Poema Rir de Charlie Chaplin
Eu tinha tanta inocência.
E, não havia um instante, em que momentos ruins, me faziam entristecer por completo.
Quando a percepção chegar, ela sempre chega. Continue sendo você.
Não abra mão de nada que ama. Lute sempre, para nunca no futuro, imaginar que poderia haver outras possibilidades.
Viva a vida que deseja. Não se autossabote!
A gente escolhe sim, o nosso futuro!!
E, sim. A gente consegue ser o que a gente quiser, não falando materialmente, mas no nosso interior.
Nunca devemos deixar morrer a criança que existe em nós.
Eu nunca deixei.
Ela nos salva de muitas coisas.
Hoje, não tenho mais amigos daquela época, talvez nunca foram.
Elas queriam o meu brilho, acho que de algum jeito conseguiram tirar um pouco disso de mim.
Não deixe que tirem de você.
Te amo muito ❤️
E, quando encontrar um grande amor, que rolar o tchan, que o seu coração palpita e você escreve pensando nele, que chora quando imagina estar sem ele. Lute pelo amor dele. Porque o amor se constrói. É, na adolescência geralmente é onde a gente encontra o verdadeiro amor das nossas vidas.
Fale tudo o que o seu coração pedir, olho no olho por carta, mas fale.
Nunca deixe o seu amor fugir de você, por ter medo de expressar o que sente.
O amor só precisa de uma porta, e nós mulheres temos esse poder de abrir, no coração de qualquer homem.
O amor da sua vida pode estar a um passo das suas palavras.
Sempre acreditei que recomeços existem enquanto estamos respirando.
E, aqui estou eu, renascendo em todas as nuances da minha vida.
Às vezes, o sucesso está a uma linha de uma frase escrita com a alma.
Eu achei que tivesse perdido a inspiração.
Mas, com tudo o que aconteceu, eu renasci com minhas palavras, da forma mais forte possível.
Perder um blog com uma década de história, e ficar totalmente resiliente com isso, é uma forma de renascimento.
Eu encontrei o meu lugar, e estou feliz.
Há um dia na vida, que a vida vai te pregar peças.... E, você vai precisar ter muita resiliência para não desistir. Por isso, é importante sempre trabalhar a paz mental!! Ela nos salva de coisas absurdas da existência, nos piores momentos dela. Eu sou prova disso!
Morri, e renasci.
Sofrer um colapso séptico e sobreviver, é um milagre.
Passar por uma cirurgia de emergência, e depois mais outra, com sequelas terríveis no corpo, e estar de pé, me faz sentir que sou como um soldado na guerra, lutando até o último homem, mas nunca desistindo.
Restam as dores, mas cá estou eu.
Minha paz interior, está nas alturas!
Obrigada universo por tudo isso. Descobri que sou forte, sem nunca querer ter sido.
Hoje sonhei com uma mulher negra e uma criança. Eu estava na África. Ela era artesã, e eu a chamava para vir para Barra do Corda, porque lá ela não tinha como vender nada, mesmo tendo muito talento.
Depois, sonhei com a vizinha daqui organizando um grande churrasco. Ela colocava convites do tamanho de duas folhas A4, pendurados em um cordão com prendedores de roupa. Estavam muito altos, praticamente na altura do céu.
Em seguida, sonhei com uma mulher árabe se escondendo de muçulmanos. Não entendi bem, já que era a mesma religião, mas ela tinha medo de que descobrissem que também era muçulmana. Eu a escondia.
Depois, sonhei com um homem que foi amarrado dentro de um carro e jogado em uma gruta cheia de outros carros, todos luxuosos.
No final, eu queria salvá-lo. Mas, de repente, eu era ele, tentando retirar as fibras que prendiam meu pé. Acabei me escondendo de uma pessoa que fazia parte de uma família muçulmana… e então acordei, kkkkk.
