Poema para um Lider
para um coração apaixonado
nada nem o céu
nem o mar, nem fogo ou água
nem mesmo a distância
o impede de falar:
Te amo!
Você sempre estará na minha memória e no meu coração.
Sincronicidade
Deserto absoluto, nossas necessidades.
Consciência de um acaso no momento exato.
Lei de um universo que nos une sem direções na mesma lógica que nos coloca frente a frente
Sentimento de alivio e de grande satisfação
Encontra-se com uma energia inesperada no momento certo da coincidência.
Passamos anos de nossas vidas caminhando, ou melhor, vagando entre palavras, desejos e escolha.
Mas a nossa escolha nem sempre se mostra real diante da verdade que julgamos.
Precisamos da certeza fria na hora certa.
Isso mesmo o tempo nos coloca diante da realidade que um dia foi sonhada.
Viver cada sonho, imaginar toda historia, criar fantasias até que no momento exato nos deparamos eu e você.
Sincronicidade ou coincidência?
Eu vivo o tempo e a mesma energia que buscamos anos diante de tudo que sonhamos.
Quando você se deparar com algo que não imaginava, não duvide da física nem da lógica.
Não subestime seu pensamento mais antigo.
Pois foi dele que fez a realidade de hoje chamada sincronicidade.
Sentado e sorrindo aos pés da cruz vazia
Um dia vou tirar os cravos, que prendem suas mãos e seus pés. Do medo vou deixar de ser escravo. Vou fazer o que me der na telha, e com o coração em ceentelha, vou tirá-lo daí com muita fé, vou lhe fazer um bom curativo, colocando panos e remédios, tirando as dores que a 2000 anos moram...
Quando um amigo machucar sua alma
E ferir seu coração,é sinal que ele
Nunca foi seu amigo
Porque ele teve,coragem de ferir
O lugar mais precioso
Que você o guardava
Meu amor,
No passado você era tão inexperiente,
com um jeito de menina
e um olhar de inocente.
Muitos anos se passaram,
você não envelheceu,
te vejo como aquela menina
meiga, frágil e tão linda
que meu coração se perdeu
O que mais se preocupava.
O autor Leo Buscaglia foi certa vez convidado a ser jurado de um concurso numa escola, cujo tema era: "a criança que mais se preocupa com os outros".
O vencedor foi um menino cujo vizinho - um senhor de mais de oitenta anos - acabara de ficar viúvo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em lágrimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.
Quando voltou para casa, a mãe lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.
- Nada - disse o menino. - Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter doído muito. Eu fui apenas ajudá-lo a Chorar.
(Livro Histórias para pais filhos e netos)
''Um dia a gente aprende a conviver com uns. E a sobreviver sem outros."
*Poucos são aqueles que tem a sabedoria de escolher o caminho que vai percorrer."
''Ela tinha um nojo da dualidade de intenções dos seres humanos que ora amam, ora usam, e preferia a clareza da sacanagem e a certeza do vazio.''
A sensatez de poucas leis e decretos
Penso que um excesso de decretos e de interditos prejudica a autoridade da lei. Podemos observá-lo: onde existem poucas proibições, estas são obedecidas; onde a cada passo se tropeça em coisas proibidas, sente-se rapidamente a tentação de infringi-las. Além disso, não é preciso ser-se anarquista para se ver que as leis e os decretos, do ponto de vista da sua origem, não gozam de qualquer caráter sagrado ou invulnerável. Por vezes são pobres de conteúdo, insuficientes, ofensivas do nosso sentido de justiça, ou nisso se tornam com o tempo, e então, dada a inércia geral dos dirigentes, não resta outro meio de corrigir essas leis caducas senão infringi-las de boa vontade! Para mais, é prudente, quando se pretende manter o respeito por leis e decretos, não promulgar senão aqueles cuja observação ou infração possam ser facilmente controladas.
