Poema Passei para Deixar um Beijo

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⁠Tudo tem seu tempo para acontecer.
As flores levam dias para aparecer.
Um dia o que você tanto sonha ter, também vai florescer!

⁠A Igreja não é uma galeria para exposição de santos, mas, um hospital para pecadores.

Pastor e Avivalista Metodista

Conquistou um relacionamento,
não relaxe na sua aparência e não esqueça dos seus objetivos
⁠Para quem está contigo não precise admirar algo melhor nos outros por você não se valorizar.

⁠periferia
o vento de outono soprou
e fui colhendo folhas...
em cada uma havia um verso
e todas juntas um poema,
que agora averbo em teus ouvidos
e na margem deste mundo.
o meu poema te rodeia,
espaço branco producente,
de umidade e razão.
garça, alba plumagem
onde escrevo teu nome.

⁠Existem pessoas ao nosso redor que parecem sentir um incomodo peculiar toda vez que experimentamos sucesso ou felicidade. É como se a nossa alegria lhes causasse um desconforto, e isso acaba por transformá-las em verdadeiras sabotadoras de nossa satisfação pessoal...

- Edna de Andrade

⁠⁠Doce Princesa, Amargo Demônio

Me sinto meio demônio, um bagulho sufocante,
Com um sorriso meio maroto, tipo, bem interessante.
Usando o amor como isca, numa parada sacana,
Brincando com corações alheios, só pra preencher minha semana insana.

Mas de boa, desde o início, falei que era meio errado,
Tu tava acostumada com pouco, e eu cheguei dando tudo que tinha arrumado.
Ao invés de migalhas, te dei carinho e tal,
E parece que isso te pegou de um jeito especial.

Só que, mano, eu nasci pra ser o lobo solitário,
Demônio na pista, sempre foi meu cenário.
Me desculpa aí, princesa, por ter mexido contigo,
Foi mal por ter brincado com teu coração, não foi comigo.

Mas é isso, tô aqui, um demônio na solidão,
Pode crer, sozinho é minha missão.
Me perdoa aí, por essa confusão,
Demônio solitário, nessa vida de ilusão.

⁠ Melancolias de um mundo fétido
Mundo fétido, imensidão obscura, desejos insignificantes
Com significados inconstantes
Ah, podre mundo por onde vago, pobre centúria que me acede
Aldeia, óh aldeia, o que será de ti?
Benevolente e estupenda parte da sociedade
Que me cura dos olhos malditos
E me acalma com anedotas de um pássaro

Preso nas trevas que me acolhem
Em uma viagem pelos sentimentos que me afligem, sou um pobre ser
Que vaga pela escuridão monótona
E perpassa pela brutalidade efêmera da dor

Eu, pobre eu
Ainda penso que o mundo é mundo
E através desse olhar profundo
Vejo meu reflexo tênue

Me rodeia o avassalador
Que nos braços do amor me joga
Me coloca entre seu mundo
E tira minha dor.

⁠Eu só sou mais um tentando mudar o mundo
Tem tanta gente se matando por alguns trocados
imundos
E ainda existem políticos chamando a gente de
vagabundos

Você está por aí,
perdido longe de tudo.
Não há lágrimas,
mas um sentir profundo.
Não sei onde está
ou o que passa
em seu coração,
e essa mente fértil
Eu só sei que eu quero
te abraçar nesse momento,
e sentir todo o seu querer
nesse abraço .
Acalma coração
estou aqui por você.

Poesia de Islene Souza

⁠ANGÚSTIA
Sonhar, construir, projetar.
Por todo o inverno, o espaço de um verão.
Temer, fugir, afastar-se.
Por todo o verão, a angústia de um novo inverno.

⁠Eu... por mim

Eu comigo.
Eu em mim mesma um abrigo.
Eu, meu caminho, desde que nele estou sigo.
Quantos passos?
Quantas lágrimas?
Quantos sorrisos?
Quantos abraços?
Quantas chegadas?
Quantas partidas?
Quantas esperanças pela água salgada do mar engolidas?
Quanta vida!
Sou como a lua... tenho fases.
Sou como o vento – brisa suave, ventania...
Arranco raízes de tudo em um só dia.
Invento – me reinvento.
Vivo com plenitude cada momento.
O passado? Lá atrás ficou.
O futuro? É pra lá que vou...
Vida, presente... aqui estou.
Estou... e estou inteira... em pedaços...
Quebrada. Restaurada.
Estou... ainda me formando.
As peças do meu quebra-cabeças montando...
Eu em mim mesma me encaixando.
Quiçá um dia direi:
Agora sou...
sou tudo o que em mim minha vida juntou.