Ontem sonhei que estava em um tipo de abrigo, junto com várias outras pessoas que também precisavam de cuidados. Havia uma indiana chamada Lininus; ela era muito alegre e feliz, e estava com uma criança. Ela me dizia “Deus te abençoe” e me deu um abraço forte. Eu disse a ela que, se conseguisse algo material na vida, iria procurá-la para ajudar no que fosse possível. Ela riu.
Depois, apareceu um rapaz negro. Ele sorriu para mim e orou por mim, segurando o topo da minha cabeça com a mão direita e os olhos fechados. Eu também fechei os meus. Ao final, ele me desejou boa sorte e deu um leve beijo na ponta do meu ombro esquerdo.
Em seguida, havia uma menina que conheço. Ela estava diferente da vida real: tinha cortado o cabelo em chanel curto e estava muito, muito feliz ao contar um sonho que teve comigo, para mim e para quem quisesse ouvir. Ela começou dizendo: “Era uma linda flor, e apareceu o espírito…”. Ela gesticulava e ria. Eu vi várias outras pessoas conhecidas ali, naquele lugar.
No sonho, eu estava voltando para minha casa após dois meses me recuperando de uma cirurgia. O curioso é que, na vida real, estou na casa da minha sogra, me recuperando de uma cirurgia de três hérnias, uma umbilical e duas inguinais. Hoje, 18 de abril de 2026, faz 1 mês e 13 dias da minha segunda cirurgia.
Nesse sonho, acredito que eram guias espirituais zelando por mim, em forma de pessoas que conheço. Eu estava muito feliz e disse a todos que os ajudaria de alguma forma, algum dia na vida. No final, nem deu para ouvir o restante do sonho da Alessandra, porque meu marido entrou no quarto e eu acabei despertando.
Eu demorei para entender que minha fé não precisava de moldura. Não era sobre pertencer a um templo específico, repetir palavras decoradas ou provar algo para alguém. Um dia percebi, quase em silêncio, que Deus não estava distante nem escondido atrás de rituais; Ele morava em mim. E quando entendi isso, algo dentro de mim ficou tranquilo, como se finalmente eu tivesse chegado em casa.
Não depender de religião não significa desrespeitar quem encontra Deus nela. Pelo contrário, cada pessoa tem seu caminho, sua ponte, sua forma de conversar com o céu. A minha foi mais silenciosa, mais íntima. Foi no meio das minhas dúvidas, das quedas, das noites em que eu conversava sozinha com o teto, que comecei a sentir uma presença que não precisava de intermediários. Era uma fé simples, quase cotidiana, como respirar.
Eu descobri que Deus aparece quando eu cuido de alguém, quando eu escolho ser justa mesmo sem aplauso, quando eu perdoo, quando eu me levanto depois de um dia difícil. Ele está nos gestos pequenos, nos pensamentos que tentam ser melhores do que ontem. Mora nas decisões que tomo quando ninguém está olhando.
E isso muda tudo. Porque quando a gente acredita que Deus vive dentro da gente, a responsabilidade também muda. Eu passei a olhar mais para dentro, a vigiar minhas próprias atitudes, a tentar ser um lugar bom para Ele habitar. Não perfeito, porque ninguém é, mas verdadeiro.
Hoje eu caminho assim: sem precisar provar fé para ninguém, sem carregar rótulos pesados, mas com uma certeza calma de que não estou vazia por dentro. Há uma luz ali, discreta, constante, que me lembra todos os dias que Deus não está longe. Ele está aqui, comigo, vivendo cada passo da minha história.
Você entra nesse mundo sem manual impresso na mão, mas logo descobre que existe um livro que atravessou milênios tentando cumprir exatamente esse papel. A Bíblia não se apresenta como um guia simples, direto, técnico. Ela se apresenta como um enigma vivo. Um texto que respira conforme quem o lê. Um espelho que nunca reflete duas consciências da mesma forma. E talvez esse seja o ponto que você evita encarar com profundidade. A Bíblia não foi feita para ser decorada, foi feita para ser atravessada. E atravessar algo é sempre diferente de possuir.
