Poema Nao Ame sem Amar

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Não cabe,,,


⁠Poderia ter sido,
E se eu voltasse atrás,
Será que valeria a pena,
Não sei se ia dá certo,
A vida dos lamentos não cabe para quem preferi morrer tentando.

Inserida por ricardo_souza_5

"Será que..."

Muitas vezes me pergunto como seria a minha vida,
se eu não tivesse te conhecido.
Como seria se, num sábado, às 19 horas,
naquela roda de amigos,
eu não tivesse te encontrado?

Será que eu não teria essa ansiedade?
Será que eu não teria essa desilusão amorosa?
Será que meu coração não estaria partido assim?

São tantos "serás"...
O chato é que eu nunca vou saber.

Mas de uma coisa, eu tenho certeza:
Você me fez sentir apaixonado,
mesmo que, no final,
tudo não tenha passado de uma desilusão.


Autor: elber Ribeiro ⁠

Lá do outro lado⁠
Não há espaço pra ego inflado;
Respeito e empatia,
Pratique todo dia.

Inserida por josias_godoi

⁠⁠Todo dia um pouquinho
Um dia de cada vez
Não se pode responsabilizar ninguém
É preciso assumir
Assumir a culpa
Assumir o erro
Assumir a tristeza
O coração estará pra sempre em pedaços,
Pra sempre esperando uma reparação,
Até o fim porque
Pra sempre, desde sempre.

Inserida por evlin_garmatz

⁠Não posso,
Nãoa quero,
Não faço.

Aprenda os três NÃO e normalize não poder ceder a tudo!

Inserida por Paulogabriel

⁠Responsabilização

Nos momentos em que as coisas não saem como planejado,
Podemos procurar um culpado ou vários...
Podemos olhar a situação com a lente da responsabilização e investigação
nos perguntando por exemplo:
O que eu poderia ter feito de diferente?
Posso alterar ou transformar os fatores externos?
Que novas possibilidades eu tenho?
O que é possível fazer hoje?
Fazer perguntas pode não significar encontrar todas as respostas
Mas, com certeza mostra um caminho de mudanças.

Inserida por EdisaLopes

⁠Recomeço

Recomeço sem mudanças não é recomeço.
É manutenção de um padrão que se repete em casa nova
E, logo se transforma em nosso velho padrão conhecido.
Recomeço, passa pela constante avaliação e aprendizagem:
Que atitudes desejo deixar para trás?
Que atitudes vale a pena conservar?
Quais são minhas novas possibilidades?
Recomeço envolve mudanças.

Inserida por EdisaLopes

⁠Passinhos de bebê

Há momentos que a vida pesa e tudo parece sem sentido
E não visualizamos uma saída
Queremos mudança e não sabemos por onde começar
Tudo parece tão longe e distante.
Comece com uma pequena lista de pequenas mudanças
Talvez, fazer uma caminhada... ler uma página por dia... arrumar uma gaveta...
Escolha uma delas e faça toda a semana.
Quando não der conta, se acolha. Hoje não consegui e amanhã posso tentar novamente
Comece, recomece e vá prosseguindo com passinhos de bebê.
A cada semana, 15 dias inclua um novo comportamento
Assim, com passinhos de bebê você vai transformando o hoje, que vai ficando mais próxima de onde e como você deseja estar.

Inserida por EdisaLopes

⁠Para não suscitar muita polêmica...
Vamos, obedientemente, postar coisa anêmica...
Assim, evitaremos, muita dor...
Portanto, aí vai uma bonita flor!!!
Pedro Marcos

Inserida por PMarcos

⁠Num Estado de exceção...
Para não correr risco de prisão...
É melhor, de qualquer maneira...
Postar, discretamente, só baboseira!!!
Pedro Marcos

Inserida por PMarcos

⁠O cansaço acumulado do homem… não é só físico, não. Vai além das costas doloridas e das pálpebras pesadas. É uma espécie de poeira da alma, uma fadiga que se instala devagarinho, dia após dia, sem pedir licença.

É o peso de mil promessas não cumpridas.
É o fardo de sorrir quando o peito tá gritando.
É carregar o mundo nos ombros enquanto o mundo nem percebe que você existe.

O homem moderno não descansa. Ele sobrevive em loop. Trabalha, corre, paga, cobra, promete, esquece, tenta de novo. Dorme pouco e sonha menos ainda. E mesmo quando deita, a mente não silencia. Porque o corpo pode parar… mas a alma cansada continua no volante, acelerando sem freio.

Esse cansaço não se resolve com férias ou Red Bull.
É existencial.
É ancestral.

