Poema para uma Amiga que se Mudou
Ela caminha lentamente, cada passo, uma graça.
É a mão que desliza suave pelos cabelos soltos, um sorriso tímido, um olhar provocante.
O batom vermelho não pode faltar. É realce, um certo charme.
Ela sabe que ele gosta...
Ela caminha lentamente, está de vestido.
Floral.
Dá um ar de meiguice.
Espera!
Ela é meiga.
Carinhosa, transborda amor.
Ela caminha lentamente até ele.
Ele que faz pulsar mais forte seu coração.
Ele que possui um jeitinho único de ser.
Nunca, mas nunca mesmo encontrou alguém assim.
Ele rima perfeitamente com ela.
Sabe poesia?
Canção?
Pão com manteiga?
Arroz e feijão?
Bem assim, eles são.
Seus olhares se completam.
Seus lábios, corpos, mãos, se encaixam.
Mãos... que se entrelaçam.
E não dá vontade de soltar.
O coração dela se aconchega no dele de tal forma, que parece até que estou inventando história.
História...
De duas pessoas.
Vidas, cidades, costumes diferentes, porém eles são sintonia.
O amor é assim: sintonia.
Não há tempo, espaço, diferenças entre eles.
Há amor...
Aquele amor gostoso de sentir, de querer se envolver cada vez mais.
Aquele amor que se entende pelo silêncio.
Aquele amor que faz tudo ser mais gostoso.
A vida sempre é mais gostosa com amor.
É tempero.
É essencial feito o ar.
Ar...
Ela é ar.
Ele é terra.
Ela faz ele sonhar, por aí flutuar.
Ele coloca os pezinhos dela no chão, com amor e proteção.
Caramba! Que casal mais foda eles são.
Inspiração!
Ela caminha lentamente até ele.
O tempo para.
Tudo para.
Não há barulho de pessoas, carros, nem pássaros e música.
Há somente o encontro do amor.
Arrebatador!
Amar jamais será uma perda de tempo.
Tão bom é cuidar do amor e ver desabrochar doce sorriso…
Ao ler uma mensagem.
Ao ouvir uma canção.
Ao sentir o toque suave das mãos.
Ao abraçar o coração, sentir emoção.
Amar de verdade é desejar ver o outro feliz.
Quiçá sem jamais se despedir.
Apenas ao lado caminhar,
ser par.
Amar jamais será uma perda de tempo.
Amar é perder - se no tempo com quem deseja contigo estar.
Amar é quando olhamos o outro e sabemos que ali está o seu lar.
Amar é quando o outro te devora apenas com o olhar.
Olhar, ouvir, sentir.
Sentidos aguçados que faz o amor nos tocar sem as mãos usar...
Amar é despir a alma.
Ser o lugar onde o único barulho que se ouve é o do coração batendo juntos num gostoso abraço...
Amar é laço.
Amar é beijo demorado.
Amar é o amanhecer mais bonito que reluz no olhar um do outro...
Amar é voar para repousar em quem deseja contigo ser paz...
E juntos transcender...
Sempre as estrelas acender para o desejo de amar reacender e nossas almas vibrar de tanto prazer...
Faça uma reedição com sentimentos mais bonitos.
Feito assim, como um dia de domingo. Ensolarado, com uma trilha sonora de aquecer o coração.
Que tenha sorvete, beijo, abraço apertado.
Que o amor esteja no ar... Embalando os sonhos e nos fazendo acreditar que o melhor sempre virá.
Que o filme de nossas vidas seja recheado de emoções, acolhidas e mãos estendidas.
Que possamos um dia dizer que, valeu a pena esse "filme" viver.
A simplicidade gera felicidade...
Um café quentinho, ver o pôr do sol abraçado, uma música, banho de chuva...
Cheiro de terra molhada, flor desabrochando, pássaro cantando...
O QUE O JAKURISMO PROPÕE?
O Jakurismo como uma corrente filosófica autoral de Jack Indelével Wistaffyna, propõe uma forma de viver marcada pela autenticidade, autodomínio, sabedoria crítica, espiritualidade livre e integridade ética.
Jakurismo é uma filosofia de vida que incentiva o indivíduo a se libertar da ignorância coletiva, cultivar sua própria identidade consciente, desenvolver sabedoria por múltiplos ângulos e buscar respeito através do autoconhecimento e da autenticidade, sem se submeter à aparência, comparação ou dogmas religiosos.
