Poema Passei para Deixar um Beijo
Aprendi cedo demais que algumas respostas
Se perdem no horizonte antes de serem dados,
E que um coração devorado pela indecisão
Só encontra alívio no silêncio do abandono.
Fiz promessas a mim mesmo que nunca cumpri,
Palavras penduradas no ar como roupas molhadas,
Ecoando como feridas não cicatrizadas,
E os ecos do passado aprisionam minha vida.
Carrego a noite inteira no peito,
Um mar de incertezas onde afundo sem saber nadar,
E o medo se torna âncora a me puxar para o fundo,
Enquanto a esperança se desfaz em mudo pesar.
Talvez o sol tenha passado por aqui,
Mas não deixou rastro de calor nem cor,
E eu sigo vivendo de penumbra constante,
Até cansar de esperar por luz e perder o sabor.
A MÍSTICA DAS FOLHAS 🍃
...
Horizontes desconhecidos
A imagem da alma
Um ser tão simples
Que mesmo ao chão
Conheceu a beleza de ser casa
...
A beleza dos ciclos
Tempo de plantar, cultivar e colher
Une o natural ao místico
Croton, camedorea, dracenas
Cultivar & guardar.
✨️
Livro: A mística das folhas. 🍃
Mas de um céu com luar e estrelado
A escuridão é o que vai sobrar
Do que era tão inocente
Tão diferente pensar.
Se o maior fã é um estranho,
E o maior crítico é um conhecido,
É porque o que você faz incomoda quem parou,
E inspira quem ainda acredita.
Pra uns, você exagera.
Pra outros, você desperta.
O problema não é você —
É o espelho que cada um usa pra te ver.
— Purificação
Tudo começa com um evento cósmico
um pulso de raio gama provoque a
depressão da ozonosfera gerando um fluxo anômalo de radiação UV
através da fotocatálise biopolímeros
abióticos são então recém sintetizados
no interior de aerossóis oceânicos e a
partir daí eles precipitam e retornam à
coluna de água sob a atenuação protetora
do meio aquático que as blinda de
energias superficiais deletérias .
macromoléculas de complexidade inédita
começam a manifestar propriedades
emergentes propriedades como a
capacidade de automontagem e formas
incipientes de processamento de
informação é esta singularidade
funcional forjada pela sinergia entre o
cataclisma astrofísico e a microquímica
(Ficção Origem Da Alma)
A flamínio do fogo o humano infletiu o
tempo em fôrma fez da matéria um espelho
da intenção Xanda, simbiose que pensa em
chamas moldada em dimensão.
Soneto das Línguas do Ser
Em cada língua, um tom da consciência,
um modo do infinito se dizer;
no inglês, a mente em fria reverência,
no russo, o abismo aprende a renascer.
O italiano canta em transparência,
faz do divino um gesto de prazer;
o chinês respira a impermanência,
e o verbo volta ao nada, sem sofrer.
O português? É carne e transcendência,
onde razão e alma vêm beber;
é ponte entre o corpo e a existência,
eco de um Deus que tenta se entender.
Pois toda língua é um espelho do espírito —
e o homem fala pra lembrar o infinito.
Quem disse que o passado não importa?
Claramente que importa. Em um sábado à noite, eu descobri que, estou evoluindo e criando emoções por aquilo que eu considerei estranho, e do nada eu me lembrei.
Por vezes apenas precisamos de sair da nossa zona de conforto e ir o mais longe possível para conseguir valorizar o que temos agora.
Andei por caminhos desconhecidos,
em busca de um eu que imaginei existir.
E, nessa busca, perdi-me para sempre.
Um dia, sei que será inevitável, vai acontecer, vai ter que ser assim.
Só levarei daqui,
O que está dentro de mim.
Mais um dia comum
na grande senhora,
mesmo que sorrindo,
mesmo que chorando,
aos poucos devora,
toda via inevitável,
pois teus grandes braços
a todos conforta!
