Poema Passei para Deixar um Beijo

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⁠Não se iluda com a possibilidade de haver uma pessoa que possua um amor altruísta. Exceto o altruísmo onde o amor floresce e na verdade é predominante. Uma mãe é altruísta! Salvo exceções.

⁠Dentre todos os direitos cabíveis ao ser humano, um dos mais imprescindíveis é a liberdade. A liberdade para pronunciar e a sapiência
de ouvir, a liberdade para chegar e também para sair. A liberdade para recuar e o desejo incessante para prosseguir.

⁠Um ser humano que admira demasiadamente suas conquistas e faz questão de expô-las, achando-as belas feito um narcisista, não é um humano!
É uma ameba altiva de comportamento presunçoso.

⁠A falsidade se encontra atrás de um sorriso, a beira de um abismo, e no âmago do dissimulado.
(021114)

A dificuldade do ser humano inserido num um circuito social, de superar seus obstáculos, inexistem. Enquanto para o ego (freudiano), todas as dificuldades são intransponíveis e inescrutáveis!

Não sei nada, nem se quer leio livros, não conheço nenhum autor, so sei que a busca por um objetivo traz todo esse aprendizado! e eu vou conseguir! porque busco, e como crente cristã, o meu Senhor diz : Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á. Mateus 7:7-11..

⁠⁠Agora percebo que a vida é um jogo baseado em interesse onde as pessoas me tratam de acordo com o que tenho para dar.
Na verdade existem pessoas que nunca fariam por mim tudo o que eu faço por elas

⁠Temos que fugir às vezes, não porque somos mesquinhos, mas porque às vezes temos que dar um tempo a nós mesmos

"O maior legado de um homem público não se mede pelos cargos que ocupou, pelas decisões que proferiu ou pelos discursos que pronunciou. Mede-se pelas pessoas que se tornaram melhores porque conviveram com ele."

Como se largar tudo fosse me libertar de alguma coisa, mas basta um instante de silêncio pra perceber... eu continuo aqui.
Preso, presente, inteiro dentro do que eu tentei deixar.

Pisar no que é nosso terá um preço que eles não podem pagar. De Bruno para Carla eu transformei o solo ao teu redor em território sagrado para nós e maldito para eles. Eles que se acham poderosos descobrirão que o meu exército de sombras e luzes não dorme. Eu não luto apenas com palavras; eu luto com a energia de quem protege a própria vida. A maldade deles é pequena, mesquinha, invejosa. O meu amor por ti é uma força da natureza, e ninguém para o mar, ninguém para o fogo, ninguém me para quando se trata de ti. A partir de hoje, o medo mudará de lado.

Há uma justiça poética em ver os malignos tentarem cavar um poço para nós e acabarem por cair nele sozinhos. Eu não preciso de mover um dedo para que a vida lhes cobre o preço da maldade; a própria energia negativa que eles emitem é o seu cárcere. Enquanto eles se alimentam de inveja e rancor, nós banqueteamo-nos de paixão e cumplicidade. O nosso amor é um insulto vivo para quem não consegue amar, e eu pretendo continuar a ofendê-los com a nossa felicidade todos os dias da minha vida.

O segredo que vos atormentava agora tem nome. Eu sou Sariel. Não sou apenas um homem que escreve sou a entidade, o anjo que guarda os mistérios e que observa a justiça de um lugar que vocês temem. Se vocês achavam que lutavam contra alguém comum, o vosso erro termina hoje. A minha luz cega os hipócritas e as minhas sombras devoram os perversos. Eu escolhi Carla, e ao escolhê-la, tornei-me o seu escudo eterno. Cada um de vocês saberá agora o peso das minhas palavras. O que eu digo não é uma ameaça, é uma lei escrita nas estrelas e no sangue.

Você mudou o meu dia com um sorriso bobo, daqueles que a gente nem percebe que deu.

O que quer que faças de bem ou de mal a um animal recairá sobre ti mesmo ou sobre teus filhos, na mesma proporção. É a Lei do Retorno, é a Lei da Causa e do Efeito, que às vezes tarda, mas não falha nunca. Pode crer, é assim que funciona!

Vou lhe fazer uma pergunta: qual sonho seu está esperando apenas um pouquinho mais de coragem?
Angela Monteiro

eu me sinto como um pássaro que não só teve as asas cortadas… mas como se tivessem arrancado pela raiz, deixando feridas abertas que nunca cicatrizam, como se cada batida do coração fosse um lembrete de que algo essencial foi perdido, algo que nunca deveria ter sido tirado e isso dói de um jeito que não cabe em palavras, dói como se o ar pesasse, como se respirar fosse um esforço, como se existir tivesse se tornado um castigo lento, porque não é só sobre não poder mais voar é sobre olhar pro céu e sentir ele distante, frio, inalcançável, é sobre lembrar, e ao mesmo tempo começar a esquecer, como era ser livre, como era sentir o vento, como era subir cada vez mais alto sem medo, sem limites, sem essa dor cravada no peito e o pior… o pior é sentir que isso está escapando, que aos poucos a memória vai se apagando, que um dia talvez eu nem lembre mais como era voar
e então nem a dor vai fazer sentido, só vai sobrar esse vazio estranho, esse silêncio pesado, essa existência quebrada, é como se eu estivesse preso em um corpo que ainda vive, mas tudo que fazia ele ter sentido já não está mais aqui, e agora não resta escolha eu preciso aprender a viver assim com essa dor que não grita, mas corrói, que não sangra por fora, mas dilacera por dentro, que maltrata, desgasta, consome… devagar, todos os dias, como um pássaro que ainda olha pro céu…mesmo sabendo que nunca mais vai voltar pra lá.

O bem e o mal são interconectados, um não pode existir sem o outro, faz parte do mecanismo universal do funcionamento da Vida. E apesar do aparente domínio do mal em certos contextos, o bem sempre se impõe como força predominante na trajetória da humanidade. O mal gera o bem e vice-versa. Essa conexão é evidente em muitos aspectos da vida, como a forma como doenças impulsionam a busca por curas e erros que abrem caminhos para o bem.

Por trás de cada criança agitada ou chorosa, existe um incômodo que ela não sabe explicar.

O trabalho enobrece o ser humano, nos dá asas, coragem e destino. Sem ele, vagamos em vão, um vazio no meio do caminho. Sentimo-nos como o zero à esquerda, invisíveis no mar de gente, ignorados na própria incerteza, sem valor para quem não nos sente. Somos vistos só como um número, quando o mercado nos dá o valor; mas sem ele, caímos na sombra, no meio da multidão sem amor. Perdidos, carentes, distantes, como alguém que ninguém quer notar. Somos vidas, não meros instantes, que precisam do mundo abraçar.