Poema para Alguém Especial

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⁠26/03

Quando alguém te falar
com ironia ou te diminuir
não vale no contato
virtual ou real insistir.

Celebrar mortes em qualquer circunstância ou zombar da saúde de alguém têm o mesmo peso moral e espiritual.


Quem exibe seletividade e manifesta este tipo de atitude não tem apreço a própria vida.


Espero que o assassinato do Charlie Kirk que era herói para uns e anti-herói para outros sirva de evolução para a consciência coletiva a não mais repetir mais este tipo de atitude.


Toda a vida importa, gostemos ou não.

26/12


Prestigie o talento do outro,


porque no futuro,


alguém irá te retribuir em dobro.


...


26/11


Não tenha medo


de defender a sua imagem,


Ela é o seu real patrimônio,


mesmo que digam que


é só a sua imagem,


Tu não és miragem,


e sim realidade.


...


26/10


Não desista de ser paz


quando ninguém traz,


e a falta faz.

Por mais que alguém seja justo, honesto e sincero, a verdade é que sempre existirão pessoas com a vida bagunçada tentando atrapalhar o caminho dos outros.
Esses indivíduos não suportam ver a luz de quem anda corretamente, porque a ordem e a clareza expõem o caos que carregam dentro de si.
Mas quem vive de forma íntegra não precisa se preocupar: a verdade sempre se sustenta, mesmo diante da inveja, da maldade ou da desordem alheia.
A justiça não se mede pelo barulho dos que tentam derrubar, mas pela firmeza de quem permanece de pé.
Ser honesto é resistir. Ser sincero é enfrentar. Ser verdadeiro é não se curvar diante das armadilhas.
E, no fim, quem tenta atrapalhar só revela o próprio vazio, enquanto quem se mantém firme segue construindo um caminho sólido, iluminado e digno.

Nem nos meus melhores momentos de descontração, me atreveria a brincar com os infortúnios de alguém…


Mas me atrevo a dizer que talvez não haja câncer mais agressivo que a metástase que há muito assola o Congresso Nacional.


Nem mesmo nos instantes de maior descontração ousaria brincar com os infortúnios que a vida impõe a alguém.


A dor alheia, por mais distante que pareça, nos exige muito respeito — porque amanhã, uma igualmente ou até pior, pode bater à nossa porta.


Mas, olhando para a realidade política, percebo que talvez não exista câncer mais agressivo do que aquele que corrói as instituições por dentro.


A metástase que há muito tempo assola o Congresso Nacional não é feita de células doentes, mas de práticas que se multiplicam despudoradamente: corrupção, privilégios, conchavos e o desprezo pelo povo.


Diferente de uma doença física, que a ciência e a esperança tentam curar, esse mal se fortalece no silêncio da sociedade e na acomodação de quem já se acostumou com ele.


E assim, geração após geração, vamos herdando um corpo político debilitado, enfraquecido e refém de suas próprias deformações.


Se um câncer no corpo humano ameaça a vida, o câncer da política ameaça a própria noção de futuro coletivo.


A diferença é que, nesse caso, a cura não depende apenas de médicos ou remédios, mas da coragem de uma sociedade inteira em não se conformar.

Sempre que vejo alguém se valendo do nome de Deus para se Esconder, Aparecer e se Promover, sobretudo na arena política, lembro da perseguição ao Filho d'Ele…


Mataram-no!


E foram justamente os religiosos da época que perseguiram o Filho d’Ele até a cruz.


Mas, ali, no desfecho da maior injustiça, não estava cercado por sacerdotes ou homens de fé, mas ladeado por dois ladrões.


A lembrança é dura, mas necessária: a vaidade dos que se dizem de Deus pode ser tão nociva quanto a agenda oculta dos que O negam.

Está para nascer alguém mais Feliz do que os que podem (com)partilhar suas tristezas e mais Triste do que os que não podem (com)partilhar suas alegrias.


Feliz é aquele que encontra espaço para partilhar as próprias tristezas. Porque a dor repartida, mesmo que não desapareça, torna-se mais leve ao ser acolhida por outro coração.


Do mesmo modo, está para nascer alguém mais triste do que aquele que não encontra com quem partilhar as próprias alegrias.


