Poema Nao Ame sem Amar

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Eu encontrei-a e quis duvidar
Tanto clichê
Deve não ser
Você me falou
Pra eu não me preocupar
Ter fé e ver coragem no amor

Ano novo ou velho ano?
Não importa o que já passou
Concentre-se no que esta para acontecer
Acredite, lute, agradeça pelo amanhecer

O que aconteceu de ruim eu enterrei
As coisas boas, eu compartilhei.
Nos momentos alegres chamei meus amigos para comemorar
Em fatos tristes aprendi a raciocinar

Aprendi a amar, a respeitar e a fazer as pazes.
Acreditei no que as pessoas são capazes
Ensinei o que pude no tempo certo
Parentes e amigos estiveram por perto.

Agradeci a cada segundo, pela oportunidade de viver
Aprendi a cada minuto, amar antes do anoitecer.
Criei em cada hora, um novo método de aprender
Sorri em cada mês que se passou sem ao menos ver.

E 2007 será muito melhor que esse ano que encerrou
Este presente que soa como passado nesse momento exato
O mais importante é que você mesmo acreditou
Que toda hipótese pode se tornar um fato.

Eu te perdoo pela palavra não dita
Refugiada na solidão dos teus lábios
Entre os beijos que amordaçaste

Eu te perdoo pelo carinho adiado
Tatuado na insônia do teu corpo
Entre os sonhos que não dormiste

Eu te perdoo pelo olhar aflito
Desenhado no deserto do teu rosto
Entre os gritos de silêncio que guardaste

Eu te perdoo pelo abraço apenas imaginado
Sonâmbulo a ansiar o calor dos meus braços
Entre os luares que teus olhos apagaram

Eu te perdoo por sufocares teus desejos
Exilando-os na penumbra do teu coração
Entre os invernos perenes da tua alma

Eu te perdoo pelas vezes que te esperei
Quando teus passos emudeceram
Entre as fronteiras dos teus limites

Eu te perdoo pela tua renúncia
Por amontoares teus sonhos em gavetas
Entre tantos outros estilhaçados pelo tempo

Eu te perdoo por te perderes de mim...

Sei, mais do que eu quis,
Mais do que sou, e sei do que sei
Só não sei viver, sem querer ser
Mais do que sou
E o fato é o ato da procura
E a cura não existe só
E o que era certo eu descobri
Nem sempre era o melhor
Abri os olhos, não consigo mais fechar
Assisto em silêncio,
Até o que eu não quero enxergar
Não sei afastar
A dor de saber que o saber não há
Só não sei dizer
Se esse meu ver se pode explicar
Enquanto eu penso tanto
entendo que é mais fácil não pensar
E o que era certo
eu aprendi a sempre questionar
Abri os olhos, não consigo mais fechar
Assisto em silêncio,
Até o que eu não quero enxergar
Sei, mais do que eu quis,
Mais do que sou, e sei do que sei

Não quero o primeiro beijo:
basta-me
o instante antes do beijo.
Quero-me
corpo ante o abismo,
terra no rasgão do sismo.
O lábio ardendo
entre tremor e temor,
o escurecer da luz
no desaguar dos corpos:
o amor
não tem depois.
Quero o vulcão
que na terra não toca:
o beijo antes de ser boca.
"Mia Couto"

Oh! não tremas! que este olhar, este
abraço te digam o que é inefável -
abandonar-se sem receio, inebriar-se de
uma voluptuosidade que deve ser eterna.
(Fausto)

Ó meu Pai, dá-me o direito
De dizer coisas sem sentido
De não ter que ser perfeito
Pretérito, sujeito, artigo definido
De me apaixonar todo dia
De ser mais jovem que meu filho
E ir aprendendo com ele
A magia de nunca perder o brilho
Virar os dados do destino
De me contradizer, de não ter meta
Me reinventar, ser meu próprio Deus
Viver menino, morrer poeta

Olhe vá em frente
Não se esqueça
Liberdade dentro da cabeça
E a cabeça fora do que há
De mal prá você...

O Silêncio Entre Nós


Meu silêncio tem o teu nome.
Carrega tudo o que não digo,
tudo o que se perdeu entre um olhar e outro.


Já não sei se calo por medo,
ou por costume.
O amor que era verbo,
virou pausa,
reticência.


Te escuto, mas não te ouço.
Te vejo, mas não te sinto.
E, mesmo ao teu lado, há um abismo.
Não de distância,
mas de ausência.


Meu silêncio não é paz.
É refúgio.
É o lugar onde escondo o que restou de mim
depois que o “nós” se desfez em eco.

Somente por amor a gente se arrisca.


É por amor que caminhamos em direção ao que não sabemos explicar, como quem segue uma miragem no meio do deserto. Sabendo, no fundo, que pode não ser real — e ainda assim indo. Porque o amor não pede garantias, pede entrega.


O amor nos ensina a decifrar silêncios, a escutar o que não foi dito, a tocar mistérios com mãos trêmulas. Ele nos faz acreditar em promessas que ainda não existem, em destinos que só se revelam para quem ousa permanecer. É uma música que começa baixa, quase imperceptível, mas que cresce dentro da gente até não caber mais no peito.


