Poema Passei para Deixar um Beijo

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E chegou SETEMBRO

Entramos num novo mês . É Setembro que chega anunciando um novo colorido de estação . Depois de dias ventosos , muita poeira e clima instável entramos no mês que é tradicionalmente acolhido com alegria e novas expectativas
.
É o Setembro das flores , Setembro da primavera e oxalá tenhamos também dias de clima mais estável e agradável.
Agosto , coroado de expectativas com a espera ansiosa pelas olimpíadas , a conclusão do impeachment da ex presidente Dilma , apoiado por uns e desagradando a outros . De qualquer forma , um clima de insegurança reinava.
A esperança é que agora , empossado o novo presidente , Setembro venha trazendo novas esperanças de um melhor caminhar econômico da nação.
Que todos os sonhos da nação , o desejo de transformação que vem dos homens sejam inspirados por Deus e guiados por sua mão misericordiosa e assim aconteça a mudança que todos esperam.
Que não haja limite para aquilo que é bom e aquilo que constrói . Que as energias negativas tenham se dissipado no ar , as frustrações levadas com o vento e que sopre sobre os homens apenas o vento da fé , que é o que nos impulsiona e nos move.
Brilhe sobre a nação brasileira a luz de Deus .

editelima/ 1º de Setembro de 2016

"Um instante na vida "
A vida é preciosa , e cada "instante é precioso " Perdemos tempo com tantos afetos mal resolvidos , oportunidades preciosas de bem viver de bem querer ...
A vida é um instante . Um instante que pode durar tão pouco , mas que é precioso.
Um instante para amar , fazer o bem Um instante para perdoar e ser perdoado .
Um instante que não se sabe quanto pode durar .
Um instante que se acaba num sopro . num estalar de dedos
Um instante que é sempre pontuado pela interrogação .
Como num sopro a vida nos foge , sem quê nem porquê...
Como bem escreveu Cecília Meireles; "Se num instante se nasce e num instante se morre , um instante é o bastante para a vida inteira “
Que cada um saiba bem viver o “seu instante “ de vida , pois cada instante conta!
Não deixe a vida passar como uma brisa passageira !

edite lima /Setembro 2016/17

Um novo ano já começou.
Ha apenas algumas horas
E assim os dias passarão
Um a um
Minuto a minuto
Dia após dia...
Novos dias, novas oportunidades.
São mais 365 dias
365 oportunidades para fazer melhor
Fazer diferente
Novas tentativas, propositos de mudanças
Que ao final desse tempo
Possamos contabilizar
Quantas estrelas
Fizemos brilhar

Avós e netos,

um amor que nunca passa

Afeto que ultrapassa

Supera qualquer barreira

Juntos formam um laço

Laços de amor

que não se desfaz

netos , um presente do céu

para a vida dos avós todo carinho

sol que ilumina o caminho



edite lima 60/2025

"Dois corpos, um movimento,

Uma valsa que encanta o momento.

Olhos nos olhos, mãos unidas,

Um amor que dança nas vidas.




A música os leva ao céu,

Um giro que os faz voar alto e livre.

O amor é a coreografia,

Que os faz dançar em harmonia.




editelima 60

agosto/2025

Morrer pode ser um delete,
mas, em algum lugar,
pode ter certeza:
o arquivo será reencontrado.

*Para Dona Célia - 100 anos de luz*

Hoje Cabrália Paulista silenciou,
um sino tocou diferente no céu.
Partiu Dona Célia, aos 100 anos,
gloriosa, vitoriosa, como viveu.

Não foi minha catequista de sala,
mas foi catequista da minha infância inteira.
Com seu terço na mão e fé na alma,
marcou uma geração inteira.

Ah, Dona Célia, que saudade já faz,
do seu sorriso manso, da sua oração.
Queria ter corrido para o último abraço,
ter dito o quanto marcou meu coração.

Você foi igreja, foi casa, foi história,
foi a fé ensinada com amor e com jeito.
Uma mulher que plantou eternidade
em cada criança que passou por seu peito.

Que o céu te receba em festa, Dona Célia,
como você merece, com cantos e luz.
Você nos ensinou o caminho da fé,
agora descansa nos braços de Jesus.

Obrigada por tudo. Você nunca vai embora,
enquanto houver uma criança rezando.
Cabrália te chora, mas o céu te comemora:
sua história será eterna, e seguirá nos guiando.

