Poema para o Pai

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Eleição segundo o Pai, santificação
pelo Espírito, fé obediente no sangue de
Cristo, batismo como testemunho e vida perseverante em oração e doutrina.
📖 1Pe 1:2; Mt 28:19; Rm 6:3–4; At 2:42

Um pai vale mais do que uma centena de mestres-escola. (George Herbert)
Se você não tem um pai, procure ter. Se não encontrá-lo na terra, lembre-se do Pai nosso que está no céu.
F. Meirinho

*__Hoje rejeitam Deus como Pai.
Mas amanhã tentarão clamar como filhos.
E a porta da graça estará fechada.__*


*— Pr. Wellington Cleiton OF ▶️*

Todo bom pai é um pastor.
Cuida, protege e conduz.




Todo bom pastor é um pai.
Ama, ensina e permanece.


“O justo anda na sua integridade; bem-aventurados serão os seus filhos depois dele.”


Provérbios 20:7


#FelizDiaDosPais #PaiQueDeixaLegado

Ser rainha sendo filha de rei é comum. Grande é Deus, que pega uma menina sem pai, sem mãe e sem nada, e a faz sentar-se no trono.


"Rainha Ester.

Uma vez uma criança chegou pro seu papai e perguntou…
- Papai ? Deus me ama ?
seu pai respondeu …
- Claro filha.
- Mas como ele me ama se eu não posso vê-lo ? ele nem me abraça , nem beija minha testa como você faz papai… Disse a menina.
- Sabe filha, agente não pode vê-lo mas ele existe dentro de nós. Quando você era apenas um bebê, ainda na barriga da sua mamãe, você não podia nos ver, nem nos sentir, mas mesmo assim a gente te abraçava , beijava e já amávamos você, mesmo assim é Deus.

Queria meu pai!
De todas as formas;
De qualquer jeito.
Queria meu pai!


Ele me deu momentos
Ouviu minhas dores e meus lamentos;
Me carregou no colo,
Quando era difícil andar.


Queria meu pai!
Eu sei que em alguma dimensão
estaremos juntos.
Até breve
"PAI"

"O filho pródigo optou pela periferia da vida.
Mas, um dia ele voltou à casa do pai...!"


☆ Haredita Angel

Hare! Hare!
Salve ! Salve!
Salve, O Grande Pai...
Salve , O Criador da beleza da fé...
Salve, seu filho, Jesus Cristo, que nos saúda, nos protege, nos guia, nos ilumina os caminhos, nos orienta a seguir rumo Norte, nos fortalece os instintos e nunca nos abandona...

☆Haredita Angel

Feliz família.

"O tempo passou...
E, agora procuro...
Cadê meu pai? - partiu!
Cadê minha mãe? - partiu!
Cadê meus irmãos? não sei!
Cadê os gozos de família?
- se foram...
-Oportunidades tidas e agora as percebo perdidas...
Fui! - cuidado você, prá não ser...
-Feliz família à todos!"
☆Haredita Angel

— Minha mãe me ensinou a ter paciência.
— Ela dizia: "espera só teu pai chegar, bichinha..."

Esse treco aí de paciência, eu não aprendi, não. Mas aprendi a rezar que foi uma beleza...

"O Senhor, que é pai, mãe, filho e espírito santo,
dai-me poder escolher os meus sonhos antes de dormir..."
Amém!
☆Haredita Angel

"Tem gente que acha mais fácil rezar a Ave Maria do que o Pai Nosso.
- Mas é rezando o Pai Nosso
que se descobre que Amor ao Próximo
não é beijar-lhe na boca; é ter compaixão e
beijar-lhe o coração."
☆Haredita Angel

⁠"Senhor, foi esse mais um dia de benção, de alegria e de luz em sua companhia.
Obrigado Pai, por estar sempre comigo, me conduzindo a cada passo e me abrigando em seu abraço.
Obrigada pela água, pelo pão, pela paz que me dás e pela festa que fazes em meu coração!"
Amém!
Haredita Angel
04.11.22
Boa noite!

"Que o pai do céu nos proteja,
afastando tudo aquilo que possa
entristecer os nossos corações."
Haredita Angel
25.09.16

⁠O que esperar dessas Almas Sebosas que arregimentaram as almas “inocentes” para salvar o país e, desde então, nunca mais pararam de tentar vendê-lo para se salvarem?


Talvez nada além do que já entregam: a velha arte de travestir interesses pessoais em projetos de nação, a habilidade de manipular esperanças alheias enquanto negociam, sob o apagão das luzes, o próprio futuro.




