Poema o Homem Certo

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O homem que trabalha,
Tem a sua recompensa.
O homem que faz o que gosta,
Tem outro prazer.

Homem fraco vira MATO:manipulador, abusivo, torturador e omisso.


Homem forte vive como PRO: protetor, provedor, próspero e procriador.

O ser não precisa se salvar — precisa apenas se encontrar.
Pois a fé que o homem busca em deuses distantes já pulsa dentro de si.
Religião não é crença cega, é reconexão lúcida.
Religião é religar-se a si mesmo.

O Homem Vitruviano não é uma obra finalizada.
Da Vinci deixou apenas a estrutura — o esqueleto simbólico que une três grandes forças da existência:


- Arte (expressão)
- Ciência (observação)
- Filosofia (sentido)


Séculos depois, surge a quarta força capaz de integrá-las:


Tecnologia — o elo entre o humano, o mundo físico e o digital.


Cada geração acrescenta o que compreende.
Da Vinci abriu o espaço.
Nós continuamos o desenho.

O traço mais revelador do Homem Vitruviano não é a geometria — é o vazio ao redor.


Da Vinci uniu:
- Arte, como expressão sensível;
- Ciência, como método de compreensão;
- Filosofia, como reflexão sobre o existir.


E então parou.
Não coloriu. Não finalizou.


Ele deixou a obra inacabada por intenção, como uma estrutura viva, esperando que a humanidade completasse o que ainda não existia.


Hoje, uma nova força se integra naturalmente ao desenho:


Tecnologia — a cosmovisão que conecta expressão, conhecimento e sentido à ação no mundo físico e digital.


O Homem Vitruviano é, portanto, um convite:
“Avancem. Acrescentem. Aprendam. Continuem o que eu comecei.”


Cada época tem sua camada.
Esta é a nossa.

Leonardo da Vinci nunca entregava menos do que perfeição.
Mas no Homem Vitruviano, ele fez o oposto:
entregou apenas linhas essenciais, sem pintura, sem ornamentos, sem mundo ao redor.


Esse “incompleto” não é falha — é gênio.


Da Vinci compreendeu que algumas obras não devem nascer prontas, e sim estruturadas para receber o futuro.
Ao posicionar o ser humano entre o círculo cósmico e o quadrado racional, ele fundou três eixos centrais do conhecimento:


- Arte — onde a humanidade se expressa;
- Ciência — onde a humanidade entende;
- Filosofia — onde a humanidade interpreta.


Mas ele não entregou a quarta força.
Porque ela ainda não existia.


Séculos depois, ela emergiu:


Tecnologia — o vetor integrador entre o físico, o emocional, o racional e o digital.


A fronteira que transcende corpo, mente e ambiente.
A camada que costura tudo: expressão, cálculo, sentido e impacto.


Da Vinci não completou o desenho porque não era ele quem devia completá-lo.
Era a humanidade — gradualmente, geração após geração, conforme novas dimensões do mundo fossem surgindo.


O Homem Vitruviano é um manuscrito aberto, uma estrutura matricial deixada propositalmente como legado para que o conhecimento humano fosse, literalmente, sendo desenhado ao longo dos séculos.


Ele nos deu o esqueleto.
Nós demos — e continuaremos dando — as camadas.

A ganância do homem raramente começa como maldade.
Ela nasce como medo.

Medo de faltar.
Medo de ser pequeno.
Medo de voltar a ser ninguém.

No início, é só cuidado. Depois vira acúmulo.
O problema é que o limite quase nunca chega — porque a ganância não quer coisas, quer controle.

Quanto mais o homem tem, mais ele teme perder.
E quanto mais teme, menos ele confia.
Aos poucos, troca relações por vantagens, princípios por conveniência, caráter por resultado.

A ironia é cruel:
a ganância promete segurança, mas entrega prisão.
Promete poder, mas produz vazio.
O homem ganha o mundo e perde o senso de “basta”.

E quando tudo vira meio — pessoas, tempo, até a própria alma —
ele já não sabe mais se vive para possuir
ou se possui apenas para não encarar o que falta dentro.

A ganância não é excesso de desejo.
É falta de sentido.