Você pode ler os mesmos trechos dezenas de vezes. Pode sublinhar, anotar, marcar páginas. Ainda assim, nunca será a mesma leitura. Porque quem muda não é o texto. É você. O que se transforma é o ponto de consciência que você ocupa no instante da leitura. E isso revela algo desconfortável para quem busca controle absoluto. Não existe interpretação final. Não existe leitura definitiva. Existe encontro. E todo encontro depende de quem chega.
A Bíblia não se oferece como um livro morto. Ela se comporta como um organismo simbólico. Suas histórias parecem simples à primeira vista, mas operam em camadas. Narrativas de pastores, reis, guerras, quedas, promessas, traições e redenções. Mas por trás da superfície histórica existe uma arquitetura psicológica e espiritual que continua se repetindo dentro de você e dentro de mim. Porque o jogo humano não mudou tanto quanto você gosta de imaginar. Mudaram as roupas, as ferramentas, os nomes. A estrutura interna permanece.
Quando você lê sobre o deserto, você não está lendo apenas sobre areia e calor. Você está lendo sobre períodos de escassez interna, sobre travessias sem garantias, sobre caminhar sem saber exatamente onde vai chegar. Quando você lê sobre o dilúvio, não é apenas água. É excesso. É saturação. É o colapso de um sistema interno que não se sustenta mais. Quando você lê sobre a cruz, não é só dor física. É confronto com limites, com escolhas irreversíveis, com o custo real de sustentar uma verdade até o fim.
E é aqui que o enigma começa a se aprofundar. Duas pessoas leem o mesmo trecho. Uma sente consolo. A outra sente confronto. Uma encontra esperança. A outra encontra acusação. Isso não acontece porque o texto é confuso no sentido vulgar da palavra. Acontece porque o texto funciona como um campo simbólico que ativa conteúdos internos diferentes em cada leitor e leitora. Ele não entrega respostas prontas. Ele provoca perguntas certas. E perguntas certas quase sempre incomodam mais do que respostas fáceis.
Você pode tentar enquadrar a Bíblia dentro de um sistema rígido de interpretação. Pode usar dogmas, tradições, instituições, teologias fechadas. Isso oferece uma sensação momentânea de segurança. Mas em algum ponto, se você for honesto ou honesta consigo, vai perceber que o texto escapa. Ele sempre escapa. Ele diz mais do que qualquer doutrina consegue conter. E isso não é falha. É intenção.
O arquiteto desse jogo não criou um manual técnico. Criou um mapa simbólico. Um mapa que exige consciência, responsabilidade e maturidade para ser lido. Porque se fosse um manual direto, você apenas obedeceria. Não haveria crescimento. Não haveria liberdade. Não haveria jogo. O enigma existe para impedir que você terceirize completamente sua consciência.
Cada metáfora bíblica é uma porta. Mas nenhuma porta se abre sozinha. Você precisa empurrar. E empurrar exige força interna, exige enfrentamento, exige disposição para ver coisas em você que talvez prefira manter escondidas. É por isso que muita gente lê a Bíblia buscando confirmação do que já acredita, e não transformação do que precisa ser revisto. O texto permite isso também. Ele respeita seu nível de disposição. Ele não invade. Ele responde conforme a pergunta silenciosa que você carrega.
Você não consegue decorar todos os trechos. Não porque sua memória falha, mas porque o livro não foi feito para caber inteiro na mente racional. Ele foi feito para ser vivido em ciclos. Há textos que só fazem sentido quando você perde algo. Há textos que só se revelam quando você envelhece. Há textos que só ganham peso quando você falha moralmente, quando você se vê pequeno ou pequena, quando suas próprias certezas desmoronam.
