Poema para um Lider

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"Mulher forte, determinada e de um coração gigante. Crescer vendo sua força me tornou quem sou hoje. Te admiro demais!"


--------- Eliana Angel Wolf⁠⁠⁠⁠

"Ser mãe é descobrir um amor que não cabe no peito, mas que preenche cada cantinho da alma. Melhor papel da minha vida. "


--------- Eliana Angel Wolf⁠⁠⁠⁠⁠

A Resiliência do Tempo, Quando O Passado Ecoa no Presente

Eco de um passado distante, mas que ainda se faz presente como uma grande porta que fica aberta permanentemente, ecoando o fato de autora, talvez, uma prova de que o tempo também é resiliente.

Ecoa materializado em alguma construção antiga, nas suas paredes, utensílios, artes e cenários ou guardado em uma memória viva — na mente daqueles que vivenciaram ou dos que ouviram e leram atentamente.

Ecoado por estar descrito nas páginas de algum livro de história entre a escrita, a fala e a leitura; nas suas marcas deixadas pela natureza, ecoando de várias formas e até espalhadas pela selva de pedras.

Nas dobras invisíveis da memória, onde datas se fundem a tamareiras douradas, um eco de encontros desfez-se em pó. Palavras inglesas pairam como fantasmas: date, um instante capturado; date, um laço efêmero de peles e olhares; date, a polpa doce que escorre entre dedos esquecidos. O abstrato devora o linear, tecendo fios de um novelo sem fim, onde o romântico se perde em desertos de silêncios.
Sombras dançam em relógios parados, namorando o vazio com passos tortos. Corpos se inclinam para o nada, inventando amores de névoa, frutas que não caem, calendários que se desfazem em confetes de ontem. O humano reside no rompante, na frase que se quebra como vidro fino, no pulsar irregular de um coração que ignora o tempo. É o caos que respira, o tropeço que encanta, o desalinho que pulsa vivo.
Entre curvas de sentido ausente, a alma se desdobra – não em mapas precisos, mas em rios que correm para lugar nenhum. Desconexo como o sonho acordado, abstrato como o vento em folhas mortas. Humano, porque sangra nas bordas, sonha nos vãos e persiste no eco das ausências.

Feliz Dia Dos Pais


Desejamos um abençoado Dia dos Pais.
A nossos pais presentes e a nossos pais que estão junto a Deus Todo-Poderoso.

Desperte do 'depois' e liberte-se do 'antes'. A vida acontece no intervalo entre um suspiro e outro.


O único tempo que te pertence é este exato momento.


By Evans

' TE AMEI COMO NINGUÉM '


Meu grande sonho é te amar,
Numa eternidade sem fim,
Quero um dia te encontrar,
Entre as flores do meu jardim,


Fostes meu grande sonho de amor,
Eterno enquanto durou,
Mas trilhou um outro caminho
e na solidão me deixou.
Te amei como ninguém,
não imaginas o tanto, do quanto te quero bem !

É um amor que arde em silêncio,
Na vontade não confessada,
Como uma luz apagada,
E na verdade é uma luz florescente,
Parecendo um mar agitado,
Mas no fundo, é calmo e ardente.


Meus momentos mais felizes
Foram vividos ao teu lado,
No cheiro da flor -de-lis
No calor dos teus abraços !

"ECO⁠'


Um solitário pássaro
De sua gaiola fugiu
seu canto como eco
Pelo espasso explodiu !


O eco da vida, da liberdade,
Fugindo da solidão
Feliz canta a majestade
Voando na imensidão .


Cantando alegremente
Voa, voa, passarinho
Encontrou um coração
Fazendo dele seu ninho!


Esse pássaro tem garras,
Quando ama é pra valer,
Feliz o coração que fez
dele seu bem-querer !


