Poema Passei para Deixar um Beijo

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⁠PERÍODO FÉRTIL


Do nada um fazendeiro chega para sua sogra e pergunta:


— Como saber o período fértil da minha esposa?


A sogra cria coragem e responde:


— Quando ela não para em casa.


— Eu não sabia disso. A senhora me fez pensar que eu não sou seu verdadeiro genro.


A sogra olha na cara dele e pergunta:


— Quando você descobre que vai ser pai, você faz o teste de DNA antes ou você assume sem saber?


Álbum: Caçadora De Pilantras


(Autor-desconhecido)⁠⁠


Sim
🤣😅🤔🤗

O dinheiro é uma
coisa secundária para
um Homem e uma
Mulher que se amam
de verdade.


___Sim_⁠

Se ela traiu pra ficar com você, amigo, ela vai te trair pra ficar com outro.


___E isso é um fato_⁠


Sim.
😬🤣

Ainda assim, tentar fugir desse pensamento seria um sacrilégio à minha própria essência. A saudade, que para a maioria dos homens é um mero castigo, para mim ergue-se como a prova irrefutável de que, enfim, despertei. Pois a dor cortante de não te ter agora é infinitamente mais sublime do que a paz inerte e cinzenta de jamais ter cruzado com a tua existência.

Nessa agonia do inalcançável, porém, encontro a minha mais pura certeza.

Minha essência, antes peregrina, cega e trôpega, reconhece na tua imagem o fim da sua busca. Não anseio mais pela abstração do ideal, pois o meu sentido encontrou pouso na tua existência.

"Eu quebrando um ciclo amaldiçoado que eu estava destinado; fiz uma sequência de eventos aleatórios que me permitiu sair desse ciclo do destino."


(Fragmentos de Yander thales Rodrigues Fonseca, pequenos Axiomas)

Quem insiste
descobre que o
impossivel é apenas
um mito contado
por quem desistiu
cedo demais.

Poderíamos classificar Oração, como um meio de tentativa de convencimento. E que, o prolongamento em tal atividade, propositalmente circunstanciado pelo Altíssimo, um modo estratégico de desenvolvimento da oratória; a fim de se atingir o limite por Ele imposto, até que Ele mesmo sinta-se plenamente saciado. Ora, oração é palavra. Oração é lógica. Pois se faz uso da razão no emprego dela. Lógica é palavra e raciocínio, posto que vem de "LOGOS". Verbo, Palavra, LÓGICA. Então, a oração nada mais é, que a movimentação da lógica em palavras, ou a movimentação das palavras por meio da LÓGICA, razão, inteligência, com o objetivo de "convencer" a Deus, para ser atendido! Difícil tarefa esta, a de tentar convencer O JUIZ DE TODA A TERRA, para se ser atendido!!! Todavia, o mais interessante nisso, é que Ele mesmo estabeleu essa conduta, como o meio mais eficaz de atrair Sua atenção. Oração, é como uma disputa dialética entre um discípulo e seu Mestre. O Mestre estimulando a razão dialética de seu aprendiz, para exatamente se permitir ser convencido.




Por: Fábio Silva




Às 07:17 in 06.08.2026

Meu coração
​Meu coração hoje está à procura
de um refúgio
Mais a onde me refugia se a
qualquer lugar que estou você
esta lá
Como me refugia se a cada
canto e a cada esquina
vejo seu rosto e seu olhar.
​Como te esquecer se na minha
cabeça não sai a sua imagem
​Como te esquecer se do meu
coração não sai mais a nossa
canção.
​Os dias passam as horas se vão
e os meses não espera, e levo
você até quem sabe o dia no
meu coração
​Autora: maday de moraes

Todas as possibilidades estão ligadas no exato momento em que idealizamos um sonho em comum.
Todas as probabilidades são expostas como fatos de um instante possível, e nos encantávamos com o entardecer e o anoitecer até o amanhecer.
​Então, encontramos caminhos na vastidão exterior sendo refletida pelas heranças de nossas almas, que pairam em nossos pensamentos.
Dentro das conexões orbitais, florescem seres que obliteram cada instante. Conforme avançamos para o futuro, vemos a esperança de inovações científicas e de novas aventuras diante das adversidades da humanidade.
​A persistência da humanidade insiste na imensidão: olhamos espantados pelas lentes do telescópio o que resplandece, enquanto o microscópio revela a menor partícula e sua interação com o olhar. Olhamos para os confins do universo e atravessamos nossas próprias limitações e expectativas.
​Glorificamos nossas heranças desde o dia em que descobrimos os planetas e os batizamos com nomes de deuses místicos.
Aprendemos a observar, a atravessar eras e a ver que o conhecimento nasce da reminiscência.
​Por Celso Roberto Nadilo
​No limiar da noite vemos o amanhecer: a humanidade começou a compreender que a existência não é o centro do universo.

CHÃO PRETO II




Há um lugar distante
onde a relva perdeu a cor,
a seiva já não percorre as entranhas
e a chuva não umedece o chão.


