Poema Passei para Deixar um Beijo

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De um lado, a galera da esquerda;
Do outro lado, a galera da direita;


Ambos os lados brigando, se matando, se dividindo em um conflito sem fim...


Enquanto isso, no meio de tudo isso, o cérebro, que controla ambos os lados, segue tranquilo. E quem está realmente no controle? São os banqueiros, megaempresários, investidores, financiadores e filantropos, que, como sombras, manipulam o mercado financeiro, roubando tudo do povo. O povo, por sua vez, está preso em um jogo de egos e crenças, defendendo posições e oposições que, na realidade, são ilusórias. Essas divisões, criadas e alimentadas estrategicamente pelos próprios dominantes, mantêm todos ocupados, distraídos e divididos, enquanto os verdadeiros poderosos continuam a manipular e a se enriquecer à custa da ignorância e da luta entre as massas.

Apenas uma sugestão:


O termo "obrigado" antigamente tinha um sentido de pergunta, algo como: "foi obrigado?" E, normalmente, a pessoa respondia: "não, de nada."


Com o tempo, esse termo foi se transformando e passou a ser usado como um cumprimento ou uma forma de agradecimento. Então, hoje em dia, a gente diz "obrigado" e a resposta costuma ser "de nada."


No entanto, o uso constante e repetido da palavra "obrigado" acaba influenciando a nossa percepção, principalmente de forma inconsciente. A repetição desse agradecimento começa a transformar a palavra em uma ordem, em uma rotina, algo que sentimos que precisamos fazer, quase como uma obrigação. E, sem perceber, acabamos nos tornando "escravos" dessa obrigação de agradecer de maneira automática, sem realmente sentir o significado por trás. Em vez de ser um agradecimento espontâneo, ele se torna algo mecânico, deixando de ser uma expressão livre e natural de gratidão, e se tornando uma obrigação imposta pela própria rotina.

Hoje vendo as gravações da minha câmera de segurança, vi um jovem indo para a escola às 6:00horas da manhã que pisou no COCÔ de cachorro, deixado na noite anterior por uma moradora do bairro com seu cachorro na minha calçada, vi o desespero deste jovem tentando se desvencilhardo COCÔ em seu tênis, ele teve que voltar para sua casa e trocar o tênis!

Quando às pessoas vão ter CONSCIÊNCIA e EMPATIA, de que suas IRRESPONSABILIDADES poderão afetar a vida de tantas pessoas???

Se você pretende comprar um terreno para construir sua casa, procure um bairro do mesmo padrão de construções que deseja construir sua casa!!!


Construa sua casa nos mesmos padrões deste bairro, se construir uma casa fora dos padrões do bairro, você além de ficar malvisto, vai desvalorizar os imóveis deste bairro!!!

SOCIOPATA
A condição é caracterizada por um padrão generalizado de desrespeito e violação dos direitos de outras pessoas.


Características principais


Falta de empatia: É a incapacidade de se colocar no lugar do outro e compreender os sentimentos alheios.
Pessoas com sociopatia tendem a ser frias, indiferentes e insensíveis, mesmo diante do sofrimento de quem está próximo.


Impulsividade e agressividade: Podem tomar decisões precipitadas sem pensar nas consequências.
A agressividade, que pode ser verbal ou física, se manifesta especialmente quando são contrariados.


Comportamento antissocial: Há um desrespeito constante por normas sociais e um padrão de violação dos direitos dos outros.
Os sinais podem surgir já na pré-adolescência.


Manipulação e mentira: Mentem com frequência e usam o charme e a sedução para manipular os outros em benefício próprio.


Narcisismo: Possuem uma visão exagerada de si mesmos, necessitando de constante admiração e de elogios para se sentirem bem.


Relações superficiais e abusivas: Embora possam criar apegos, costumam ser superficiais ou exploradores.
Em relacionamentos amorosos, podem ser charmosos no início, mas depois surgem padrões de abuso emocional, traições e atitudes possessivas. (Fonte IA)

Detectando um COVARDE:

Quando você conversa com um COVARDE ele não olha nos seus olhos, olha para o chão!!!