O SIMBOLO DO JUMENTO
Na filosofia Jakurista, o jumento é uma metáfora do ser humano domesticado, condicionado e conformado, que:
Vive preso à repetição,
Segue o sistema sem questionar,
Aceita verdades prontas sem reflexão,
Se move em manada, motivado por medo, vaidade ou status,
É guiado por outros, e não por si mesmo.Diferente do símbolo do Leão.
O SIMBOLO DO LEÃO
O Leão, na filosofia jakurista, representa: O filósofo:
Aquele que lidera com respeito, não com força bruta.
Que vive com honra, e não com aparência.
Que fala pouco e observa muito, como a águia.
O Jakurismo, portanto, é uma proposta filosófica de autoconstrução pessoal, onde o indivíduo:
Se destaca pela diferença consciente,
Combate seus próprios limites internos,
Busca a verdade com olhos críticos e visão ampla,
Vive com respeito, fé livre, e autenticidade.
O QUE O JAKURISMO PROPÕE?
O Jakurismo como uma corrente filosófica autoral de Jack Indelével Wistaffyna, propõe uma forma de viver marcada pela autenticidade, autodomínio, sabedoria crítica, espiritualidade livre e integridade ética.
Jakurismo é uma filosofia de vida que incentiva o indivíduo a se libertar da ignorância coletiva, cultivar sua própria identidade consciente, desenvolver sabedoria por múltiplos ângulos e buscar respeito através do autoconhecimento e da autenticidade, sem se submeter à aparência, comparação ou dogmas religiosos.
O SIMBOLO DO JUMENTO
Na filosofia Jakurista, o jumento é uma metáfora do ser humano domesticado, condicionado e conformado, que:
Vive preso à repetição,
Segue o sistema sem questionar,
Aceita verdades prontas sem reflexão,
Se move em manada, motivado por medo, vaidade ou status,
É guiado por outros, e não por si mesmo. Diferente do símbolo do Leão.
O SIMBOLO DO LEÃO
O Leão, na filosofia jakurista, representa: O filósofo:
Aquele que lidera com respeito, não com força bruta.
Que vive com honra, e não com aparência.
Que fala pouco e observa muito, como a águia.
O Jakurismo, portanto, é uma proposta filosófica de autoconstrução pessoal, onde o indivíduo:
Se destaca pela diferença consciente,
Combate seus próprios limites internos,
Busca a verdade com olhos críticos e visão ampla,
Vive com respeito, fé livre, e autenticidade.
O jumento representa o homem que vive na superfície, enquanto o leão representa aquele que mergulha em si mesmo e nos livros em busca de conhecimento para se libertar.
CONCLUSÃO:
No Jakurismo, o termo jumento não é um insulto, mas sim uma alerta e um código simbólico: ele representa aquele que ainda não despertou.
Ser jakurista não é viver como jumento. É escolher a consciência, o pensamento analítico, crítico e a integridade mesmo que isso signifique andar só. Ou ser rejeitado na sociedade.
O Jakurismo é uma filosofia de vida criada pelo filósofo Jack Indelével Wistaffyna. Ela não é uma religião, nem uma ideologia, mas sim é um chamado para despertar.
No Jakurismo, existem dois símbolos poderosos:
1º O JUMENTO: representa a massa inconsciente. Aquele que aceita tudo o que dizem, que vive em função de aprovação, riqueza ou aparência. Ele repete o que os outros fazem. Não pensa, apenas segue. Espera sempre ser guiado, por isso é que nunca guia.
2ºO LEÃO: representa o Jakurista. Aquele que pensa por si, que luta contra si mesmo em vez de culpar os outros. Que busca o respeito, não o medo. Porque ele vive com sabedoria, não com aparência.
O Jumento vive para agradar o mundo.
O Jumento representa quem vive no automático.
Aquele que aceita tudo sem pensar.
Aquele que busca aceitação. E vive para agradar os outros.
O Leão vive para cumprir seu propósito.
O Leão, símbolo do Jakurista, representa quem domina a si mesmo.
Aquele que busca Sabedoria, e não aparência.
Aquele que Respeito, não fama.
Aquele que luta contra si, e não contra os outros.
O Jakurismo propõe 7 princípios. Que falam sobre autenticidade, luta interior, sabedoria, fé livre, respeito e visão profunda. O jakurismo te ensina, a sair do padrão e se tornares o que você nasceu para ser: livre, consciente, respeitado.