O arado corta a terra,
finca as pontas como a rasgá-la
e diz:


“Tu és chão e terra preta
onde fornicas com as sementes
de onde nascem abrolhos
e não pureza.”
Teu chão é preto
como um coração amargurado.
Seca, já não recebes
o orvalho das manhãs
que outrora encantavam
teus pomares.


Vieste do seio da terra
e abdicaste da formosura.
Como a praga que emudece
e rouba a clorofila das plantas,
assim estás entre os picados
pelo besouro de prata:
secaste, cegaste,
planta que fenece sem luz.


E desse esvaziamento nasceu
teu intento, abrasivo e tenro,
prostituindo a alma,
despertando forças obscuras,
beijando o sinete do rei
que te fez algoz
da própria sorte.
Jaz adormecido
esplêndido
na tua bolha.


A cantiga que o vento soprava
e te fazia dançar
hoje te quebra
no limiar das pétalas.
Entre tantos adubos,
restou-te apenas
tornar-te mais um.


Ergam as mãos
e atire a primeira pedra
quem saiu ileso.
Evoquem os deuses
e, em assembleia abstrata,
certifiquem a falsa epopeia
dos grandes vassalos
que, com retóricas altivas,
oprimem esta terra
e fazem dela
chão pisado.


Ysrael Soler

Uma dica pra espiritualistas que fazem magia/manipulam energia: decretem que sempre que um cristão tentar invadir seu campo, te desrespeitando, orando por você sem o seu consentimento, que tudo o que aconteceria de bom na vida deles e tudo o que teriam de sorte, prosperidade, saúde, etc de positivo e que você queira, vá pra você. A cada vez que pensarem em você, que orarem enviarão tudo o que teriam de bom pra você.
Use o desrespeito e ignorância deles para vampiriza-los. Não desperdice.
- Marcela Lobato

No vazio que ficou de um amor que se desfez,
Não há mais sentimento, nem a história de antes.
O ciclo se encerrou, findou sua vez,
Guardando as lembranças em tempos distantes.
O que sobrou é a mágoa e o pesar,
E a decepção que a alma não quis.
O amor em mim morreu, sem poder voltar,
E a humanidade em mim disse adeus de vez.
A escuridão chegou, o coração se fechou,
Sem saber quem terá a chave para o abrir.
A mente só quer paz, o que se cansou,
Mas a esperança diz que ainda vai sorrir.
Só o coração sabe para quem quer acelerar,
Para quem de novo voltará a bater.
Até lá, a mente só deseja descansar,
Encontrando na paz uma forma de viver.

Juliana kim

Faróis, luzes à piscar
Em um cenário triste onde vemos
Cenas que parecem irreais...
Tédio, medo, miséria,
O bem contra o mal
Aqui parece que as alegrias são:
Mulheres, futebol e carnaval
Nesse país tropical
Vemos cenas de amor
Politicagem...
Tudo parece tão banal
Quero motivos pra viver
Já que dizem que a esperança
É a última, há morrer
Entro na contramão
Já que a todo custo
Procuram manipular
O cidadão ...
Não, não é ficção!
Mesmo não sendo o astro central
Tudo parece que gira ...
Rotativamente ao meu redor
Mas não pense que estarei
Fechado num pequeno mundo
Onde muitos pensam que me fechei...
Todas as noites irei dormir
Mesmo em noites de verão
Se dá pele, o suor molhar
O lençol...
Quando, eu acordar nascerá
Um outro dia...
Ahhhhh...
Um novo dia !...⁠

⁠Paz, na terra boa vontade aos homens de bom coração, fogem da guerra e não matam um irmão.
Como é triste saber que tornou-se comum, tirar a vida de um ser da espécie humana, que a cada instante, mostra-se extinta...
Sei, que um dia, tudo isto terá fim, ou, o fim de tudo isto, é não mais a gente existir.
Paz, na terra, boa vontatade aos homens, de bom coração....

⁠Dentro de nós bate um coração
Caminha entre sonho e razão
Vive neste mundo sempre a buscar
Algo que se perdeu
Ele quer ter, perto de si
Alguém que sempre amou


Sonha com esse dia que virá
Espera olhando tudo acontecer
Chora com as lembranças
Que a ele vem
Feliz será, o amor encontrará
Pra si mesmo prometeu


Esquece por momento sua dor
Fala em poesia sobre o amor
Em uma nova estação
Olha o voo de um beija-flor
Saúda a primavera que chegou,
Tudo está tão feliz, tudo belo está
Com as rosas no desabrochar...


Segue olhando tudo acontecer
Se derrama pra dentro si
Se transborda como quiser
Pois estará, nos seus dias à buscar,
Alguém que sempre amou...

O CARTÃO POSTAL




Eu fiquei pensando em nós. E, em cima da mesa, vi um cartão postal
De algum lugar onde você está, desde o dia em que você se foi.


Meio confuso estava nosso amor, entre outras histórias que a vida traz...
E eu me vi dizendo adeus. Na despedida, trouxe um cartão postal,
E eu me vi dizendo adeus; só então reconheci os erros meus...