Maria Francisca Leite

A vida é um palco
É tudo uma furia
As cortinas levantada
Eu estou saindo
Eu tenho me sentido triste
E você?Agora este pássaro já voou
Como eu sempre sabia que ele faria
Talvez algum dia, em breve
Você estará voando tambem
Me veja vagar,Me veja subir
Se eu ir embora daqui agora
Eu posso me divertir
Me veja cair,Me veja levantar
Dando uma ultima olhada
Entao eu aceno um adeus
Vc tenta vc tenta segurar
Mas é tarde demais
Tarde demais

`Vocês me marcaram`


Roubaram um pedaço da minha alma
Minha infância foi totalmente roubada, levada até o inferno e aprisionada.
Castigada por cada lágrima que eu derramava.


Sonhava todo dia com sua cara
Chorei lagrimas de ódio e magoa, por sua causa.
Eu nunca mais quero voltar para aquela maldita casa!


A melhor vingança que eu poderia fazer, é desejar que vocês sejam eu na minha infância.
Sintam o que eu senti
Chorem o que eu chorei
Carreguem os pesos e correntes dos traumas que eu carreguei.
Só assim entenderiam um pouco do que eu passei, e se arrependam do que fez.


*13/07/2025*

`Crueldade`


Ser um humano é ser machucado e machucar
Tolerar, aguentar, não surtar.
Saber que provoquei dores sem nem imaginar
Me faz perder o ar, sentir meu mundo girar
Me faz querer vomitar


Porque tenho que sempre que errar?
Fico chateada, enraivada, intristecida, magoada.
Sou mesmo uma bomba atômica que nunca será amada?
Serei sempre aquela que afasta com medo de ser machucada?
Machucar os outros por medo de cair em algum tipo de lábia?
Ser manipulada, usada, abusada, machucada, violentada?


Já não basta a minha mente me manter sempre calada
Mas por dentro estou completamente amordaçada.
Torturada, lembrada, castigada, silenciada, forçada.


Tentei tantas vezes chegar no amor, me forçando a várias coisas
E tentando agradar
Mas vocês se machucam quando eu abuso das minhas forças.


Passei a maior parte da minha infância cedendo a suas vontades
E quando faço isso, as dores da minha submissão vai para sua parte
PORQUE EU NÃO POSSO SER A ÚNICA A SE MACHUCAR DE VERDADE???


Apenas aceite sua felicidade, porque ainda grito e tento para-lo quando sinto dores por não dizer as verdades?


*23/09/2025*

A Gestação do Amor: do Útero ao Coração

O feto começa aos poucos a ser formado e um afeto grandioso passa a ser construído; ambos vão crescendo lado a lado e a cada mês, mais nutridos por um amor incalculável entre a mãe e o seu filho ou filha e a depender do caso, filhas ou filhos — um belo vínculo: forte e cheio de vida; sujeito a lutas e sacrifícios.

Todavia, e não menos importante, às vezes, a bênção da maternidade é gerada no coração e, num momento genuíno e emocionante, nasce na adoção, ao criar um laço que não é de sangue, mas que certamente é feito da mesma essência — a vontade constante e sincera de praticar a conjugação incomparável do verbo amar.

O papel materno é singular, indispensável; então, devido a certas circunstâncias, também pode vir a ser desempenhado por uma avó, por um pai ou por qualquer outro parente, distante ou próximo — aquele que decidiu ficar e assumir essa missão, essa responsabilidade, não uma substituição e sim uma honrosa proximidade.

Independentemente de qual seja a personificação materna, Graças ao Senhor, todas elas reúnem um amor repleto de vitalidade, incondicional, uma força que não se explica, que oferece colo, demonstra zelo, um esforço fora do normal, o alento especial durante as adversidades — a certeza de que o amor materno é descomunal entre formas e fases.

Vejo-me novamente a contemplar um passado de um estado anímico irrepetível para mim; em que se torna improvável voltar a ignorar aquilo que as palas dos meus olhos cobriam.

A ontologia do ser, o humano em demasia, ecoam numa mente que só sabia viver. Mente essa que aprendeu a viver antes de entender o que é estar vivo.