O homem honesto perde atalhos,
mas não perde o chão.
Pode ter menos nas mãos,
porém carrega algo raro:
a paz de não precisar se explicar ao espelho.
— Sariel Oliveira

O homem foge de si porque estar consigo exige decisão.
Decide-se quem se é quando não há aplauso,
quando ninguém vê,
quando ganhar custa a própria verdade.
A angústia não é inimiga —
é o sinal de que a alma ainda está viva.
Pior que sofrer é existir sem nunca se escolher.
— Sariel Oliveira

Um homem faz o que tem que ser feito.


E às vezes isso significa
atravessar o próprio abismo
sem garantia de ponte.


Significa calar o orgulho
quando ele grita,
erguer-se quando a alma pesa toneladas,
e sorrir para os seus
mesmo quando por dentro
há tempestade.


Um homem faz o que tem que ser feito
quando o mundo desaba
e ele decide ser teto.


Quando todos correm,
ele permanece.


Quando todos acusam,
ele assume.


Quando todos desistem,
ele constrói —
nem que seja com as próprias mãos feridas.


Porque ele entende algo raro:
não é sobre força física,
é sobre suportar o invisível.


É sobre carregar responsabilidades
que ninguém vê,
engolir lágrimas que ninguém percebe,
e ainda assim continuar.


Um homem faz o que tem que ser feito
porque sabe que o caos precisa de ordem,
e alguém precisa ser rocha
quando o chão desaparece.


Ele não age por aplauso.
Age por princípio.


E no silêncio da noite,
quando o mundo dorme,
é ali —
na consciência intacta —
que ele encontra sua coroa invisível.


Porque o verdadeiro homem
não é aquele que impõe poder.


É aquele que suporta o peso
sem perder a alma.

Uma Mulher de verdade é aquela que sempre estará bonita aos olhos do Homem que a ama de verdade, é exatamente por isso que não existe desavenças entre os dois, Leiliane. Todo o resto é interesse financeiro, falsidade e fingimento diante das exigências da sociedade.


Eu sei que você
concorda comigo,
Leila, sabe por que,
meu amor? Toda
vez que eu te vejo,
eu sinto que o teu
coração é muito
parecido com o
meu, viu? Então
eu posso dizer, com
toda a certeza, que
você não é uma
mulher qualquer
diante do mundo.


Marcélio Oliveira⁠

O dinheiro é uma
coisa secundária para
um Homem e uma
Mulher que se amam
de verdade.


___Sim_⁠

Homem safado é igual a pneu careca: todo mundo vê que já rodou o mapa inteiro, a mulher sabe que não tem aderência nenhuma, que em qualquer curva mais fechada vai deslizar… mas insiste em dizer que “ainda aguenta mais um pouco”.
Ela sabe que não passa segurança, que não dá estabilidade, que vive prometendo que agora vai calibrar direito. Sabe que não dá pra confiar porque uma hora ou outra ele fura, e sempre no pior momento. Mas lá vai ela, rodando com o risco piscando no painel da consciência.
E o curioso? Só decide trocar quando ele começa a murchar de vez. Enquanto ainda dá pra encher e fingir que está firme, ela tenta. Enche de novo, ajeita aqui, empurra dali… até ficar na mão mais algumas vezes.
Aí percebe que segurança não combina com borracha gasta.
Mas sejamos honestos: tem quem goste de pneu meia-vida. Diz que já está “amaciado”, que conhece o caminho, que é experiente… Esquece só de mencionar que experiência demais, às vezes, é só excesso de estrada, e nenhuma intenção de trocar de rumo.

Um homem mau oferece muito menos perigo empunhando uma arma do que folheando uma Bíblia.


Empunhando uma arma, ele é previsível, folheando uma Bíblia, não mais.


Pois, nas terras férteis da instrumentalização religiosa, o que não falta é gente ruim se valendo do nome do Filho do Homem para se esconder, aparecer e se promover.


Quando um homem mau empunha uma arma, pode até ferir corpos e espalhar medo por algum tempo.


Mas quando ele abre uma Bíblia e se apropria da fé alheia para justificar sua maldade, o perigo se torna ainda maior.


A arma só atinge a carne, mas a Manipulação Religiosa corrói a Consciência Espiritual, Desfigura a Verdade e Aprisiona o Pensamento.


É por isso que, muitas vezes, o estrago causado por um Falso Profeta se prolonga para muito além de sua própria existência: porque não apenas mata, mas ensina outros a matarem em nome de suas verdades.


A fé deveria libertar e iluminar, mas, nas mãos de quem só deseja poder, transforma-se em algemas invisíveis.