Um pulinho para Boa Tarde.
Bom Dia.
Ordem do dia:
- ressignificar a vivência é,
na maioria das vezes,
olhar para fora de si e
encontrar uma nova direção!
Detalhes de mim
Perdido entre quatro versos,
Almejo me encontrar
De um jeito tão complexo,
E tão sincero de se explicar.
Perdido entre rimas,
Assim são os meus dias
Há noites que viram manhãs de Sol,
Com o acalento da poesia.
Perdido em meus pensamentos,
Buscando o melhor em mim
Fazer com que em um momento,
Tudo não se limite a apenas sentir.
Perdido entre imaginação e realidade,
Assim vou vivendo o meu eu
De uma forma com sagacidade,
Encontro detalhes de um sonho intenso, que um dia se perdeu!
Entre mil vozes sigo calado,
um riso perto me soa errado,
mas dentro da sombra guardo um clarão,
semente pequena, discreta paixão.
Olhares passam, não me percebem,
sou mar sem barcos que nele se atrevem,
mas no fundo das águas, quieto, escondido,
há um peixe dourado que insiste em ter brilho.
Sou chama acesa perdida no frio,
vento me corta, me torna vazio,
mas toda brasa, ainda que fraca,
se agarra à madeira e a vida destaca.
Carrego no peito a multidão da solidão,
ruídos dançam, mas falta canção,
porém sei que a noite, tão longa e fechada,
um dia se abre em aurora dourada.
Eco sem porto, palavra sem mão,
me faço poema, me invento canção,
pois mesmo que o mundo não queira me ouvir,
meu próprio silêncio começa a sorrir.
E sigo entre vidas, ferido, mas são,
corpo presente, pulsando emoção,
a solidão pode ser dura prisão,
mas guarda a chave no próprio coração.
Cercado de gente, me sentindo só,
um mundo tão cheio, mas dentro é pó
Os risos ressoam, não chegam aqui,
sou barco sem vela, perdido em si
Tantas vozes falam, nem sei como escutar,
procuro um abraço que venha ficar
O tempo me cerca, mas não me contém,
sou vento que passa sem prender ninguém
No meio da festa, vazio eu sou,
sendo um fogo apagado que nunca queimou
E mesmo entre muitos, me encontro assim:
sozinho no mundo, sozinho em mim
Um dia a janela pisca;
Um sol nublado,
farol fazendo a curva.
Uma mensagem descuidada.
Um dia alguém lembra;
da risada desvelada,
do abraço que encaixa
no vazio umbilical.
Um dia ainda vale a pena.
Olhar o outro,
ao invés do espelho,
e ver.
Seja grato por mais
Um dia.
Não desperdice o seu
Tempo com a tristeza.
Cada segundo perdido,
No fim, se transformará em
Um longo tempo.
O poder de um olhar LIBERTA
O poder de um abraço RESTAURA
O poder de um sorriso CURA
O poder de um beijo DESPERTA ...
... os olhares, os abraços e os sorrisos!
Compêndio de Chuva
Cai a chuva, melancólica e lenta, como um grito que o tempo inventa.
Em cada gota, um som, um tom, que o vento leva — e traz o teu batom.
O teu rosto vem, em bruma e luz, como se o céu em ti se traduz.
Enquanto o mundo se desfaz em água, o meu peito arde, embora os meus olhosse alaguem em frágua. O teu toque é sinfonia de chuva,
que compõe a minha alma, e acende lua turva . E eu, perdido entre trovões eos relâmpagos do meu silêncio, encontro-te em cada canto da minha pele em compêndio.
Que chova, amor — que o mundo escorra, que o tempo pare, nesta dor de masmorra. Pois se é na chuva que te penso e vejo, então que chova, só para te ter no beijo.Chove, e o meu mundo sopra o teu véu, as ruas das minhas veias choram sob o cinza do céu. No vidro, escorre o teu nome, lento, feito melodia, feito tormento.
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