É o resultado de séculos de repressão, de não poder chorar, de ter que ser forte, de nunca falhar.
Homem não chora? Chora sim, por dentro. E esse choro vira cansaço, vira nó na garganta, vira insônia disfarçada de resiliência.

Mas tem jeito.
Tem cura.

Não é vergonha parar. Não é fraqueza pedir colo, respirar fundo, buscar propósito.
Homem que se escuta, que se entende, que se permite ser vulnerável… esse sim é forte.
Porque o descanso verdadeiro começa quando a gente para de fingir que aguenta tudo.

E aí, meu irmão… quando o cansaço vira aprendizado, ele deixa de ser inimigo e se transforma em mestre.

Vamos juntos aliviar esse peso. Um passo de cada vez.

Inserida por anderson_souza_9

⁠Soneto de Divórcio:

Algo que não estava nos planos
Começou a entrar em pensamentos, um looping qualquer
Parecia que o pálido voltava ao corpo
De tanto desespero que foi as reações

De repente, o amor virou uma poça de lágrimas
O divórcio chegou, a chuva ácida de um relacionamento
A paixão acabou desaparecendo, o amor ficou numa areia movediça
E o divórcio chegou, dominando o centro

Algo que não se esperava aconteceu
Eu realmente não tinha ideia
Do livro que o futuro preparava

O amor ficou pálido, ficou abandonado
Do prédio que se desmoronou, restou apenas pedaços
Pedaços de memórias e recordações do passado

Inserida por danilo_tavares

⁠Espero:

Espero que você volte um dia
Que você volte o mais rápido possível
E que não me abandonaste
Até você voltar
Tomara que você tenha pensado em mim
Nessa sua viagem, cheia de aprendizados
Eu ainda espero você!

Espero que um dia você olhe para mim novamente
Atravessasse os meus olhos
E me falasse que você sentiu saudade de mim
Eu sofro todo dia, quando você está longe
Porque você é meu escudo, meu brasão.
Pra mim, a vida não seria outra
Se eu tivesse conhecido você

E a coisa mais grandiosa disso tudo
É que eu espero você voltar!
Você foi a coisa mais preciosa
Enquanto eu estava com você

Inserida por danilo_tavares

⁠(Des)encaixes

⁠Sou uma peça defeituosa neste quebra-cabeça da vida, tão fragmentado. Não tenho um lugar de encaixe, não. Estou desconectado das outras peças. Talvez eu deva cortar os meus excessos, minhas ásperas arestas que me impedem de encaixar-me neste tão cruel jogo.
Estou vencido, talvez tenha desistido ou mesmo nunca tenha tentado coisa alguma. Devo despir-me das ilusões, das expectativas vãs, para poder encontrar uma peça que possa me completar. Devemos lutar para conquistar o nosso espaço, mas tudo isso me pesa.
A pele que visto é errada; rasguei-me e de mim nada restou. Esta é a razão do meu sofrimento e das coisas fugidias. Quem me dera pudesse resolver este grande desafio, montar este estúpido jogo e dar-me por satisfeito.
Às vezes a vida é traiçoeira, e o destino parece um enigma insolúvel. Mas para mim, a vida nunca foi senão uma acompanhante de sentir. Compreendi finalmente que a sua beleza está na futileza. Aproveitar a vida, deixe-me ser azarado no jogo; tenho tido azar na sorte, mas a minha sorte está no amor, ah, e como eu amei.

Inserida por GabrieldeArruda

⁠⁠Estou à procura de algo, o quê? Não faço a mínima ideia,
E isso realmente importa? Sinceramente, tanto faz...
Mas oh, maldito desejo que pulsa!
O tédio de não possuir o que desconheço,
E a ânsia por algo que não se sabe.
Como posso querer o que nunca vi,
Se, talvez, querer nunca foi?
Nem sei se ainda existe,
Ou se apenas existiu, ou se pode existir.
Para onde vou, tudo que encontro
Pertence a alguém, pertence a alguém,
Tudo tem posses e senhores,
E a mim, que restará?
A quem ou a que pertenço? Sei lá!
Tudo tem nome, tudo tem endereço,
mas eu permaneço desconhecido, incerto.
Talvez eu não seja deste mundo, e, sinceramente, tanto faz!

Inserida por GabrieldeArruda

⁠Sem dúvida, garanto-vos que saber demais
É como tapar os ouvidos, e não saber nada.
Se eu adoecesse, reconheceria isso:
Quem realmente deseja entender também escolhe sofrer.
O que sei sobre os conceitos e as ideias?
De que vale o conhecimento que nasce do fenômeno,
E de que serve a intuição sensível
Em relação ao conceito do intelecto?
É uma razão incondicionada das coisas,
Mas que razão há nos animais e nos homens (que também são animais)?
Não podemos conhecer ou experimentar o mundo todo,
Mas ele é real e existe, como uma totalidade metafísica.
Entre todos os filósofos, creio que tudo isso é falso,
E há razão suficiente no não saber.