Porque quem sempre se salvou à custa dos outros — da boa-fé, da ingenuidade, da fome por esperança — não aprende a sustentar o peso da verdade.


Passa a vida em mercados de ocasião, onde cada crise vira moeda, cada medo vira mercadoria, cada voto vira barganha.


E é justamente nesse teatro de sombras medonhas que se revela a nossa parte: perceber que país nenhum é salvo por quem está disposto a vendê-lo.


Talvez a verdadeira inocência não esteja em quem foi enganado, mas em quem ainda insiste em acreditar que o destino de uma nação pode caber no bolso de uns poucos iluminados por suas próprias ambições.


O resto, no fim, é só ruído — só guerra palavrosa — de almas sebosas riscando fósforos perto demais do futuro que prometem proteger.

⁠⁠Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.


Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.


A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.


Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.


Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.


Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.


Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.


É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.


E Ele sabe disso.


Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.


Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.


Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.


Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.


Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.


Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.


Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.


São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.


Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.


Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.

⁠Independentemente da prova que o Pai nos permitiu, aonde quer que estivermos, celebremos com júbilo o nascimento do Filho d'Ele.


Para muito além da prova que o Pai nos permitiu, há um convite que atravessa todas elas: celebrar.


Não porque a dor se ausentou, nem floresceu de repente, mas porque Deus decidiu nascer dentro da nossa história — inclusive nas suas frestas.


O Filho não veio quando tudo estava em ordem, veio quando o mundo estava cansado e carente.


Tudo era caos!


Ele não escolheu palácios, escolheu manjedouras.


Não aguardou aplausos, aceitou o silêncio interrompido apenas pelo choro de um recém-nascido e pela respiração dos que também não tinham muito a oferecer.


Por isso, aonde quer que estejamos — no vale ou no monte, na sala cheia ou no quarto solitário — há espaço para o júbilo.


Um júbilo que não nega a prova, mas a atravessa.


Um júbilo que não faz barulho para disfarçar a dor, mas canta baixo, com a alma ajoelhada.


Celebrar o nascimento do Filho do Homem é confessar que nem a noite, nem o medo ou a dúvida nos venceram.


É afirmar que, mesmo quando não entendemos o “porquê” da prova, confiamos no “para quê” do Amor.


É reconhecer que Deus não ficou distante do sofrimento humano — Ele entrou nele.


Que o nosso coração, onde quer que esteja, se faça manjedoura para o nascimento e renascimento do Filho do Homem.


Que o júbilo não seja euforia, mas esperança viva.


E que, mesmo em meio às provas permitidas pelo Pai, a Luz continue encontrando lugar para nascer em nós.


Feliz e Abençoado Natal para todos os que creem no Aniversariante de hoje.

⁠Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, poupe-me ao menos dos amantes da espetacularização.


Não temo os tropeços, as tempestades ou a morte — nem minha, nem dos meus — pois nenhum destes barulhos consegue ser mais ensurdecedor que o espetáculo feito deles.


Há cálices que não doem pelo amargor do conteúdo, mas pelo coro que se forma ao redor deles.


O tropeço ensina, a tempestade depura, a morte silencia — todas cumprem um papel sagrado no trato da alma.


O que fere é o aplauso, o holofote aceso sobre a dor alheia, a pressa em transformar cruz em palco e lágrima em argumento.


Quem caminha com fé não pede a ausência da noite, mas a dignidade do escuro.


Não implora pela fuga da provação, mas pelo recolhimento necessário para atravessá-la.


Há dores que só frutificam no segredo, há processos que se perdem quando exibidos.


O espetáculo rouba o sentido; o silêncio, ao contrário, devolve profundidade.


Por isso, minha súplica parece-me justa: se o cálice não puder ser afastado, que ao menos não venha acompanhado da plateia.


Que a dor seja escola, não vitrine.


E que o barulho venha do céu, não dos que confundem compaixão com curiosidade e fé com entretenimento.


Amém!

⁠Um pai imprestável é igual ou até pior que um c0rn0: o último a saber dos feitos dos próprios filhos.


Há ausências que gritam mais alto do que qualquer traição.


O pai imprestável não é apenas o que erra — é o que se ausenta do palco onde a vida do filho acontece.


Enquanto aprende tarde demais, não porque foi enganado, mas, porque nunca quis olhar.


Ser o último a saber não é azar, é consequência.


Não da falta de informação, mas da falta de presença.


Porque quem caminha junto percebe os passos antes do tombo, os sonhos antes da fuga, os feitos antes do aplauso alheio.


A ignorância, nesse caso, não é inocência: é abandono disfarçado.


E o preço disso não se paga em humilhação pública, mas em vínculos que não se formaram — e em histórias que o tempo já contou sem ele.