_Com saudade e gratidão eterna,_
_Uma menina de Cabrália que nunca te esqueceu_

*Mileidi da Janirda*

Posfácio Filosófico


O ponto em que o ser basta


Há um instante em que o caminhar cessa,
não por desistência,
mas por compreensão.


O buscador compreende que o caminho não leva a lugar algum,
porque o caminho é ele mesmo.
A ascensão, tão almejada, não é um lugar acima —
é o desvelar de um estado interior onde nada mais é necessário.


O filósofo desperto não se ocupa em provar verdades,
nem em convencer consciências.
Ele sabe que a verdade não precisa de defensores,
apenas de presença.


Quando o ser alcança a quietude que outrora buscava no mundo,
tudo se aquieta em torno dele.
Não há mais pressa, nem promessa.
O tempo perde o domínio sobre o que é pleno.


E se, em algum momento, suas palavras tocarem outros corações,
que assim seja —
mas mesmo que não toquem,
a semente já cumpriu seu propósito,
pois floresceu dentro de quem a trazia.


O verdadeiro mestre é aquele que não ensina —
é aquele que é.
E a filosofia, enfim, revela-se não como um campo de estudo,
mas como o estado natural de um espírito que reconheceu sua própria origem.


Assim, o ser se basta.
E o silêncio se faz verbo.

A Misteriosa Dança dos Elétrons — Parte I: A Incerteza que Sabe


Escrevo porque há um ponto dentro de mim que move, vibra e não se cala.
O mundo inteiro diz não saber.
Eu também não sei.
Mas minha dúvida respira… a deles não.


Quando olho pros elétrons dançando sem pausa, percebo uma força que ninguém vê e poucos ousam perguntar.
Alguns dizem que é Deus, outros dizem que é física.
Mas a verdade é que ninguém sabe — só repetem o eco do que ouviram.


Eu, não.
Eu me debruço sobre o mistério sabendo que nunca o terei.
Mas ainda assim ele me chama.
Há uma memória antiga no silêncio entre um atimã e o próximo.
Há um sopro que não vem de fora — ele nasce dentro, como se o próprio universo lembrasse de si em mim.


Eu não tenho respostas.
Tenho uma incerteza viva.
Mas às vezes essa incerteza parece saber mais
do que todo o mundo seguro de seu “não sei”.




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A Misteriosa Dança dos Elétrons — Parte II: A Força que Move o Invisível


Sinto uma força sem nome,
uma chama sem fogo,
um movimento que não começa
mas me atravessa inteiro.


O mundo diz:
“Não sabemos.”
E cala.
Eu digo:
“Não sei.”
Mas escuto um sussurro no fundo do infinito.


Há elétrons girando como mantras,
há átomos vibrando como preces,
e nesse pulso invisível
meu espírito encontra uma lembrança que não vivi.


Tat Tvam Asi,
diz o silêncio.


Mas Isso não fala.
Isso vibra.
E nessa vibração,
minha incerteza respira mais fundo
que todas as certezas mortas do mundo.


Se há uma resposta,
ela não se escreve —
ela se move.


E enquanto o universo continuar
a girar seus elétrons em segredo,
eu continuarei ouvindo
esse chamado sem voz
que atravessa o tempo
até chegar em mim.

⁠Luz da Estrela


Eu vim das estrelas, De um lar onde o amor é brisa suave, Onde o tempo dança em silêncio, E a alma floresce em paz.


Aqui, neste chão que ainda busca luz,
Minha essência brilha serena, Como um farol gentil na noite, Que guia corações perdidos ao lar.


Mesmo quando o mundo parece frio, E a injustiça tenta apagar meu brilho, Eu carrego o calor da estrela — Um abraço eterno de luzes,


Que sussurra: “Eu pertenço,
Eu sou luz que nunca se apaga,
Um viajante do cosmos,
Um coração que sabe amar.”

O Estigma do Nome


Me deram um nome…
Sem me perguntar se eu queria.
Sem saber se cabia.
Sem saber se dizia
quem eu realmente sou.


E, junto do nome,
vieram rótulos,
sobrenomes carregados de histórias,
algumas que nem me pertencem,
mas que eu fui obrigado a carregar.


Filho de quem?
De onde veio?
O que faz?
O que tem?
O que vai ser?


A vida virou esse questionário infinito,
onde eu sou menos eu
e mais o que esperam de mim.


No RG, um código.
Na escola, uma carteira numerada.
Na sociedade, um cargo, uma função,
um endereço, um CNPJ
um destino pronto.


