Poema sem Amor Madre Teresa

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A paixão é um sentimento momentâneo e o amor é duradouro, mas ambos acabam com o tempo. Portanto, aproveite a paixão e cuide do amor. Mas nunca esqueça de viver a felicidade!

O amor existe sim, só é tímido demais pra aparecer, mas se ele um dia aparecer pra você e você não perceber, tudo bem, se ele realmente for o amor ele vai está sempre por perto!

Dizem que o amor para com uma pessoa acabada, mas porque isso se o de amigo, o de mãe, o de Deus, não tem fim? Não adianta dizer que são amores diferentes. Amor é sempre amor, não existe amor de amigo, amor de namorado, amor de mãe... Amor é quando temos uma pessoa como essencial em nossas vidas, sempre querendo o bem. É quando aquela pessoa, mesmo que ausente, continua em nossos pensamentos. Agora, afeto, carinho e paixão, esses sim diferenciam os tipos de relação! Se você realmente ama alguém, nem a distância é capaz de interferir nesse sentimento.

Conscientize-se de que sua inteligência é superior às suas medidas, que ser magrinha não atrai amor instantâneo, que sua personalidade é um cartão de visitas, que a felicidade é a melhor maquiagem, que ser leve é que emagrece.

Que eu encontre dentro de mim as doses de amor que preciso para viver todos os dias com a certeza que sou feita de sentimentos bons. E se porventura algo amargar, que eu feche os olhos e retorne para dentro outra vez, até que adoce novamente.

Meu amor, você me faz sorrir olhando a tela do celular e parecer uma louca para quem me olha e não entende o quanto é bom ter alguém como você, que torna tudo melhor e mais fácil. E me faz querer sorrir por tudo e o tempo todo. Me faz escutar uma música qualquer e fazer dela parte da nossa trilha sonora. Me faz pensar em você com esse teu sorriso lindo olhando pra mim, me guardando no teu abraço e me fazendo esquecer todo o resto. Me faz escrever sobre você quando eu menos espero, sobre coisas que eu ainda não entendo como ou por que. Mas que, ao mesmo tempo, acontecem sem esforço algum. E me faz perceber que, sem perceber, minha felicidade se tornou parte da tua. E, você, parte de mim.

O amor não é uma alucinação romântica; é o único ato político capaz de sabotar o niilismo e a indiferença.

O amor não dói por ser intenso, dói porque revela o quanto somos dependentes do reconhecimento do outro.

Se a moral fosse filha do medo, ela desapareceria na ausência de vigilância; mas o amor a mantém mesmo no silêncio.

Se deus é amor, alguém esqueceu de atualizar o manual de instruções da realidade.

A criação não foi um ato de amor, foi um espasmo de tédio de uma entidade que não suportava o próprio vazio.

Sou o universo em colapso, querendo o infinito, carregando o amor como uma supernova.

O amor é o único erro de cálculo que vale a pena cometer num universo indiferente; é a única forma de cuspir na cara do nada e dizer: "Hoje não, hoje eu escolhi a alucinação de ser importante para alguém".

Amor surge do caos como uma faísca em pólvora seca, incendiando almas que outrora congelavam no gelo do desespero solitário.

O amor que se estende a todos não alcança ninguém; é uma moeda inflacionada que perdeu o seu valor de compra.

Exigir o amor universal é exigir uma mentira biológica em nome de uma santidade hipócrita.

Se o amor requer provas, o amor ao desconhecido é apenas um estelionato emocional.

O amor ao próximo é a algema de ouro que o coletivismo usa para escravizar o indivíduo.

Talvez o problema seja o conceito de "amor": para o religioso médio, amar parece ser o ato de odiar fervorosamente qualquer um que não se curve ao seu delírio coletivo.

Embora eu não experimente mais o amor quando morrer, o amor provavelmente continuará vivendo sem mim