Poema para uma Amiga que se Mudou

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⁠NÃO HÁ SAÚDE MENTAL SEM EDUCAÇÃO PARA SAÚDE MENTAL!

‎Uma das formas de tornar acessível a Saúde Mental e prevenir Ansiedade ou Depressão na Sociedade é introduzir no Ensino Básico das Escolas do Mundo uma Disciplina curricular que pode ser chamada de Educação Mental!





‎A Educação Mental como Disciplina curricular do Ensino Básico pode desenvolver habilidades de Saúde Mental nos Alunos que vão se repercutir na Família e na Sociedade em geral!





‎As habilidades de Saúde Mental desenvolvidas através da Disciplina curricular de Educação Mental podem ser, por exemplo:


‎1. Identificar os Fenômenos do Organismo Humano, tais como Sensações, Pensamentos, Emoções, Sentimentos e Intuições.


‎2. Reconhecer a natureza passageira dos Fenômenos do Organismo Humano através da mudança do foco da Atenção.


‎3. Reconhecer a existência dos cinco elementos que compõem o Organismo Humano, nomeadamente, Vida, Sujeito, Consciência, Mente e Corpo.


‎4. Reconhecer a Consciência e a Mente e o Corpo como conteúdos do Sujeito e a sua responsabilidade como Gestor destes conteúdos e dos Fenômenos que ocorrem no seu Organismo.


‎5. Ligar estados de frequência das Ondas cerebrais com respectivas Hormonas e Emoções no Organismo Humano.


‎6. Exercitar as várias técnicas de Relaxamento pela Atenção.


‎7. Criar e ensinar técnicas de Relaxamento pela Atenção aos seus Amigos e Familiares.


‎8. Praticar Caminhadas e Corridas, e outros exercícios físicos fundamentais.


‎9. Ligar tipos de Alimentos com seus impactos emocionais no Organismo Humano.


‎10. Explicar as consequências do desrespeito ao tempo necessário de Descansar e Dormir.

A escola não pode continuar a ser uma fábrica de adaptações curriculares; precisa de se tornar num laboratório de possibilidades,onde o erro é a ferramenta,o diálogo a ponte e o aluno o protagonista.



© 22 out.2025 | Luís Filipe Ribães Monteiro

Vivendo uma vida de fantoche,
preso aos fios da vontade de alguém.
Minhas escolhas não me pertencem,
temo ser vista como a vilã também.


Canso de lutar contra o invisível,
às vezes só respiro pra não desabar.
A dor no peito é um nó constante,
aperta, insiste não quer soltar.


Cercada de vozes, risos, presenças,
e mesmo assim, um vazio sem fim.
Finjo amar a solitude que me cerca,
mas o que habita em mim é solidão, enfim.


Carrego feridas que ninguém nota,
sangram em silêncio, discretas, fiéis.
Não matam, mas doem como cortes na alma,
lembrando o quanto ainda sou frágil e real.


Há dias em que sorrio, inteira, viva,
em outros, sou só sombra e saudade.
Dói ver o espelho refletir um eco,
sem ninguém em quem confiar de verdade.


No fundo, o que mais desejo é simples:
ter as rédeas do meu próprio ser,
calar o caos, tocar a paze finalmente... viver.

A depedência de Deus é um conceito que vai
muito alem de uma simples necessidade; É
estadode espirito.

O que esperar do outro?


Sempre esperamos que alguém faça algo por nós, seja uma ligação um gesto de carinho ou um abraço, daqueles que sintamos mais amados... Mas, criamos expectativas, que na maioria das vezes nos decepcionam.
A única coisa que se espera do outro é que ele faça sua parte para consigo mesmo...

Um dia eu desci,
desci leve, sonhadora,
pra começar uma nova história,
a jornada do ensino médio,
cheia de risos, cadernos e aurora.


