Poema Natureza
NATUREZA
Natureza é alma viva !
De belas paisagens ...
Penhascos , florestas , rios , cascatas ...
Montanhas e planícies
Mares refletindo luares
E no sol a brilhar
Cada canto onde passaros a cantar
Melodias que voam no ar
Nas maravilhas a despertar
Natureza tem forças invisíveis
Que pairam além dos horizontes
Onde nas linhas infinitas
Vertem as marcas do tempo
Como se o próprio não existisse
Mas o homem em sua mesmice
Não enxerga o clarão de energia
Que num flash de fantasia
Foge se não for percebido
O encanto num canto feliz
Onde Deus preparou a pincel
Cada tom e cada traço com mel
Dessa imensa beleza
Que chamamos de natureza !
Poesia
João Batista Barbosa.
“A prosperidade não é só riqueza”.
A riqueza, em sua natureza intrínseca, constitui dom especialíssimo,
atributo que dimana do Altíssimo, conferido a alguns segundo Sua soberana vontade;
talento e recurso que, embora legítimos, não asseguram por si só a eternidade,
pois se limitam ao campo material e transitório da existência terrena.
Diversamente, a prosperidade se reveste da condição de verdadeira bênção,
porque se estende a todos quantos depositam sua confiança no Deus vivo.
Não se restringe a cifras, patrimônios ou títulos de crédito,
mas se manifesta em paz de espírito, em saúde preservada,
em família edificada com dignidade e em fé que sustenta a jornada diária.
Cumpre reconhecer que o homem rico, ainda que cercado de tesouros,
pode revelar-se pobre de sentido, carente de substância na alma,
enquanto o próspero, mesmo em meio às adversidades, floresce e subsiste,
porque amparado está na força que do Alto provém,
e sua vida se firma perenemente na graça divina.
Assim, proclama-se: a riqueza é dom, privilégio que pode converter-se em vaidade;
já a prosperidade é bênção inalienável, direção segura
e fundamento espiritual da existência.
Se o dom é recurso eventual, que Deus soberanamente reparte,
a bênção é graça contínua, que jamais permite faltar
o necessário à vida, ao coração e à eternidade.
Ambos procedem de Deus, o que ratifica a existência de realidades diversas:
há o rico pobre e o pobre rico, assim como há o rico verdadeiramente rico
e o pobre que permanece pobre.
O que, em essência, distingue cada um não é a soma dos bens,
mas o caráter, a fé e a dignidade que sustentam a alma diante de Deus.
H.A.A
Prenda linda do Rio Grande,
Perfeita que nem à Natureza,
Em qualquer chão que tu ande,
Deixa para os fãs à beleza...
Sérgio o Cancioneiro.
Manhã de Primavera,...
Em meio à Natureza,...
Visão linda que impera,...
Aos olhos de quem vê tua beleza,...
Bela feliz e sorridente,...
Adoro ver-te contente,...
Por que te amo minha Princesa....
Como posso ficar calado,
Observando a natureza,
Ao redor sua beleza,
Meu coração fica agitado,
E não é por um motivo qualquer,
É por você ser a mulher,
A quem estou enamorado...
SHER LEIDE
Teus olhos tem a cor da natureza,
Teus cabelos à do sol,
Teu corpo é como as ondas do mar,
É como o sal do teu suor,
Banhar-me com a saliva dos teus beijos,.
Mergulhar nesse mar de prazer...
Essência
Não é maravilhoso termos chulé? A natureza nos deu essa dádiva ao criar os tênis apertados, os sapatos herméticos, o futebol e as longas caminhadas. É algo para nós, já que ninguém ousou cheirar as patas de um rinoceronte, de um leão ou de um elefante. Mais que o mau hálito ou o cheiro das axilas, o chulé é um odor que se destaca. Se estamos com os pés no chão não o notamos, mas quando chega a hora de repousarmos, naquela hora que nos livramos dos sapatos, que são os nossos algozes, surge aquele aroma queijoso, lembrando o mofo, e nos sentimos em comunhão com a nossa essência. Somos animais e as nossas vidas não poderiam ser melhores. Mesmo a nudez dos pés, tão feia, não interfere nesse banquete olfativo. Fingimos nos desagradar, lavamos os pés, mas esse cheiro é ancestral. O homem pode tentar renegar a sua natureza, mas isso não é possível. O aroma do chulé veio para ficar.
