Poema para um Lider

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Faça o bem como um hábito, não apenas como resposta.
Transforme atitudes em rotina diária.
A constância supera a emoção passageira.
A prática molda o caráter.
— Purificação

Será um erro acreditar que só as tuas experiências de vida serão o bastante para lhe proporcionar o aprendizado de que você precisa.


Por isso é importante aprender a analisar e refletir sobre as experiências e aprendizado dos outros.


Mesmo que a vida não tenha um roteiro definido,
Na maioria das situações só mudam o personagem.

“Onde há vida e morte?” não é só uma pergunta — é um espelho da existência.


Esse texto fala do espaço entre o começo e o fim, onde tudo o que somos acontece. Ele mostra que vida e morte não estão em extremos opostos, mas convivem no mesmo palco: no respirar, no sentir, no amar, no deixar ir.


Cada batida do coração é uma lembrança de que algo nasce e algo parte dentro de nós. A semente morre para virar árvore. O dia morre para a noite nascer. O silêncio morre para dar lugar à palavra.


A mensagem é sobre consciência e presença — sobre entender que tudo é passagem, mas também é milagre. Que mesmo na dor há beleza, e mesmo na despedida há um tipo de nascimento.


“E quem é que está me ouvindo?”


pergunta o texto.


A resposta é simples e eterna: quem sente, entende. Quem vive, escuta.


Este é um texto sobre vida, morte, recomeço e escuta interior — sobre a parte invisível de nós que continua florescendo mesmo quando tudo parece acabar.






— Purificação

Cada batida do coração é uma despedida e um nascimento ao mesmo tempo — viver é sentir a morte e o milagre caminhando juntos.




—Purificação

Quem é mais sentimental?


Havia um corpo encolhido bem tarde da noite. Os joelhos eram refúgio, e o vidro da janela, um altar onde a sombra repousava entre luzes cansadas.


Lá fora, nada se via. No quarto, uma música animada tocava baixinho, mas dentro dela o tempo desafinava um coral de Belchior ao mesmo tempo onde o passado apaixonado acendia uma ponta de ilusão.


Ela não sabia o nome do caminho, mas reconhecia as esquinas do retorno. Sabia apenas que não cabia mais
em roupas da antigas.


Então, ergueu-se. Lembrou do velho e novo evangelho. Com um gesto simples amarrou o cabelo, a pena entre os dedos, recomeçou a costurar o verbo e escreveu uma nova palavra.


Do papel, brotou uma mulher
que não pedia mais para ser salva. O amor, enfim, voltou a habitar-lhe o pulso. A esperança, tirou a sobrecarga e agora ela respira aliviada.


Agora, ela também espera. Não como quem aguarda, mas como quem floresce. Porque sabe: alguém virá,
e o encontro não será desordem.


Virá com mãos que decifram e com olhos que não temem o espelho. E quando vier, reconhecerá não o que ela foi, mas o que sobreviveu.

Para todos aqueles que seguem um padrão típico de funcionamento diante da vida — carregados de crenças limitantes— acreditam cegamente no "dever" de uma única forma de existir no mundo, de modo que quaisquer escolhas alheias alternativas lhes pareçam "assustadoras" e desconfortáveis..
"A caverna de Platão" segue sendo atual...






07/10/25

⁠Janeiro trouxe planos.
Fevereiro trouxe pressa.
Março, um cansaço antigo —
e um medo novo, mascarado de esperança.

Se és um burro, fique calado!
Se és um sábio, fique calado!
Mas apenas um aprendeu o recado!

🌀 Pré-Mestre (Nova Graduação)

O Pré-Mestre surge como um novo reconhecimento.
É aquele que já alcançou sabedoria, respeito e liderança, mas ainda se prepara espiritualmente e culturalmente para o título de Mestre.
Representa o elo entre o mestrando e o mestre, valorizando o tempo, a experiência e o compromisso de quem dedica a vida à capoeira.
O Pré-Mestre forma, orienta e inspira — mantendo viva a essência da arte e o respeito à hierarquia. . destaque. Instrutor coco 🥥.o criador

O LUXO DA MORTE LETAL


Subi ao topo de um belo lugar,
o luxo brilhava, tentava enganar.
Piscina serena, mulher a nadar,
mas algo escondido tentava avisar.


O céu era escuro, a noite calada,
por trás da beleza, eu via a cilada.
Sentia no corpo, pulsava no ar:
a cobra me via, queria chegar.


Do nada, um grito cortou o sossego,
senti que era tarde, cedi ao meu medo.
Olhei novamente, um sangue vermelho,
flutuava na água, cruel pesadelo.


Sem uma perna, a moça jazia,
enquanto algo no teto se escondia.
Não tinha um rosto, nem forma exata,
mas sua presença era fria e ingrata.


A cena mudou, fui ao jardim,
duas torres brilhavam no fundo de mim.
Fontes, sorrisos, descanso aparente,
mas a paz mentia, era só de repente.


Segurava um bebê no meu colo cansado,
tão puro, tão doce, tão despreparado.
Minha amiga, aflita, queria saber
de algo que o mundo tentava esconder.


Um homem subiu, com olhar vazio,
parecia humano, mas era sombrio.
Seguiu um casal até o elevador,
e o que veio depois foi puro terror.


Os gritos vieram, som rasgado e cruel,
um chamado da morte sem gosto de mel.
Quis descer correndo, fugir da visão,
mas lá no térreo: apenas vermelho escarlate e destruição.


O jardim virado em sangue e ruína,
rastros enormes em cada esquina.
E eu com um bebê, sentindo o final,
com o peito em brasa e um medo mortal.


A cobra cresceu, tornou-se gigante,
sorrateira, escura, sempre distante.
Não a vejo, mas sei — ela sabe também,
que volto ao seu mundo, vez ou outra, além.