Ontem eu desci de novo,
mas o peso era outro nas mãos
uma certidão antiga e áspera,
como o clima duro do sertão.


Sim, a certidão de nascimento,
que agora muda de nome e sentido,
pra comprovar não só um papel,
mas o amor que tenho vivido.




28/10/2025

FRASES QUASE SOLTAS

Uma vida alegre e bela é melhor que uma morte empoeirada.
O bom homem suporta a dor do amor, mas não a causa;
ateia fogo em seu próprio coração, contudo, não apaga suas lágrimas.

“Meu instrutor é caro para mim, todavia, a verdade é ainda mais cara” —
assim disse Platão à língua que o criticava.

A verdade pode ser o componente mais importante na música;
entretanto, a música é arte.
Então, depois que te tornares um artista,
precisas aprender que aceitar as críticas faz parte.

Oh, música! Tuas melodias encantadoras
tornam toda impotência suportável.

A cenestesia exposta à melodia romântica
emerge das decisões irracionais e, depois, do ranger dos dentes.

Nos voe — para onde quisermos!
Assim, a melodia sai pela janela à procura do vento.

Tu giras em uma valsa febril,
cais em uma enorme cachoeira
e lanças-te rio abaixo.

Em teus ritmos, as histórias de amor começam e terminam
na fuga e na esperança, na paixão e no significado.

Rosimara Saraiva Caparroz

A Casa de Jorge

Uma catarse bem feita era um caos anunciado,
na casa de Jorge, tudo era sagrado e profano, misturado.
Quando deixava a filha ir ao centro espírita, em paz,
perguntava-se em vão por que sua fé nunca mais.

Falava baixo, num tom de ironia e desvelo:
— Minhas crenças têm rosto, mas não têm espelho.
Covardes são deuses com forma e razão,
que pedem joelhos, mas negam o pão.

Virou-se à esposa e, num riso cansado,
disse: — Rosas e borboletas são belos pecados.
Mas de nada adianta beleza na pele,
se a fome é o que fere e o tempo repele.

A TV seguia o jornal — tragédia e ruído.
Jorge apenas via o mundo perdido.
Foi então que a filha, pela porta direita, entrou,
e o silêncio da casa, de leve, mudou.

Contou-lhe cinco amores, cinco quedas, cinco vias,
e cada história acendeu antigas nostalgias.
Por um instante, pai e filha se olharam contentes,
como se o tempo, cansado, parasse entre gentes.

Mas o tempo não cessa, é cruel e atento.
Trouxe com ele um último contratempo:
um estalo no gás, um sopro, um ardor,
e o fogo tomou o lugar do amor.

Explodiu o botijão, queimando os momentos,
os risos contidos, os sentimentos.
Restou o ar seco, o chão em ruína,
e a fé consumida na própria fuligem fina.

Assim, a catarse se fez, por inteiro,
limpando a dor, mas num fogo traiçoeiro.
E na casa de Jorge, entre cinza e verdade,
ardeu o milagre da humanidade.

Luccas Perottoni

O Rei de Pão e Covardia

Era uma vez um francês,
chamado Michael, burguês.
Três vezes por semana, inglês,
às seis da manhã, seu pão, sua altivez.

Comia em silêncio, convicto,
que o gesto o tornava distinto.
Um rei de café e costume,
com ares de classe e perfume.

Mas um dia, no velho trajeto,
o ônibus tomou outro aspecto.
A estrada virou confusão,
gritos, bandeiras, tensão.

Três homens bradavam na via,
contra a lei, contra a polícia.
Michael olhou — e reagiu,
sem saber por que o fez, fugiu.

De burguês virou milícia,
no susto, na própria malícia.
Um ato sem honra, sem guia,
feito no medo, na covardia.

E o povo, que nada entendia,
ergueu-lhe um trono — ironia.
Promulgaram-no rei por herança,
morto em sua própria arrogância.

