Poema Passei para Deixar um Beijo

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"A escola ensina como reconhecer um burro, pela aparência, habitat e hábitos."

"Há quem pague um preço alto por não consertar a torneira quando ela começa a pingar."

"Quem consegue errar o gol, sem goleiro, em um estádio lotado, faz a família e parentes nunca mais ter a mesma oportunidade."

"Desfilar com um salto alto, onde há tantos buracos é só para quem ainda não quebrou a cara."

"Quem promete comédia e entrega drama, perde a oportunidade de viver um conto de fadas."

"Como posso confiar em alguém que quer vender flechas, sem nunca ter acertado um alvo?"

"Não há como conquistar um castelo, tratando a oportunidade como se fosse um dragão."

"Uma águia com asas de pardal continua sendo uma águia, mas um pardal com asas de águia continua sendo um pardal."

"O inferno pode até ser um estado de espírito, mas há lugares que é impossível viver em paz."

"Quando um burro nasce, ele vê, limites e a família, o Jumento e a Égua."
Os sonhos e as historias são sobre o pasto. Como imaginar que exista algo do lado de fora se ninguém jamais viu além da cerca?"

"A imaginação pode colorir um lugar onde não há tintas, mas não pode fazer nada onde não gostam de artes."

"Deus não vai te tirar de um problema antes que você esteja preparado para resolver os outros que estão por vir."

Eu não sou um homem das cavernas, mas a forma como uso meu cérebro pode me levar à extinção.

Sonhei com um desenho meu em preto e branco. Águas entre raízes dentro de um matagal, banhadas por uma luz contrastante, fosfórica, de um outro mundo. Faixas de luz cortando a água, raízes submersas, e no fundo, pequena e perdida, uma nesga na vegetação, significando uma visão da morte. A mata brilhando apática, estática, silenciosa, me chamando para o desconhecido.

Existimos por um intervalo, mas participamos de transformações que continuam além de nós.

Willian Zon é um pensador independente, dedicado à reflexão sobre a existência, a realidade e as constantes transformações da vida.

Willian Zon é um pensador independente que desenvolve suas próprias ideias a partir da observação da realidade e da experiência humana.

Um fenômeno não identificado não pertence ao segredo apenas porque foi observado por instituições militares.

Se o Estado invoca a segurança nacional para ocultar um fenômeno, cabe ao Direito perguntar qual risco concreto torna necessária a ocultação.

A consciência permanece um dos problemas centrais da filosofia da mente e pode desafiar conceitos jurídicos tradicionais de pessoa e autonomia.