O COVARDE só é valente quando está em turma, sozinho é um Zé ninguém!!!

Fala mal de todos pelas costas!!!

O COVARDE sempre culpa os outros pelos seus erros!!!

Intimidam os mais fracos, pois sabem que não vão revidar!!!

O estudo é muito importante, o saber é uma benção, mas não é um diploma que faz um homem.

E sim o VALOR que ele dá ao seu trabalho.

O estudo prepara, mas o trabalho DURO e HONESTO é quem dignifica.

E ninguém aqui deve se sentir menor porque um dia não pode estudar.

Todos vcs devem dar muito VALOR ao que fazem.

E seja qual for a tarefa, ela deve ser feita com HONESTIDADE, com INTEGRIDADE, com ALEGRIA e com ORGULHO.

Pois um trabalho bem feito e honesto, faz o MUNDO ANDAR.

E a gente percebe que a vida dá certo!

Assim como caráter, e não os títulos, muito menos a aparência, que faz a nossa caminhada no mundo valer a pena.

E nos torna uma pessoa de verdade!

Sejam honestos acima de tudo, façam um bom trabalho e principalmente amém seu próximo.

Discurso de Griselda

A história do Diabo e do Cavalo:
Um cavalo estava amarrado a uma árvore.
O diabo veio e o soltou.
O cavalo entrou na horta de camponeses vizinhos e começou a comer tudo.
A mulher do dono da horta, quando viu aquilo, pegou o rifle e matou o cavalo.
O dono do cavalo viu o cavalo morto, ficou enraivecido e também pegou seu rifle e atirou contra a mulher.
Ao voltar para casa, o camponês encontrou a mulher morta e matou o dono do cavalo.
Os filhos do dono do cavalo, ao ver o pai morto, queimaram a fazenda do camponês.
O camponês, em represália, os matou.
Aí perguntaram ao diabo o que ele havia feito e ele respondeu:
– “Não fiz nada, só soltei o cavalo”.


O diabo faz coisas simples...
Porque sabe que se o nosso coração está sujo, a nossa maldade faz o resto.

À medida que envelhecemos mais sábios ficamos, percebemos lentamente que usar um relógio de R$ 3.000,00 ou R$300,00 - ambos marcarão a mesma hora
Quer dirijamos um carro de R$150.000 ou um carro de R$30.000, a estrada e a distância são as mesmas e chegamos ao mesmo destino.
Se a casa em que vivemos é de 300 ou 3.000 Metros quadrados - a solidão é a mesma.

O Excel é um caderno que pensa.
Nele, cada número ganha voz,
cada tabela tem ordem,
e a mente descansa porque o raciocínio vira arte organizada.

Tudo o que temos na Terra — objetos, coleções, lembranças guardadas em caixas e prateleiras — um dia deixará de ser nosso. Por mais que cuidemos com carinho, nada disso nos pertence de verdade. São coisas que o tempo devolve ao mundo, e que, depois de nós, talvez caiam nas mãos de pessoas que nem saibam o valor que tiveram para o nosso coração.
Aquilo que um dia foi precioso, para outros pode ser apenas um objeto qualquer. Podem rir, vender, ou simplesmente deixar de lado algo que, para nós, tinha história, afeto e significado.
É então que a gente entende que o que realmente vale é o que o tempo não pode levar — o amor que cultivamos, as palavras boas que deixamos, os gestos de bondade que florescem em outros corações. Essas são as verdadeiras riquezas: invisíveis, mas eternas.
Os objetos ficam, mas o amor caminha conosco — e é a única coisa que segue além da Terra. 🌸

TEA


Um espectro diferente
Um jeito singular de ser
Com um coração de amor
Em busca de aprender

Há mentes que se agitam
Outras em calmaria
Hiperativo ou passivo
Em busca de harmonia

Atraso na fala, às vezes
Mas a alma se expressa
Com gestos e olhares
Uma linguagem sincera

A paciência é a ponte
Que une corações
A rotina, um porto seguro
Em meio às emoções

