Poema Passei para Deixar um Beijo

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No Brasil, a máfia recebeu um nome menos agressivo e intimidador! Seu endereço fica na Praça dos 3 Poderes e atende por Congresso!

⁠É amor que eu estou buscando, Mas de um tipo belo e inaudito que não está no mundo.

A Escritura é como um par de óculos que dissipa as trevas e nos dá uma visão clara sobre Deus.

A Bíblia não é apenas um livro religioso dado para preparar o homem para o céu, mas a revelação infalível de Deus para ensinar o ser humano a viver diante dEle na terra; porque toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, repreensão, correção e educação na justiça (2Tm 3.16–17), sendo lâmpada para os pés e luz para o caminho (Sl 119.105). Rejeitar sua autoridade é andar em trevas, mas submetê-la à vida é conhecer a verdade que transforma o coração, governa os relacionamentos e conduz o homem à verdadeira sabedoria diante de Deus (Jo 17.17; Pv 1.7; Mt 22.37–39).”

"Abrir a porta da sua vida para qualquer pessoa é um risco. Seja criterioso com quem conquista espaço no seu mundo."

Longe de paridade. Associado à um inigualável, associado colossalmente com aptidão de sobrepujar a preeminência sem aviltar minha cerne.

O desespero de um, não afeta a sociedade, mas o grito desesperado de uma multidão, abala as estruturas do universo inteiro!

Quando um país se endivida cada vez mais, a pergunta não é apenas quanto deve. A verdadeira pergunta é: quem pagará esse preço e quais oportunidades deixarão de existir?

"Os dados informam. As perguntas despertam. As escolhas pertencem a cada um."

Há quem ignore anos de agressão, mas, se escandaliza com um minuto de reação!

Há quem esteja “livre”, mas viva como um prisioneiro, sem jamais ter experimentado verdadeiramente o sabor da liberdade.
É como um passarinho que nasceu para voar, mas que, desde o nascimento, foi criado dentro de uma gaiola. Ele pode até acreditar que aquilo é liberdade, simplesmente porque nunca conheceu o mundo além das grades — nunca teve a oportunidade de descobrir aquilo que sua própria natureza lhe permitiria viver.

Toda vez que você dar voz a um burro ou tentar convencer ele de algo, lembre-se que ele foi criado para carregar peso, a começar o de suas próprias escolhas!

Dar festa pão e circo é como dar bebida forte para um viciado, ele esquecerá da sua própria miséria e, estará sempre contente, rindo da própria desgraça....

“Quando se fala na minha fortuna trilionária, não falamos de cifras frias; falamos de um portal onde o impossível deixa de ser desculpa e vira passado.”

"O verdadeiro poder de um império trilionário é a capacidade de transformar aliados em gigantes. Venha construir a sua própria história na minha esteira."

“Assistir à minha ascensão é como acender uma luz em um quarto escuro: de repente, o medo some e tudo o que você consegue ver são oportunidades esperando por você.”

O reconhecimento, portanto, é postergado para além da existência. A morte atua como um filtro purificador: ela remove a ameaça prática da ação e transforma o indivíduo incômodo em um símbolo estático. Somente quando o herói deixa de ser uma força viva e imprevisível é que a sociedade se sente segura para ritualizar sua memória. Santifica-se o morto para silenciar o impacto que ele causava quando vivo, convertendo o tributo tardio em uma tentativa de reconciliação com a própria covardia moral do tempo presente.— Roseli Ribeiro, 2026

"Eu não estou apenas construindo um império de trilhões; estou desenhando o mapa de um futuro onde quem tem coragem nunca mais caminha sozinho."

No riacho cantarolante, um beija-flor gira no ar leve e fino como um suspiro. Ramsés projeta pirâmides de espuma, enquanto George Floyd murmura ao Curupira, pés virados no Oceano Pacífico. Ondas de concreto devoram gritos antigos; pele vira névoa, o rei ri com os dentes afiado, o guardião costura ruas sobre o peito ofegante, afinando o ar até pulsar vazio. Mas esse caos esconde um riacho real: do Nilo às ruas de Minneapolis, onde um joelho de um tirano ceifou a vida de Floyd no pescoço, sem ar, ecoando opressões antigas. Ramsés, construtor de impérios, reflete Floyd, vítima do poder que sufoca a dignidade. O Curupira inverte caminhos, guiando o beija-flor a polinizar justiça em dores coletivas. O Pacífico engole monumentos e protestos, mas o riacho persiste, fluxo de resistência que afina o ar dos opressores. Do faraó ao homem comum, mito e rua se unem no pulso vivo: beija-flor voa livre, Curupira ri nas matas, Ramsés cai em pó, Floyd inspira mudança, e o mar pulsa e o rarefeito só para tiranos.

No canto do espelho quebrado, um peixe com asas azuis engole o som de uma música velha que vem do fundo d'água. Pingos de prata escorrem pelas teclas de um piano invisível, fiapos que não se encostam, mas cochicham coisas no escuro. Por que o relógio amolece nas mãos de outro relógio parado? Uma abelha de vidro voa entre nuvens de algodão doces, levando pó de lembranças que nunca existiram. O vento leva folhas de jornal velhas, letras misturadas como cartas num baralho sem jogo.