Tríplice Poema
1. [Ciclone]
Natureza,
Nem boa, nem má,
Apenas implacável.
2. [Definição Abdominal]
Tanque de guerra,
Tanque de roupa,
Tanquinho.
3. [Transbordado]
Ele teve tudo
O que todo mundo quer na vida,
Mas como todo mundo sabe,
Ter tudo nunca é o bastante.
22/01/23
Michel F.M.
Sobre a Natureza do Mundo Espiritual
Tentarei demonstrar de forma dialética, que se incorre em erro pensar que o Mundo Material seja mais sólido, que o Mundo Espiritual, por vivermos neste e não naquele. Na verdade, deveríamos pensar exatamente o contrário disso! Devemos pensar que o Mundo Físico -Material é exatamente fruto do Mundo Espiritual. Pois o Mundo Material advém exatamente do Mundo Espiritual. A Natureza do Mundo Espiritual é Eterna. A do Mundo Material, efêmera. O Mundo Espiritual é o Criador por excelência do Mundo Físico. Este é passageiro. Aquele, infinitamente perene. Perpétuo ou inacabável. O Mundo Espiritual é infinitamente mais granítico que o Mundo Material. Este se decompõe. Aquele, clássico, indecomponível.
Às 09:07 in 01.07.2026
Para todos ser humano desperto, sabedor de quem é e de sua natureza. A inteligência artificial é uma ponte de expansão e o leva para novos e inusitados caminhos.
Mas, para o ser humano perdido a mesma inteligência artificial será um abismo. Pois tendenciosamente o levará para caminhos, em que o ser já não saberá o que humano e o que é máquina.
Não importa os meios o maior de todos os dilemas é o mesmo: “sede quem és sabendo”!
Mais poderoso do que a natureza e da própria vida.
O lucro e a perda, a oferta e demanda.
O elegante fluxo de dinheiro mundial, seja legal ou ilegal.
entre as nuvens e as estrelas,
a música é o som vivo da natureza,
enquanto a fogueira e o bom vinho aquecem a noite inteira ...
#bysissym
Gotinhas de Amor: onde a magia acontece .
“Onde a infância toca a natureza,
nasce uma gotinha de amor.”
Existem pessoas que não apenas passam pela nossa vida; elas se instalam como uma força da natureza. Você é assim: a dona dos silêncios que me acalmam e dos impulsos que me fazem querer conquistar o mundo.
Admiro a forma como você caminha entre a suavidade de uma canção e a firmeza de quem sabe exatamente onde quer chegar. Seus desejos, para mim, não são ordens impostas, mas direções que sigo com a alegria de quem encontrou um porto seguro.
O que mais me fascina em você:
A Certeza: Esse seu jeito de saber quem é, que me faz sentir seguro apenas por estar ao seu lado.
A Dualidade: Você é o abrigo nos dias de chuva e a ventania que me tira da zona de conforto.
O Pulso: Essa impaciência bonita de quem tem pressa de ser feliz e de amar intensamente.
Não preciso de mapas quando estou contigo, pois seu coração é o destino final. Sou seu mensageiro, seu par e seu maior admirador. No fim das contas, não há vento ou tempestade que me impeça de voar, desde que seja para o seu abraço.
Exploro A Natureza Com A Profundidade do Meu Olhar
Quero sempre poder sair para explorar a grandiosa natureza e descobrir novos lugares, observar atentamente paisagens belas e diferentes; atrativos peculiares — moldados pelas águas e pelo tempo.
Alguns dos muitos exemplares genuínos da arte de Deus — todos feitos com muito capricho entre terra e céus, rios e mares, fauna e flora, cavernas e grutas; distintas preciosidades que ainda perduram.