O acolhimento é a chave
Para um mundo melhor
Quebra-cabeças da vida
A inclusão é um fervor

TORQUÁLIA


Minha terra tem Torquato
Onde canta a Tropicália
Quem não se arrisca?
Um poeta não se faz com versos, mas com a gentalha


Um anjo torto caiu do céu
Filho da contradição
Sem crendice de ordem estética
Rasgou as asas da perfeição


Não crê em amor de múmias
Em corações petrificados
Dança na areia movediça da história
Sem medo, abraça atribulados


Pra dizer adeus, go back ecoa
Sem dor, apenas a força da canção
Geleia Geral, sabor de nostalgia
Todas as horas do fim, em louvação

Era uma vez

Um lindo lugar

Na arte e na escrita

Buscar ensinar

Seu nome é escola

Com carinho vem motivar

Educando com amor

Para cidadãos formar



Na escola eu exploro

O meu aprender

Incluo empatia

Na construção do meu ser

Com meus amiguinhos

Eu busco brincar

Respeito as diferenças

Para a paz reinar



Criança pequenina

Com bracinhos no ar

A leitura diária

Quer abraçar

Professora querida

És minha estrada do saber

Com paciência explica

O meu direito e meu dever

Um senhor me pediu um livro. Alguém retrucou: "Mas ele não sabe ler". O senhor, humildemente, respondeu: Peço a alguém que leia para mim". Afinal, o verdadeiro analfabeto é aquele que não se interessa em aprender


Benê

A grandeza de um homem não se pesa em ouro ou títulos, nem se mede em centímetros ou reconhecimento.
Ela floresce na integridade de suas escolhas, na fidelidade silenciosa aos princípios que carrega.
Não somos lembrados apenas pelo que falamos, mas pelo rastro que deixamos na vida alheia, pelas ações que tocam sem alarde o cotidiano dos que nos cercam.
Ser grande é agir com honestidade quando ninguém observa, é defender o justo mesmo quando isso desafia o consenso, é oferecer respeito a todos sem esperar retorno.
O espelho do mundo não reflete palavras, mas gestos; não avalia intenções, mas revela o caráter. E é nesse reflexo silencioso que se mede a verdadeira estatura de uma alma.

ALMA EM CHAMAS

Carrego dentro de mim um território secreto,
um labirinto que não nasceu do acaso,
mas foi esculpido nas guerras da existência.

Cada curva guarda cicatrizes,
cada sombra revela batalhas.
Quem tenta me decifrar sem profundidade
se perde no eco da própria confusão.

Mas eu não me perco!
Há uma chama que não se apaga,
um amor que pulsa como bússola invisível
e me aponta a direção mesmo na noite mais escura.

Não é fogo comum.
É erupção, é clarão,
é calor que não queima, mas transforma.
Corre em minhas veias como lava viva,
fazendo meu coração bater
num ritmo que o mundo não entende.

Enquanto tantos vagam frios,
perdidos no vazio da própria indiferença,
eu ardo.
Num tempo que rejeita ternura,
numa realidade que tenta me moldar,
eu resisto.

Podem ferir, humilhar, aprisionar,
mas jamais apagarão o incêndio que me move.
Essa chama é imortal.
É farol que rasga a tempestade,
força que me ergue,
alegria que me sustenta.

Eu sigo.
Entre sombras e quedas,
meu passo é firme, minha fé é chama.
Avanço sem recuar.

Porque já compreendi:
a vida só encontra sentido verdadeiro
quando se escolhe amar.

Há em cada ser humano um mecanismo interno, quase sempre silencioso, que tenta orientar nossas escolhas. Chamamos isso de consciência. Muitos imaginam que ela funciona como uma estrela polar constante, infalível, autossuficiente. Mas não é assim. A consciência é um instrumento sensível, influenciável pelo meio, pelos hábitos e, sobretudo, pelas ideias às quais decidimos dar autoridade.


Paulo é um exemplo claro. Não lhe faltavam convicção ou disciplina; faltavam-lhe mapas adequados. Ele caminhava com segurança por caminhos errados, não por negligência, mas porque sua bússola moral havia sido calibrada por informações imprecisas. Somente quando uma luz maior confrontou seu modo de ver o mundo sua orientação interna pôde ser corrigida.