Eu esperei o tempo apagar as lembranças que me perseguiram,
E no meu quarto já não mais estão memórias, sua e minha.
Meio confuso ficou o nosso amor, entre outras histórias que a vida traz...
E eu me vi dizendo adeus...

A Lucidez do Paraíso é o Instante do Devaneio


O Paraíso não é um jardim que nos espera,
com portões de pérola e árvores de ouro estático.
Não é uma recompensa por uma vida finda,
mas uma suspensão lúcida do tempo presente.
Ele reside naqueles instantes-limite,
em que a consciência se afina e a imaginação se liberta.
A lucidez é a navalha que corta o ruído do mundo,
reconhecendo o peso exato de cada elo da corrente.
Ela sabe: o muro é muro, a dor é dor, o efêmero é a regra.
Não há ilusão que resista à sua luz fria.
Mas a alma, cansada da geometria do real,
não aceita a clausura do que é apenas "fato".
Então, o devaneio se apresenta.
Não como uma fuga cega ou uma negação covarde,
mas como a afirmação mais alta da potência do ser.
O devaneio é o arquiteto que refaz o mapa da realidade,
desenhando rios onde antes havia deserto,
dando voz ao silêncio que a rotina impõe.
É a permissão para que o possível
se sobreponha à tirania do presente.
E o Paraíso, finalmente, não é a terra de ninguém,
mas o ponto exato de interseção:
É a lucidez que reconhece a precariedade da vida
(sabe que o tempo vai passar, que a beleza é breve)
e, por isso mesmo, usa o devaneio
para saturar o momento com uma perfeição temporária.
É o piscar de olhos onde a razão e o desejo conspiram:
"Isto não é real, mas é tudo o que importa."
Naquele instante de flutuação, a mente está desperta
(lúcida de sua própria criação),
e a alma está em êxtase
(devaneando um mundo que ela mesma sustenta).
O Paraíso, portanto, é a plena consciência da nossa capacidade de ser feliz, mesmo que seja apenas um pensamento. É o gozo da ilusão assumida.
É quando a mente, lúcida e livre, se permite voar.

As Extremidades de um Ócio Inabitável


O Ócio, prometido como santuário,
revela-se um deserto sem ecos.
Não é descanso, mas uma suspensão ácida,
onde o tempo não cura, apenas se estende.
Um ócio inabitável não possui janelas.
É o silêncio sem paz, a quietude sem centro.
É o lugar onde a alma, despojada de tarefa,
começa a roer os próprios limites.
Chegamos às suas extremidades,
onde a ausência de propósito se torna tão aguda
que se transforma em algo novo e terrível.
A Primeira Extremidade: A Vertigem da Consciência
De um lado, a fronteira se dissolve na Vertigem.
O excesso de tempo livre, desprovido de âncora,
lança o olhar para dentro, sem distração.
É ali, nessa margem, que a mente se confronta
com o volume inteiro de seus não-ditos e não-feitos.
O ócio cessa de ser vazio e se torna um espelho cego,
refletindo a forma pura da ansiedade.
O descanso vira vigília; a calma, tormento.
O ser não trabalha, mas sua consciência freme.
A Segunda Extremidade: A Apatia Gelada
Na extremidade oposta, a fronteira é de gelo: a Apatia.
O ócio se aprofunda tanto em si mesmo
que a vontade de ser, de agir ou de sentir, atrofia.
É a saturação da inatividade,
o ponto onde a ausência de estímulo
transforma a liberdade em paralisia.
O ócio, de promessa, vira destino.
Não há dor, mas tampouco há vida.
A existência se torna fina, transparente,
esperando apenas que o tempo, sem pressa, a esqueça.
O Ócio Inabitável é, portanto, a prova:
O Paraíso só é sustentável quando há um pequeno projeto.
A verdadeira quietude não reside na ausência de movimento,
mas na tensão vital entre o descanso e a criação.
E quem reside nessas extremidades,
sabe que o pior trabalho não é o esforço físico,
mas o esforço mental de dar sentido
a um tempo que se recusa a ter forma.

IMPERMANÊNCIA


Não saia do seu jardim
para correr atrás de borboletas;
um dia, elas virão a ele;
Tão somente, silencie o caos da mente.
Não rogue aos deuses maldades aos inimigos;
que eles tenham seu perdão.
Tenha a dádiva da consciência limpa.
Ademais, tudo na vida passa,
até os mais fortes de espírito.
A alma, convalescendo no infortúnio,
não se despedirá e nem sentirá
o dia do adeus.


Ysrael Soler

Chão Preto

Quem sabe um dia
Deus desça a olhar
a terra e perceba
que ela está doente.
E quem sabe lá
escute o clamor
desta terra
que tem
o chão preto
como coração
atravessado de ódio
E rancor...

Nem Odin
lançou tantas flechas
no auge de sua tempestade.
A promessa que me faço
é de...
Guardar a pureza
onde o olhar
de maldade não a alcance...
O mundo só sofre
Porque perdeu seu rumo
E disfarça o choro
Com máscara de alegria...

Ysrael Soler

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