Há algo de miragem no amor: ele cintila à distância, nos chama, nos ilude e nos salva ao mesmo tempo. Às vezes é engano, às vezes é esperança. E mesmo quando descobrimos que não era água, seguimos adiante, porque a travessia também nos transforma.


Amar é arriscar-se ao impossível. É atravessar desertos internos guiados apenas por uma melodia que insiste em tocar. É escolher sentir, mesmo sabendo do cansaço, da sede, da queda. Porque só o amor nos convence de que vale a pena ir além do que é seguro, além do que é lógico, além do que é visível.


E no fim, mesmo que a miragem se desfaça, algo permanece: o som da música que nos moveu. A coragem de quem ousou. A certeza de que só por amor a gente vai tão longe.


Por Jorgeane Borges

Não sei bem o que é, mas há algo presente em cada centímetro do teu sorriso que me dá vontade de chutar a porta que dá pra rua e sair correndo, sem saber onde fica a minha casa. Há algo que me priva de usar todas as artimanhas que eu colecionei, que me faz esquecer todas as minhas frases de efeito e que faz com que tudo que eu faça/diga pareça de uma imbecilidade infantil.
Não sei bem o que é, mas há algo presente em cada palavra que tu me apontas, que sopra em meu ar essas bolhas de sabão. A trajetória dessas pequenas bolsas de ar é tão imprevisível, tão frágil, que eu fico com medo de tocá-las. E são tantas, essas bolhas, que eu não sei atrás de qual delas eu vou correr. Aí eu fico parado, te não-ouvindo, te não-olhando e, sempre, invariavelmente, não sorrindo.
Eu fico sem saber o que fazer.

Saudades... Saudades que não sai da minha vida,
Deita comigo e não me deixa dormi,
vou trabalhar e ela vem junto do meu lado,
tento mudar o meu pensamento,
mas é a saudade que vem em todos os momentos...
Não aguënto mas sentir saudades,
Deixa eu matar ela para que ela não me mate,
Deixa eu tiver para eu me sentir melhor
Eu ti adoro!!!

Não se acanhe
quando chegar o momento
de dizer adeus.

Partir é preciso.

Solte as amarras
que te prendem a mim.

Vá sem medo
sem olhar pra trás.

O importante é o que virá...

Não me importa o que você faz para sobreviver.
Quero saber se você pode conviver com a alegria, minha ou sua, se pode dançar com selvageria e deixar o êxtase preenchê-lo até o limite, sem lembrar de suas limitações de ser humano.
Não me importa se a estória que você me conta é verdadeira.
Quero saber se você é capaz de desapontar o outro para ser verdadeiro para si mesmo, se pode suportar a acusação da traição e não trair sua própria alma.
Não me importa saber onde, o que, ou com quem você estudou.
Quero saber o que sustenta o seu interior quando todo o resto desaba.
Quero saber se você pode estar só consigo mesmo e se verdadeiramente gosta da companhia que carrega em seus momentos vazios...

Julgar Aparências

Julgar pela aparência é como olhar um cacto. Não se percebe a água contida em seu interior, nem a beleza de suas flores.

" ALGUEM QUE TE FAZ SORRIR "


Eu nunca consegui saber diferenciar
Não querer com não mais sentir
Não merecer com não mais amar
E hoje eu estou aqui
Sem ter lugar pra ficar
Escrevendo canções pra que
Você possa escutar
Com outro alguém do seu lado
Alguém que te faz sorrir
Alguém que vai te abraçar
Quando a escuridão cair
Te impedindo de me enxergar
E eu que hoje estou aqui
E pra sempre vou ficar
Segundos antes de dormir
De mim você vai lembrar

A vitória é certa!
Não tenha pressa de vencer.
Escale degrau por degrau até chegar ao topo.
Tenha pensamentos positivos, confie em Deus.
No tempo certo tudo acontecerá.
Passo a passo, dia após dia, assim são trilhados os caminhos da vida.

Confia ao SENHOR as tuas obras, e os teus pensamentos serão estabelecidos. (Pv. 16:3)

Essa moça tá diferente,
já não me conhece mais.
Está pra lá de pra frente,
está me passando pra trás.
Essa moça tá decidida
a se supermodernizar.
Ela só samba escondida
que é pra ninguém reparar.
Eu cultivo rosas e rimas
achando que é muito bom.
Ela me olha de cima
e vai desiventar o som.
Faço-lhe um concerto de flauta
e não lhe desperto emoção.
Ela quer ver o astronauta
descer na televisão.
Mas o tempo vai,
mas o tempo vem.
Ela me desfaz.
Mas o que é que tem?
Que ela só me guarda despeito,
que ela só me guarda desdém.
Mas o tempo vai.
Mas o tempo vem.
Ela me desfaz.
Mas o que é que tem?
Se do lado esquerdo do peito,
no fundo, ela ainda me quer bem.

Essa moça é a tal da janela
que eu me cansei de cantar.
E agora está só na dela,
botando só pra quebrar.

Palavras não me encatam,
atitudes não me convencem,
mais a sua sinceridade
me faz querer seu teu
para todo o sempre.

Eu não sou da sua rua,
eu não sou o seu vizinho,
eu moro muito longe, sozinho.

estou aqui de passagem.