O mesmo ocorre conosco. Vivemos cercados por opiniões, ruídos e costumes que se impõem com a força da repetição. A consciência, submetida a isso continuamente, pode perder a precisão. Aquilo que fere passa a parecer normal; aquilo que é erro se confunde com tradição; aquilo que obscurece se disfarça de clareza. E, quando a consciência finalmente adormece, o erro deixa de incomodar não porque se tornou certo, mas porque deixamos de percebê-lo.


Por isso, não busco apenas a aprovação imediata ou a moral variável do momento. Essas coisas mudam depressa demais para servir de referência confiável. Procuro, antes, alinhar minha consciência com aquilo que não se altera o permanente, o que merece ser chamado de verdadeiro por resistir ao tempo e às circunstâncias.


Se minha consciência puder ser afinada por essa luz constante, então ela poderá funcionar como deve: um instrumento claro, um fio íntegro, um espelho que reflete sem distorcer. E assim viverei não segundo o bem que invento, mas segundo o bem que é o único capaz de orientar, de fato, quem deseja caminhar sem se perder.

Estamos vivendo um fenômeno psicológico e social gravíssimo, e eu digo gravíssimo, porque destrói o caráter do indivíduo sem que ele sequer perceba!


Primeiro vem a dessensibilização. A pessoa se acostuma ao estímulo, repete, repete, repete… e pronto: já não sente nada. Não percebe quando fere, quando humilha, quando atravessa limites morais! A mente se torna cauterizada, como uma ferida que queimaram para não sangrar mais — e com isso perde a sensibilidade, perde a noção do outro!


Depois, meus amigos, aparece o monstro da dissonância cognitiva. A pessoa age errado, sabe que é errado, mas para não enfrentar o espelho, justifica!
Todo mundo faz isso!
É normal!
Não tem nada demais!


E assim vai surgindo a racionalização, uma fábrica interna de desculpas. A mentira repetida vira verdade. A contradição vira coerência. E o comportamento errado passa a ser aceito, reforçado, defendido!


E não para por aí! Hoje encontramos aos montes pessoas tomadas por falta de empatia, por desumanização. O sujeito vive tão centrado em si mesmo — um egocentrismo hipertrofiado, uma verdadeira metástase do “eu!” que o outro deixa de existir, deixa de ter importância, deixa de ser relevante!


E aí entramos no processo de moldagem do comportamento:
Se ganha algo - dinheiro, poder, atenção repete!
Se não há punição moral - culpa, vergonha, consequência - repete!
E o comportamento se torna automático, cristalizado, permanente!


E enquanto alguns chamam isso de “mau caráter”, eu digo com todas as letras: tem nome! Tem diagnóstico!


Chama-se TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL, meus caros!
Eu disse e reafirmo: TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL!


E isso não é brincadeira, não é ironia, não é exagero.
É ciência. É psicologia.
É a realidade nua, crua e preocupante da sociedade contemporânea.


E deixo aqui meu alerta!

A passagem de um ano não é apenas um marco cronológico, mas um exercício de consciência. O tempo avança de forma implacável, e cada ciclo encerrado nos confronta com aquilo que fomos capazes — ou não — de compreender, construir e transformar.


Ao nos aproximarmos de 2026, o verdadeiro convite não é apenas ao otimismo, mas à responsabilidade pelo próprio crescimento. Recomeçar não significa ignorar o passado, e sim integrá-lo com lucidez, extraindo dele aprendizado, discernimento e maturidade.


Que 2026 seja um ano orientado por decisões mais conscientes do que impulsivas, por propósito mais do que por urgência, e por valores sólidos em vez de expectativas frágeis. Que haja ambição, mas acompanhada de ética; esperança, sustentada por ação; e fé, aliada à razão.


Que avancemos não apenas em conquistas externas, mas em consistência interior, tornando o tempo vivido digno do tempo que nos é concedido.


Que 2026 seja um ano de clareza, progresso e sentido.