É uma despedida
Sim... Foi um adeus....
Há alguns anos, eu me apaixonei.
Não por alguém… mas por um instante.
Foi um sorriso.
E nele, algo em mim acendeu como se sempre tivesse estado ali, adormecido.
Houve um abraço.
E, por um breve momento, eu me senti em casa… como se pertencesse a algo que nunca foi meu.
E talvez esse seja o problema.
Às vezes, a gente não se apaixona pela pessoa. A gente se apaixona pelo que sente perto dela.
E eu senti.
Senti muito.
Foram instantes que se prolongaram por mil…
Eu revivi. Eu me encontrei. Eu me perdi.
Sabe aquelas histórias que a gente acha que consegue controlar?
Eu não consegui.
Mas hoje eu entendo…
ele talvez nunca tenha estado nela.
E, mesmo assim, eu fiquei.
Não ao lado dele… mas na sensação.
Porque há encontros que não acontecem no mundo, acontecem dentro da gente.
Mas, ao vê-lo, eu soube. O adeus já existia… antes mesmo de qualquer começo.
E ainda assim, eu quis me enganar.
Ah, como eu queria só mais alguns instantes…
para congelar aquele sorriso que, por um segundo, pareceu meu.
Teve um quase.
Um quase beijo.
Um quase nós.
Mas nunca foi.
E ali, no silêncio entre o que sentimos e o que não aconteceu…
eu vi morrer o que nunca viveu além dos meus mais remotos pensamentos.
Não houve história.
Não houve nós.
Só um sentir grande demais…
para caber na realidade.
E mesmo assim… doeu.
Porque foi real pra mim.
Porque, por um instante,
eu vi em você algo além de mim.
E talvez seja isso…
Algumas pessoas não entram na nossa vida para ficar. Entram só para despertar algo dentro da gente.
E depois… vão embora....
Viver um cristianismo genuíno exige esforço diário.
Não é automático, nem fácil.
É uma luta constante contra o pecado, contra o mundo e contra a própria carne.
Mas esse esforço não nasce do orgulho, nem da tentativa de merecer algo de Deus.
Ele é o resultado natural de quem conheceu, entendeu e experimentou o amor e o perdão de Cristo.
Quem foi alcançado pela graça não vive acomodado.
Quem foi perdoado de verdade se levanta para viver uma vida que honra o Salvador.
É por amor a Ele que nos esforçamos.
É pela cruz que todos os dias.
Alguns acreditam que se ajoelhar diante de uma imagem ou fazer pedidos a figuras espirituais é apenas uma homenagem, não adoração. No entanto, à luz da Bíblia, adoração não se define apenas pela intenção, mas pelas ações. Textos como Êxodo 20:5 e Mateus 4:10 mostram que reverência espiritual só deve ser prestada a Deus. A oração, o louvor e a confiança espiritual pertencem exclusivamente a Ele. Mesmo que se diga que é apenas veneração, a prática revela o contrário.
Dizer que não está adorando enquanto se ora, se ajoelha ou se confia espiritualmente em algo ou alguém que não é Deus é como afirmar: “Eu não estou dirigindo” — enquanto se está ao volante, com o carro em movimento. Pode-se negar o nome, mas não se pode negar a ação. A verdade é que, aos olhos de Deus, as intenções não anulam a realidade dos atos. A prática fala mais alto. Trata-se, sim, de adoração — e isso não é um detalhe qualquer, mas uma questão central da fidelidade a Deus.
A deriva de uma realidade ocasional,
não estamos salvos de um amor para viver a dois.
Somos inesperados por circunstâncias iguais.
Responsáveis pela fragilidade da oportunidade.
Carlos Alberto Blanc
As imagens que tenho de você pertencem ao futuro
Elas são uma necessidade de fazer acontecer e existir
E não é difícil saber
E não é difícil saber
Que não é do vazio que o milagre surge
Mas do desejo do amor de hoje
Carlos Alberto Blanc
(Dá uma tragada num cigarro imaginário, solta a fumaça devagar e olha para os amigos com um sorriso irônico)
"O governo é o parceiro de negócios mais dedicado que você já teve, cara. Eles trabalham duro. Eles não dormem! Mas não estão trabalhando para consertar o seu bairro ou para fazer os trens chegarem no horário... não, não.
