Poema para um Lider

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Pra você que dizia que eu não


tinha nenhum centavo furado.


Olha aí abestada eu tenho é um Real.😂😂😂

Quem disse que o passado não importa?
Claramente que importa. Em um sábado à noite, eu descobri que, estou evoluindo e criando emoções por aquilo que eu considerei estranho, e do nada eu me lembrei.
Por vezes apenas precisamos de sair da nossa zona de conforto e ir o mais longe possível para conseguir valorizar o que temos agora.

Andei por caminhos desconhecidos,
em busca de um eu que imaginei existir.
E, nessa busca, perdi-me para sempre.

Um dia, sei que será inevitável, vai acontecer, vai ter que ser assim.
Só levarei daqui,
O que está dentro de mim.

Mais um dia comum
na grande senhora,
mesmo que sorrindo,
mesmo que chorando,
aos poucos devora,
toda via inevitável,
pois teus grandes braços
a todos conforta!

Um pulinho para Boa Tarde.
Bom Dia.
Ordem do dia:
- ressignificar a vivência é,
na maioria das vezes,
olhar para fora de si e
encontrar uma nova direção!

⁠Detalhes de mim


Perdido entre quatro versos,
Almejo me encontrar
De um jeito tão complexo,
E tão sincero de se explicar.


Perdido entre rimas,
Assim são os meus dias
Há noites que viram manhãs de Sol,
Com o acalento da poesia.


Perdido em meus pensamentos,
Buscando o melhor em mim
Fazer com que em um momento,
Tudo não se limite a apenas sentir.


Perdido entre imaginação e realidade,
Assim vou vivendo o meu eu
De uma forma com sagacidade,
Encontro detalhes de um sonho intenso, que um dia se perdeu!

Entre mil vozes sigo calado,
um riso perto me soa errado,
mas dentro da sombra guardo um clarão,
semente pequena, discreta paixão.


Olhares passam, não me percebem,
sou mar sem barcos que nele se atre­vem,
mas no fundo das águas, quieto, escondido,
há um peixe dourado que insiste em ter brilho.


Sou chama acesa perdida no frio,
vento me corta, me torna vazio,
mas toda brasa, ainda que fraca,
se agarra à madeira e a vida destaca.


Carrego no peito a multidão da solidão,
ruídos dançam, mas falta canção,
porém sei que a noite, tão longa e fechada,
um dia se abre em aurora dourada.


Eco sem porto, palavra sem mão,
me faço poema, me invento canção,
pois mesmo que o mundo não queira me ouvir,
meu próprio silêncio começa a sorrir.


E sigo entre vidas, ferido, mas são,
corpo presente, pulsando emoção,
a solidão pode ser dura prisão,
mas guarda a chave no próprio coração.

Cercado de gente, me sentindo só,
um mundo tão cheio, mas dentro é pó
Os risos ressoam, não chegam aqui,
sou barco sem vela, perdido em si


Tantas vozes falam, nem sei como escutar,
procuro um abraço que venha ficar
O tempo me cerca, mas não me contém,
sou vento que passa sem prender ninguém


No meio da festa, vazio eu sou,
sendo um fogo apagado que nunca queimou
E mesmo entre muitos, me encontro assim:
sozinho no mundo, sozinho em mim

Um dia a janela pisca;

Um sol nublado,

farol fazendo a curva.

Uma mensagem descuidada.

Um dia alguém lembra;

da risada desvelada,

do abraço que encaixa

no vazio umbilical.

Um dia ainda vale a pena.

Olhar o outro,

ao invés do espelho,

e ver.

Seja grato por mais

Um dia.

Não desperdice o seu

Tempo com a tristeza.

Cada segundo perdido,

No fim, se transformará em

Um longo tempo.

O poder de um olhar LIBERTA
O poder de um abraço RESTAURA
O poder de um sorriso CURA

O poder de um beijo DESPERTA ...
... os olhares, os abraços e os sorrisos!

Compêndio de Chuva


Cai a chuva, melancólica e lenta, como um grito que o tempo inventa.
Em cada gota, um som, um tom, que o vento leva — e traz o teu batom.
O teu rosto vem, em bruma e luz, como se o céu em ti se traduz.


Enquanto o mundo se desfaz em água, o meu peito arde, embora os meus olhosse alaguem em frágua. O teu toque é sinfonia de chuva,
que compõe a minha alma, e acende lua turva . E eu, perdido entre trovões eos relâmpagos do meu silêncio, encontro-te em cada canto da minha pele em compêndio.


Que chova, amor — que o mundo escorra, que o tempo pare, nesta dor de masmorra. Pois se é na chuva que te penso e vejo, então que chova, só para te ter no beijo.Chove, e o meu mundo sopra o teu véu, as ruas das minhas veias choram sob o cinza do céu. No vidro, escorre o teu nome, lento, feito melodia, feito tormento.

A inteligência é múltipla, e traz sentido para cada vida,
E a vida, é o caminho que cada um pode e vai escolher...
Somos todos inteligentes, cada história é erguida,
Em cima dos dons e caminhos, da forma que escolhemos viver...

Ao acordar temos a escolha de:

Viver um dia abençoado com olhar positivo para vida, entendendo que os desafios fazem parte da jornada, e que o maior presente que temos é o tempo.
Ou podemos ficar remoendo o passado e com ansiedade em relação ao futuro.

Amargo do café


Quando você toma um café,
sentindo o aroma,
o gosto amargo
levemente adoçado,
e pensa em tudo
que viveu até ali,
das paixões falidas,
dos amores que se foram,
das palavras ditas em vão.


E você pergunta se tudo valeu a pena.
Mas você não tem a resposta
e tenta encontrar
algo pra se apegar,
algo que não lhe deixe
como todas as outras coisas
e não encontra nada,
nada parece realmente se encaixar.


Mas ai você prova o café
e o gosto amargo
um pouco adoçado
te lembra que a vida
apesar de amarga muitas vezes
tem sua doçura.
E o dia começa a clarear
e com ele vem outra dose
de esperança, de sonhos
que o dia possa ser melhor que o anterior.

Seu caderno de poesias é um belo lugar.
Tantas coisas lindas
que você gostaria de falar.
tantos versos que nunca irão ouvir,
ou talvez escutem, quem sabe darem até valor a obras raras.

Hoje ela veio de novo… a ansiedade.
Bateu com tanta força que por um momento pensei que não fosse aguentar.
O peito apertou, a mente correu, o ar faltou.
Mas ainda assim, respirei.
Porque, mesmo quando tudo dentro de mim gritou “desiste”, existe uma voz pequena e firme que sussurrou
“Calma, isso vai passar.”


E passa.
Talvez não agora, talvez não fácil
mas passa.
E quando passa, eu percebo que sobrevivi mais uma vez.

Na poesia, existe um propósito.
Escrevo incansavelmente:
Um refúgio que encontrei,
O ar que respiro
Nos dias turvos e densos.
As palavras tocam a alma
E derramam amor.

Amor Mortal

Ouvi um raio —
tremeu
…a alma, os cílios.

Raio contundente,
frio,
escuro,
e, ao mesmo tempo, divino!

Um gostar de sentir calafrio,
ausências e inseguranças,
frio na barriga…

Isso é amor?
(pelo menos, para mim, é.)

Insuportável a harpa angelical
dos casais tão simples:
“Oi, amor!”
“Bom dia, amor!”
“Durma bem, amor!”
Penso que morro em vida.

Uma sombra… sussurros…
Arrepios…
Fico surdo,
estático,
só admirando aquela figura
magra e gélida.

Ela se despe —
vestida de ossos pontudos!

Como não desejar sua morte?