"Talvez esse seja um castigo
justo para aqueles que não
possuem coração: só perceber
isso quando não pode mais
voltar atrás."
Escrevo esta carta para mim mesma, como um lembrete do amor próprio que desejo cultivar.
Querida eu,
Quero começar dizendo o quanto sou grata por ser quem sou. Apesar de todas as minhas falhas e imperfeições, sou uma pessoa única e valiosa, merecedora de amor e respeito - inclusive de mim mesma.
Sei que nem sempre é fácil se amar. Muitas vezes, nos julgamos com muita dureza e exigimos demais de nós mesmas. Mas quero lembrar que tudo bem cometer erros, falhar e não ser perfeita. Isso faz parte da jornada da vida e é o que nos torna humanos.
Gostaria de me lembrar de valorizar minhas conquistas, por menores que sejam, e celebrar minhas qualidades e habilidades. É importante lembrar que tenho muito a oferecer ao mundo e a mim mesma.
Desejo também ser gentil e carinhosa comigo mesma. Tratar-me com o mesmo cuidado e compaixão que trato as pessoas que amo. Quero me perdoar quando necessário e aprender a lidar com minhas emoções sem me julgar.
Por fim, gostaria de me lembrar de que o amor próprio é uma jornada contínua, que requer trabalho e dedicação. Mas é um caminho que vale a pena percorrer, pois é a chave para uma vida feliz e plena.
Com amor e carinho,
Eu.
Quem eu sou?
Não descreveria em mil páginas
e nem em uma folha
Sou uma pessoa que um dia já amei e fui amada
já amei e não me amaram
não amei mas fui amada...
Já fiz loucuras e me arrependi
Vive momento feliz
e alguns tristes
já desperdicei oportunidades de viver um grande amor
Conheci grandes amigos
e péssimos colegas
já falei sem pensar
e machuquei algumas pessoas
já me apaixonei apenas por um olhar
já ganhei grandes presentes
de bons amigos
e ganhei também inimizades
por palavras mal ditas
e historias não esclarecidas
Já menti por menti
já menti para proteger alguém
Escutei coisas que não devia
E me magoaram por brincadeiras mal feitas
Sofri por uma pessoa que não me amou
Amizades que achei que fossem verdadeiras
mas eram falsas...
Resumo-me em poucas linhas
pois se for falar de toda minha vida
poderia escrever um livro...
Caminho com a tranqüilidade de quem fez quase o impossível para contribuir com um mundo mais humano.
As pessoas que me usaram, me enganaram entrego para elas meu melhor sorriso, afinal serão elas que carregarão a culpa...Eu sigo em paz..
Hoje sei que cada um dá o que tem e cada um tem seu tamanho..Então para que julgamentos...
Anny Versário
Anny Versário era uma menininha
Que morava em um planeta bem diferente,
Um planeta de nome engraçado e meio bobo.....
Seu planeta se chamava: Planeta BOLO
Sempre com roupas coloridas,
usava um vestidinho com broches de pirulito e
botões de bala de caramelo,
e um chapéu em formato de cone amarelo.
Nas ruas feitas de chocolate,
com calçadas de marshmellow....
Ela vivia a correr e a brincar
e quando a noite chegava,
as velinhas ascendiam para iluminar..........
E por todos os lugares,
Ela vivia a cantar,
A sua música preferida:
“Parabéns para você,
nesta data querida,
muitas felicidades,
muitos anos de vida......”
Ao nosso redor, se repararmos bem, todos estão passando por problemas e cada um lida de uma forma diferente. Alguns fogem. Alguns choram. Alguns escondem atrás de sorrisos. Alguns ficam calados. Outros falam demais.
Algumas pessoas procuram desabafar com os amigos. Às vezes elas encontram quem possa aconselhá-las e compartilhar de sua dor. Outras vezes não encontram. De uma forma ou de outra, somos nós mesmos que temos que lutar contra nossos dragões. De uma forma ou de outra, no fim, somos nós por nós mesmos.