Eles estão no laboratório, com um ábaco e uma lupa, tentando calcular exatamente quanto do seu 'suor' podem abocanhar antes de você decidir pular do prédio. É uma ciência, cara! Eles olham para o seu contracheque e dizem: 'Hmm, ele parece muito feliz com esses mil e poucos reais... vamos ver se ele ainda sorri com quinhentos'.
É o único assalto no mundo onde o ladrão te manda um recibo pelo correio e diz: 'Ei, obrigado pela contribuição! Usamos metade dela para estudar o comportamento migratório de esquilos em Marte. De nada!'.
(Bate o copo no joelho e ri)
Você acorda às seis da manhã, o café está ruim, o chefe é um idiota... e, no fundo da mente, você sabe: o Estado já acordou às cinco só para garantir que a primeira hora do seu dia não seja sua, seja deles. Eles são donos do seu cansaço, cara. E a pior parte? Você ainda tem que pagar o imposto sobre o desodorante que usa para esconder o suor que eles acabaram de te roubar! Mas cuidado ao tentar esconder esse suor... você ainda corre o risco de ser autuado por sonegação.
Carlos Alberto Blanc
A origem de uma família é realizada pelo tato.
É como um suporte imediato,
É fonte de idéias e atitudes compreensíveis,
De presenças estruturáveis,
De alegrias inabaláveis,
De raízes sustentáveis,
De amores intermináveis.
Uma família de verdade, é feita de verdadeira amizade.
É o princípio da fidelidade,
É um significado de possibilidades,
De infinita bondade,
De excesso de vontades,
De confissão e cumplicidade,
De extrema lealdade.
A família que tem laços, nunca esquece os caminhos.
É a certeza dos seus ninhos,
É abrigo dos filhinhos,
De afeto e de carinho,
De histórias, desafios,
De respeito e referências,
De memórias e vivências.
As famílias de verdade, são a verdade da vida.
PRETA!
Tens uma cor única, inconfundível e sem igual;
Ainda que sejas preta, tens um brilho e caris invejável;
Gosto da tua forma de ser, quente;
E da tua forma de estar, envolvente;
Embora preta, mostras-te sempre luzente.
Preta
Tens uma personalidade muito forte, és destacável, fazes a diferença;
Perante todas outras e todos outros, não passas despercebida e com eles sempre consegues fazer uma ótima combinação.
Preta
És única, pois não consegues ser nem mais nem menos do que és;
Proporcionas o brilho da lua e das estrelas;
Que sorriso lindo e olhar sintilante!
Elevas a auto estima dos formosos, mantendo-lhes a elegância;
E em momentos tristes, consolas a mágoa e dor dos ente queridos.
Preta...
Em qualquer circunstância és evocada;
E mais, as tuas formas únicas mexem muito comigo;
Pois se não fosses preta, as noites não existiriam.
Não te sintas exígua por seres preta, Tu fazes sempre muita falta.
EVOLUÇÃO
Se vissemos a indesejada das gentes (a morte) como uma evolução do ciclo de vida, certamente que nos custaria menos.
INSTINTO ANIMAL
Nada força um bicho a comer uma presa, até que a condição fisiológca o permita. Porquanto, a cerca é ideada de forma tão autóctone que a própria presa afirma desarmada, a possibilidade de associar-se aos ideais da natureza, naturalmente.
BUSCA DEVASSA
Do corpo nada me interessa, sim da alma
Uma real mina de riquezas, valores e luxúria
E para alcançá-la, necessário fazer a busca
Através da greta, velada pela primeiríssima
O CARME DO COTSOLO
Não existe melhor sensação que viver uma paixão muito bem correspondida,
Havendo entraves ou não, curto intensamente este silencioso e paco frenesi
Abendiçoado pelo fascínio, sou festo nesta garrafa com teu rótulo sem bebida
Sequioso, degusto-te e não te bebo simplesmente, pois quem somente te bebe
Não sente a essência do teu ser e a dignidade de embriagar-se de fogo e paixão
Que arde sem se ver. Sedenta a botelha doce, ancas únicas, curvilíneas e polidas
Olhar cintilante, toda Tu, espirituosa, quente e envolvente. Almejo estar cada vez
Mais envolvido, enredado, enrolado, enrolhado, enroscado e embriagado de ti
Com garantia da bendita babalaza, que se predispõe a ser somente por ti, desarmada
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