Inserida por GabrieldeArruda

⁠O instrumento que o poeta toca não se vê aos olhos,
não faz acordes, nem pode ser escutado pelos ouvidos.
O poeta é o instrumento,
e, se vibra, vibra com a própria vida.
Mas, se cala, cala-se não pela ausência,
mas pela dúvida:
será o som que sai mais que um simples barulho?

O músico tenta tocar o mundo
como quem afina um piano quebrado.
Mas o poeta, ah, o poeta é o mundo,
em todas as suas notas desajustadas e desarranjadas.
O músico, com sua partitura,
tem os dedos certos,
mas o poeta, ah, o poeta,
não tem mais dedos que o próprio instante.

O músico se orgulha do som que cria.
O poeta, esse, se espanta
com o que não pode ser tocado,
e talvez,
no fim,
seja o poeta quem, por fim, toque.

Inserida por GabrieldeArruda

⁠A morte não me assusta.
Não mais.
Ela chega de mansinho,
puxa uma cadeira, cruza as pernas
e me observa em silêncio,
como quem espera o fim de um café frio.

Eu respiro fundo e finjo que não a vejo.
Acendo um cigarro, mexo na xícara,
brinco de ignorar o inevitável.
Mas sei que ela está ali — talvez sempre estivesse.
E isso me arranca um riso sincero.

Não que eu não ame a vida.
Amo. Mas, às vezes, a vida pesa,
vira conta vencida na gaveta,
pedra no sapato.
Às vezes, ela pede trégua,
e eu, sem jeito, sigo a marcha dos desesperados.

Então, a morte chega sem anunciar.
Não bate na porta, não tosse no batente.
Apenas entra, senta,
ajeita o capuz do manto
e me olha, como quem diz:
"Você sabia que eu vinha."

E eu sabia.
Desde sempre.
Ela não é susto, nem castigo, nem fim.
É como uma palavra mal dita
que o poeta decide engolir.
Um fardo que escorrega dos ombros,
um corpo que desaperta e, enfim, flutua.

E, no fim, talvez seja isso.
Não um adeus, mas um aceno comedido.
Só morre quem viveu, quem gastou os sapatos,
quem aprendeu a tropeçar sem medo.
E eu?
Eu aceito.

Porque talvez só quem morre entenda, por fim,
que viver sempre foi um jeito
— sutil, distraído, inescapável —
de ir embora.

Inserida por GabrieldeArruda

⁠Ser poeta é não ser mais que sentir,
É estar distraído de si, sem pensar,
E deixar que a alma se venha a despir.

Não sei quem me fala, lá no fundo do peito,
Se sou eu, ou um outro que finge que sou.
Mas eu, criança demais pra mentir,
Aponto o dedo e digo o que vejo ser.
O rei desfila despido, e ninguém lhe diz nada,
Pois crê-se vestido de orgulho e poder.

Mas eu, que me vejo de carne lavada,
Desnudo-me ao mundo, sem medo de o ser.
Ser poeta é uma forma de existir sem estar,
De ser sem ter corpo, de ver sem olhar,
Sabendo que nunca se deixa de estar.

Inserida por GabrieldeArruda

⁠Hoje me senti um estranho neste mundo,
alguém que se perde nos becos da alma.
Não pertenço a nada, nem a ninguém,
sou uma marca na areia
que a maré apaga sem pressa.
Ontem, me perdi entre o que sou e o que sonho ser,
sem saber quem sou,
nem para onde vou.

Meu coração é um aterro,
um amontoado de sentimentos despedaçados,
palavras que ficaram presas na garganta,
presas na rotina que me apaga,
me mata devagar,
sem trégua,
mas com a certeza silenciosa
de que o tempo me consome.

Hoje, menti a mim mesmo,
e menti a você também,
disse palavras que não calavam,
disse que amava,
disse que me importava,
mas eram palavras vazias,
como promessas que o vento levou.

E, perdido nas memórias,
senti a saudade como um desconforto na alma,
algo que não se explica,
mas se sente,
como a dor do que nunca se teve.
Ontem, lembrei de você...
Hoje, olhei o celular e encontrei sua foto,
como quem encontra um pedaço de infância
escondido no fundo de uma gaveta.
Hoje, senti saudades…
E a dor, que já era minha amiga, voltou,
mais forte, mais intensa,
como um amor que nunca se vai.

Inserida por GabrieldeArruda