Poema para um Lider
Pessoa especial
Nunca é tarde para amar, mas o prazo para declarar o que senti; um dia chegará. Quando perdemos tempo ao ignorar à quem amamos, estamos perdendo tempo para sermos felizes.
Quando vemos todos os dias aquela pessoa especial, isto se torná superficial. Mas quando está pessoa não pode ser mais tocada ou abraçada, é quando realmente paramos para dar valor a este sentimento que se chamar amor.
Ao acordar era cedo demais para te dar um bom dia, mas hoje é tarde demais para eu le falar, que te amo. Equanto eu te via em minha frente; eu não aproveitava o tempo que eu tinha, mas hoje que eu não posso te ver; eu queria aproveitar o tempo que eu não tenho mais com você.
A declaração de um poeta
Eu sou poeta e queria me declarar porque eu acho que nasci pra te amar, no fundo do meu coração não é emoção então resolvi fazer está declaração, é amor pode dar valor eu tive uma inspiração do fundo do meu coração aí eu resolvi fazer essa declaração para dizer o quanto eu te amo.
Pode acreditar eu acho que nasci para te amar, eu sou poeta e faço várias poesias mas só que essa foi pensando em você, o que eu sei é te querer todas as poesias são do fundo do meu coração mas só que essa verdadeiramente é pra você que mora no meu coração.
Eu poderia escrever vários versos mas nenhum descreveria o meu amor por você ontem eu te queria e hoje te quero mais porque para sempre vou te querer, não é uma paixão passageira e sim verdadeira, paixão vem e saí do coração mas isso não é paixão eu te amo desde sempre do fundo do meu coração.
Reciclo
Todo fim de ciclo é o início de um reciclo.
É um novo marco zero no espaço da esperança.
Uma volta à origem no plano cartesiano da vida.
É um contorno na pedra no meio do caminho
E um rabisco no caderno de rascunhos do futuro
Uma nova tatuagem que se esboça
Na pedaço de pele vazia à espera de ideias
Que representam um novo período que se inicia
É o todo que se move, se enlaça, se recria
A partir de uma nova perspectiva de que é a gente
Que traça os caminhos da própria vida.
É o sonho de um novo horizonte
Nos horizontes de uma estrada desconhecida.
Fora dele
Num dia chuvoso
À espera de um feixe de luz
Meu coração.
Que cambaleava inquieto
Em pura aguaça de emoção.
Pelas ruas em que fora
Enxovalhado por olhos cristãos.
Que em lama de caos
Atiraram sua esperança
E deixaram-lhe a desilusão.
De quem ama.
De quem sofre.
De quem vive
Em solo pagão.
Em um mundo perfeito
Onde a flor tem o direito
De florescer sem se camuflar
De encantar a si mesma com sua beleza
De trazer para o mundo a leveza
De quem sabe do que pode mostrar
Sem se esconder pelo que tem
Mas se amando pelo que é
Onde o tintinar dos sinos
Traz a alegria de um novo dia
Para que essa flor, já murcha,
Saiba que é hora de resplandecer
E, em sua nobreza, o tempo florear.
Oh, solidão acerba
Que, em mares desconhecidos,
Navega rumo à mansidão do infinito
Buscando um horizonte perdido
Através de espelhos d'água
Que se confundem com reflexões
Profundas como o mais vasto oceano
Que abraça cada pedaço de saudade
De quem, só, sofre calado.
Pensamentos que afogam
Embaraçam, pressionam.
Só te arrosta quem amou
E quem ama em vastidão
Outro coração, outros corações
Em distante escalada.
Eis o que move a vida:
Aprender a dançar
A dança da Solidão.
Esperava calmaria em minha solidão
Frente aos mares mais severos
Perante ira de um grande furacão
E da seca de meus prantos austeros
Vi a sombra do meu desespero
Com os olhos que ardem de paixão
E a chuva mais tórrida de janeiro
Que leva minhas lágrimas em vão
Misturei-me ao soneto que lhes trago
Como forma de manter-me em ilusão
De que a vida nos concede seu afago
A fim de dar sossego à minha aflição
Escrevo estas palavras tão simples
Como versos vindos de meu coração.
Desadormecer
Um atual despertar dá-se início, onde o desamor impera com um coração passível de angustia.
O oxigênio se torna pesado e os olhos trêmulos piscam com pânico de um novo dia a se enfrentar.
Um choque aparenta não conhecer limites. É preciso se revestir com armadura ou que será de um ser maníaco sem sua proteção?
É frequentemente considerado forte, mas ao se levantar, percebe que aquele dia comum e tão menos importante se torna um grande tormento.
Invisível
No mar de rostos, sou a sombra esquecida, um eco perdido, sem voz, sem vida.
Mas em meu silêncio, encontro a beleza, a força de ser invisível, uma sutileza.
Nas entrelinhas da multidão que passa, eu me escondo, observo sem ser visto.
É nos detalhes que encontro meu encanto, na solidão, sou livre, um ser em pranto.
Não ser notado é uma dádiva secreta, um refúgio para a alma que inquieta.
Pois na quietude encontro meu abrigo, e na invisibilidade, sigo meu caminho.
Não busco aplausos nem olhares atentos, prefiro a paz dos cantos mais desertos.
Sou o verso esquecido nas páginas do tempo, um segredo guardado no vento.
