
A vida grita coisas delirantes,
Partindo em espaços descontínuos,
Entristecida e só!
Só pelas rudes campinas do luar...
Choram as víboras desesperadas,
Querendo sangrar a alma, querendo matar o dia!
Não tendo porquê, histórias repletas
De cantos difusos e fatos inúteis
Que lembram desgastes de velhas lembranças
Do fruto maduro, apodrecido pelo tempo, inútil!
Enlaçando os coros de uivos rebentos,
Morrendo nos dias, fugindo das horas...
A Espreitar
A espreitar esta imensidão,
Vejo que os mundos em paralelo
Numa forja ótica de ilusão,
Quase reconstroem um castelo
Em magnetismo e sedução.
E nem assusta a colisão.
São planetas tão distantes,
Com sentimentos pulsantes.
Mas revigora sim, a emoção
Em forças que tenho em mim,
E continuo eternamente assim...
A espreitar o infinito...
AMADA
Sentimento que explode
Ecoando em milhões de megabytes,
Aos sons das palavras, sussurradas,
Em luzes coloridas, refletidas!
Neste sofisma translúcido
Do eternamente apaixonada
Na citação lírica, poética, ou lúdica,
Que disséramos já logo na chegada.
Mas percebo agora que bem melhor,
Do que somente amar, por amar o amor,
É senti-lo, tão somente sabendo-se,
Amada!
Vem senta aqui
Te faço um cafuné ou um café
Não vai agora não, fica mais um pouco
Será que um dia você já chegou a querer fica?
Me pergunto por que de tantos nãos
Você vem e vai
Não sei mais se é sonho ou realidade
A noite vibra, luzes fortes, música alta
Nem isso me distrai
Vejo todas essas pessoas sorrindo, se amando
Por que é tão difícil sermos um casal?
Vem deita aqui
Te dou mil beijos ou nada
A muito tempo ouvi te amo sair dá sua boca
Realidade de um passado ultrapassado
Será que um dia foi amor mesmo?
Voltando de uma noite agitada
Você vai e vem
Não sei se é realidade ou sonho
Você bebe do seu whisky e saboreia do meu corpo
A manhã chega e você vai
Sou o que para você?
Não deixe eu me entrega para essa loucura chamada amor
Não deixe eu te deixar
Sempre vou unilateral?
Sempre foi algo tão seco?
Sempre foi só eu?
Sempre vai ser assim?
Vem comigo
Me beija
Me abraça
Me segura
Não deixe eu me entrega para essa loucura chamada solidão
Fica essa noite, e se quiser o resto dá sua vida
DÊ POIS
Para os nãos, melhorias
Para os adeus, aprendizados
Para os choros, alegrias
Em alguns pontos revelados.
Para os aqui, a clemência
De saber continuar
Para os ruins, a inteligência
De nos memorizar.
Para todos, nossas marcas.
Para os bons, nosso esforço.
Para os sonhos, nossas barcas.
Para os medos, nosso esboço.
Para o ato, não ter dó
Que viver é por um triz.
Para quem não poetar,
Nossa eterna cicatriz.
Para a grandeza, paciência
E pós vitória, atividade
Para o que é morno, abstinência
Para o que ferve, eternidade.
Para o amor, a mudança
Para saber prosseguir
Que nada fica sempre igual
Mas nos merece se o "fe", RIR
Não consigo te ver
Não sei onde estás
Mas pra quê preciso ver...
Se eu te amo
mesmo sem poder te tocar
Sei que muitas vezes
eu não mereça
Sinto sua presença
Como um pai
que não abandona o filho
na hora do desespero e perigo
Está sempre lá
conduzindo para o melhor caminho
E quando tudo está em ordem
Fica a vigiar
E nunca dorme
Não consigo te ver
Não sei onde estás
Mas pra quê preciso ver
Se o seu nome eu sei de cor
Meu anjo
Protetor
Deus pai e criador
Pra sempre vou te amar
Mesmo não vendo onde estás
Há pessoas, de fato, especiais !
humanas, amigas e amadas,
não as esqueceremos jamais
enquanto a vida nos for dada !
Aniversário do Pequeno Príncipe
Todas as cores posso te desejar
Chuvas de rosas e arco-íris pintar
Mesmo jasmins para seu jardim perfumar
Ou raios de sol para suas campinas florescer
Nada disso seria suficiente
Para poder descrever
A quantidade de sonhos realizados
Manhãs tranquilas
E tardes de caminhadas macias
Que imagino te desejar.
É seu dia. Seu novo ano.
Seu novo ciclo para ser abraçado
Desejado, acariciado.
Que os desejos descritos nos versos acima
Venham com mais cores e forças
Derramados como chuvas das forças divinas
Gotejando quimeras e primaveras
Para seus passos de guerreiro
E para seus olhos turquesas de garoto faceiro
Cresça e viva leve e feliz menino do Rio
Homem das formas que inspiram e desenham
Formas ainda mais lindas para nosso mundo.
Cabelos de ouro,
Armaduras em ferro e couro
Com pele de diamante
Do coração brilhante
Como joias em flor
Te desejo amor
E caminhos lindos sem dor
Há tantos caminhos para trilhar
E que neles haja sempre o encanto da vida
A te amar e respeitar
Deitas no pequeno planeta
Como um nobre pequeno príncipe
Que veio de uma constelação
Caiu aqui segurando a cauda de um cometa
Porque seres de luz
Que a própria poesia traduz
Faz com que tudo que toque
Vire estrelas
Como o brilho de seus olhos
Continue com seu toque de Midas
Iluminando nossos passos,
encantando em seu dia, nossas vidas!
Olhei através do espelho e vi o vazio de um ser, sem destino, sem vida, sem esperança, sem razão de existir.
Olhei para o lado vi a escuridão que me cobria os meus olhos, como se não houvesse amanhecer e apenas a cálida escuridão que que me lacerava a alma.
Triste, só, abandonado, me sentia, e cada dia mais essa dor sufocante como se uma faca em brasa me toca o peito e destrói a última esperança de um dia ver novamente a luz.
Porém essa luz veio através de um doce sorriso de uma linda e iluminada sereia, sua voz suave, falava como se fosse abrisa do mar, sua alegria como as rosas da prima verá e sua felicidade que encantava e ardia meu coração como o calor do verão, seus olhos castanhos lindos como jóias, seus cabelos cacheados como os de um anjo e seu jeito como o de uma mulher forte e Gentili, libertou-me de minha escravidão, e livrou-me do meu cativeiro, hoje ao seu lado sinto-me como se voasse livre.