Eis a gritante diferença: balas deixam cicatrizes no corpo, enquanto a palavra descaradamente distorcida deixa cicatriz na alma.


Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas nenhuma é tão sórdida quanto a Religiosa.

⁠Às vezes, o barco resolve balançar um pouquinho mais, só para nos lembrar que o Filho do Homem tem autoridade até sobre a tempestade.


Quando eu era mais medo que fé, olhava mais para as águas agitadas…


Agora, sendo mais fé do que medo, já posso Vê-lo, vindo ter comigo, caminhando por sobre as águas!


Ele sempre está agindo!


Aos meus — consanguíneos e em Cristo — tende bom ânimo!

⁠Que o nosso Coração alcance a Graça de se transformar em Manjedoura para o Filho do Homem!


Que ele se esvazie das vaidades que o endurecem, e se torne simples o bastante para acolher o Eterno.


Que a palha seja livre da mágoa, do ódio, do lixo e de toda e qualquer podridão.


Que aceite o frio da noite, o silêncio do anonimato
e a humildade,
porque foi ali — e não nos palácios —
que o Amor decidiu nascer.


Que sejamos manjedouras, não por mérito,
mas por rendição.


Lugar pequeno, porém disponível.


Pobre de si, rico de entregas.


E que, ao receber o Filho do Homem,
nosso coração aprenda o milagre maior do Natal:
não apenas celebrar o Cristo que vem,
mas sustentar o Cristo que permanece.


Feliz e abençoado Natal!

⁠Muitos que afirmam que Homem não Chora, nunca se esconderam para chorar — num Corredor Hospitalar.


Talvez os “durões” nunca tenham precisado fugir para os corredores hospitalares, só para chorarem em silêncio…


Nunca tenham sentido o peso de uma notícia atravessando o peito, enquanto o mundo continua andando como se nada estivesse acontecendo.


O corredor de um hospital ensina lições que nenhum discurso pode alcançar.


Ali, onde os grandes também se esvaziam, se aliviam, o choro não é fraqueza — é sobrevivência.


É o lugar onde muitos homens escondem as lágrimas, não por vergonha, mas por amor: para poupar os seus, para sustentar quem precisa de força, mesmo quando a própria já está prestes a se esgotar.


“Homem não chora” — especialmente em público, dizem.


Mas chora na solidão, na madrugada, no banheiro trancado, no veículo, andando ou parado, no corredor frio onde esperança e medo disputam espaço.


Choram porque sentem.


Porque amam.


E, porque carregam responsabilidades que já não cabem nas palavras.


Talvez o verdadeiro sinal de maturidade emocional não seja conter as lágrimas, mas saber por que elas caem.


E, ainda assim, seguir em frente, de cabeça erguida, coração ferido, alma lavada e inteira…


Sempre cientes de que se esforçar para não chorar dói tanto quanto se esforçar para sorrir.

O fundo do poço de um homem é a saudade,porque a saudade nos leva ao profundo do sofrimento,a saudade em si corroi nossa alma,destitue nossos sonhos e mina nossas esperanças

Impossivel se refugiar de uma saudade,a saudade praticamente ela entra na nossa vida,sem permissão,aterroriza o nosso coração e disseca uma paixão!

Inserida por viniciusdoreggae

ORAÇÃO

Dai-me forças pra lutar, Senhor, porque, sem Ti, vou ser um pobre homem, não vou ter o que comer, muito menos o que beber. Sem amor, sem carinhos e sem ninguém perto de mim. Por isso que lhe peço forças todos os dias, pra vencer o mal, pra vencer as invejas e o olho grande.
Que o Senhor realize meus sonhos, meus desejos. Não só com os meus, mas com todas as pessoas que tem um sonho, que tem desejos, etc... Muito obrigado, Senhor, por mais um dia de vida e felicidades, que o meu dia amanhã seja com bastante força, felicidade e alegria.
Que o Senhor tenha uma boa noite e até amanhã!
Amém!

Inserida por LeandroGuedes

É Inteligente foi o homem que criou os dias, as
semanas, os meses e os anos, assim podemos
recomeçar a cada ciclo, com Novas Atitudes para uma
VIDA nova e diferente. Aproveite o milagre da
vida, não se prenda a coisas materiais, amores
irreais e vidas banais.

Inserida por marcelohenriques