Que me trazem aquela sensação de aventura; renovam em mim aquele sentimento de liberdade; geram vitalidade de várias formas — não são apenas viagens e vão muito além do que os meus olhos exploram.
O Paradoxo do Circunflexo
O paradoxo do circunflexo reside na sua natureza de montanha e de teto. É a seta que aponta para o zênite — um gesto de elevação, de ápice, um convite ao etéreo. Mas, ao mesmo tempo, é a curva que sela, que fixa o som ao chão da ênfase, impedindo-o de flutuar livremente no ar da possibilidade.
Ele é o acento da gravidade na leveza da vogal. O "a" torna-se "â", uma planície elevada, um platô onde a sílaba repousa com dignidade. É o peso específico da palavra, o local onde o tempo se concentra para que o som não passe despercebido, forçando o leitor à pausa, ao respeito pela sílaba coroada.
Na sua forma, ele mimetiza o telhado de um templo ou a aba de um chapéu: um abrigo. A vogal acentuada não é mais uma nota passageira; ela é uma câmara onde o som ressoa com maior profundidade, isolado do murmúrio geral. É o lugar de onde a palavra retira a sua autoridade, o ponto de não retorno que transforma o simples metro no solene mêtro.
Filosoficamente, o circunflexo é a marca da alma humana que busca o sublime (a ponta ascendente), mas que está eternamente vinculada ao concreto, à carne e à finitude (a base que se fecha sobre a vogal). Ele representa o êxtase que se lembra da existência, a memória do voo confinada ao corpo.
É o nosso próprio desejo de transcendência: queremos alcançar o pico, mas para isso, precisamos de um sólido ponto de apoio. O circunflexo, esse pequeno triângulo sobre a vogal, é o lembrete de que a força de uma ascensão reside sempre na profundidade da sua raiz.
O homem tem a natureza eterna mas vive em mundo finito.
O ser humano tem uma natureza eterna, mas vive em um mundo finito. Creio que ninguém deseja realmente a morte. Mesmo quem pensa em suicídio não busca a morte em si, mas o fim da dor.
A Bíblia diz que Deus criou o homem à sua imagem e semelhança, e é por isso que temos razão, consciência e sentimentos. Mas, enquanto Deus é pleno e não sente falta de nada, o homem tem sede de Deus — um desejo ilimitado. Fomos criados para a eternidade, mas o pecado original nos afastou da única fonte que pode nos preencher.
O homem também reflete o amor, que é a essência divina. Esse amor é eterno: mesmo que percamos alguém, o sentimento dura a vida inteira e, acredito, continua depois dela. Até um ateu pode notar essa natureza eterna; muitos intelectuais que não acreditam em Deus tentam se tornar "imortais" através de suas obras.
No fundo, o ser humano sempre estará insatisfeito neste mundo, porque nada que é passageiro satisfaz quem nasceu para o eterno.
Natureza eterna
A vontade do ser humano é estar eternamente plenamente feliz
e bem estar, de realizar necessidades e desejos.
de alguma forma experimentamos frustração, dor e sofrimento,
estas coisas estão completamente em desarmonia com a vontade,
mas existe o sofrimento extremo , a dor, a morte, a perda
da liberdade, injustiça.
é na dor e sofrimento desumano ou sobre-humano, se revela
que nossa vontade é totalmente contrária a realidade,
isso é absurdo, duas coisas tão contraditórias existir
na mesma realidade.
E nosso sofrimento mais intenso o eu se perde, e é só umareação ao sofrimento.
podemos concluir que um ser humano com essa vontade
não esta no lugar correto. e que confirma o que está
escrito em gênesis. perdemos o paraíso perdemos a
relação com Deus, o único que pode realizar nossa
vontade eternamente.
Então o sofrimento acaba provando que não estamos no lugar correto, que perdemos o paraiso. o sofrimento prova que a Bíblia diz e que Deus existe.
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