É meio difícil de perguntar a um cara morto o que ele fez de errado.
(Minho)
Quem olha de longe vê um rosto de menina.
Um sorriso estampado com a mensagem: Eu sou linda !!
Olhos que brilham conforme a luz do dia.
E um corpo..aah esse corpo.
Um corpo que faz os homens a sua volta ficarem sem ar.
Esse corpo que faz com que todos virem a cabeça para admira-lo.
Ah menina você é linda !!
Era linda com seu jeitinho meigo de adolescente!
E agora se tornou irresistível com esse corpo de mulher.
A PERMANÊNCIA DA ORIGINALIDADE E DA CULTURA LOCAL
A cultura de um povo é seu alicerce, sua identidade, aquilo que o torna único em meio a tantas influências externas. Manter essa originalidade não significa rejeitar referências de fora, mas preservar o que nos distingue, o que faz parte de nossa essência e de nossas tradições.
Em um mundo cada vez mais globalizado, é comum que elementos culturais se misturem e que novas influências cheguem até nós. No entanto, é fundamental compreender que valorizar o que é nosso não exige que nos moldemos ao que vem de outras cidades ou regiões para sermos reconhecidos. Pelo contrário, é no simples, bem feito, na constância e na organização que a verdadeira beleza das nossas raízes se fortalece.
A preservação cultural não é apenas uma questão de estética ou de manter costumes antigos por tradição. Ela é um ato de resistência e de identidade. Quando cuidamos das nossas práticas, festas populares, histórias e expressões artísticas, estamos assegurando que nossa essência continue viva e seja transmitida às próximas gerações.
Manter a originalidade é valorizar a memória coletiva, é reconhecer que cada canto do país tem suas próprias narrativas, símbolos e manifestações que merecem ser respeitados. A diversidade cultural brasileira é justamente o que a torna tão rica, e cada povo tem um papel essencial nesse mosaico.
Defender nossa cultura é investir em pertencimento, é criar laços entre passado, presente e futuro. É garantir que o que nos torna singulares não se perca em meio às influências passageiras. Ao respeitar e fortalecer nossas tradições, não apenas preservamos nossa identidade, mas também oferecemos ao mundo um exemplo genuíno de quem somos.
É essa permanência da originalidade que mantém viva a alma de um povo e dá sentido à sua história.
Pascásio Custódio da Costa e a Empada de Aratu: Um Patrimônio Vivo
Reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Sergipe em 2021, a empada de aratu do povoado Terra Caída, em Indiaroba, transcende o sabor para tornar-se um símbolo de identidade e memória coletiva. Seu guardião é Pascásio Custódio da Costa, conhecido como "Mestre Pascásio", que há mais de meio século dedica sua vida a essa iguaria que hoje atrai turistas e fortalece a economia local.
O que muitos não veem, porém, é que essa tradição vai além da cozinha: envolve o trabalho silencioso das catadoras de aratu, mulheres que mantêm viva a técnica artesanal de coleta e preparo do crustáceo, transmitida entre gerações. É delas que nasce o catado minucioso, base não só da famosa empada, mas também de pratos como a moqueca defumada na palha de bananeira, outra joia da culinária local.
Essa rede de saberes — Pascásio, as catadoras e a comunidade de Terra Caída — compõe um ciclo cultural raro, onde gastronomia, memória e pertencimento se entrelaçam. Mais do que um prato, a empada de aratu é um eco do passado que insiste em permanecer no presente, como testemunho vivo da força e do orgulho de um povo.
Se tudo o que eu tivesse fosse um último fôlego
Eu o usaria todo só para cantar o teu louvor
Só para dizer teu nome
Se o que eu tivesse fosse apenas mais uma oração
Eu oraria, pois sei que tu sempre me ouves
Se eu pudesse viver mil vidas neste mundo
Eu vivieria cada uma delas ao teu lado
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