Então sigamos na sombra do anonimato, descobrindo a magia do ser ignorado.
Pois é no silêncio que encontramos a luz, e na singeleza do invisível, somos conduzidos à cruz.
Um amor até o fim
Um amor eterno, uma chama que não se apaga,
Um sentimento puro, que nunca se desgasta.
É um amor para toda vida, e não tem fim.
É um amor que enfrenta todas as tempestades,
Que supera as dificuldades e as adversidades.
É um amor que cresce a cada dia que passa,
E se fortalece com o tempo, sem pressa.
É um amor que se enraíza na alma e no coração,
Que transcende todas as barreiras e a razão.
É um amor que se doa por inteiro,
Sem pedir nada em troca, verdadeiro.
Um amor para toda vida é raro de encontrar,
Mas quando se encontra, é preciso valorizar.
É um tesouro precioso, uma dádiva divina,
Que ilumina nossas vidas e nos ensina
Ó Amor Infinito, Vazio Eterno
Ó amor infinito, quão vazio és tu,
Tua imensidão, um abismo sem fim.
Promessas eternas, que se desfazem ao vento,
Deixando-nos à mercê do desencanto sem fim.
Neste mar de sentimentos, afogamo-nos sem cessar,
Tentando agarrar-nos a um amor que não pode parar.
Mas, ai de nós, pois esse amor, tão grande e intenso,
É, na verdade, um vazio que nos consome por dentro.
Que ilusão cruel é este amor sem medida,
Que nos faz crer em uma paixão infinita.
Porém, a realidade nos mostra, sem piedade,
Que esse amor, na verdade, é pura vaidade.
Ó amor, quão enganoso és tu em tua grandeza,
Pois, em tua imensidão, encontramos apenas a solidão e a tristeza.
Que nos reste, então, a sabedoria de aceitar
Que o amor infinito, muitas vezes, é um vazio a se contemplar.
O Tecelão de Fios Invisíveis
"Um velho chamado Telmar, o Tecelão,
vivia no alto da torre da mão.
Tinha um tear de fios tão sutis
que ninguém via, mas todos sentiam.
Ele tecia o destino dos homens,
criava vitórias, moldava os nomes.
Com um puxar, fazia um nascer,
com um laço, fazia esquecer.
O povo dizia: “Telmar é poder”,
e o temiam, sem nunca o ver.
Mas um dia, um menino subiu
até a torre onde o medo fluiu.
— Senhor dos fios, por que nos prende?
— Porque vocês me pedem, e nunca compreendem.
Vocês temem a vida que escapa das mãos,
e preferem viver em minhas ilusões.
O menino então cortou um fio,
e o mundo parou, caiu o frio.
Pois todos estavam atados demais
às tramas que Telmar fazia por trás.
Aprenderam, então, que o poder que domina
é aquele que nasce do medo que mina.
E que o controle é a mais doce prisão
para os que recusam ouvir o coração."
O Umbral Invertido
Há um véu que se ergue no fim da ladeira,
tecido de névoa, bordado em madeira.
Ali onde os olhos já não têm abrigo,
a morte se curva — e retorna contigo.
Não vem como faca, nem sombra de açoite,
mas como um regresso ao ventre da noite.
Um porto sem nome, um espelho sem rosto,
um vinho ancestral sorvido com gosto.
O corpo se cala, mas algo persiste:
um traço, um sopro, um rumor que resiste.
E tudo que foste — promessa e engano —
recolhe-se ao pó do primeiro arcano.
A morte é um caminho que volta ao princípio,
um sino que ecoa num templo fictício.
Não leva, devolve; não cessa, transborda,
abrindo no nada uma porta sem corda.
E os que partem, dizem, não vão tão distantes —
permanecem na alma em forma de instantes.
São brisa que sonda o mundo adormecido,
são nome esquecido num canto contido.
Morrer é despir-se da forma do vento,
e ser o que sempre se foi por dentro.
É ter, no silêncio, um berço escondido —
é mais que um fim: é um umbral invertido.
A destruição ambiental que se alastra pelo planeta não é apenas um problema técnico ou político — é, antes de tudo, um sintoma psíquico.
A forma como tratamos a Terra reflete, com precisão simbólica, a forma como tratamos nossa própria natureza interior.
A cultura do espetáculo, humilhação e eliminação transformou-se em um palco coletivo para a catarse das sombras humanas.
A sombra coletiva, camuflada de moralidade, encontra no tribunal digital uma forma segura de extravasar pulsões que não foram elaboradas internamente.
O que está por trás desse mecanismo é o desejo de não olhar para dentro, ignorância da própria sombra.
A mulher
Com um vestido rosa e branco
Segurando uma vara de pescar
Mostra-se a simplicidade e a beleza
Que modifica a forma de enxergar
Voa o anzol e pega o peixe
Tira-se o peixe e devolve ao rio
Que ato tão sublime que contagia
O ser numa tarde de domingo
O teu sorriso
Parece um raio de sol
A sua voz é igual ao canto dos pássaros
O teu cheiro é aroma suave
Não consegue prender por muito tempo
uma pessoa que na composição da sua essência
um dos principais elementos é a "Liberdade”.
A ferida causada pelo amor
É a tristeza de um coração
Louco por carinho
Atenção
E comprometimento
Com a profunda essência
De uma alma que
Se deu para a paixão
E não foi correspondido
Pelos desejos que cobiçava
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