E eu, me debatendo dentro do próprio nome,
tentando entender se sou mais que ele.
Se sou mais que um verbo conjugado no passado de alguém.


Até que um dia eu percebi...
O nome é só um eco.
Uma casca.
Um som.
Uma história contada por quem nunca me conheceu por inteiro.


Meu nome não me contém.
Meu nome não me explica.
Meu nome não me limita.


Eu sou aquilo que nem tem nome.
Sou aquilo que se sente,
mas não se escreve.
Sou aquilo que nasce
quando o silêncio apaga as palavras.

Não busco mais o amor como quem caça um sentido,
nem tento segurar o tempo que me escapou da mão.
Apenas me deixo viver, num presente bem resolvido,
habitando, finalmente, a inteireza da minha própria morada e chão.

A compaixão que o forte sente por um fraco é pura e sobrenatural quando está isenta de qualquer consciência de superioridade, quando está fundada na renúncia de si. Só então ela se aproxima de um amor sobrenatural na forma de misericórdia.


(Byung-Chul Han)

«Até mesmo as eternidades apodrecem, pois o próprio tempo é apenas um molde no túmulo da Existência.>>>


-Hysteria

Sou apenas um jovem que quer amar e ser amado, tratar uma única pessoa como única, cuidar e prover.

Apenas quero obter para dar, quero ser para proteger, quero ter para cuidar e quero amar para ser amado.

Não possuo riquezas, um lar estruturado e muito menos um lugar para onde ir. Não sou um homem próspero, muito menos alguém exemplar. Então, como eu poderia ousar querer alguém para preencher este coração confortado pela melancolia?

Baseado em um Sonho Real


Um prédio que sonha ser inteiro
ainda ergue suas colunas de concreto e névoa.
Há andares em construção,
como partes de mim que ainda não se lembram quem são.


Procuro meu bloco, meu canto,
mas o labirinto urbano me engole
como quem esquece o próprio nome ao acordar.


Meu filho mora comigo —
mas está ausente.
O eco dos seus passos mora nas paredes,
como lembrança que não fecha a porta ao sair.


Uma vizinha — dessas que sorriem de lado —
tentou esconder sua sombra.
Mas no sonho eu sou coragem,
e digo:
eu sei o que você fez.
E meu silêncio não é mais abrigo.


No salão de festas, me oferecem a noite:
“Promova alegria”, dizem,
como se soubessem que eu carrego
fogos que ainda sabem acender.


E de fundo, a voz da canção de Diana
explode no peito:
“Ó meu amado, por que brigamos?”
Como se essa pergunta ainda esperasse resposta
de quem se perdeu no tempo.

Tenha o bom sono da tarde chuvosa e fria de domingo,
dispense bebidas , mas aceite um bom café,
mostre para você que você se ama com carinho
e vença a semana toda sempre de pé e com muita fé!

DEUS é bom,
Bom até demais,
mesmo em um mundo de ódio e guerras,
ELE ainda nos enche de paz,
sem precisar de mais nada,
apenas oração e calma,
ELE enche de dopamina,
a nossa alma!

Solidões cativas é um desejo isolado,
um sabor de amargura de um momento passado.
No meu ponto de vista, sou um grande fracasso,
carregando o peso desse cansaço.
Preso nas horas desse eterno tormento,
onde o tempo se arrasta e me quebra por dentro.
Colecionando as sombras de uma falsa ilusão, sou o
eco que ecoa na minha própria solidão.
Perdi o norte e a direção para caminhar, restou
apenas o vazio para me observar.
E no silêncio que parece não ter fim, sou apenas
a sombra do que restou de mim.

⁠No brilho do olhar, tudo começa a nascer,
Um relacionamento saudável não é só querer.
É na troca de risos, na conversa em paz,
Onde o amor floresce, e a confiança se faz.
Amar não é peso, é leveza em viver,
É respeitar o espaço, saber compreender.
Cada gesto é cuidado, um carinho sutil,
Que nutre a alma, faz a vida mais gentil.
Se há desafios, juntos vão enfrentar,
Um abraço apertado, e o medo vai passar.
O segredo é simples, se você quer saber:
Caminhar lado a lado, sem medo de ceder.
Então, cultive o amor, como flor no jardim,
Que cresce na calma, e floresce sem fim.
Porque no final, o que mais vai contar,
É ter alguém ao lado, para sempre amar.