Assim finda a realeza vazia:
um pão frio, uma fé tardia.
Um francês que quis ser alguém,
e acabou rei — depois, ninguém.




Luccas Perottoni

Sou mistério e adrenalina.
Uma mistura imperfeita, feita pra te enlouquecer.
Eu amo no extremo — intensamente, loucamente — e parto no auge,
antes que o encanto se torne costume.
Sou a lembrança boa que arde, o caos que deixa saudade.
Vivo nos ápices, não aceito metades, nem o morno disfarçado de paz.
Se quiser me ter... faz uma loucura por mim.

Sou mistério e desejo.
Uma mistura perigosa, feita pra te tirar do eixo.
Eu amo com fogo, com pressa, com loucura —
e quando o auge chega, eu me despeço.
Deixo perfume, lembrança e saudade.
Sou a vertigem que te faz querer mais,
o veneno doce que vicia.
Não sei ser morna, não nasci pra metades.
Se quiser me ter… arrisca. Faz uma loucura por mim.

.. Quem dera fosse assim, como uma fórmula de equação.
Separaria os termos para os lados, e fazia a divisão.
O duro é achar o valor de X que é sempre um e eu insisto em ver nós dois. Sou ruim de matemática do coração

Sobre Meninos e Lobos é um filme que não se limita a contar uma história policial, ele abre feridas e expõe silêncios, e ao assistir senti como se estivesse diante de algo que não se conclui, como se o chão tivesse desaparecido sob meus pés, porque a trama de três amigos de infância marcados por um trauma e reunidos novamente pelo assassinato da filha de um deles não termina com justiça ou redenção, termina com silêncio e omissão, e esse silêncio me trouxe de volta lembranças da minha própria infância, de tempos em que a sociedade preferia calar diante da dor, em que todos sabiam mas ninguém dizia nada, e talvez seja por isso que o filme provoca tanto desconforto, porque ele mostra que o passado não desaparece, apenas retorna em novas formas, e ao mesmo tempo que acompanhamos Jimmy, Sean e Dave tentando lidar com seus fantasmas, nós também somos obrigados a encarar os nossos, e é nesse ponto que a obra se torna mais do que cinema, se torna um espelho, um convite à reflexão, uma experiência que deixa marcas, e por isso acredito que outras pessoas deveriam assistir, não para encontrar respostas fáceis, mas para sentir esse impacto, esse vazio que nos obriga a pensar sobre justiça, memória e hipocrisia social, porque Sobre Meninos e Lobos não fecha portas, ele abre, e quem se permitir atravessar vai sair diferente, talvez sem chão, mas com muito para refletir.


Fernando kabral



Olinda 15 de novembro de 2025

Quer ficar? Fique! Quer ir? Vá de uma vez!
Mas não fique no meio do caminho atrapalhando a minha felicidade.
Guarde as suas indecisões pra outra pessoa igual você.

Droga Invisível


Descobri-me viciada em uma droga que não se vê, mas se consome como um coquetel.
Ela percorre minhas veias não como dose de soro, e sim em combustão eterna, exigindo presença em cada instante do meu corpo.
É fogo líquido que arde em meu sangue, e ainda assim imploro por mais.
Não existe clínica de reabilitação para essa dependência.E sua abstinência é silenciosa e letal em sua autodestruição.
Resta-me a dúvida: existirá algum antídoto para essa droga invisível e devastadora?