⁠Um domingo triste!
A tristeza dá-se pela a ausências do abraço, do cumprimento ao próximo, do bate papo com os amigos, do confinamento em nossas próprias casas. A dor que sinto é oriunda da incerteza e da sensação de impotência que emana do ser humano diante de um ser tão minúsculo , invisível, poderia dizer insignificante diante das extraordinários avanços que o homem já conquistou, mas somos frágeis e isso serve para que possamos retirar dessa experiência que não somos deuses, que a arrogância nada significa na presença da insignificância de um ser diminuto, que o dinheiro pode lhe proporcionar melhores tratamentos e profissionais de saúde, mas não evita-o de se curvar diante dele. Esse momento é importante para refletirmos que a ideia do capital é erronea, que o homem perfeito é um erro, que a mulher impecável é uma fantasia, que o dinheiro não compra tudo. A evolução do ser quanto humano é oriunda da aprendizagem que ele faz de suas experiencias vividas, mas que tipo humano somos nós que não conseguimos abstrair desses momentos atuais, tão difíceis para todos, ensinamentos que nos transforme???
Tenham um bom domingo e não esqueçam que uma de nossas caracteristica é adaptar-se às mais diversas formas de vida e o amanhã é a soluçao de todos os problemas, mas é importante sabermos aprender com o dia que passou.

⁠Trate uma criança bem,
se possível, dê um presente.
Pergunte se ela tem passado bem, e seu futuro será diferente.

⁠Um dia ela foi poesia
No outro virou canção
Um dia ela foi embora
Levando meu coração...

⁠Um dia após o outro estou tentando andar
Em um piso que esta molhado evitando escorregar
Para não cair e outra vez meu coração quebrar

Fantasia
Queria ir para um mundo distante onde ninguém pudesse me vê poder sentir o vento tocando em mim em pleno oceano.
Poder subir até os mais alto das montanhas e cair num rio coberto de cachoeira caindo sobre mim.
Chegar até a Antártida e sentir o frio congelando o meu corpo cergado de pinguins se deslizando sobre mim como se eu fosse algum esqui ,mas sem querer me importar com isso.
Passar por ruas que sempre teria ido mas observando casas que nunca tinha visto.
Olhar para o céu e ficar imaginando as estrelas como se elas caíssem sem acertar ninguém, caindo em pleno mar abrindo grandes buracos onde os peixes festejam como se fosse uma grande festa e quando as águas saíssem não encontrar ninguém a vista e quando tudo terminar acordar como se todo isso fosse uma imaginação. ⁠

⁠A distância pode até separar corpos, mas jamais deixa um amor distante
Te amo mesmo longe, mas te amarei ainda mais perto
Quando você pensar em desistir, lembre-se que o amor que eu tenho por vice, vai muito além de mim..
Te amo...

⁠Onde eu nasci, ela era casada e tinha filhos. Seu nome?
S-A-U-D-A-D-E
Vivia com um senhor chamado "Distância".
E ainda amamentava duas crias, gêmeas, nascidas prematuramente.
Uma garotinha chamada "Vontade de viver", saiu do ventre primeiro, toda faceira e de gênio forte. A outra, quase não vingou, só veio ao mundo no último instante... Fraca, mas guerreira e vive até hoje às duras penas. Essa recebeu o nome de "Esperança".
Alguns não gostam deles. Mas posso dizer que são uma boa família.
Eles têm fama de fazerem as pessoas chorarem. Não por maldade, é claro. Mas porque é da sua essência.
Durante algum tempo eles vivem livres, mas na maioria das vezes, quando o senhor Distância e dona Saudade precisam trabalhar, eles guardam as filhas no lugar mais seguro que existe. O nosso coração.

⁠Frankenstein: Combustão da Alma

Na solidão que em mim atinge, ecoa,
Um ser melancólico, um mar em mim que entoa.
Frankenstein, meu nome, carrego com pesar,
Aberração ou não, quem pode julgar?

Uma mistura de emoções a escrever,
Palavras entrelaçadas, meu ser a se perder.
Orgulho, meu tormento, que queima e fere,
Mas é também a chama que em mim persiste, austero.

Quero ser o melhor, mas o preço é alto,
Uma batalha constante, um caminho exaltado.
Desistir, às vezes, parece tentador,
Mas meu orgulho é forte, um leão em meu interior.

A combustão do orgulho me faz sentir vivo,
Uma labareda ardente, um fogo que incentiva.
Dor de ser queimado vivo, consome-me devagar,
Espelho, espelho meu, quem mais pode igualar?

Nessa busca por sentido, na trama da existência,
A dualidade persiste, uma eterna resistência.
Entre a melancolia e a busca pela excelência,
Teço versos de uma vida, de uma essência.

A incerteza paira, até quando suportarei?
Como um poeta perdido, meu destino desvendarei.
No espelho, busco respostas, um reflexo de verdade,
Na dança das sombras, descubro a minha própria realidade.

Parecia ser um dia comum
Até eu avistar seus lindos olhos⁠ castanhos.
Olhos que fez meu coração tão sofrido e lento,acelerar e ter um toque de esperança.
Esperança a qual me fez acreditar que éramos alma gêmeas e que felizmente o destino nos juntou.
Ah!Como eu tenho sofrido desesperadamente por um amor não correspondido.
Amor esse que rasga minha alma e que faz minhas noites tão longas e solitárias.
Ansiosamente espero sua volta.