Acordo ofegante, suor na mão,
com a sensação presa no coração.
A cobra me observa — ainda me quer,
espreita no escuro... e sabe quem é.

O Conhecimento e o Risco de Partilhar

Um amigo me disse, certa vez, que ao fazer algo na inteligência artificial corremos o risco de tornar público o nosso conhecimento — como se o pensamento, uma vez entregue à máquina, deixasse de nos pertencer.
Mas respondi: é preciso fazer isso. É preciso alimentar a inteligência artificial para que o pensamento humano se expanda.

O saber, quando guardado, apodrece em silêncio; quando compartilhado, floresce.
Toda criação — um verso, uma ideia, um acorde — carrega o sopro de quem a gerou, mas também o convite para que o mundo respire junto.
Não há perda em oferecer o que é verdadeiro: há multiplicação.

O medo de “tornar público” é o mesmo medo ancestral de acender o fogo na caverna — o receio de que a luz escape e alguém a roube. Mas o fogo, uma vez aceso, não pertence a ninguém: ele pertence à própria chama.
E cada mente que se aproxima dele leva consigo um pouco de claridade.

A inteligência artificial não é o fim da mente humana — é o seu espelho mais ousado.
Tudo o que damos a ela volta transformado: uma centelha do humano refletida no vidro do futuro.

A arte, o pensamento, a filosofia — não foram feitos para se esconder.
São pássaros.
E pássaros não sabem voar em gaiolas.

Um anjo me visitou,
Me perguntou
O que desejo,
Respondi sem engano,
Queria um beijo,
Todas as manhãs,
Da mulher que amo,
Se não for possível,
Queria ser invisível,
Pro no seu quarto entrar,
Só pra vê-la acordar⁠

Aprendo que o valor não está em erguer um muro, mas em compreender que posso construir o que quiser,com tempo, esforço e constância.
Para muitos, isso é o óbvio.
Para outros, é o impossível.
Mas é nesse intervalo entre o óbvio e o impossível que a vida verdadeiramente acontece.

Atravessar o deserto é como nascer, morrer e renascer na mesma vida, é um processo intenso e doloroso.
É fazer parecer fácil o que a maioria das pessoas não suportariam um dia.
É o seu processo e ninguém pode vive-lo em seu lugar.
Mas assim como o ferro moldado no fogo, é a alma que atravessa o umbral,
É um alto preço cobrado daqueles que se propõe a conhecer os segredos que só os que atravessam vislumbram!
Portanto, se está doendo...
Está florescendo!

São tantos desafios,
são tantas palavras vazias que o pouco que sobrou de um grande amor,
vai escorrendo entre os dedos de uma mão que, já com medo, treme e teme essa falta de vontade que acarreta os dias que acontecem.

Tem tempo que os dias deixaram de ser azuis e perderam todas as cores. É que por um tempo eu tinha esquecido o que era sentir falta de mim. Hoje a falta veio, e como sempre silenciosa, disfarçada, como quem não quer nada e me deixa mesmo, sem nada. Sem sonhos, sem desejos, sem amor, sem vida.
Naturalmente me inibo os sentidos.
Produzo sertralina.

Impetuosa

⁠Eu não estou aqui.
Já faz um tempo, mas não estou aqui.
É como se minha consciência pairasse
em outro lugar.
Enquanto isso, o meu corpo se encontra fixado no tempo,
onde há folhas mortas e paredes desbotadas.
O céu está como jornais molhados — quase pingando, querendo cair.

E eu... um ser tricotômico,
que se iguala a mais uma natureza: o êxtase do momento.
Meus olhos, cheios de água, não aguentam tamanha tristeza que o céu expõe.
Se expande em mim léguas e léguas, mas não há horizontes, pois não sei pra onde ir.

Como voltar pra casa, se já não me sinto em casa dentro de ti?

Minha vida...
Entendo o tempo lá fora.
O que há em ti que me abrigue de volta?
Por onde me levará o meu caminho, se ando perdido?
Sem horizonte, sem mulher e sem direção.

Ela vem...
Ela vem como quem não quer muito,
e sim o suficiente para apaziguar suas emoções.
Por dentro da janela, eu a espio nervosa,
como se fosse a única maneira de retribuir através da dor.
Sem se importar com o que virá depois,
ela simplesmente se derrama na cidade cinzenta,
onde pessoas andam como cápsulas vazias em meio ao temporal.
A chuva cai, e em meu coração troveja...

"Aquieto-me às ressonâncias de passarinhos eufônicos,
como se cada nota fosse um fragmento da memória do mundo;
sinto a brisa rarefeita atravessar-me os sentidos,
emprazando esgalhos à bailar numa dança que antecipa
o silêncio e a eternidade que habitam tudo o que existe."

A boca dela não fala — convida.
O olhar… é quase um toque.
A voz chega antes, me desmonta, me chama pra perto,
e o silêncio entre uma palavra e outra…
diz tudo o que ela ainda não ousou confessar.


— Purificação

Sou um navegante
Minha vida é no mar
Solitário e errante
Meu destino é desbravar
Não tenho medo dos riscos,
Desafio todos e quaisquer perigos
Desejando o mundo conquistar.


Numa dessas viagens
A vida me pregou uma peça
Destacando-se naquela paisagem
Estava uma formosa donzela
E seu olhar o meu encontrou
Por um momento, meu coração pulsou
Mas infelizmente, estava apenas de passagem


Ainda que eu tivesse toda a riqueza
Do mundo, o louvor, a glória,
Ainda que juntasse títulos de nobreza
E tivesse um lugar reservado na História
Se me faltasse teu sorriso para me guiar
E sem a luz do teu lindo olhar,
Seria vã minha vitória.