Uma pedra tem um mínimo de vibração
Quase nada, por isso: dureza...
O universo, o invisível
O máximo de vibração
O que não se vê está na sublime potência
Uma consciência pura e que se você
Em ressonância entrar
Será a sua plenitude
O seu lar doce lar
Paz no 💓

ELA TERÁ UMA CASA DE CAMPO

Tenho sentido falta de mim.
De um lado antigo que precisou
adormecer.
Ilustrações jogadas no motim.
Aquela sonhadora que via o sol
antes-dele-nascer.
Mas não queria voltar a ser ela
pura e simplesmente.
A que sou hoje não é só mais forte,
sabe também enxergar beleza onde
a outra não via frequente.
A de hoje sabe que ser boa
é também saber quando ser vilã
em um conto jogado.
Só não queria ter que ser ela
sem poder ser também da de ontem
um bocado.
Tenho sentido falta da moça
que degustava a apreciação.
Com tempo ou sem, ela era pura
agonia, verdade, demora, visão.
Agora, a de hoje escolhe, não pode
ampliar um pouco de tudo a todo momento.
Queria que para ser ela não precisasse
matar um pedaço do tempo.
Queria que dessem as mãos;
a que tanto chorava e as rugas que secam a água salgada.
Queria que fizessem plantão;
a que por quase nada se descabela e a que para tudo rios-remava.
Quiçá, no abraço delas more o equilíbrio,
que ainda não sei se encontrei.
Tenho saudade de quem não perdi
e nem tampouco precisei.
Clamo todas elas! Clamo.
Porque preciso sim.
Ora uma, ora outra.
Espero que um dia, nenhuma viva sem mim.
Tenho sentido saudade, tanto,
mas nem sei como fazer esse convívio
entre uma senhora sem espanto
e outra que só via declívio.
Elas vivem brigando, veja,
quando tento apresentá-las.
Talvez, olhe bem, a cereja,
seja uma casa de campo a olhá-las…
No dia em que aquela gente não obrigar nenhuma
a surgir.
Tento sentido saudade.
Quem sabe passe quando ninguém precisar
fingir.

(Vanessa Brunt)

Pensador do UOL

No silêncio que a tela guarda,
uma palavra ousa nascer,
pequena chama que arde,
na mente pronta a escrever.

Pensar é abrir clareiras,
num mundo turvo, sem chão,
é fazer das ideias bandeiras,
na luta serena da razão.

Entre versos, dúvidas, ecos,
o pensamento se faz farol,
guiando os olhos perplexos,
do leitor que busca o sol.

Não há pressa, nem vaidade,
apenas o sopro essencial:
refletir é semear verdades
no campo vasto e digital.

⁠Destruir é muito fácil



Destruir um emprego, conseguir outro;

Descruir uma casa, morar em outra;

Destruir uma reputação, em um novo lugar você é só mais um outro;

Destruir uma história, escreva outra;



Mas e quando você destroi alguém,

Uma alma vulnerável pelo amor, pela entrega, pela crença,

Uma pessoa, um ser humano que não te trocaria por ninguém,

Uma criança emocional que depositou em você a própria existência,



Não existe cura para tanta dor?

Não existe remédio para tanto sofrimento?

É aceitar a morte de alguém, e esperar que renaça das cinzas?

Sim, é um momento de torpor,

Falas com tanto demérito, tanto lamento,

Como pode alguém, esperar que brotem coisas lindas?



Sou eu tão só, solidão de não ser alguém nem para mim mesmo,

Não me lembro do beijo apaixonado, da entrega verdadeira,

Cada dia num lindo quarto, esperava um mimo, mas vivia no esmo,

Hoje, num quarto vazio e escuro, não nasce nem uma videira,



Eu morri, eu estou morrendo todos os dias, dias nublados,

Eu fui destruido por quem devia me construir,

Eu fui iludido, enganado durante dias, crimes continuados,

E por inanição, esqueci de me nutrir,



Isso não pode ser o amor, pois o amor é o oposto da destruição,

Ou será que algo precisava ser destruido para o amor germinar?

Devo acreditar numa vida após a morte, após a desilusão?

Ou algo precisa ser feito, a minha vida terminar?

"O olhar dela passeava em uma paisagem,
e ficou encantada e foi mais além,
e o pensamento começou a enviar palavras e rimas e assim o coração
cheio de inspiração
pensou com reflexão: seria só poesia ou uma canção!?..."


***