Porque a felicidade guardada em silêncio perde cor, e um riso não ecoa inteiro quando não encontra outro riso para acompanhá-lo.


A vida se constrói nesse movimento de ida e volta: consolar e ser consolado, celebrar e ser celebrado.


Quando temos a quem confiar nossas lágrimas e a quem oferecer nossas risadas, descobrimos que a verdadeira riqueza não está em acumular, mas em compartilhar.


Talvez a maior bênção da existência humana não seja estar sempre Feliz ou sempre amparado, mas nunca estar só.

Sem naufragar no abismo das próprias misérias, ninguém conseguiria comemorar o infortúnio de alguém.


Mas, se parar para pensar, essa comemoração revela mais sobre o vazio de quem celebra do que sobre o destino de quem caiu.


É como se a dor alheia funcionasse como anestesia momentânea para a própria carência.


No entanto, a alegria construída sobre a queda do outro é sempre frágil: dura pouco, envenena devagar e nunca preenche.


A verdadeira libertação não está em aplaudir a ruína do outro, mas em resistir ao impulso de medir a própria vida pela infelicidade alheia.

Aprendi que tudo feito com muito Amor e Carinho dá certo…


Inclusive Brigar!


É raro alguém conseguir Brigar com tanto Amor e Carinho, sem deixar o pincel cair de propósito — só para rabiscar o perdão no meio da discussão.


Porque certas brigas nascem apenas para nos lembrar que o Abraço é o ponto final mais bonito…


Os abraços grandes, os memoráveis, nascem das mãos livres… e dos corações presos — ao desejo de amar.


Com carinho — à prima, Elaine Ferreira.

Um dos maiores palcos de manipulação do país — quiçá do mundo — Brasília haveria de receber alguém de pulso, cheio de vontade de libertar — deixe ir: Fabrício Carpinejar!


Brasília, com sua arquitetura monumental e sua aura de poder, sempre foi mais do que a capital política do país — é o símbolo vivo da manipulação institucionalizada, da retórica cuidadosamente ensaiada, das verdades maquiadas em discursos de ocasião.


Ali, onde se fabricam narrativas e se negociam destinos, a liberdade — essa palavra tão pequena e tão cara — costuma ser tratada como um artigo de luxo, raramente distribuído e quase nunca praticado.


E então, de repente, chega Carpinejar.


Com sua voz que mistura ternura e brutal honestidade, com seu dom de traduzir sentimentos que o poder não compreende, ele atravessa os corredores de Brasília não para discursar, mas para desatar.


Lança “Deixa ir” — um livro que fala sobre o desapego, sobre o amor que sabe partir, sobre a leveza que nasce quando se solta o que aprisiona.


E é aí que mora a ironia mais sublime:
No palco da manipulação, onde os verbos dominantes são reter, aprisionar, onde a vaidade se confunde com propósito, chega um poeta dizendo: “Deixe ir.”


É como soltar um pássaro dentro de um aquário de concreto.


Como ensinar o poder a amar sem possuir.


Carpinejar, nesse gesto, não apenas lança um livro — lança uma provocação existencial.


É como se dissesse: “Enquanto o país se esforça para segurar o que não cabe mais nas mãos, eu escrevo para lembrar que o verdadeiro domínio é saber soltar.”


Não haveria melhor palco para deixar ir do que aquele que só sabe aprisionar!

Eu acho muito bonito
E também muito decente
Ver alguém ajudar outro
Desinteressadamente.


Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
07/09/2025

⁠Quando eu me calar, eu sei que o mundo não sentirá saudade da minha voz, mas se alguém sentir, que se contente com ela.


Porque quando eu me calar, não será por ausência de palavras, mas por excesso de lucidez.


O mundo, ocupado demais com seus próprios ecos, não notará a falta da minha insignificante voz — e está tudo bem.


Nem toda ausência precisa virar ruído, nem todo silêncio é pedido de aplauso.


Se alguém sentir saudade, que a sinta por inteiro, sem pressa de transformá-la em cobrança.


Saudade não exige devolução, não pede palco, não reclama resposta.


Ela apenas existe, como prova de que algo foi dito, vivido ou sentido no tempo certo.


O silêncio, quando escolhido, não é derrota: é descanso da alma.


