Poema para um Filho
O 'NADA' existencial é quando você ainda não descobriu o SENTIDO DA VIDA, vagando sem Rumo como 'Poeira ao Vento'. Pois não acha 'assento' em Lugar Nenhum.
Brincar sem medo com a palavra morte é como dizer: temor, remo, mor, ter...Por isso que passo por ela sem medo de perder meu norte!
Quando nós chegamos aos 83, pensamos como Gil, nosso cantor luminoso: não temos medo da morte. Mas de como vamos morrer... Cheguei a conclusão de que: A morte é a última nota de uma grande sinfonia que é a vida!
Aforismo instigante: Dizer "não" é dizer "sim" ao seu inverso. É viver o seu universo de forma diferente e positiva!
Somos medidos com base na felicidade dos outros: se não fizermos o que eles julgam ser prazeroso, não estamos vivendo, não nos querem por perto.
Todo o protesto deve ser legítimo e visar o bem comum. Quando se visam benefícios próprios, perdem sua credibilidade porque os verdadeiros atingidos são os menos favorecidos. Analise antes de abraçar uma causa e não apoie somente porque ela está em evidência, a verdade costuma não ser revelada.
Uma das leis de negócio diz: você vai dar valor, valor e mais valor que a coisa que seu cliente mais vai dar em troca é dinheiro.
Tenha cuidado ao dispensar aquilo que acha pequeno,.pois até a maior das árvores já foi apenas uma semente!
..."Um bom argumento pode parecer resolver tudo, entretanto a sabedoria do silêncio no momento certo nunca comete erros"...
Nenhum construtor termina o Templo; todos, porém, têm a obrigação de deixá-lo mais erguido do que o encontraram.
Um homem pode até tirar a liberdade de um outro homem, mas o conhecimento uma vez adquirido, jamais poderá ser tirado.
Ser cronista é praticar atenção plena. O material está na esquina, no vizinho, na planta teimosa que emerge do asfalto. É meditação em movimento, coleção de insignificâncias que, juntas, revelam o mosaico da vida.
Vivemos em uma época que celebra a liberdade como um dogma inquestionável. A felicidade é vendida como um produto, uma conquista individual, um destino a ser alcançado. No entanto, sob o brilho superficial dessa promessa, opera uma máquina social cruel, individualista e competitiva, que produz não realização, mas uma miséria sutil e generalizada.
A verdadeira liberdade, em sua essência mais profunda, talvez não seja a ausência de limites, mas a capacidade de abraçar conscientemente os próprios limites.
A busca contemporânea de felicidade e liberdade é, em grande medida, uma ilusão arquitetada pelo próprio ego, que teme o caos, a ambiguidade, a dúvida e o verdadeiro contato com o outro. Em uma sociedade que premia o individualismo e o egoísmo, ser "livre" muitas vezes significa isolar-se, competir e proteger o que é "seu".
O futebol é um extraordinário laboratório das paixões humanas. Nele encontramos alegrias intensas, tristezas profundas, bem como temores e esperanças que resistem até o apito final.
Durante um mês, a cada quatro anos, grande parte do planeta entra em um acordo silencioso e decide que a vida de 11 homens correndo atrás de uma esfera sintética é a coisa mais importante do universo. No fundo, talvez seja mesmo a única coisa que faça sentido.
A eliminação em uma Copa do Mundo não é uma frustração qualquer que se esquece no dia seguinte com uma xícara de café forte. A esperança morre ali no gramado e somos obrigados a voltar para a realidade dura e cinzenta da segunda-feira sem a armadura da ilusão.