O episódio de 8 de janeiro foi amplamente rotulado como um crime, mas há quem sustente que ele também serviu como instrumento de exemplaridade seletiva. Sob essa ótica, o processo levanta questionamentos sobre a consistência dos julgamentos, a precisão das declarações apresentadas e a solidez das provas utilizadas.
Chama atenção o fato de que nem todos os envolvidos receberam o mesmo tratamento, o que alimenta a percepção de que a punição recaiu de forma desigual. Essa assimetria, por si só, fragiliza a confiança em qualquer narrativa que se pretenda absoluta.
No pano de fundo, permanece uma realidade social persistente: a desigualdade estrutural. A população mais vulnerável continua dependente de políticas públicas para suprir necessidades básicas. Programas assistenciais, como o auxílio ao gás, evidenciam não apenas a atuação do Estado, mas também a permanência de condições que impedem a autonomia plena de grande parte dos cidadãos.

Na vida, quem encontra um amigo verdadeiro descobre um tesouro, e talvez por isso ele pareça cada vez mais raro. Em meio a uma rotina acelerada e relações frequentemente superficiais, a lealdade deixa de ser regra e passa a soar como exceção.
Os sinais dessa escassez aparecem nos lugares mais inesperados. Em situações extremas, como na criminalidade, a ideia de “parceria” se desfaz ao primeiro risco real: quando tudo dá errado, prevalece o instinto de autopreservação. Também no cotidiano institucional, episódios de falha de apoio entre colegas expõem fragilidades que vão além do indivíduo, revelando problemas de preparo, confiança e coesão.
Esses exemplos, ainda que distintos, convergem para um ponto comum: a dificuldade de sustentar vínculos baseados em compromisso genuíno. Não se trata de romantizar a amizade, mas de reconhecer que ela exige algo que não se encontra pronto nas prateleiras, tempo, responsabilidade e presença concreta.
Em última análise, a amizade verdadeira não é produto de conveniência, tampouco mercadoria disponível ao primeiro alcance. É construção contínua, feita de escolhas consistentes e atitudes que resistem à pressão. E, justamente por isso, quando surge, merece ser tratada como aquilo que de fato é: um bem raro e valioso.

Nem todo ‘vida que segue’ é recomeço…
às vezes é só fuga...
Um fim que não se teve coragem...
De assumir.

No palco da vida,
quando as cortinas se fecharem de um lado,
todas as coisas nos serão reveladas do outro.
Descobriremos então o que valeu a pena,
mas muito mais, o que não valeu a pena viver,
pois estávamos presos às ilusões do mundo material.
Por isso,
aqueles que mais se entregarem às experiências espirituais,
serão os que menos sofrerão do sentimento
de terem desperdiçado a vida.

“Tem gente que chega bagunçando tudo… mas de um jeito bonito.
Ele é meio doido, meio riso solto, meio caos bom — desses que iluminam sem pedir licença.
E no meio das brincadeiras, ele me lembra quem eu sou, como se enxergasse em mim um brilho que às vezes eu esqueço de ver.
Com ele, tudo fica leve… tão leve que até os problemas parecem perder o peso.
E é estranho perceber que, no meio da loucura dele, é onde eu mais encontro paz.”

Errei.


Como errei.




Há um marco na vida de todos homem.


Um marco onde descobrimos que há decisões impossíveis de se alterar.





Quando percebemos o impacto das decisões.


Quando percebemos o que causamos.


Quando vemos lágrimas irreparáveis.


Quando sabemos que ferimos pessoas as quais já não podemos mais nos desculpar.


Quando percebemos que abandonamos alguém quando essa pessoa mais precisava de nós.


Quando falhamos.


Quando não soubemos cuidar.


No dia em que tomamos a pior decisão.





Eu passei por isso.


E feri alguém que esperava meu cuidado.


Feri alguém a quem prometi cuidar.


Como miserável homem que sou, falhei.


E nunca mais a vi.

FEMINICÍDIO


Agressão contra a mulher
É um crime sem pudor
Que deve ser combatido
Com o máximo rigor
Denunciem, minha gente
O silêncio é um presente
Que se dá ao agressor