É a forma mais honesta de permanecer inteiro quando falar já não acrescenta, quando explicar cansa, quando gritar não cura.


E se restar alguém que sinta, que se contente com o sentir.


Porque há afetos que não precisam de voz para continuar verdadeiros — sobrevivem exatamente no espaço onde as palavras já não alcançam.

No fundo, a gente só quer ser lembrado por alguém.
Só quer um amor sincero, que sinta o nosso interior,
que se aprofunde no oceano do nosso mar,
mas que não perca a respiração ao se afogar.
Que traga a vida e sinta cada onda passar,
sem levar embora o amor que há.
Um amor intenso, cheio de sentimentos e boas intenções,
que dure toda a vida que nos foi dada,
até o momento da sua partida.
— Mara Ferly

Existe uma diferença notável entre ser alguém muito querido ou ser apenas tolerado, querer tê-lo é por perto representa algo recíproco, a sua presença é valorizada, não é vista como um fardo, as desavenças no convívio ocorrem, óbvio, mas não são frequentes, a afinidade permanece forte, as conversas fluem naturalmente

É bastante evidente que a consideração quando é de verdade faz com que a atenção seja prestada com vontade e não somente por educação, de forma apressada ou para suprir alguma necessidade, aliviar a consciência pesada, tirar vantagem sem pensar duas vezes, demonstrando uma clara falsidade

Os laços são construídos com naturalidade, levam um tempo e não carecem de exigências, não é algo forçado, caso contrário, nem valeriam a pena, portanto, seja alguém mais seletivo, claro que todos erram, todavia, não aceite a fragilidade do que é falso ou um contato danoso somente para ter uma companhia.

⁠“Cativar alguém e depois abandonar é o mesmo que conquistar um objeto de desejo e depois deixá-lo à parte por perda de interesse”
Ney P. Batista
Jul/12/2021

⁠O perdão é sempre, a melhor saída!
É comum para as pessoas se declararem decepcionadas com alguém. Só não é comum as pessoas olharem para dentro de si mesmas e refletirem sobre que critérios elas estão usando para poder dar lugar a essa decepção.
Primeiro ponto a ser considerado: é uma perfeita interpretação do que você viu e/ou ouviu dessa pessoa, sem jamais desprezar o benefício da dúvida.
Segundo ponto, considerar as condições emocionais da pessoa no momento em que ocorreu o fato, objeto da sua decepção.
Terceiro, usar de empatia, colocando-se no lugar dela, diante da situação.
Se depois de tudo isso você ainda continuar decepcionado(a), então é necessário fazer uma introspecção para que seja possível uma melhor compreensão e avaliação desse seu sentimento:
-Comece por se perguntar onde você está ou como você está em relação a causa da sua decepção - você tem certeza que jamais faria o que aquela pessoa fez ou disse, independentemente das circunstâncias do fato?
Se ainda assim você continuar decepcionado(a) com a pessoa - perdoe-a! Porque ninguém é perfeito e cada um tem seus desafios, mesmo fraquezas, a serem vencidas. Se for possível converse com essa pessoa e tente ajudá-la.
Só desta maneira você se libertará desse sentimento de decepção, que certamente causa mal para você mesmo.
Ney Paula B.

(...)Eu não negocio os meus valores
para caber na expectativa de alguém.
Não estou disposta a ser desrespeitada
nem a permanecer por conveniência(...)

Ah, quem me dera, por um só dia, recitar para alguém o que eu me narro todas as noites.
Esses céus sem estrelas
Essas chuvas que não molham
Essas telas que não inspiram


Ah, quem me dera, por um só dia ter um ouvido que escutasse a minha
alma.

Para trazer uma palavra para um poema
é preciso conhecer bem o sabor dela;
ela é o pé de alguém na situação...

A noite vem chegando e o que eu mais quero
é alguém que sente do meu lado e fique, apenas
fique, alguém que possa me dar segurança, que
eu possa me sentir aconchegada, alguém que não
faça perguntas apenas deixe eu falar, deste aperto
em meu coração, desta dor que não sai do meu peito,
alguém que não me julgue, não me condene, mais
que me compreenda, e escute minhas dores, meus
medos, não sou perfeita, nem busco a perfeição, mais
hoje preciso de um coração que acolhe, e que fique
quando eu chorar.